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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

O amor se multiplica

“É só o amor, é só amor, que conhece o que é verdade, o amor é bom, não quer o mal, não sente inveja ou se envaidece…..”

Durante minha adolescência ouvia muito as músicas do Legião Urbana e uma em especial tocava meu coração. Mas eu não tinha muita certeza do que era realmente o amor…
Era gostar de alguém? Era querer estar junto? Era sentir falta? Era ouvir uma música e lembrar? Sentir um cheiro e pensar em alguém? O que era mesmo o amor?
O tempo passou, muitas outras coisas aconteceram, me casei e a leitura escolhida para selar esta união foi a mesma da música que eu ouvia aos quatro ventos. Corintios 13. Mas a essa altura eu já acreditava saber o que era o amor, pensava que sim!
Então 4 anos depois o AMOR nasceu de mim! Acordou numa manhã de maio, como uma flor que desabrocha lentamente ao piscar dos olhos. Fez-se naquele momento o elo mais puro que pude sentir!
Davi, o Amado, nasceu e me fez descobrir o que o amor significa.
Foram dois anos intensos de entrega única. Até descobrirmos que o amor poderia se multiplicar em nossas vidas em forma de divisão!
Foi assim em meio a um turbilhão de novidades que chegou a pequenina Cecília, capaz de dividir e multiplicar nosso amor.
E aquela mãe que teve medo de não amar da mesma maneira, da mesma forma e do mesmo tamanho de amor, rendeu-se a um amor novo, um amor sem divisas e sem diferenças, que é tão igual e tão diferente. Pois ser mãe de menino é tão diferente do que ser mãe de menina. Não sei explicar, mas existe uma magia diferente no ar. Um sentimento misterioso que esta ali e você não pode vê-lo, nem toca-lo, nem senti-lo, mas ele está ali.
Muitas e muitas vezes fico a me perguntar se os amo de maneira igual, pois eles são tão diferentes. Será que eles medem meu amor?
Procuro sempre tratá-los do mesmo modo, mas sempre respeitando suas particularidades.
Sou uma mãe que pensa a frente. Crio meus filhos pro mundo, quero que sejam fortes e capazes de enfrentá-lo sem medo. Não posso criá-los numa redoma de vidro, pois ninguém vai passar a mão na cabeça deles o dia que eu faltar. Acredito que amar não é sufocar nem superproteger, e sim respeitar, instruir, instigar, incentivar.
Ser mãe de dois é um desafio diário, ainda mais, mãe de dois com idades assim tão próximas, e gêneros e gênios tão diferentes. Mas eu sou feliz assim, eles me desafiam todos os dias a ser uma pessoa melhor!


* Texto publicado inicialmente AQUI
Beijocas a todas!

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Desapegue da cria (um pouquinho) e Reforce os laços de amor da sua relação!


(Clique nas fotos para amplia-las)

Olá amigos e todos os leitores e leitoras que nos acompanham!
O assunto hoje seria outro, mas diante do contato que tive com algumas mamães "agarradas a sua cria" nos últimos dias, e percebendo claramente que o casamento delas não está lá essas coisas, resolvi mudar o tema! 

Sempre me perguntam como tenho coragem de deixar minhas filhas e viajar sem elas, (faço isso desde que eram pequenas), pelo menos uma ou duas vezes por ano, nunca abri mão disso!



Lembra daquela época gostosa de namoro descompromissado, frio na barriga, jantar a dois, uma noite a sós etc?! Pois é, todas nós mamães sabemos que com o tempo tudo isso vai se transformando, e grande parte das mudanças vem depois dos filhos, claro que eles unem o casal no sentido de um amor em comum, mas o compromisso com eles acaba sendo maior que o compromisso de amor entre marido e esposa, principalmente qdo os filhos são pequenos.
  

