domingo, 23 de junho de 2013

Ser mãe...

Por Elaine Dacoregio, do blog  Meus filhos, meu maior tesouro


  Com tantos comerciais passando na tv a respeito do dia das mães, me peguei um tanto reflexiva nestes dias. Parei para pensar em tantas coisas e fiz mais algumas descobertas...
     Descobri que sou uma mãe camaleoa devido a minha habilidade em me adaptar as circunstâncias que a vida me apresenta, sempre preservando minhas crias, que são meu maior tesouro.
    Descobri que nem todas as pessoas nasceram para ser mães, porque para ser mãe é preciso ter dom.
    Descobri que nessa minha jornada, nem tudo são flores, tem vezes que o desespero bate, a cabeça pira e é preciso muita força para reorganizar tudo de novo.
     Descobri que errando, a gente aprende um bocado.
    Descobri que uma mãe nasce juntamente com o filho e cresce junto com ele também.
     Descobri que nem sempre minhas escolhas são as melhores, mas minhas intenções sempre são.
     Descobri que mãe também chora e também sente dor.
    Descobri que eu aprendo a cada dia com meus filhos a ser uma pessoa melhor.
    Descobri que ser mãe é renunciar muitas coisas e muitas vontades em benefício dos filhos.
    Descobri que sou capaz de fazer TUDO por eles, até matar um leão por dia se for preciso.
   Descobri que sou capaz de segurar um bebê no colo, fazer comida, lavar roupas, atender o telefone, tudo ao mesmo tempo e com a maior eficiência.
     Descobri que minha família é meu maior projeto de vida.
     Descobri que o exemplo, vale mais do que mil palavras.
    Descobri que depois que me tornei mãe, minhas prioridades mudaram completamente.
   Descobri que com o nascimento do segundo filho, encontrei a plenitude.
     Descobri que tem coisas que só uma mãe é capaz de fazer por um filho.
    Descobri que o amor de mãe é imbatível e insuperável.
   Descobri também, que eu quero sempre ser a mãe que abraça, que beija, que chora, que pede desculpas, que ensina, que aprende, que é companheira, que escuta, que fala,  que é parceira, que briga, que se arruma, que se perfuma, que se cuida, que elogia, que não se cansa e que AMA INTENSAMENTE. 
    Ser mãe é tudo de bom! Obrigada meu Deus por esse presente eterno!!!



Elaine por Elaine: " Sou mãe em tempo integral, essa foi a minha escolha e é o meu maior projeto de vida. Sou casada, amada, admirada e paparicada por meu esposo Mauricio que eu amo de paixão, enfim, resumindo tudo isso: me considero feliz e realizada "pra caramba"!

sábado, 22 de junho de 2013

A blogosfera materna se une para protestar


Há tempos o povo brasileiro vive na insatisfação, o caos está para todos os lados: saúde pública, transporte, educação largada às traças, direitos dos cidadãos que são infringidos todos os dias, os que deveriam representar o povo representam-se a si mesmos e a corrupção que se espalha.
A resposta é sempre a mesma: falta de verba para investir nos direitos básicos dos cidadãos.

Mas eis que chega a copa das confederações e logo, logo dá-se um jeitinho de se adequar às exigências da fifa... a deixa foi dada, aquele foi o momento.
Então uma multidão se levanta e sai às ruas em busca de mudanças. 
O Gigante acordou!

No meio da multidão, pessoas de todos os tipos: conscientes, massa de manobra, e infelizmente, vândalos que se aproveitam da situação.

Muitas de nós mães, saímos também às ruas, por melhorias, desejando um país melhor e mais justo, protestando pelo bom futuro de nossos filhos. Algumas manifestações de pais com filhos aconteceram ou estão previstas.
Mas várias de nós não fomos nem iremos às ruas, cada uma com seus motivos... não importa, o que realmente importa é cada uma fazer o seu melhor dentro daquilo que está a seu alcance.

Ontem, sexta-feira dia 21, a blogosfera materna deu-se as mãos em um ato de protesto. A hastag #protestomaterno espalhou-se por todas as redes sociais e ganhou apoio de todos os lados.
A ideia dessa manifestação surgiu em um grupo e logo tomou grandes proporções. 
O motivo é obvio: todas queremos mudanças!

E que venham as mudanças!

E o gigante, que não mais adormeça, pelo contrário, que amadureça e torne-se mais consciente de seus direitos e deveres, deixando de ser manipulado.

