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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

O andador...


Davi já está com quase 5 meses e logo surgiu a discussão acerca do uso ou não do andador. Não há como negar que os pais sonham com o momento em que seus filhos saiam correndo pra lá e pra cá. E o andador antecipa um pouco este momento. A polêmica se dá pelo fato da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) não recomendar o uso do andador. O acessório, apesar das recomendações dos médicos, ainda é usado por cerca de 75% dos bebês entre seis meses e dois anos de idade. E o risco principal são as quedas, evoluindo para casos constantes de traumatismo craniano. Estudos mostram que 70% das crianças que sofreram traumatismos com andadores estavam sob a supervisão de um adulto. “O andador, de fato, dá mais independência aos bebês”, diz Luiza Batista, coordenadora de políticas públicas da ONG Criança Segura. “Mas eles ainda não têm maturidade física e emocional para tanta liberdade.” Outro fator que facilita os acidentes é o fato do peso da cabeça da criança ser desproporcional ao resto do corpo. “Ela pende para frente com facilidade, postura que é potencializada pelo andador”.
A Sociedade Brasileira desaconselha o uso do aparelho porque ele pode atrasar o desenvolvimento psicomotor e cognitivo da criança, fazendo com que ela leve mais tempo para ficar de pé e caminhar sem apoio. Isso sem falar que ele encurta uma etapa importante, o engatinhar. Outro prejuízo diz respeito a atividade física: embora ganhe mais mobilidade, a criança gasta menos energia para alcançar o que lhe interessa. O andador não traz nenhuma contribuição ao desenvolvimento da criança. Esta é a conclusão recente, baseada em diversos estudos. 
Ainda assim, o produto é facilmente encontrado nas lojas. Em alguns países, como o Canadá, a comercialização do andador é proibida e nos Estados Unidos está em vias de regulamentação a lei que proíbe o seu uso. No Brasil, não há legislação que proteja a criança nesse caso. A responsabilidade é somente nossa, dos pais.

Precisamos estar atentos à segurança e saúde de nossos filhos.

Abraços Paternos!

Marcelo Vieira

Fonte: http://revistacrescer.globo.com
www.guiadobebe.com.br

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Anticoncepcional Masculino

Matéria super interessante para o universo feminino. Utopia ou futura realidade??!

De tempos em tempos surgem estudos anunciando a possível chegada de uma pílula anticoncepcional masculina, mas depois de 30 anos de estudos as opções são as mesmas: camisinha ou vasectomia.
A Schering e Organon, duas farmacêuticas europeias, tiveram grande interesse em encontrar um anticoncepcional masculino, mas ambas pararam com as investigações. O esforço privado perdeu força, mas foi substituído pelo crescente interesse de países como China ou Índia preocupados com o controle da população — ou a Organização Mundial de Saúde, que promoveu vários estudos, ainda que sem muito êxito.
No passado não se acreditava que haveria uma demanda significativa de anticoncepcionais masculinos. Apesar da mudança de mentalidade, o futuro parece não chegar nunca. O último a se somar à lista de pretendentes é uma molécula que inibe a ação da vitamina A nos testículos, impedindo a formação de esperma. O composto, se chegará ou não ao mercado ainda é uma incógnita, já que 95% dos potenciais fármacos só chegam a esta fase.
Esta reticência se deve ao fato desses medicamentos apresentarem um problema difícil de superar: um medicamento desse tipo pode afetar outras funções. A curto prazo pode provocar problemas similares aos da pílula feminina (acne, aumento de peso, alterações de comportamento) e a longo prazo não se sabe o que pode acontecer. Mesmo assim, em uma pesquisa elaborada em 2004 pela Schering em nove países (Argentina, Brasil, Alemanha, Indonésia, México, Espanha, Suécia, Estados Unidos e França), 55% dos participantes se mostraram predispostos a usar um anticoncepcional masculino.
A testosterona interfere na ereção, na libido e outras questões, encontrar uma fórmula que só influencie na fertilidade é muito complicado e por isso ainda não houve progresso. A resposta talvez esteja num estudo com um gel de progesterona e testosterona, que pode frear a produção de esperma mantendo o resto das funções. Outra opção é o método hormonal que previne a produção de esperma ou inibe sua função. Apesar dos especialistas considerarem o caminho mais viável, nada tem ido muito além do laboratório. 
Abraços Paternos!
Fonte: extra.globo.com
google.images.com

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Relato do Parto de Davi

Depois de tanto ensaiar escrever este post, enfim consegui conclui-lo. Ainda que com 2 meses de atraso. Mas estava me adaptando e ainda estou neste eterno aprendizado, que é ser pai. 

