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segunda-feira, 13 de junho de 2011

Estou de volta no Recanto!!!





A pessoa que vos escreve é a mesma que fez o primeiro post desse blog, mas que depois o abandonou por um longo tempo... Pois é, graças à homenagem linda que recebi na semana passada, decidi voltar, e também graças ao apoio e aceitação da equipe linda do Recanto, posso afirmar agora que: Mamãe Nádia está de volta à equipe do Recanto!
E hoje parei pra pensar....lembrei do que passou pela minha cabeça quando criei esse blog...Até na escolha do título do blog...eu queria criar um cantinho onde as mamães blogueiras entrassem e se conhecessem, batessem papo e relaxassem. Queria que aqui fosse um lugar de paz, como o próprio nome "Recanto" já diz. E hoje vejo que esse blog atingiu e até superou minhas expectativas, graças a essa equipe que se formou por aqui.
O recanto tem de tudo...ele levanta grandes discussões, mas também aborda assuntos bem comuns e simples da vida de uma mãe. O recanto é lugar pra mostrar opinião e também pra encontrar textos reconfortantes da bíblia. Tem post pra todos os gostos, por isso todas as mamães são bem vindas aqui entre nós.
E eu estou de volta, ainda não decidi sobre que tema irei postar, e de que forma irei escrever...a única coisa que sei é que estarei aqui nas segundas ao lado da minha amiga e irmã na fé, Cida. E sei que um dia desses irei me intrometer aqui pra fazer um Top Five, que saudade disso!!!
Pois é, hoje passei aqui pra voltar a reconhecer esse cantinho querido, na próxima segunda farei um post especial. Gostaria de agradecer, em público, a todos que tornaram esse blog real: as meninas da equipe que não deixaram a peteca cair e fizeram o blog ficar ainda melhor após o meu abandono...e também ao público leitor que movimenta esse cantinho!
Então, apresento mais uma vez a vocês essa nova/velha colaboradora da equipe, pra quem não me conhece:


Mamãe Nádia, 23 anos, gaúcha e colorada. Pedagoga recém formada que ainda não conseguiu um emprego e sonha em entrar no mestrado na universidade federal. Mãe de dois meninos lindos...o Allan, de 6 anos, e o Pedro de 2. Esposa do Tiago, um empresário que trabalha com jogos de computador e que fez com muito capricho esse layout do Recanto. 
Nada mais a declarar, despeço-me e prometo um próximo post com um conteúdo bem mais elaborado!

Beijos meu querido Recanto,
da Mamãe Nádia.

sábado, 7 de maio de 2011

Morar na Irlanda - Parte final



Para vocês que estão lendo esse post hoje, contei como foi quando meu filho Marcelo resolveu estudar e trabalhar fora do Brasil. Segue link da parte 1 e parte 2.

MORAR SOZINHO, LAVAR, PASSAR, COZINHAR E MOCHILÃO

Depois de um mês morando na casa da família Sullivan chegava a hora da mudança. Não estranhem é assim mesmo em todos os casos a família só recebe o estudante por 30 dias que é o período de adaptação ao novo país. O Marcelo já havia visitado diversos apartamentos onde moravam estudantes e acabou fechando contrato em um apartamento onde já moravam duas polonesas e um italiano (o grupo muda bastante, pois nem todos chegaram ao mesmo tempo o que significa que o período de permanência no país de cada um é diferente).

O apartamento tinha dois quartos, uma sala, um banheiro e cozinha pequena. Na cozinha tanto a geladeira como o armário eram divididos para 4 pessoas. Cada um que fazia comida deveria deixar as panelas e pratos limpos para o próximo que fosse usar. Claro que tinha vezes que eles faziam para o amigo, mas não era hábito, pois cada um compra sua comida, então não dá para ficar na cola do outro.

A comida daqui não é a mesma de lá, então ir ao mercado era uma aventura, pois não se encontra os mesmos produtos. Carne é um absurdo de caro. Só dá pra comprar um bife ou ¼ de carne moída (mais comum de porco) por semana. O melhor momento era quando se trabalhava de garçom, pois pode almoçar no local e a noite engana o estomago.

Lavar roupa que era minha preocupação foi tranqüilo já que ele levava em uma lavanderia onde lava e seca. Mas desde já antecipo as mamães (ninguém se preocupa em passar toda a roupa já que é frio e tudo fica escondido embaixo dos casacos.)
O Marcelo chegou na Irlanda em fevereiro e seu contrato com a escola encerrava em agosto, mas ele juntou dinheiro para renovar o visto e o contrato por mais 6 meses, por isso ele só voltou em dezembro.
Eu fiquei morrendo de saudades mas……Uma forma de “vê-lo e enganar” a saudades era pelo computador via MSN ou SKIPE. Cheguei a queimar arroz só para ficar vendo ele do outro lado do monitor.