Este texto da Camila [Equipe Recanto] traduz muito do nosso sentimento:

O povo marcado pelo árduo trabalho
Olhou para o céu e viu brilhar o sol da esperança outra vez
O povo oprimido pela vil injustiça
Ergueu os braços fortes e bradou o grito da liberdade reprimida
O povo faminto do pão da verdade
Sedento por dignidade bailou pelas ruas das cidades
O povo sofrido pelo poder impiedoso
Fez valer seus direitos e foi à luta com honra
O povo unido pelo desejo uníssono
Lavou a bandeira da pátria com suor e lágrimas de indignação
O gigante acordou e não haverá descanso até a vitória final.
Por um futuro digno, uma justiça justa, uma pátria sã.
Para nossa geração e por outras que virão.
Vamos reescrever a história.
Camila Vaz
E que assim seja!

Nós da Equipe Recanto apoiamos essa blogagem coletiva e parabenizamos à iniciativa das coordenadoras deste protesto.


#protestomaterno

beijo grande da
Equipe Recanto

sexta-feira, 21 de junho de 2013

"Diga-me com quem andas, que eu...direi quem tu és"

Foto mais recente das minhas filhas Andressa e Manoella
Quando eu era uma jovem adolescente, (não faz muito tempo rsr) minha avó sempre me dizia esta frase, "Diga-me com quem andas que eu direi quem tu és" na opinião dela eu tinha que procurar "andar" com pessoas que fossem "melhores" do que eu. Na época eu repudiava, brigava e achava os conselhos dela preconceituosos...

Eu fui uma adolescente que circulou por várias tribos, dos burgueses e engomadinhos nerds aos "maluco beleza" sangue bom que curtiam o por do sol no final da tarde no mirante da cidade, se é que estou sendo clara! Tive amigas "galinhas" (periguetes nos dias de hoje) e amigas "patricinhas", e ambas em uma só, tive amigas estudiosas e amigas que matavam aula p dormir, e de alguma forma eu dialogava bem em qualquer tribo sem necessariamente aderir a elas... todo mundo que me conhecia de fato sabia quais eram os meus limites! 

Até que um dia os pais de uma amiga que eu gostava muito a proibiram de "andar" comigo, motivo: a irmã mais velha dela talvez motivada por ciumes, disse a eles que eu era "drogadinha", afinal eu andava por todas as tribos, e numa dessas levei ali uma fama sem deitar na cama, que eu definitivamente não queria, jamais usei drogas na minha vida...na época eu tinha uns 15 anos

A partir daquela proibição eu repensei os conselhos "preconceituosos" da minha avó, aquilo me doeu muito, tive um medo horrível de ter uma fama de algo que eu não era...e jamais queria dar uma tristeza destas aos meus pais...felizmente a conversa ficou só na casa dela mesmo!

Vivemos em uma sociedade julgadora que muitas vezes define equivocadamente uma pessoa, acho que ninguém é melhor do que ninguém, porém umas tem mais chances de escolha que as outras.


Sempre oriento minhas filhas a se relacionarem com todos os colegas independente das diferenças, digo para que tentem ser amigas de todos, porém se o assunto for drogas, eu tirarei meu time de campo, prefiro que não haja aproximação, por mais que eu confie nelas, e saiba que do outro lado tbém existe um pai e uma mãe, melhor não... e o que talvez seja preconceito para alguns eu prefiro chamar de cuidado!



Por tudo isso, sempre que chega uma amiga ou um amigo novo em casa, quero saber quem é... e lá vem a lembrança da minha avó de novo ressoando nos meus ouvidos... "Diga-me com quem andas que direi quem tu és"... E você o que pensa a respeito?! 



Foto da minha filha Manoella na Sociedade da Alegria, projeto que ela participa na pastoral da escola! 


Instagram @kbtrilhamarupiara
Twitter @trilhamarupiara



quinta-feira, 20 de junho de 2013

Você está preparada para o inverno?

Bom dia mamães do Recanto!!!

Como está o frio por ai na região que você mora?
Aqui no sul, mais especificamente em Bagé, 'tá de lascar' como dizem por aqui.

Por isso hoje vou mostrar pra vocês uma golinha que fiz pra Cecília neste final de semana enquanto visitávamos a casa da vovó.

É bem simples, eu procurei fotografar todos os detalhes, mas se ficar alguma dúvida é só perguntar que respondo.

Minha princesa!

Coloquei na agulha apenas 20 pontos, usei agulhas nº 4.5 fiz o ponto Arroz (um malha, um avesso)

Tricotei uns 42 cm e arrematei

Agora vejam como fiz para emendar a gola
Depois dessas duas dobras foi só costurar

Usei uma caixa de mais ou menos 17 cm para fazer os fios da franja.