Relato do Parto

Na primeira semana de outubro de 2011, quando Meiryele fez o último ultra e a última consulta com a GO, tínhamos como certo o nascimento de Davi para dali a alguns dias. Na segunda feira, dia 03/10, a esposa começou a sentir as primeiras contrações, eram muito esparsas e irregulares. Mas já havia sinais de dilatação, então com 2 cm. Na quinta feira cedo, voltamos novamente ao consultório da médica e a dilatação ainda não havia aumentado. O que aumentou mesmo foram as contrações que estavam mais regulares e com intervalos de 8 minutos. 
Seguimos com o programado e internamos na noite do dia 06. E nesta noite as contrações entraram em ritmo mais acelerado a cada 6 minutos, as vezes 5.
Foi muito bom a gente adiantar a internação, pois a maternidade da Santa Casa estava em reforma e mesmo com convênio não estava fácil a disponibilidade de leitos. 
A noite no hospital foi dolorosa para a esposa, muitas contrações e pouco sono. Soma-se a isso tensão pela chegada do grande momento. 
No dia seguinte, às 6 da manhã, Meiryele levantou, tomou banho e fomos para o bloco obstétrico. Eu tentava disfarçar meu nervosismo, mas estava difícil. Dentro de instantes, Davi iria nascer.
Já no bloco, fiquei aguardando numa salinha de espera enquanto Meiryele se encaminhava para os procedimentos iniciais. Ali na salinha, vi chegar Dra. Flávia Magali, GO da esposa, Dra. Maria Tereza, GO auxiliar e Dra. Magda, pediatra. Que hoje vem a ser a médica que acompanha nosso filho. Tinha também a Dra. Maria Inês, anestesista que tanto nos tranquilizou neste momento. 
Enfim quando fui chamado para a sala do parto, achei que eles esqueceriam de mim ali na salinha de espera, pude perceber que realmente tinha chegado a hora do Davi nascer.
O procedimento correu como esperado, em poucos instantes, exatamente às 08:10 da manhã, já pude ver um gordinho bem branquinho, com manchas vermelhas pulsando vida num choro escandaloso e emocionante. Davi nasceu!



Meiryele agradecia a Deus pela vida de nosso filho, ao mesmo tempo que chorava de felicidade. Meus olhos marejados e vidrados no meu filho, pareciam não acreditar que ele já estava ali, lindo e choroso em meus braços. 
Nosso filho tinha nascido e após os procedimentos iniciais, e após muitas fotos ele foi para outra sala para ser higienizado, medido e pesado. Meiryele foi para a sala de observação e Davi foi junto para o primeiro contato com a mãe e para amamentar. Pude naquele instante agradecer as médicas e toda a equipe pela excelente assistência que recebemos. Começava ali uma nova etapa em nossas vidas... 

Abraços Paternos!

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Números do universo gravídico!

A abordagem acerca dos números da gravidez é um pouco complexa, mas nos faz entender, um pouquinho que seja, a infinita capacidade e perfeição da natureza que nos proporciona {a homens e mulheres} o incrível gesto de conceber um ser humano. A complexidade se dá devido a toda preparação e adaptação do corpo e espírito da mulher para este momento. A ciência explica boa parte das transformações, mas algumas a gente vê o dedo de Deus indicando o caminho a seguir.


Vejam só:
i) São 400.000 ovócitos primários que se transformarão em 400 óvulos;

ii) Destes, apenas 20 amadurecem com capacidade de proporcionar a fecundação; 

iii) Considerando que a mulher vive 30 anos de sua vida em idade fértil e possui 13 ciclos anuais, a sua capacidade potencial de gestações chega a 390. São incríveis 390 possibilidades de gerar 01 filho, não se pode desconsiderar a sábia natureza que não segue à risca as projeções aritméticas;

iv) No homem são produzidos 1.500 espermatozóides por segundo e eles sobrevivem durante 72 horas;

v) A cada ejaculação são expulsos 100.000.000 a 500.000.000 de espermatozóides distribuídos em míseros 05 ml de sêmen;

vi) Destas centenas de milhões entram 20.000.000 no corpo da mulher;

vii) 100.000 atravessam o colo do útero;

viii) 200 sobrevivem até as trompas, ou seja 0,001 % dos que entram no corpo da mulher;

ix) Habitualmente, 01 fecunda o óvulo;

x) No momento da concepção, o óvulo da mãe e o espermatozóide do pai transmitem ao futuro bebê 23cromossomos cada um, perfazendo o conjunto de 46 cromossomos;

xi) O zigoto {ovo} separa-se em 2... 4... 8... até 100 células, transformando-se em blastocisto... depois de  inúmeras divisões... têm-se embrião... feto;

xii) O útero aumenta cerca de 20 vezes o seu tamanho durante a gravidez para acomodar o feto, indo de 60gramas antes da concepção para 1.000 gramas no termo. A sua capacidade é ampliada em 1.000 vezes, de 04ml para 4.000 ml;

xiii) Na prática temos:
10 semanas de gestação: o útero atinge o tamanho médio de uma laranja;