Alguns casais tiram isso de letra e conseguem dar atenção a ambos sem perder a qualidade do compromisso com o amor, alguns se enganam, e outros não conseguem mesmo, a mulher fica um pouco desleixada, a dedicação passa ser exclusiva aos filhos, o cansaço e o stress da maternidade tomam conta, as despesas financeiras aumentam e junto aumentam as preocupações do casal, e por ai vai. Muitas vezes esse período dura enquanto as crianças são pequenas, porém qdo crescem, o risco do casamento já ter esfriado é grande devido aos anos que não foram dedicados mais a relação.



Por tudo isso, eu nunca abri mão de "oxigenar" o casamento, resgatando a magia e o encantamento do namoro e dos momentos a dois, no nosso caso fazemos isso viajando, tirando alguns dias só p nós dois, longe de tudo e de todos, seja um final de semana ou um período de férias, não importa a quantidade de dias, importa a qualidade dos mesmos, e tbém não precisa ser nada caro, seja criativo!

Quando viajamos, vamos de encontro a muitas coisas novas e encantadoras e isso ajuda a promover o amor, priorizo isso como se fosse um plano de saúde, afinal para mim é a saúde do meu casamento, resumindo, da minha vida!



Você pode pensar que não é justo com seu filho, que você vai sentir saudades, que vai ficar imaginando como ele está com quem você o deixou, seja com a mãe com a sogra, enfim, sim, vai acontecer, no entanto fui meio radical com isso, desde que minhas filhas eram pequenas sempre reforcei p mim mesma a lembrança de que quando crescessem iriam nos deixam para curtir a turma, o namorado, a namorada, nada mais natural, e é justamente isso que acontece hoje, eu não estava errada rsr, é a lei da vida, filhos são do mundo!

Hoje minhas filhas estão grandinhas, sobreviveram muito bem aos dias que passaram sem a gente na casa da minha mãe ou da minha sogra, lembro que quando minha filha mais velha perguntava p mim por que não iam viajar com a gente eu respondia com outra pergunta  "Qdo vc crescer e for viajar com o seu namorado, você vai me levar?" Desde pequena ela já sabia a resposta rsrs



Então DESAPEGUE, invista no seu amor, na qualidade do mesmo,  regue a sua relação para que a mesma não seque,  pare um pouquinho de lamber a cria e reforce os laços que uniram vocês quando tudo começou, você não deixará de ser uma boa mãe ou um bom pai por isso! Acredite!

OBS: todas as fotos foram tiradas em viagens e passeios a dois!


Instagram @kbtrilhamarupiara
Twitter @trilhamarupiara




sexta-feira, 6 de abril de 2012

Violência Familiar e Doméstica

Hoje trago aqui para o Recanto um tema que normalmente as pessoas vivenciam ou conhecem através dos meios de comunicação, principalmente nos telejornais que se aproveitam disso para ganhar audiência, mas que dificilmente as pessoas gostam de comentar ou compartilhar. "A violência doméstica ou familiar". 
imagens do google
Ela pode ser explícita ou velada (palavra que vem do Latim "velare", que significava “cobrir com um véu” encobrir) praticada dentro de casa, usualmente entre parentes (marido, mulher e filhos). Inclui diversas práticas, como a violência e o abuso sexual contra as crianças, violência contra a mulher, maus-tratos contra idosos, e a violência sexual contra o parceiro.
Esse tipo de violência acontece todos os dias diante dos nossos olhos e quase nunca paramos para tomar uma atitude. Conheça alguns tipo de violência:

imagens do google
  •  Violência física — quando envolve agressão direta, contra pessoas queridas do agredido ou destruição de objetos e pertences do mesmo. Um tapa no rosto do filho ou do cônjuge, socos, pontapés, atirar objetos no chão ou contra sua vitima são atitudes comuns dentro dos lares. 
  • Violência psicológica — quando envolve agressão verbal, ameaças, gestos e posturas agressivas. Questionar ou criticar a forma de agir, a forma de pensar do familiar, ameaçar ou nomear (idiota, burro, gordo, magro, cretina, vagabundo, etc...) são formas de violência ainda mais comuns.
  • Violência sócio-econômica, quando envolve o controle da vida social da vítima ou de seus recursos econômicos. "Se eu pago eu posso" ou "somente eu coloco dinheiro nesta casa" Também alguns consideram como violência doméstica o abandono e a negligência de crianças, parceiros ou idosos.
  •  Violência contra a criança - Física ou psicológica acontece com mais frequência do que imaginamos. Quando uma mãe chama seu filho de burro, por conta de uma lição de casa errada, está cometendo uma violência psicológica que pode inibir a tentativa ao erro. Quando é chamado de peste, lixo, mal caráter, vagabundo, também é uma forma de violência. A família é a base do desenvolvimento humano e deve ser o ponto de partida para uma criança receber orientação e amor. Pessoas que sofreram violência na infância, quando crescem, reproduzem essa atitude, tornando-se adultos violentos. A violência não é hereditária, mas sim aprendida. Algumas situações vividas na infância podem gerar situações de violência na fase adulta.
O desrespeito, a prepotência, crises de raiva causadas por fracassos e frustrações,  crises mentais (loucura conseqüente de anomalias patológicas que, em geral, são casos raros),  drogas e alcoolismo (presente em 95% dos casos) são cada vez mais comuns.

imagens do google
É preciso urgência na resolução dessas situações. 
É preciso consciência e mudança.
É preciso praticar o amor verdadeiro, o amor ao próximo, sem intenções. 
É preciso ensinar nossos filhos a praticar esse amor sem interesses.
É preciso .....AGORA.... amar 

Amar ao próximo (na sua definição mais simples) é não lhe fazer coisas que nós não gostamos que sejam feitas conosco. O que nós não gostamos de receber, o nosso semelhante também não deve gostar. Se respeitarmos essa regra, nos tornaremos cooperadores um do outro ao invés de destruidores, um do outro, como tem acontecido tão freqüentemente na nossa sociedade. 

imagens do google

Um grande beijo
Cris Chabes



Pesquisa realizada no www.clerioborges.com.br

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Como está o seu casamento?

Por Mamãe Nádia- http://mamaenadia.blogspot.com/



Olá queridos leitores do Recanto! Hoje vamos nos encontrar aqui no nosso cantinho, pra bater um papo sobre um assunto tão importante...
Nós nos identificamos aqui por sermos mães e pais, e gostamos de trocar idéias e aprender mais sobre como educar os nossos filhos, e falamos muito em nossos blogs sobre eles, aqui no recanto também. Mas um assunto que não gostamos muito de "meter a colher", e é tão importante para a nossa família, é o casamento. Ele é a base da família que formamos, não é mesmo? Foi através do casamento que a família se formou, que os filhos vieram...por isso vamos tratar sobre este tema hoje.

Como está o seu casamento?



Está indo bem?

Ou está em crise?

Como está o seu relacionamento com o marido/ ou esposa?

Como ficou o casamento com a chegada dos filhos?

Sabem, eu valorizo muito o meu casamento, eu faço dele uma prioridade na minha vida. Um dia desses eu postei no meu blog minha lista de prioridades, e algumas pessoas me criticaram, e sugeriram que eu mudasse a posição da minha lista, colocando os filhos à frente do marido. Eu fiquei um pouco confusa pensando em porquê algumas pessoas sugeriram isso...pra mim é tão simples! Eu amo muito o meu marido, ele apareceu primeiro em minha vida...os filhos vieram depois, frutos deste amor! E mais: os filhos vão sair de casa um dia, e vão formar as famílias deles. E quem vai ficar comigo, até o fim? O marido.

Mas sabem, mesmo fazendo do casamento uma prioridade, eu posso contar pra vocês que não é fácil. Casamento é um relacionamento difícil. Não é fácil bater de frente com os defeitos de outra pessoa, que foi criada de maneira diferente de você. E não é fácil ouvir na nossa cara sobre os defeitos que nós temos, e enfrentar isso, e ter de assumir que estamos errados, muitas vezes.


