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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

O verdadeiro significado de "Viagem"



“Toda viagem é uma extravagância. 
Seja você pobre, remediado ou rico...
 Viajar significa viver temporariamente muito além de nossas posses.  
Esse é o barato e o caro de qualquer viagem.
multiplicando a diária do seu hotel por 30, você vai ver que na vida real nunca poderia pagar isso tudo de aluguel.
 Se computar seus gastos diários com refeições terá um treco imaginando quantos supermercados a mais daria para fazer no mês.
E isso vale para todo mundo. Metade da primeira classe deveria estar na executiva, grande parte da executiva deveria estar na econômica, e a econômica inteira deveria ter ficado em casa. 
Ainda assim, viajamos”.
Ricardo Freire



Adoro essa reflexão de Ricardo Freire criador e editor do blog Viaje na Viagem  porém, por mais que viajar signifique ter despesas além da conta, não podemos esquecer do outro lado...

 Viajar nos enriquece a alma mesmo empobrecendo os bolsos temporariamente! Gastamos dinheiro, mas ganhamos conhecimentos, renovamos as energias, interagimos com o mundo, matamos as saudades, saboreamos novas gastronomias, conhecemos novas culturas, e voltamos melhores do que fomos!




Para todas as mamães que tem seus filhos na escola, estudantes e profissionais da área de educação que tiveram férias em Julho...







Instagram @kbtrilhamarupiara
Twitter @trilhamarupiara


sábado, 17 de setembro de 2011

Viagem a Dois

A primeira vez que viajei sozinha (SEM OS FILHOS) foi em 2009. 
Vamos fazer as contas...........Marcelo estava com 24 anos e o Rafael com 19 anos
Uahhhhhhhhh.....
Eu não sou uma mãe super protetora. Eles já tinham viajado sozinhos. Vocês se lembram que o Marcelo morou na Irlanda em 2008? O Rafael também já viajou com amigos e com a escola na formatura.
O problema é que eu e meu marido nunca havíamos viajado para canto nenhum programando uma viagem em que eles não estivessem incluídos.
Então chegou a nossa vez. Escolhemos o destino. Programamos o pagamento. E o dia da viagem chegou.
Era um misto de ..........aí que delícia com...............eles vão ficar sozinhos?????
E se acontecer alguma coisa com eles (OLHEM A IDADE DOS DOIS ACIMA rsrsr) ou..........e se acontecer alguma coisa conosco..............Meu Deus.
Paranóia??????
Deixei uma mensagem guardada com instruções de cartão de banco, pagamentos, etc.....
Hiper loucura da minha parte eu sei.............mas meu coração estava disparado
Entramos no avião rumo a Natal. Terra maravilhosa. Lugares encantadores. Férias de uma semana merecidas.
Mas, todo dia eu ligava para os dois. Mandava SMS. E todas as crianças me lembravam os meus filhos e nossos passeios juntos.
Eu curti o meu marido, é claro......mas também aprendi a lição..........
Depois de Natal já fizemos outras duas viagens e aí nos curtimos muito mais.
Aconselho minha amigas que têm filhos pequenos a fazer isso mais vezes. Viajar a dois.
Sabe como é ......dar conselho é mais fácil!!!
Beijocas
Cris Chabes

sábado, 7 de maio de 2011

Morar na Irlanda - Parte final



Para vocês que estão lendo esse post hoje, contei como foi quando meu filho Marcelo resolveu estudar e trabalhar fora do Brasil. Segue link da parte 1 e parte 2.

MORAR SOZINHO, LAVAR, PASSAR, COZINHAR E MOCHILÃO

Depois de um mês morando na casa da família Sullivan chegava a hora da mudança. Não estranhem é assim mesmo em todos os casos a família só recebe o estudante por 30 dias que é o período de adaptação ao novo país. O Marcelo já havia visitado diversos apartamentos onde moravam estudantes e acabou fechando contrato em um apartamento onde já moravam duas polonesas e um italiano (o grupo muda bastante, pois nem todos chegaram ao mesmo tempo o que significa que o período de permanência no país de cada um é diferente).