Cortei as pontas da lã nos dois lados da caixa

Como a linha que usei é matizada, uni tons diferentes de dois a dois

Passei entre os pontos na beirinha da gola já costurada e dei o enlace

É importante que se observe o lado por onde passa os fios para fiquem todos os arremates para o mesmo lado.

Prontinho!
Fácil, rápida e quentinha

Queridas, espero que tenham gostado!
Não deixem de fazer uma visitinha tabém pra Dona Maricota!
Beijocas,

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Você tem fome de que?! Você tem sede de que?!

Hoje o assunto será alimentação, mas fiquem tranquilas, não será mais um post sobre alimentação saudável, será um post sobre a minha relação com os alimentos e como passo para a Sophia.


Antes de qualquer relato, depoimento ou confissão, dou um tempo para você irem no jardim mais próximo e pegar algumas pedrinhas, afinal, vai que dá vontade de jogar uma em mim ... então estou enrolando para dar tempo de você pagar umas duas, quem sabe três! Pegou?!? Posso continuar, ou melhor, começar?!?! Então, vamos lá!

Eu não tenho nenhum tipo de relação harmônica com o que podemos chamar de “alimentação saudável”! Sim, é verdade ... eu não como fruta, verdura, legume, consequentemente não tomo suco e, refrigerante, sim, mas apenas os a base de cola e aqueles mais famosos, os outros não! Carne, como ... mas tem que ser bovina; ah é, o frango, somente coxa e sobrecoxa, peito apenas desfiado no empadão, strogonoff e na pizza de frango com catupiry. Minha alimentação é muito simples: arroz, feijão, carne! Vivo feliz comendo isso todos os dias! NADA, absolutamente nada que é “chique” ou diferente do trivial eu gosto! E para piorar, tem que ser como eu quero ... assim, eu gosto de batata frita, batatas coradas apenas cortadas pequeninas, tamanhos médios não rolam e, qualquer outro tipo não desce, mas se quiser piorar, basta me servir purê ou Madalena (aquele purê de batata com carne moída).

Agora não sei se tem haver com a falta de opção ou educação demais, dependendo do que você come e como você come também interferem no meu bem estar! Uma vez meu primo colocou inteiro um bombom daqueles coberto com chocolate e recheio de creme de amendoim e eu vomitei! Meu marido até tempos atrás duvidava dessa história e repetiu a façanha, quase chamei o huuuuuuuuuugo mais uma vez!

Se eu tenho problema de saúde!? Milagrosamente não! Minha mãe sempre dizia que “no dia que eu engravidasse iria ter grande complicações” e, na boa, não tive nada, então, hoje ela diz “até aqui o Senhor tem sustentado”. #oremos

Mas daí eu engravidei, uma série de exames tive que fazer e nenhum deu alterado, um milagre mesmo! Minha mãe fazia uns sucos com um monte de coisa para eu tomar, mas só desceu uma vez e, acho que nem ela gostou, afinal desistiu em uma semana.

Sophia nasceu e meu obstetra recomendou que eu parece com o chocolate e o refrigerante no período de amamentação. O refrigerante eu consegui, o doce eu diminui, mas desde a maternidade eu não tive muito leite e, em virtude de todo o emocional, hoje tenho certeza que naquele momento eu não entendi o significado da amamentação e acabei desistindo, por isso, desde os dois meses Sophia ficou apenas no leite artificial em pó, mas respeitei o tempo do leite, aos quase seis meses introduzimos as frutas, sucos, depois alimentação salgada e, com o tempo alimentação de “gente grande”.

Mas daí você pode pensar “e como fica a alimentação dessa criança”?!? Eu explico. Por necessidade eu optei em matricular a princesa numa escola particular desde os sete meses de vida e, essa foi uma das grandes bênçãos da minha vida! Lá ela tem uma alimentação extremamente saudável e, desde que Sophia começou a se alimentar, eu faço o possível para não passar para ela essa minha “carência” alimentar.

Aqui em casa tem frutas, suco ... tudo o que ela desejar comer eu busco oferecer. Houve até uma situação engraçada mas que me deu um orgulho tão grande da minha princesa! Ela pediu suco de morango, eu disse que não tinha, mas que eu iria pegar refrigerante, ela então pediu suco de caju, eu disse que não tinha suco que depois iria comprar mas que eu pegaria refrigerante, daí ela pediu suco de uva e eu mais uma vez disse que não tinha nenhum suco, que depois a gente comprava mas que eu iria pegar um copo de refrigerante ... ela parou, pensou e respondeu “então quero água mamãe”!