Todos os casamentos têm brigas e crises. Mas isso não quer dizer que ele deverá acabar por causa disso!

Quando nós casamos, nós prometemos um ao outro que ficaríamos para sempre juntos, "até que a morte nos separe", não é? E quando entramos numa crise qual é a primeira "solução" que buscamos? SEPARAÇÃO! Em alguns casos não existe outra saída mesmo, mas em 80% dos casos essa é uma decisão precipitada, pautada na raiva do momento.

Nós temos muito a tratar sobre o casamento, e aqui no Recanto eu vou falar mais sobre isso, nos próximos posts. Em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher, é o que diz o ditado antigo. Mas eu não penso assim! Eu penso que é bom a gente poder conversar sobre isso e contar para alguém sobre os nossos problemas, e muitas vezes isso ajuda sim! E batendo um papo a gente percebe que o problema que nós temos em casa, a maioria dos casais passa também!

Então, sobre o que vocês querem falar, dentro do tema CASAMENTO?
Que assuntos?
Dêem sua opinião para pesquisarmos e batermos um papo legal por aqui!
Hoje foi só uma introdução...

Vou ficar esperando o retorno de vocês, e enquanto preparo os próximos posts, gostaria de deixar uma mensagem para vocês: pensem mais, nessa semana, sobre suas prioridades. Pensem mais sobre o tempo que dedicam para o casamento. Você e seu cônjuge estão dedicando um tempinho diário para ficarem à sós, conversando, abraçados, assistindo um filminho juntos? O que vocês poderiam fazer nessa semana, para ajudar seu casamento?


Vejam algumas dicas bem simples, mas que se forem seguidas, poderão dar um "UP" no seu relacionamento:


* Acorde e dê um beijo no seu cônjuge, e diga "bom dia, meu amor";

* Se for possível, prepare um café na mesa e sentem os dois juntos (essa é difícil, mas vale tentar!);

* Mande uma mensagem pro celular, ou via Twitter, ou Facebook, dizendo algo carinhoso para ele ou ela;

* Tente perdoar as coisas ruins que seu cônjuge fez para você nos últimos dias. Isso é difícil e merece um post só para isso, mas já vá pensando no assunto...

* Coloque seus filhos pra dormir cedo e planeje algo para fazerem à sós: assistam um filme, fiquem juntinhos, se abracem mais...curtam o momento...



Bom, por hoje é isso...
Pensem sobre o assunto!
Ter filhos não significa acabar com o casamento! Os filhos vieram para completar a família que já estava sendo formada, e não separá-la!


Eduque seus filhos para não atrapalharem seu casamento, e sim, que eles reconheçam que você valoriza o pai ou mãe deles. Quer exemplo melhor para seus filhos, do que verem em casa um casamento feliz???

Beijos da Mamãe Nádia!


terça-feira, 19 de julho de 2011

Sexo! Pratique e viva mais...