O apartamento tinha dois quartos, uma sala, um banheiro e cozinha pequena. Na cozinha tanto a geladeira como o armário eram divididos para 4 pessoas. Cada um que fazia comida deveria deixar as panelas e pratos limpos para o próximo que fosse usar. Claro que tinha vezes que eles faziam para o amigo, mas não era hábito, pois cada um compra sua comida, então não dá para ficar na cola do outro.

A comida daqui não é a mesma de lá, então ir ao mercado era uma aventura, pois não se encontra os mesmos produtos. Carne é um absurdo de caro. Só dá pra comprar um bife ou ¼ de carne moída (mais comum de porco) por semana. O melhor momento era quando se trabalhava de garçom, pois pode almoçar no local e a noite engana o estomago.

Lavar roupa que era minha preocupação foi tranqüilo já que ele levava em uma lavanderia onde lava e seca. Mas desde já antecipo as mamães (ninguém se preocupa em passar toda a roupa já que é frio e tudo fica escondido embaixo dos casacos.)
O Marcelo chegou na Irlanda em fevereiro e seu contrato com a escola encerrava em agosto, mas ele juntou dinheiro para renovar o visto e o contrato por mais 6 meses, por isso ele só voltou em dezembro.
Eu fiquei morrendo de saudades mas……Uma forma de “vê-lo e enganar” a saudades era pelo computador via MSN ou SKIPE. Cheguei a queimar arroz só para ficar vendo ele do outro lado do monitor.

No final de novembro ele concluiu o curso, se desligou do emprego, deixou suas coisas na casa de um amigo brasileiro que estava lá e partiu para um mochilão (Londres, Barcelona, Roma, Suécia) antes de voltar para o Brasil.
Então o dia do retorno ao Brasil enfim chegou.
Meu coração não cabia dentro do peito.
O painel no aeroporto anunciava que o vôo estava em pouso.
Meus olhos fixavam o portão de desembarque.
Meu filho Rafael ao meu lado estava na mesma expectativa.
De repente, ele surge com um sorriso maravilhoso e no seus braços eu desabei a chorar.
Ainda me lembro de suas palavras: QUE É ISSO VÉIA TÁ EMOCIONADA! EU VOLTEI PRA CASA.

Posso dizer do fundo do meu coração, que foi uma experiência maravilhosa para o Marcelo, mas foi uma experiência mais que divina para mim, pois confirmou o que eu já sabia: Meus filhos são o melhor presente que Deus me deu.

Se alguém quiser saber sobre as aventuras neste mochilão segue o link: chabesdemochila.wordpress.com


sábado, 30 de abril de 2011

Morar na Irlanda Parte II

Queridas mamães estou contando um pouco da aventura do meu filho quando foi estudar fora do Brasil, portanto se você quiser conhecer a 1a. parte desta história segue link aqui.

Chegada em Dublim - Hora de testar o inglês. Passar pela alfândega, pegar um taxi e chegar na casa dos Sullivan. Conhecer a família e seu quarto e fazer o primeiro pedido: Please, can I call my family at Brasil?

Parecia que o dia não passava aqui no Brasil. "Eu já contei que chorei tanto que descobri uma receita ótima para diminuir olheiras pós choradeira “bolsa de gelo sobre as pálpebras” .

Quando o telefone tocou era por volta das 20 hs e do outro lado da linha o Sr Sullivan falando inglês. Meu marido, o único que falava inglês aqui estava no banho e eu comecei a gritar achando que era da imigração. De repente o Marcelo falou: OI MÃE, ACHO QUE O SR SULLIVAN FICOU SURDO. CHEGUEI BEM. QUANDO FOR NA CIDADE AMANHÃ OU DEPOIS TE LIGO. BJS

Na segunda feira ele deveria ir até a escola para finalizar a matricula fazer a prova de nível de inglês (estava tão bom, que no lugar do curso de inglês foi proposto a ele um curso de marketing) conhecer a cidade para já começar a procurar emprego.
É bom lembrar que antes da viagem pesquisamos (ele principalmente) muitas comunidades no Orkut onde jovens que estavam na Irlanda davam dicas de praticamente tudo (locais para procurar emprego, fazer curriculum, como conseguir passe de ônibus, preço de alimento, hospedagem e baladas claro!)
Para entender um pouco do que foi esse momento segue um texto escrito pelo Marcelo:


“Na casa dos Sullivan foi difícil acostumar com a comida da Ivone e deixar de comer o feijãozinho da mamãe todos os dias, rsrsr . Por outro lado, dividir o quarto com outra pessoa que eu nunca vi na vida e nasceu há milhares de quilômetros, longe do Brasil, numa ilha no sul da África (Mauritius) e que tem a cultura MUITO diferente da minha, foi muito louco também.

Logo nos primeiros dias fui num lugar onde me ajudaram a fazer meu currículo para conseguir emprego. Bati em milhares e milhares de restaurantes e praticamente qualquer porta que via pela frente. Era trabalho de garçom, kitchen porter (lavador de pratos), cleaner (faxineiro de restaurante, bar e etc... 
Tentar entender o sotaque deles foi muito difícil. Eu falava: “Sorry, repeat, please". Mas assim como aqui tem muita gente legal que tem a maior paciência com o estudante estrangeiro, principalmente se for brasileiro. (Irlandês tem um dos sotaques PIORES de se entender no mundo - é o que dizem todas as outras pessoas que viajaram pra outros lugares que falam inglês)
Começar a trabalhar numa coisa completamente diferente (dois meses antes eu estava participando de uma reunião apresentando um projeto para aumentar a eficiência econômica das concessionárias de caminhões e ônibus) e agora eu estava tomando “esporro” de um cara só porque eu peguei o prato errado na cozinha, ou servi a mesa errada (ordem de chegada dos clientes) foi difícil 
Depois fui trabalhar num hotel. A cozinha e salão de jantar eram “master blaster, ultra, mega luxuoso (coisa para milionários mesmo) algo que eu nunca havia chegado perto aqui no Brasil.
Uma vez trabalhei no Buffet de recepção do casamento de um jogador da liga principal de Dublim. Só tinha mulher gata. Trabalhei também em um evento no Jóquei Club onde cada garçom servia uma única mesa e a mulher do casal queria ficava falando que queria que a filha dela estivesse presente. Ganhei 100 euros de gorjeta neste dia. rsrrs
Também entreguei folheto na rua e no final da noite naquele puta frio tinha que sair pelo caminho para ter certeza de que ninguém havia jogado o folheto no chão senão tinha que pagar multa (eles são muitos educados na Europa isso dificilmente acontece).


Amigas vou continuar essas e outras aventuras no próximo post, mas antecipo a todas vocês que SÓ FIQUEI SABENDO DE TUDO ISSO QUANDO ELE RETORNOU PARA O BRASIL, É CLARO, NÃO TERIA SOBREVIVIDO UM ANO RSRSRSR


sábado, 23 de abril de 2011

MORAR NA IRLANDA - ELE LÁ E NÓS AQUI!

O Marcelo desde que entrou na faculdade comentava sempre que queria fazer intercâmbio. Estudar e trabalhar por seis meses fora do Brasil. Ele sempre foi determinado e por esse motivo acreditávamos neste sonho.
Quando estava no segundo ano da faculdade ele conseguiu um emprego registrado em que podia ganhar mais e guardar dinheiro para realizar seu sonho.
Combinamos que se junta-se metade do dinheiro nós ajudaríamos com o restante. E como de “grão em grão a galinha enche o papo”, esse dia chegou!
Ele começou a falar mais sobre o assunto e a pesquisar empresas que realizavam esse tipo de viagem.
Para mim, parecia que o sonho não se realizaria tão cedo, mesmo percebendo que todas as etapas estavam sendo concretizadas. Eu fingia que não via.