Quando Sophia completou dois anos, liberei todo o tipo de comida, excesso duas coisas: petit suisse e iogurte.

Agora, que você já jogou algumas pedrinhas, vou explicar o por que eu deixo minha filha comer tudo o que sente vontade.

Há dez anos minha tia estava grávida do seu primeiro filho, ela com trinta e poucos anos e meu tio passado os quarenta. O tão sonhado filho estava prestes a chegar e tudo foi feito com amor e carinho. Lembro-me que durante toda a minha vida meu tio questionava minha alimentação precária e anunciava aos quatro ventos que o filho dele (que ainda nem existia) JAMAIS iria ser como eu, que teria a melhor alimentação possível, que JAMAIS tomaria refrigerante e se pudesse, doce também seria extremamente controlado.

No dia dezesseis de abril de dois mil e três meu primo nasceu, lindo, grande, forte e muito saudável. Assim que chegaram em casa, em seu primeiro banho, um galão de vinte e litros de água mineral foram usados, sim ... o primeiro e alguns muitos banhos do primeiro mês foram com água mineral. Amamentação em livre demanda e tudo o mais que uma família poderia de melhor oferecer.

Não tinha nem um ano quando deixou de usar fralda e, em pouco tempo já estava se alimentando como “gente grande”, porém não havia papinha, sopinha, arroz, feijão, carne que deixasse João Arthur mais feliz do que pipoca e salgadinho de milho. SIM ... ele passava dias sem comer e, numa ida ao supermercado mostrou interesse por esse tipo de alimentos e era disso que ele vivia!

Prestes a completar três anos, minha tia e meu primo que são do interior do Paraná vieram passar uma semana em nossa casa e, posso garantir que nunca vi alguém comer tanto sorvete como ele naquela semana. Alguns poucos meses se passaram e meu primo queixava-se de muita sede, e sede de água gelada. Consequentemente urinava muitas e muitas vezes ... não era normal. Uma consulta com o pediatra e alguns exames depois o diagnostico: aos dois anos e sete meses João Arthur era diabético tipo I. Realmente meu tio estava certo: ele JAMAIS iria tomar refrigerante e o doce seria extremamente controlado.

Hoje, por incrível que pareça, mesmo com a doença, a alimentação do meu primo é extremamente limitada. Não pela falta de opção, mas o gosto dele consegue ser infinitamente menor do que o meu! Ele não come arroz nem feijão. Carne apenas no churrasco. AMA refrigerante, mesmo precisando ser zero, era aconselhável que tomasse pouco por causa do sódio, mas não tem jeito, ele toma muito. Doce, ele prefere comer um pequenino pedaço de chocolate ao invés de um lanche farto de uma comida mais saudável.

E é por isso que deixo Sophia comer aquilo que ela sente vontade. Antes de engravidar, meu primo era um irmão mais novo, um filho de criação que tinha. Já deixei de fazer muitas coisas para viajar 600km de ônibus para passar dois dias com ele e, por ele acredito que Sophia tenha que ter o privilégio de comer tudo o que quer, óbvio que com moderação.

E na sua casa, como funciona a alimentação?! Existe restrição, tudo é liberado ou tem um “dia da porcaria”?! Quero saber!

Beijos, Má 



Ah, não se esqueçam de conhecer, seguir, curtir e comentar no meu novo blog, 
o Mamãe de Salto!!

terça-feira, 18 de junho de 2013

Check Up Infantil

É preciso fazer exames em nossas crianças
Imagem do Google

Olá Mamães do Recanto.

Hoje vou falar de um assunto super importante que é fazer o Check Up em nossas crianças.
Se você pensa que check-upé coisa só de adulto, saiba que as crianças também precisam verificar como anda a sua saúde. Nos primeiros seis meses de vida, a ida ao pediatra é mensal, mas logo essa visita fica mais espaçada. Dos 6 aos 12 meses, ela passa a ser bimestral, entre 1 e 2 anos, trimestral, dos 2 aos 5, semestral, e a partir daí a cada ano.


E chegou a hora do Check up do Garotão.

Eu confesso que não é fácil levar Samuel pra tirar sangue já falei AQUI quando ele fez o primeiro com um ano e agora chega a hora do segundo exame.
Foi difícil achar a veia do garotão e ele se comportou como um verdadeiro herói deixando as Técnicas o examinarem bem para encontrar uma veia. Na hora da agulhada um suspiro sofrido de doer até o coração das moças.
Mas enfim deu tudo certo. O Check up é de rotina mesmo, a Pediatra dele gosta de pedir os exames pra ver se está tudo ok e prevenir é bem melhor não é mesmo?