São apenas quatro letras que mexem com a imaginação, a autoestima, o comportamento e o humor: SEXO. Tema do Programa Bem Estar no mês passado. E a atividade sexual não faz bem apenas para o corpo e a mente – a expectativa de vida também se beneficia. Quem faz sexo duas vezes por semana pode ganhar até um ano e meio, segundo um estudo inglês.
O Ministério da Saúde brasileiro recomenda que as pessoas façam sexo com frequência, algo considerado tão importante quanto controlar a pressão arterial e estar no peso adequado. O próprio ato ajuda a emagrecer: em uma boa sessão de meia hora, podem-se queimar até 500 calorias.
Além da endorfina liberada, que causa satisfação e bem-estar, a dopamina age no organismo relacionada ao vício: por isso, quem faz sexo costuma querer sempre mais. Segundo especialistas, a atividade sexual não deve ser usada em um relacionamento como ferramenta de chantagem. Pelo contrário, conforme você vai conhecendo o parceiro e sabendo o que lhe agrada, a relação só tende a melhorar, com mais prazer e compreensão.
Estimular o outro com uma posição ou uma fantasia nova pode ajudar a apimentar o namoro ou o casamento. E essas inovações são importantes para estimular o cérebro e manter a chama acesa. A tendência é que, após 5 anos, a frequência sexual caia pela metade, por isso aumentar a qualidade é tão necessário. Um beijo prolongado, que dure pelo menos 10 segundos, já contribui para elevar o desejo.
O sexo está relacionado à sobrevida humana na Terra. E, depois que os métodos contraceptivos foram descobertos, sobrou apenas a parte boa da prática. O ritmo de homens e mulheres é diferente: enquanto eles atingem o orgasmo em 2,5 a 5 minutos em média, elas demoram de 14 a 20 minutos.
O sexo também diminui a depressão e pode ser feito inclusive por mulheres grávidas, desde que elas não tenham contra-indicações, como contrações, nem estejam em trabalho de parto. Sexo é muito bom durante toda a gravidez. Fortalece os músculos do períneo que ajudam na hora do parto, deixa a mamãe feliz e relaxada, e o bebê sente tudo o que a mamãe sente. Se a mamãe está feliz, o bebê está bem. E a cumplicidade do casal aumenta ainda mais. Portanto, sexo é bom, saudável e traz benefícios para o dia a dia. Pratique e viva mais!

Abraços Paternos!
Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/
http://guiadobebe.uol.com.br/sexo-na-gravidez/
Fonte Imagem: http://google.images.com

terça-feira, 5 de julho de 2011

Apenas 100 dias...



Teoricamente faltando 100 dias para a chegada do Davi, eu e Meiryele nos deparamos com um monte de dúvidas e receios típicos de pais de primeira viagem. 

Dia 31 de janeiro de 2011 quando confirmamos a gravidez, vimos a gestação como uma descoberta, uma surpresa. Várias vezes me peguei pensando e me indagando: "Como será daqui pra frente?" 

Esta resposta ainda não temos, mas já sentimos o quão bacana será descobrir e viver este sentimento no dia a dia. Ou melhor, no noite a noite. Poxa vida, já não aguento mais nos falarem que nunca mais dormiremos na vida. Que temos que dormir ao máximo agora. Porque depois... Essas e outras pérolas a gente escuta sempre. Mas, invariavelmente, junto desta pérola, vem o sonoro e verdadeiro dizer: "Mas vale muito a pena. Ver o sorriso, o carinho, o apertar dos dedos... não tem preço!"

Voltando aos nossos receios, eles são facilmente justificáveis. O mundo em que vivemos, cada vez mais assustador, intolerante e perigoso é o ponto crucial da nossa preocupação. Como educar um filho para um mundo tão "deseducado". Como ensinar o que é certo e o que é errado, se muitas vezes nem nós mesmos sabemos. Esses questionamentos dão um nó na cabeça da gente e nos fazem refletir sobre a real responsabilidade de colocar um filho no mundo. 

Esta é a palavra: responsabilidade. Meu filho, é minha responsabilidade e carece de que eu a propague na minha casa, na minha rua e na minha vida. A educação e a tolerância como princípios fundamentais para suportar o que a vida se encarregará de mostrar no futuro. 

Acredito que trocar fraldas, dar banho, ficar sem dormir, zelando pelo sono infantil e ingênuo, creio que isso vai ser fichinha perto do que será o maior desafio: educar e preparar seu filho para o mundo. 

É preciso coragem. 
Nos lançamos ao desafio e nossa bandeira será cumpri-lo. Isto feito, é porque conseguimos cumprir nossa missão.

Do fundo da alma, acho que vivemos mesmo é para isto. 

Abraços Paternos!


Fonte Imagem: www.google.images.com

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Estou de volta no Recanto!!!