Após uma pesquisa por diferentes empresas que realizam esse tipo de viagem ele optou pela “Sem Destino”. Então um dia, sentamos todos á mesa e ele apresentou a documentação da viagem ( escola – nome e endereço, matricula do curso, passagem de avião – ida e volta, nome, endereço e telefone da host family “casa que hóspeda o estudante por um mês”, seguro saúde para 6 meses, passaporte e reais convertido em euro para abertura de conta na Irlanda – só assim é liberado o visto de permanência. Todo o processo de passagem, curso e hospedagem já saíram pagos daqui, senão ele não conseguiria o visto. Está foto é da família Sullivan que o acolheu por um mês na Irlanda. (Sr. Michael e Sra Ivone)

Naqueles dias minhas emoções se misturavam entre “meu filho está tão responsável e meu filho vai ficar sozinho lá fora – Meu Deus”.

Paralelo a tudo isso e talvez como uma forma de não pensar muito no dia da viagem, pensava em coisas práticas: roupa de cama e banho para levar, roupa de frio – era janeiro no Brasil e a viagem estava marcada para 23 de fevereiro e para isso procurei um brechó pois precisava de um casaco que agüentasse o frio de 2 a 5 graus, remédios que pudessem entrar no país, ensiná-lo a fazer comida, lavar roupa e se fosse preciso passar uma camisa já que as outras roupas ficariam escondidas embaixo dos casacos e cachecóis.

Então os dias foram se aproximando e a ida para o aeroporto era inevitável.
Almoçamos todos juntos e saímos cedo de casa. Ficamos umas duas horas no aeroporto, conversando, comendo, rindo e dando as últimas orientações.

Até que o vôo foi anunciado. Abraços apertados, beijos colados, palavras sufocadas e aquele brilho no olhar que diz: Eu Te amo, boa sorte, Deus esteja com você e nosso coração também! Assim, ele andou até o embarque e ….todos choramos como crianças – nós três aqui e ele sozinho lá.

Olha amigas mamães eu conversei com o marcelo e decidimos contar um pouco das aventuras dele morando sozinho por isso nós próximos 2 post falaremos sobre mais o assunto.

Beijocas e acompanhem essa aventura.

Cris Chabes

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Encontros e Despedidas

Sentir saudades virou algo corriqueiro em minha vida. Estando aqui, estando lá, sempre vou sentir falta de alguém muito importante.
O tempo ajuda a lidar melhor, a administrar os momentos de profunda tristeza e solidão, mas apagar nunca, o tempo nunca apaga aquela saudade do peito.

Quando vai chegando a época de rever quem tanto amamos uma euforia gostosa começa a tomar conta de tudo, a ansiedade bate e os minutos são contados em uma alegre espera.

Sobre despedidas, não gosto mesmo!
Parece que uma parte da gente fica, e a outra se torna infeliz por um bom tempo.
Dizer adeus ainda é algo muito doloroso pra mim, há 3 anos nessa vida e ainda não me acostumei. Nem pretendo.

Encontros e despedidas é uma música linda, de Milton Nascimento e que me emociona sempre.
Há alguns anos Maria Rita a regravou de forma divina, e é nesta versão que eu me inspirei para escrever este post.

Beijocas e um 2011 cheio de paz, saúde e encontros para todas nós.
Aninha
Blog: O Viajante de Fraldinhas
Twitter: @oviajantejorge

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Mala de viagem e uma Mãe exagerada


Arrumar malas nunca foi o meu forte, embora consiga colocar tudo muito bem dobradinho e organizado.
Eu peco pelo excesso e isso ás vezes é prejudicial, sou minha prória inimiga, hahahahahahaha.

Já li milhares de dicas sobre como deveria proceder na arrumação perfeita e a única que ficou na mente é a seguinte:
"Coloque todas as roupas e acessórios que você pretende levar em cima da cama, dê uma olhada e livre-se da metade. Pronto, sua mala está feita."

Agora depois de muitos exageros finalmente cheguei ao equilíbrio e aos 30 aninhos a minha mala, a do marido (sim eu arrumo uma para cada um pois ser chata é algo que ninguém me tira) e a do meu menino são todas organizadas somente com o essencial que o destido pede.