14 semanas: tamanho médio de um abacate;
24 semanas: tamanho médio de um melão;
40 semanas: tamanho médio de uma melancia;

xiv) 3.000.000 de nascimentos são registrados por ano no Brasil;

xv) 119.001.045 é o número de nascimentos que ocorreram no mundo durante este ano {até este instante};

xvi) 104.514 é o número de nascimentos no mundo durante o dia de hoje {até este instante};

xvii) No Brasil o índice de nascimentos via parto cesariano corresponde a 46,6 %. O recomendado pela Organização Mundial de Saúde é 15 %;

xviii) Deste percentual de parto cesariano no Brasil, 80 % são mães de 1ª viagem pertencentes a classe média em diante e cobertas por plano de saúde privado;

xix) No Sistema Único de Saúde - SUS, 74 % dos partos são normais. Os partos cesarianos ocorrem  em sua quase totalidade por necessidade clínica;

xx) 8,1 % dos recém-nascidos nascem com baixo peso, com 2.500 gramas ou menos;

xxi) A maioria dos bebês nascem com peso de cerca de 3.000 gramas e  medindo 50 centímetros;

xxii) 10 % é o índice de redução dos nascimentos no Brasil de 2000 a 2008;


Estes são apenas parte dos números que formam o diagnóstico da saúde materna e do bebê durante a gestação.
Assunto gravídico é cultura! Cada dia um novo aprendizado!

Abraços Paternos!!

Fonte:
Fonte: www.ibge.gov.br / www.sjtresidencia.com.br / www.paisefilhos.pt

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Novo caminho para o combate da alergia ao leite


Descobrir que o bebê, já tão indefeso, pode sofrer com diarréias, vômitos e outros distúrbios intestinais depois de tomar leite é muito triste. A alergia ao leite de vaca e derivados acontece por causa da imaturidade imunológica e gastrintestinal dos pequenos durante os primeiros anos de vida. Ela é a mais comum entre as alergias alimentares, que atingem uma a cada 13 crianças,  segundo estudo realizado nos Estados Unidos, e pode durar até os 7 anos, em geral, mas em alguns casos perdura até a idade adulta. “O organismo do bebê reage à presença das proteínas do leite, porque precisa combater as substâncias estranhas que identifica no seu corpo”, afirma a Renata Cocco, pediatra, membro da Sociedade Brasileira de Alergia e Imunopatologia.
A médica explica que para o tratamento do problema, normalmente, se receita a suspensão total do leite e de seus derivados na alimentação da criança. Entretanto, uma recente pesquisa desenvolvida na Mount Sinai School of Medicine, nos Estados Unidos, aponta um novo caminho para o combate da alergia. Segundo o estudo, a presença de leite em alimentos assados ou cozidos pode ser benéfica para os que sofrem da doença. Como?
Os pesquisadores chegaram a essa conclusão depois de analisar 88 crianças alérgicas, de 2 a 17 anos de idade. Por um período de cinco anos, elas foram gradativamente apresentadas a alimentos como bolos, waffles e biscoitos, todos com pequenas quantidades de leite em sua formulação.
No final do período, 47% das crianças já conseguiam tolerar produtos laticínios como iogurte e sorvete, contra os 22% registrados entre aquelas que suspenderam totalmente o consumo do leite e seus derivados. Os cientistas logo perceberam, então, que a ingestão moderada e gradativa do leite cozido pode acelerar o desaparecimento da alergia, processo que naturalmente acontece com o crescimento da criança.
“Com o calor do cozimento, as proteínas do leite perdem a sua integridade. Por isso a ingestão do alimento cozido em pequenas quantidades acaba funcionando como uma imunoterapia. A criança cria a chamada tolerância oral, que significa a perda da alergia”, explica Renata. Em resumo, é como se essas pequenas doses fossem uma espécie de vacina: ao entrar em contato com tais proteínas, a criança desenvolveria imunidade contra elas. Mas isso não significa que, se o seu filho for alérgico ao leite, você pode fazer esse teste em casa. A especialista adverte que o tratamento só pode ser executado sob a orientação de um médico experiente.
Não confunda alergia ao leite com intolerância à lactose
Apesar dos sintomas semelhantes, a alergia ao leite e a intolerância à lactose são doenças diferentes. A alergia está relacionada às proteínas animais existentes no alimento, enquanto a intolerância diz respeito ao açúcar do leite, a chamada lactose.
É importante fazer essa distinção porque seus tratamentos são diferentes. O leite de cabra, por exemplo, pode substituir o de vaca para as pessoas com intolerância à lactose, mas em nenhum caso é indicado para as pessoas com alergia. Converse com o médico do seu filho para ter um diagnóstico correto da doença.
Abraços Paternos!
Marcelo Vieira
Fonte: revistacrescer.globo.com

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Filhos em 3 tempos

Boa tarde pessoal! 
Segue abaixo uma reportagem acerca da criação de filhos de diferentes idades e da superação das dificuldades de uma gravidez na adolescência. Mostra como esta receita, às vezes muito amarga, pode também ser coroada de êxito, amor e felicidade. 