A pessoa que vos escreve é a mesma que fez o primeiro post desse blog, mas que depois o abandonou por um longo tempo... Pois é, graças à homenagem linda que recebi na semana passada, decidi voltar, e também graças ao apoio e aceitação da equipe linda do Recanto, posso afirmar agora que: Mamãe Nádia está de volta à equipe do Recanto!
E hoje parei pra pensar....lembrei do que passou pela minha cabeça quando criei esse blog...Até na escolha do título do blog...eu queria criar um cantinho onde as mamães blogueiras entrassem e se conhecessem, batessem papo e relaxassem. Queria que aqui fosse um lugar de paz, como o próprio nome "Recanto" já diz. E hoje vejo que esse blog atingiu e até superou minhas expectativas, graças a essa equipe que se formou por aqui.
O recanto tem de tudo...ele levanta grandes discussões, mas também aborda assuntos bem comuns e simples da vida de uma mãe. O recanto é lugar pra mostrar opinião e também pra encontrar textos reconfortantes da bíblia. Tem post pra todos os gostos, por isso todas as mamães são bem vindas aqui entre nós.
E eu estou de volta, ainda não decidi sobre que tema irei postar, e de que forma irei escrever...a única coisa que sei é que estarei aqui nas segundas ao lado da minha amiga e irmã na fé, Cida. E sei que um dia desses irei me intrometer aqui pra fazer um Top Five, que saudade disso!!!
Pois é, hoje passei aqui pra voltar a reconhecer esse cantinho querido, na próxima segunda farei um post especial. Gostaria de agradecer, em público, a todos que tornaram esse blog real: as meninas da equipe que não deixaram a peteca cair e fizeram o blog ficar ainda melhor após o meu abandono...e também ao público leitor que movimenta esse cantinho!
Então, apresento mais uma vez a vocês essa nova/velha colaboradora da equipe, pra quem não me conhece:


Mamãe Nádia, 23 anos, gaúcha e colorada. Pedagoga recém formada que ainda não conseguiu um emprego e sonha em entrar no mestrado na universidade federal. Mãe de dois meninos lindos...o Allan, de 6 anos, e o Pedro de 2. Esposa do Tiago, um empresário que trabalha com jogos de computador e que fez com muito capricho esse layout do Recanto. 
Nada mais a declarar, despeço-me e prometo um próximo post com um conteúdo bem mais elaborado!

Beijos meu querido Recanto,
da Mamãe Nádia.

sábado, 11 de junho de 2011

A melhor mãe do mundo

Uma amiga que está grávida acaba de ganhar um livro de presente emprestou-me para ler um capítulo muito legal, falando sobre as mamães. Gostei tanto que resolvi compartilhar com vocês. A história do livro virou peça de teatro encenada pela atriz Cissa Guimarães em 2010.
Livro:  "Doidas e Santas da autora Martha Medeiros, lançado pela L&PM Editores.
Um beijo de coração a todos que acompanham o Recanto
Cris Chabes 
A melhor mãe do mundo
Você é. Sua vizinha também. A Maitê. A Malu. A Claúdia. Eu, naturalmente. Somos as melhores mães do mundo. Aliás, essa é a única categoria em que não há segundo lugar, todas as mães são campeães, somos bilhões de "as melhores" espalhadas pelo planeta. Ao menos, as melhores para os nossos filhos, que nunca tiveram outra.

Não é uma sorte ser considerada a melhor, mesmo se atrapalhando tanto? Mãe erra, crianças. E improvisa. Mãe não vem com manual de instrução: reage apenas aos mandamentos do coração, o que tem um inestimável valor, mas não substitui um bom planejamento estratégico. E planejamento é tudo o que uma mãe não consegue seguir, por mais que livros, revistas e psicólogos tentem nos orientar.
Um dia um exame confirma que você está gravida e a felicidade é imensa e o pânico também. Uau, vou ser responsável pela criação de um ser humano! A partir daí, nunca mais a vida vai ser como era antes. Nunca mais a liberdade de sair pelo mundo sem dar explicações a ninguém. Nunca mais pensar em si mesma em primeiro lugar. Só depois que eles fizerem dezoito anos, e isso demora. E às vezes nem adianta.