Como Mãe de primeira viagem eu já cometi excessos absurdos e insanos, quase levei todas as roupinhas do menino, já levei pacotão de fraldas fechado (Hein?) e já carreguei metade dos brinquedinhos por aí.
Depois de muita bola fora, muito peso carregado sem necessidade e ultrapassar o limite permitido pela companhia aérea eu tento manter o equilíbrio com uma fórmula bem simples:
A quantidade de roupas é proporcional aos dias de viagem e ponto final.

Gravei isso a ferro e fogo na minha mente teimosa e minha ultima mala tinha espaço de sobra, eu fiquei surpresa.
O mesmo está valendo para meu menino, dependendo do meio de transporte e por ser pequeno sempre carrego a malinha dele comigo e lá só tem o necessário para uma possivel emergência já que crianças são imprevisiveis. Assim como a Vida!

Para um ajuda profissional e caprichada sobre como arrumar as malas corretamente Clique Aqui.

A parte ruim de toda viagem é o final. Ter que desfazer tudinho, lavar, passar, dobrar e guardar é desanimador.

Beijocas e uma Boa Viagem,
Aninha do Blog O Viajante de Fraldinhas

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Uma Cidade, um Sonho

Existe uma Cidadezinha de Minas Gerais que mora no meu coração.

Eu sempre sonhei que um dia iria morar lá, acordar cedo, comer um pão de queijo quentinho com café preto, respirar bem fundo e sentir o ar limpo e gelado das montanhas, andar tranquila pelas ruas bem sinalizadas e com carros que respeitam o limite de velocidade.
Tem também uma feirinha aos domingos com tudo quanto é artesanato e comidinhas gostosas, é sim uma cidade turística e destino principla para casais em lua de mel.

Estou falando de Poços de Caldas, que fica na região Sul/Sudoeste de Minas e ainda continua sendo o meu local dos sonhos para viver e criar meu filho.

Já estive por lá umas 7 vezes e sempre me encantei em todas, mesmo indo aos mesmos locais e mesmo ficando hospedada no mesmo hotel, o importante era estar lá, sentir e viver o local que tanto gosto.

Estou no planejamento para passar uns dias por lá no ano que vem com marido e filho, quero muito que eles conheçam a cidadezinha dos meus sonhos.

Para quem não conhece, digo que vale muito a pena conhecer.

Fonte do Recanto Japonês
Teleférico que leva ao Cristo Redentor da Cidade
Véu das Noivas

Portal da Cidade
                                                                                                                       Fotos: Google

O Brasil tem Cidades lindas para serem visitadas, desbravadas, vividas e eu um dia irei quem sabe ter o privilégio de realizar meu desejo de fazer um mega tour por minha pátria amada.

Beijocas e um ótimo final de semana,
Aninha.

Blog: O Viajante de Fraldinhas

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Viajar com um bebê é complicado?

                                                                                   Foto: Google
Uma frase que passou a ser frequente pelo mundo após a independência feminina é a seguinte: filhos podem atrapalhar a vida.

Será que isso é realmente verdade? Pois eu discordo!

Depois que meu menino nasceu a minha vida ficou foi mais é divertida, com mais viagens e muito colorida.
Então digo por experiência própria: viajar com um bebê, ou, filhos é muito bom.

Eu ainda não criei coragem para deixá-lo com babá, pois como moramos distante demais da família só temos essa opção. E por enquanto nem pretendemos fazer isso pois o melhor de embarcar em uma nova aventura é ter a presença do pequeno conosco, olhar seu sorriso de felicidade, sua carinha de curiosidade e seu soninho tranquilo em qualquer local quando cansado.

Fora a tranquilidade de ter o filho amado ali ao ladinho, saber que ele está bem e assim poder aproveitar ao máximo o destino.

No começo eu ficava com medo, insegura, apreensiva, ansiosa de como iria ser, se ia dar certo e depois que o sucesso da primeira viagem foi confirmado não quero outra vida.

Meu menino vai sim ser a minha melhor companhia durante muitos anos.

Por isso fica a dica: mamães não tenham medo, se preparem e esperem por momentos especiais ao lado dos filhos em uma deliciosa viagem em família, eu garanto que o resultado será sempre positivo.

Beijocas,
Aninha.

Blog: O Viajante de Fraldinhas