Fernanda e Alexandre Barsotti, que se casaram grávidos na adolescência, contam como fazem para educar os filhos com idades muito diferentes. FILHOS EM TRÊS TEMPOS No grupo de amigas de Fernanda Barsotti, 34 anos, ela é uma das maiores conselheiras quando o assunto é filhos. Não por acaso. Mãe de Aline, 20, Alexandre Lucas, 12 e Gabriel, 3, Fernanda estreou na maternidade muito cedo {ela teve Aline aos 14} e passou a maior parte da sua vida entre papinhas, sucos e lancheiras. Portanto, tem vivência de sobra nesta área. E hoje curte com o marido, o publicitário Alexandre, 39, uma família com filhos de três gerações bem diferentes. "Às vezes é complicado juntar todo mundo em um programa, porque os desejos são muito diversos. Mas posso dizer que é uma delícia acompanhar as histórias e as fases de cada um." Diz Fernanda, protagonista de uma história admirável. 

Aos 11 anos, ela começou a namorar Alexandre, que fazia parte da mesma turma do bairro Ipiranga, na zona sul de São Paulo. "Foi amor à primeira vista", conta rindo. No começo meus pais não me deixavam sair, mas depois de uns meses ele conquistou a família toda." Três anos depois, decidiram terminar e o rapaz, que foi viajar com os pais para Santos, amargou um fim de semana de lágrimas no litoral. Na volta, subiu a serra chorando porque queria reatar com a namorada. Voltaram e, meses depois, Fernanda descobriu que estava grávida. "Fiquei tão perdida e confusa que não tive coragem de contar para minha mãe. Eu e o Alexandre conversamos com a minha sogra, que marcou um jantar com os meus pais na casa dela para contar tudo", relembra. Depois do revelador encontro, no qual Fernanda tremia de medo da reação dos pais, os jovens decidiram se casar. Em nenhum momento, conta, houve pressão da família, mas o casal estava apaixonado e queria ficar junto. A aposta de amigos e parentes, porém, era de que a união não iria durar muito tempo. "Eu entregava o convite do casamento e as pessoas diziam na minha cara que não iria dar certo. Depois da cerimônia, que foi muito emocionante, passamos a morar num quartinho no fundo da casa da minha sogra, porque nossa casa não estava pronta. Acabei não curtindo a gestação e os preparativos, porque era um período de muita ansiedade. Eu ia à escola com o barrigão e ouvia fofocas de colegas, professores e vizinhos." Fernanda freqüentou a escola até dar à luz, de parto normal, Aline, que nasceu de oito meses. "Nós éramos duas crianças aprendendo a cuidar de outra criança e crescendo juntos", diz Alexandre. 

Nessa época, ele trabalhava o dia todo e estudava à noite, enquanto Fernanda cuidava da filha e da casa. Nenhum dos dois queria pensar em ter mais filhos. Essa vontade só chegou quando a vida começava a se estabilizar; "Aprendemos a ter uma casa e sustentar uma filha. Quando eu estava perto de 20 anos, nossa situação financeira melhorou e comecei a pensar em ser mãe novamente". Fernanda sonhava com um garoto. Alexandre, também. Em seguida, eles engravidaram e... era um menino! Dessa vez, ela comprou todo o enxoval e curtiu cada momento da gravidez. "Pude experimentar sensações deliciosas ao ver a barriga crescer e sentir o Alexandre Lucas se mexer. Com a Aline, que amei desde o primeiro instante em que vi, foi diferente. A gravidez precoce não me permitia viver essas emoções tão intensamente." O menino nasceu enorme {quase 4 quilos!}, também de parto normal, e trouxe nova rotina à história do casal. Para driblar o ciúme natural de Aline, a mãe fazia questão de incluí-la em todos os cuidados com o bebê, desde a preparação do quarto até a hora de fazer a papinha. "Quando comprava algo para o Lucas, trazia também para a Aline. Aliás, faço isso até hoje." 

Com o tempo e a casa bem estruturada para acolher os dois filhos, a vida incluía pequenas viagens românticas, estratégias que reciclavam a relação e davam um up no dia a dia. Formada em instrumentação cirúrgica e com outra faculdade a caminho, Fernanda fazia planos de ingressar no mercado trabalho, enquanto lidava com as necessidade da filha, já adolescente, e de Alexandre Lucas, com 8 anos. Não pensava mais em ter filhos até que... se descobriu grávida! "Eu estava tomando pílula e comecei a passar mal, por isso decidi parar. Um mês depois, engravidei." A surpresa encheu a família de alegria. "Estávamos mais maduros, havíamos alcançado a estabilidade, foi uma época bacana. Essa terceira gravidez foi também muito comemorada, embora tenha sido completamente inesperada", diz Alexandre. "A gestação foi muito calma, mas tive, pela primeira vez, que ficar em repouso absoluto no final. Eu queira arrumar as coisas, cozinhar, que eu adoro, mas ninguém deixava. Até o Alexandre Lucas, pequenininho, queria me ajudar", relembra Fernanda. Gabriel hoje está com 3 anos e é a curtição não só dos pais, como dos irmãos. "Como cada filho tem seu quarto, e o apartamento é grande, não há invasão de privacidade", diz Fernanda. Mas é o caçula quem hoje dá o tom na sala, que volta a ter brinquedos espalhados. "Nossa casa é à vontade e a prioridade sempre foi a criançada", confessa a mãe, que só agora decidiu contratar uma babá. Preocupada em atender as necessidades de cada filho, ela busca a integração da família o tempo todo. Se viajam, por exemplo, todos têm que ir. E, por isso, o destino é escolhido para agradar a diferentes idades. "Como não tinha babá, sempre adaptei a família a conviver em grupo da melhor maneira. Fazemos um círculo que inclui todos". 