O primeiro passo é se acostumar a ser uma pessoa que já não pode se guiar apenas pelos próprios desejos. Você continuará sendo uma mulher ativa, autêntica, batalhadora, independente, estupenda, mas cem por cento livre, esqueça. De maridos você escapa, dos próprios pais você escapa, mas da responsabilidade de ser mãe, jamais. E nem você quer. Ou será que gostaria?

De vez em quando, sim, gostaríamos de não ter esse compromisso com vidas alheias, de não precisar monitorar os passos dos filhotes, de não ter que se preocupar com a violência que eles terão que enfrentar, de não sofrer pelas dores-de-cotovelo deles, de não temer por suas fragilidades, de não ficar acordada enquanto eles não chegam e de não perder a paciência quando eles fazem tudo ao contrário do que sonhamos.

Gostaríamos que eles não falassem mal de nós nos consultórios dos psiquiatras, que eles não nos culpassem por suas inseguranças, que não fôssemos a razão de seus traumas, que esquecessem os momentos em que fomos severas demais e que nos perdoassem na vezes em que fomos severas de menos. Há sempre um "demais" e um " de menos" nos perseguindo. Poucas vezes acertamos na intensidade dos nossos conselhos e críticas.

Mas é assim que somos: às vezes exageradamente enérgicas em momentos bobos, às vezes um tantinho ..na hora de impor limites. A gente implica com alguns amigos deles e adora outros e não consegue explicar por quê, mas nossa intuição diz que estamos certas. Mas de que adianta estarmos certas se eles só se darão conta disso quando tiverem os próprios filhos?

Erramos em forçá-los a gostar de aipo, erramos em agasalhá-los tanto para as excursões do colégio, erramos em deixar que passem a tarde no computador em véspera de prova, erramos em não confiar quando eles dizem que sabem a matéria, erramos em nos escabelar porque eles estão com olhos vermelhos (pode ser só resfriado), erramos quando não os olhamos nos olhos, erramos quando fazemos drama por nada, erramos um pouquinho todo dia por amor e por cansaço.

O que nos torna as melhores mães do mundo é que nossos erros serão sempre acertos, desde que estejamos por perto. 

quinta-feira, 21 de abril de 2011

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Amor dos Avós

                                                       Imagem: Google Imagens

 
Ao longo da vida sempre observei o quanto todos os avós são carinhosos com seus netos.
Eu tenho uma avó que sempre foi muito amorosa comigo e meu irmão.
Até hoje ela tem verdadeiro carinho por nós dois, e o meu olhar sobre isso depois da maternidade ganhou contornos bem especiais.

Agora eu vejo com muita proximidade o carinho dos meus pais e meus sogros com o meu filhote.
É impressionante ver como adultos se transformam em crianças em uma velocidade incrível.

É tão bonito ver a sogra que corre atrás do seu neto até debaixo da mesa, que o beija e abraça a todo instante, que brinca de pegar pela casa e se preocupa com tudo o que aquela criança faz.

O sogro também vai pelo mesmo caminho, ensina o menino a subir escadas, passeia com ele pelo gramado, e quando o sapeca desliga seu PC por várias vezes a única reação que o avô esboça é um sorriso.

Já aqui com meus pais é a mesma coisa, e por ser o único neto e morar longe o menino é a alegria da casa.
Desde que nasceu a avó já deu o aviso de que aqui dormiria no quarto com eles.

O resultado? ele dorme lá, no bercinho colado a cama dos meus pais e ao menor sinal de movimento algum dos dois levanta para ver. Quando ele quer mamar ela o leva ao meu quarto, amamento e ela o leva de volta.