Agora o que deixou ele bem feliz foi ganhar o Certificado de Coragem. Se sentiu todo poderoso.


Não é muito fofo? E que venha o proxímo check up dos 3 anos.


Então mamães fiquem atentas para a importância de fazer um check up nos seus filhos. Não é porque eles estão bem que não deve ser feito. Samuel nunca ficou doente nesse tempo. Foram apenas pequenos resfriados, mas mesmo assim eu nunca deixei de cuidar da saúde dele.


Já ouvi muitas vezes que é uma bobagem expor a criança a esse sofrimento por nenhum motivo. Mas fala sério !!! É muito melhor ter certeza que a criança está saudável do que ter que tratar depois de algo mais sério por falta de prevenção.


Então Fiquem atentas a saúde dos seus filhos. 



Aproveitem o sorteio de Anivesário do Blog.
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Esse foi meu recado de hoje.


Convido a todas a conhecerem meu Blog Mãe Vaidosa.
Andréia Sales


segunda-feira, 17 de junho de 2013

Benefícios do Sling [minha experiência]

Imagem daqui
"Sling" é uma palavra sem um equivalente preciso em português, mas na prática indica um carregador para os bebês serem levados, uma peça de tecido usada para suportar o peso do bebê.

Os tipos principais de slings:

Sling de argola: um pano, de mais ou menos 2 metros de comprimento, que se ajusta a duas argolas. É o tipo mais comum.
Wrap Sling: pano de cerca de 5 metros de comprimento, que se amarra em volta de quem carrega o bebê.
Mei-tai: tecido com alças cruzadas na costas e amarradas na cintura
Ring sling: tecido com duas argolas que permite uma perfeita trava
Pouch Sling/Sling Bolsa: rede de tecido dobrada, que forma uma espécie de bolsa para o bebê, feito sob medidas.


Slings mundo afora: fotos daqui
Usei muito o sling durante os primeiros meses do Daniel, depois ele foi ficando pesado e o motivo de pararmos de slingar foi este. 
Algumas pessoas realmente não gostam ou não se adaptaram ao sling, mas na minha opinião ele é super prático, e além disso para mim foi de muita ajuda:

- Mãos livres para tarefas simples...
- Locomoção: podia andar em locais onde com o carrinho o acesso seria mais difícil, como terrenos irregulares, subir e descer escadas, locais mais estreitos como corredor de feira ou mercado... tinha muito mais agilidade para andar com o sling do que com o carrinho.
- Amamentação em público: meu sling era de argola, então eu deitava o Daniel no sling e cobria com a aba que sobra do sling.
- Caminhadas: com o carrinho também é possível se exercitar fazendo caminhadas, mas não se compara ao sling. Com ele você pode acelerar seus passos, ir no ritmo desejado sem nada para te impedir.

Quando eu estava para comprar meu sling, pesquisei, fui atrás de informação a respeito. Nas primeiras vezes que tentei usar fiquei insegura, tinha medo de machucar o Daniel, medo que ele caísse. Mas fui lendo a respeito, vendo vídeos de como usar e fui ficando mais segura e passando segurança pro meu filho. Daí fomos testando, experimentando... até que aprendi a usar e usamos muito mesmo.

Na rua era sempre engraçado as reações das pessoas, sempre querendo saber se não machucava, se não prejudicava o bebê, sempre preocupadas... quando ele estava dormindo queriam ver a carinha dele. Ou apenas olhavam com ar de curiosidade.

As pessoas sempre tinham dúvidas, mas a verdade é que o sling trás muitos benefícios para o bebê:


- fortalecimento do vínculo entre mãe e filho e a criação de bebês mais relaxados.
- alívio para as cólicas dos recém nascidos
- bebês que são slingados choram menos
- Tem uma melhor visão do mundo, os bebês em carrinhos vem o mundo a altura dos joelhos de um adulto.
- Da mais segurança . O bebê tem acesso a comida, calor e amor.
- Dormem melhor
- Melhora a comunicação entre mãe e filho, já que você se sintoniza com os gestos e expressões dele.
Entre outras... assista aqui a opinião de um pediatra sobre o sling.

Mais sobre o uso do sling:

Outros benefícios: Revista Mamãe e Bebê
Aprenda a usar um sling - Revista Crescer

Um beijo, e desejo que todas tenham uma semana abençoada!
Mamãe Lauri

Pitacos da mãe