Alexandre considera a experiência com a paternidade em três tempos distintos muito enriquecedora. "Aprendemos muito com eles, cada um em sua fase, com as descobertas próprias da idade." Com Aline, a sintonia é tanta que ela escolheu a mesma profissão do pai. Independente, a jovem trabalha em uma agência de propaganda e fez a mesma faculdade de Alexandre. "O fato de não termos muita diferença de idade só nos aproxima. Saímos juntos, vamos em baladas e nos divertimos em família". Com o Alexandre Lucas, os programas incluem futebol, surf {que o pai ama} e outras atividades 'de menino'. E o bebê é o foco do pai quando chega do trabalho. "É o momento de brincar com ele antes de dormir." Para o casal, a família formada precocemente e o casamento de 20 anos ajudaram a deixá-los ainda mais próximos, cúmplices e parceiros. "O segredo é que respeitamos o espaço do outro e valorizamos as conquistas de cada um", confidencia Alexandre. Fernanda, que lembra que o marido foi seu 'primeiro e único amor' _ "Primeiro beijo, primeira transa, primeiro amor"_ conta que é uma alegria quando as três gerações de filhos estão juntas, porque sua história fica completa: "Sou muito feliz e grata por essa vida cheia de acontecimentos tão bacanas."
Marcelo Vieira 
 Fonte: revista crescer edição200pg36

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Último mês de gestação

Decisões para o último mês de gestação.



A partir de agora as consultas médicas deverão ficar mais freqüentes, à medida em que se aproxima o momento do parto.
1º - Descansar muito. Esta é o lema do momento. 
2º - Comer algo leve antes de dormir, em pequena quantidade, como um copo de leite e uma bolacha. Assim, evita-se acordar com fome no meio da noite. 
3º - Usar roupas largas e confortáveis. Procurando dormir oito horas por noite. Faz bem à saúde. E, depois que o bebê nascer, vai ser mais difícil descansar. O ideal é dormir de lado. Prefira o esquerdo, porque nessa posição você não comprime a veia cava e não prejudica a circulação. Três travesseiros fazem toda a diferença. Coloque um sob a cabeça, um abaixo da barriga e outro, mais fino, entre as pernas.
4º - Escolher um pediatra e marcar uma entrevista nesse mês para conhecê-lo e ter mais intimidade na primeira vez que levar o bebê lá. Ele é o primeiro profissional que vai ajudá-la com o bebê. 
Como chegar a ele? Na maioria das vezes, por indicação. Amigos, familiares ou o seu obstetra são as pessoas que dão informações confiáveis sobre ele. Reserve o último trimestre da gestação para procurá-lo. Conversar com vários, mesmo que pelo telefone, ajuda a fazer comparações, perceber o estilo de cada um: se é disponível, simpático, prático, se faz o estilo paizão. Se é moderno ou conservador. Há até aqueles que visitam em casa. Escolher o médico antes não é garantia de sucesso - pode ser que depois de algumas consultas, já com o bebê, você descubra que gostaria de outro perfil. Mas a tranqüilidade de já ter para quem ligar no primeiro dia do bebê em casa não tem preço.

Com a aproximação do parto, chega o momento de decidir os últimos detalhes no 3º trimestre da gestação, chega enfim o grande momento, ápice da gravidez: o nascimento. Nós vivemos muitas sensações ao longo destes nove meses. Foram descobertas, medos, planos e sonhos. Tudo vivenciado com plenitude. Agora é hora de se deliciar com uma nova vida: A vida de Davi!

Abraços Paternos!
Marcelo Vieira
Fonte: revistacrescer.globo.com / google.images.com

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Grávidas... Até quando trabalhar?


As mulheres estão cada vez mais presentes no mercado de trabalho. Nessa trajetória, enfrentam muitos desafios, como dupla jornada e a maternidade. Mas, é possível evitar que a gravidez atrapalhe a profissão? A resposta é sim.




Claro que tudo vai depender do estado geral de saúde da grávida. Se a gestação for normal, e a profissão não oferecer riscos nem para a futura mamãe, nem para o feto, nada impede que continue trabalhando. Mas, atenção:



# O primeiro a saber sobre a gravidez deve ser o chefe imediato. Seria muito constrangedor ele descobrir a novidade através de um colega de trabalho. 

# Informe, também, com antecedência, quando você pretende sair de licença-maternidade, para dividir suas tarefas entre os outros profissionais, se for o caso.