Ela  levanta com ele todas as manhãs e prepara seu mingau, ficam conversando e brincando, a felicidade dela é tão grande que qualquer um nota. Beijos são mais de mil ao dia.

Com o meu Pai é muita festa, alegria, quando ele chega do trabalho o menino sorri e grita como em uma festa e já vai levantando os bracinhos para o avô pegar. Passeiam bastante e só os dois, já são amigos do peito.

Hoje acordei inspirada a escrever sobre os Avós, que mesmo sendo diferentes, tendo outras culturas e estilos de vida tem algo muito especial, único e verdadeiro em comum: O amor pelos netos.

Beijocas e um ótimo fim de semana para todas as Mamães Blogueiras.

Aninha
Blog: O Viajante de Fraldinhas
Twitter: @oviajantejorge

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Sobre o amor...

Essa é a época do ano em que as pessoas ficam mais sensíveis, preocupam-se mais com o próximo. Fala-se em troca de presentes e cartões, comunhão, amizade, amor...
E ninguém melhor que uma criança na sua simplicidade para definir essa palavra:

Amor
Definição da palavra feita por crianças
de 4 a 9 anos, durante uma
pesquisa feita por profissionais
de educação e psicologia.

Emocione-se e divirta-se
com as respostas!

"Amor é quando alguém te magoa, e você, mesmo muito magoado,
não grita, porque sabe que isso fere os sentimentos da pessoa.

Mathew, 6 ANOS


"Quando minha avó pegou artrite, ela não podia se debruçar
para pintar as unhas dos dedos do pé. Meu avô, desde então,
pinta as unhas para ela, mesmo quando ele tem artrite."

Rebecca, 8 anos


"Eu sei que minha irmã mais velha me ama porque ela me dá
todas as suas roupas velhas e tem que sair para comprar
outras."

Lauren, 4 anos


"Amor é como uma velhinha e um velhinho que ainda são muito
amigos, mesmo se conhecendo há muito tempo."

Tommy, 6 anos




"Amor é quando você sai para comer e oferece suas batatinhas
fritas sem esperar que a outra pessoa te ofereça as batatinhas
dela.

Chrissy, 6 anos


"Amor é quando minha mãe faz café para o meu pai e toma um
gole antes para ter certeza que está do gosto dele."

Danny, 6 anos


"Amor é quem está com a gente no natal."

Bobby, 5 anos


"Se você quer aprender a amar melhor, você deve começar com um
amigo que você não gosta.

Nikka, 6 anos


"Quando você fala para alguém algo ruim sobre você mesmo, e
e sente medo que essa pessoa não venha a te amar por causa
disso, aí você se surpreende, já que não só continuam te amando,
como agora te amam mais ainda!"

Samantha, 7 anos


"Há dois tipos de amor: o nosso amor e o amor de Deus. Mas
o amor de Deus junta os dois."

Jenny, 4 anos


"Amor é quando mamãe vê o papai suado e mal cheiroso e ainda
fala que ele é mais bonito que o Robert Redford!"

Chirs, 8 anos


"Durante minha apresentação de piano, eu vi meu pai na platéia
me acenando e sorrindo. Era a única pessoa fazendo isso e eu
não sentia medo."

Cindy, 8 anos




"Não deveríamos dizer eu te amo a não ser quando realmente
o sentimos. E se sentimos, então deveríamos expressá-lo muitas
vezes. As pessoas esquecem de dizê-lo"
Jessica, 8 anos




"Quando você ama alguém, seus olhos sobem e descem e pequenas
estrelas saem de você!"

Karen, 7 anos


"Amor é quando seu cachorro lambe sua cara mesmo depois que
você deixa ele sozinho o dia inteiro."

Mary Ann , 4 anos

*Recebido por email
Desejo a todos que passam por aqui um ótimo Natal, cheio de felicidades e muito Amor.
Beijos,
Lauri, do blog Nosso Danielzinho