# Escolha o momento certo para dar a notícia. Fale em particular, de preferência na sala dele, para que não sejam ouvidos.
# Demonstre que nada mudou. Você continua disposta a trabalhar e a colaborar para o crescimento da empresa.
# Não use a gravidez como desculpa para faltar ao trabalho ou tirar algumas vantagens. É fundamental manter o profissionalismo.
# Se precisar sair para algum exame ou uma consulta médica, avise com antecedência.
# Evite acumular serviço e não banque a Mulher Maravilha. Se for necessário, peça ajuda de algum colega, mas não esqueça de retribuir a gentileza assim que possível.

Com o aval do obstetra

Sintomas como azia, náuseas, tonteiras e vômitos são naturais nos primeiros meses. Para preveni-los, evite frutas cítricas, comidas gordurosas e condimentadas; coma devagar; diminua a quantidade de café; faça refeições leves e com pequenos intervalos. E fique distante de cheiros fortes, inclusive dos perfumes.

Na primeira consulta ao obstetra, fale das suas condições de trabalho: a carga horária, quanto tempo passa sentada ou de pé, o veículo que usa, a distância entre sua casa e o trabalho, se viaja, se as tarefas são estressantes, se fica em contato com substâncias tóxicas, químicas, com vapores ou radiação. A partir daí, ele vai avaliar se você poderá continuar trabalhando normalmente.

Atenção!
Quando a mulher apresentar hipertensão arterial, sangramento vaginal, risco de aborto ou outra complicação, o médico poderá aconselhar que interrompa, temporariamente, o trabalho.

Gestantes expostas a metais pesados (como o chumbo e o mercúrio), devem mudar de atividade. Essas substâncias podem provocar malformações no bebê.

Cuidados importantes

# Descanse sempre que possível.
# Caso fique muito tempo de pé, faça pequenos intervalos, sente-se e coloque as pernas para o alto, por alguns instantes. Se, ao contrário, passa muito tempo sentada, a cada duas horas levante-se e ande um pouco.
# Use roupas e sapatos confortáveis.
# Nas reuniões, procure sentar-se próximo à porta. Assim, quando sentir vontade de ir ao banheiro, de tomar um café ou esticar as pernas, não estará atrapalhando ninguém.
# Alimente-se adequadamente. Leve, na bolsa, uma fruta ou um iogurte para o lanche. E mantenha sempre uma garrafinha de água sobre a mesa.
# Evite levantar ou empurrar objetos pesados e, ainda, subir escadas desnecessariamente.
# Não se exponha a substâncias tóxicas.
# Crie um ambiente de trabalho confortável: boa iluminação, temperatura adequada e uma cadeira com apoio para sua coluna são fundamentais.

Até quando trabalhar?

Depende do seu estado de saúde e da atividade que você desenvolve. Geralmente, os médicos recomendam que as mulheres que trabalham muito tempo de pé parem, pelo menos, duas semanas e meia antes da data prevista do parto. Aquelas que trabalham sentadas podem esticar até uma semana e meia antes. Se existe algum tipo de esforço físico, melhor sair de licença antes de virar o nono mês.



Abraços Paternos!
Marcelo Vieira

Fonte:
Lílian Luz
http://www2.uol.com.br/topbaby/conteudo/secoes/gravidez/familia/927.html

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Feliz Aniversário, papai Marcelo!


Marcelo


Olá Pessoal!

Hoje é o aniversário da nosso querido papai Marcelo!

Marcelo, que Deus te abençoe muito e que te faça um pai sábio pra instruir o pequeno Davi no caminho certo.

Você é muito especial pra nós e deixou o nosso blog ainda mais completo depois de sua chegada. Faltava o seu toque paterno por aqui!

Beijos carinhosos de toda a equipe do Recanto das Mamães Blogueiras.


terça-feira, 23 de agosto de 2011

Licença Maternidade de 6 Meses!


Faça parte desta campanha você também: LICENÇA MATERNIDADE DE 6 MESES!



Milhares de crianças e famílias já se beneficiam da conquista - originada de um projeto da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

“Os seis primeiros meses são insubstituíveis para o crescimento e para o desenvolvimento do bebê, para o fortalecimento do vínculo afetivo entre mulher e o filho e para o aleitamento materno exclusivo, conforme recomendamos”, assinala o atual presidente da Sociedade, Dr. Eduardo Vaz. Desde então, tem crescido a campanha nacional, com adesões de trabalhadoras, empresas e governos.

Os seis meses de licença valem para o funcionalismo federal e para as servidoras de estados e municípios, dependendo de decisão e cada Governo. Um Projeto de Emenda Constitucional {PEC}, aprovado recentemente no Senado Federal, torna a norma obrigatória para todas as empresas e instituições. A PEC também foi aprovada pela Câmara Federal e corre em  caráter conclusivo. Porém, ainda precisa ser analisada pelas Comissões de Finanças e Tributação e pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Pelo projeto, para ter direito ao benefício, a empregada deverá requerer a prorrogação da licença até o final do primeiro mês após o parto e prevê o benefício também para mães adotivas.
O objetivo, de acordo com a autora do projeto, é fazer com que a mãe tenha 2 meses adicionais para amamentar o bebê e ampliar o vínculo efetivo.

O direito se estende a todas as empregadas de empresas privadas e funcionárias públicas. Por se tratar de um programa de incentivo fiscal, é preciso que o empregador faça adesão ao programa Empresa Cidadã

O engajamento da população para a efetiva execução desta lei é ponto fundamental para que as mães possam amamentar e cuidar de seus filhos no momento mais importante do vínculo materno.
É mais saúde para as crianças e todos só têm a ganhar!

Abraços Paternos!
Marcelo Vieira

Fonte:
http://www.sbp.com.br
http://www.gestantes.net
http://www.camara.gov.br
http://www.google.images.com
http://www.receita.fazenda.gov.br

terça-feira, 9 de agosto de 2011

A importância dos reflexos para o recém-nascido

Se você bater palmas bem pertinho do rosto de um recém-nascido, ele piscará forte. Aperte a sola do pé e ele dobrará todos os minúsculos dedos. Se apoiar o peito dele na água, verá um peixinho movimentando braços e pernas como se estivesse nadando. O bebê faz tudo isso por puro reflexo. No dia do parto, o cérebro dele pesa entre 300 e 400 gramas, quatro vezes menos que o de um adulto. Para que se desenvolva completamente, é preciso que todas as células nervosas estejam cobertas por uma substância branca gordurosa chamada mielina. Essa camada é a responsável pela transmissão de impulsos nervosos do cérebro para o corpo. Sem ela, a conversa entre a cabeça e as mãos, por exemplo, fica na base do impulso. "Esse processo de cobertura, chamado de mielinização, começa no segundo trimestre de gestação, atinge seu período mais intenso quando a criança tem 8 meses e continua até o segundo ano de vida", afirma o neuropediatra Luiz Celso Amaral. Com o cérebro em formação, as reações são instintivas. E esses reflexos são muito importantes para o crescimento da criança. Indicam que o cérebro está se desenvolvendo e trabalhando de forma correta. E também têm a função de ajudar a criança a perceber as fronteiras entre seu corpo e o mundo.

Fernando Martinho
São seis os reflexos mais importantes e há mais de 15 exercícios feitos na maternidade para testá-los. Eles desaparecem quando a maior parte das células está recoberta pela mielina. Lá pelo sexto ou sétimo mês, a conexão entre cérebro e corpo melhora, e o bebê perde aquele jeitão estabanado. A partir do terceiro mês, já é capaz de fazer alguns movimentos voluntários, como sustentar o pescoço. Isso porque o amadurecimento da medula se dá no sentido da cabeça para os pés. Os movimentos reflexos começam ainda na gravidez, entre a 28ª e a 35ª semana, como a sucção. "Ela e o choro são reações vitais para a sobrevivência e a proteção do bebê. O movimento de sugar já aparece no útero", afirma o fisioterapeuta Marcus Vinicius Marques de Moraes. Logo depois de nascer, se você colocar a boca do recém-nascido em contato com qualquer objeto, ele tentará abocanhá-lo. Mais tarde o bebê procura intencionalmente a chupeta, por exemplo, porque a sucção o acalma, ou vai às lágrimas para comunicar o que ainda não consegue dizer em palavras. Alguns reflexos ficam por mais tempo, como o de Moro, em que a criança, sentindo-se desequilibrada ou assustada por um ruído forte, joga a cabeça para trás e estica braços e pernas. Isso até os 5 meses.

Fernando Martinho
Mais do que uma exibição de habilidades para os pais, os reflexos são fonte de pesquisa para os pediatras. Num dos testes realizados na maternidade, chamado clonos, os pés do bebê são empurrados para trás repetidas vezes. A reação esperada é a de que os pezinhos batam como se estivessem acelerando um carro. Ao menos seis desses movimentos – marcha, sucção, pontos cardeais (toca-se os cantos da boca ou lábios inferior e superior e a criança vira a cabeça em direção ao toque como se quisesse mamar), preensão das mãos, do pés e reflexo de Moro — devem ser reavaliados nas primeiras consultas pediátricas. Estes exames servem para evitar que a criança tenha pouco ou nenhum atraso em seu desenvolvimento. É uma ação preventiva. Quanto mais reflexos observados, melhor. 


Fernando Martinho
Tão importante quanto ter os reflexos é perdê-los. O crescimento da circunferência da cabeça e o desaparecimento dos reflexos indicam que o bebê está cumprindo as etapas: vai primeiro sentar; depois engatinhar, mesmo que seja um pouquinho; ficará em pé, apoiado em algo; para depois andar. E que falará feito uma matraca aos 2 anos. A falta dessa resposta indica aos médicos uma possível lesão neurológica que, dependendo do tipo, pode ou não ter comprometimento no futuro, como desenvolvimento motor e neurológico mais lento. É possível amenizar o problema com fisioterapia. Infecções na gravidez e hipertensão grave, por exemplo, podem prejudicar a formação da mielina ainda na gestação. A nutrição influencia, pois os bebês gordos se movimentam menos e, nos de baixíssimo peso, o cérebro não se desenvolve como deveria. Demoram para passar dos movimentos reflexos para os voluntários. Bebês prematuros são apontados como os de maior risco para seqüelas neurológicas porque nascem antes de o organismo estar completo. A finalização do amadurecimento neurológico desses bebês ocorre fora do útero, o que faz seu desenvolvimento ser mais lento. Eles nem fazem os mesmos testes de reflexos que as crianças nascidas depois de 38 semanas.
Principais reflexos:

Reflexo de Moro – O bebê joga a cabeça para trás, estica as pernas, abre os braços e os fecha depois. Surge quando o recém-nascido se sente desequilibrado ou assustado. Some por volta do segundo ou terceiro mês. 
Marcha reflexa - Colocado em pé, com o apoio nas axilas, ele ergue uma perna dando a impressão de estar andando. É o primeiro a desaparecer. Some até o fim do primeiro mês.
Sucção e busca pelo seio – O bebê abre a boca e suga o que aparece à sua frente. Ao tocar qualquer região em torno da boca, ele vira o rosto para o lado estimulado. A busca pelo seio desaparece por volta do segundo mês, quando o reflexo da sucção passa a ser voluntário. 
Preensão palmar e plantar – O recém-nascido agarra o dedo da mãe com força. Esse reflexo ocorre nas mãos e nos pés. O da mão costuma desaparecer por volta do terceiro mês. O do pé continua até o sétimo ou oitavo mês. 
Tônico-cervical – Com o bebê deitado, o médico gira a cabeça do bebê para o lado, a criança tende a estender este braço e dobrar o outro. É chamado de posição de esgrimista. Costuma desaparecer no terceiro mês. 
Engatinhar – De bruços, o bebê estica as pernas, como se tentasse rastejar, quando alguém lhe dá apoio nos pés. Some por volta do quinto mês. 

Gordos, magrinhos, prematuros ou não, os recém-nascidos querem entender o muno à sua volta e, para isso, precisam de estímulos. Quanto mais os pais os tocarem, melhor. Os bebês estão criando códigos de comunicação nessa fase e o ideal é que suas experiências sejam positivas. Eles se sentem amparados e seguros quando os pais entendem suas poucas dicas: um resmungo para avisar que a fralda está suja ou um choro para indicar que quer colinho.

Abraços Paternos!


Fonte: revistacrescer.globo.com

terça-feira, 19 de julho de 2011

Sexo! Pratique e viva mais...

São apenas quatro letras que mexem com a imaginação, a autoestima, o comportamento e o humor: SEXO. Tema do Programa Bem Estar no mês passado. E a atividade sexual não faz bem apenas para o corpo e a mente – a expectativa de vida também se beneficia. Quem faz sexo duas vezes por semana pode ganhar até um ano e meio, segundo um estudo inglês.
O Ministério da Saúde brasileiro recomenda que as pessoas façam sexo com frequência, algo considerado tão importante quanto controlar a pressão arterial e estar no peso adequado. O próprio ato ajuda a emagrecer: em uma boa sessão de meia hora, podem-se queimar até 500 calorias.
Além da endorfina liberada, que causa satisfação e bem-estar, a dopamina age no organismo relacionada ao vício: por isso, quem faz sexo costuma querer sempre mais. Segundo especialistas, a atividade sexual não deve ser usada em um relacionamento como ferramenta de chantagem. Pelo contrário, conforme você vai conhecendo o parceiro e sabendo o que lhe agrada, a relação só tende a melhorar, com mais prazer e compreensão.
Estimular o outro com uma posição ou uma fantasia nova pode ajudar a apimentar o namoro ou o casamento. E essas inovações são importantes para estimular o cérebro e manter a chama acesa. A tendência é que, após 5 anos, a frequência sexual caia pela metade, por isso aumentar a qualidade é tão necessário. Um beijo prolongado, que dure pelo menos 10 segundos, já contribui para elevar o desejo.
O sexo está relacionado à sobrevida humana na Terra. E, depois que os métodos contraceptivos foram descobertos, sobrou apenas a parte boa da prática. O ritmo de homens e mulheres é diferente: enquanto eles atingem o orgasmo em 2,5 a 5 minutos em média, elas demoram de 14 a 20 minutos.
O sexo também diminui a depressão e pode ser feito inclusive por mulheres grávidas, desde que elas não tenham contra-indicações, como contrações, nem estejam em trabalho de parto. Sexo é muito bom durante toda a gravidez. Fortalece os músculos do períneo que ajudam na hora do parto, deixa a mamãe feliz e relaxada, e o bebê sente tudo o que a mamãe sente. Se a mamãe está feliz, o bebê está bem. E a cumplicidade do casal aumenta ainda mais. Portanto, sexo é bom, saudável e traz benefícios para o dia a dia. Pratique e viva mais!

Abraços Paternos!
Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/
http://guiadobebe.uol.com.br/sexo-na-gravidez/
Fonte Imagem: http://google.images.com