No final de novembro ele concluiu o curso, se desligou do emprego, deixou suas coisas na casa de um amigo brasileiro que estava lá e partiu para um mochilão (Londres, Barcelona, Roma, Suécia) antes de voltar para o Brasil.
Então o dia do retorno ao Brasil enfim chegou.
Meu coração não cabia dentro do peito.
O painel no aeroporto anunciava que o vôo estava em pouso.
Meus olhos fixavam o portão de desembarque.
Meu filho Rafael ao meu lado estava na mesma expectativa.
De repente, ele surge com um sorriso maravilhoso e no seus braços eu desabei a chorar.
Ainda me lembro de suas palavras: QUE É ISSO VÉIA TÁ EMOCIONADA! EU VOLTEI PRA CASA.

Posso dizer do fundo do meu coração, que foi uma experiência maravilhosa para o Marcelo, mas foi uma experiência mais que divina para mim, pois confirmou o que eu já sabia: Meus filhos são o melhor presente que Deus me deu.

Se alguém quiser saber sobre as aventuras neste mochilão segue o link: chabesdemochila.wordpress.com


terça-feira, 3 de maio de 2011

A importância da blogsfera para a interatividade entre mamães e papais.


Querida amigas e amigos leitores. 

Não deixe de ler o texto abaixo. Se tiver sem tempo agora, volte depois, mas quero muito que você leia.
O  post fala sobre a importância da blogsfera para a interatividade entre mamães e papais. 
É um texto muito importante para todos nós, mamães e papais blogueiros.
Um grande abraço da amiga/mamãe Genis.


Passeando pelos inúmeros blogs que dissertam sobre a maternidade a gente se depara com histórias incríveis e ao mesmo tempo curiosas. Desde as tentantes que se apegam ao sonho incontido de ser mãe até as mamães acidentais, que não planejaram a gravidez e pairam nesta atmosfera "gravídica" perdidas e confusas. 

As histórias são muitas vezes comoventes. Você se compadece com as tristezas reveladas, talvez como uma forma de buscar superar-se. É o beta que deu negativo. É o aborto que dilacerou seu sonho, por vezes, mais um sonho. É o fato de acontecer com você, justamente com você, o que acontece com apenas 1% das grávidas. São as dúvidas que nos encontram e nos perseguem desde o lúdico positivo. 

Não é provável que a blogsfera, da maneira intensa que se apresenta, que de tão viva em cada blog seja apenas um papo de "comadres maternas" como muitos pensam. Este espaço vai além de um mero post. Ele permite alcançar o mundo. Você troca experiências, vivências verídicas. A percepção de uma mãe ajuda e muito, no aprendizado de muitas outras. Você consegue absorver ideias que muitas vezes sua vizinha de muro não é capaz de esclarecer, mas sua vizinha de blog pode ter alguma coisa pra te contar. Seja o momento da descoberta, do parto ou dos primeiros passos, seja o momento do desfralde, a melhor creche ou o primeiro aniversário. É possível a partir de uma ideia, de um único blog que seja, criar e contagiar a coletividade. A maternidade real é um belo exemplo.

A blogsfera é aberta, é instantânea. Nela nos permitimos ter dúvidas, compartilhamos o novo. Este espaço é real, não só porque é notícia de jornal, mas porque é ponto de encontro de quem realmente interessa.
Veja a interatividade. De lá da Argentina vem histórias apaixonantes, de obstáculos, de humor, de uma outra perspectiva que só faz agregar em sua nova vida, de mãe e de pai. Vimos os papais de primeira viagem, confusos e ao mesmo tempo vibrantes. Vimos também histórias de mães de 3, de 4. E percebemos o quão heróis estes pais se mostram diante da vida. Algumas mamães se reúnem e formam uma rede de apoios, são multifacetas, é a diversidade materna, o coletivo de ideias dentro de um blog só. Fazendo parte deste cenário, como protagonistas no palco, as mamães se sentem mais capazes de buscar a "potencial gestante" que tem dentro delas. 
De tão universal, a blogsfera é capaz de impulsionar também os homens a interagir com mundo materno. Os pais grávidos que buscam compartilhar suas descobertas e efetivamente demonstrar suas percepções.
É incrível como as pessoas se surpreendem por me encontrar por aí em suas páginas, comentando, manifestando minhas dúvidas, torcendo junto... Os papais também podem fazer sua parte, podem ser ativos blogueiros {muitos se consideram estranhos no ninho} falando sobre maternidade. É como eu costumo dizer: É a oportunidade de mostrar um outro olhar, um outro ponto de vista da gestação. O pai é "co-partícipe", tão  responsável quanto a mãe. Pode e deve dividir tudo, medos e sonhos {e contas}. Neste momento único ela não pode ficar conotativamente sozinha. É fundamental que o pai procure entender e compartilhar as dúvidas "gravídicas". Busque, pesquise, aprenda o significado das letras miúdas lá no ultra. Acompanhar de perto uma gravidez não é só dividir a escolha do nome do bebê. Acompanhar é estar presente nas consultas e exames, é interagir, é estimular a discussão sobre o parto, sobre a amamentação, sobre a nova rotina. 

Questione-se: O que é IG? O que é TN? Qual a finalidade de tomar um determinado medicamento? 
É sempre possível buscar as informações e compartilhar. Isto só vai fazer o bem. Seja no desenvolvimento da gestação, seja no envolvimento da relação.


Programe-se: Dia tal, hora tal: CONSULTA PRÉ-NATAL.

Transmita segurança e perceba as inseguranças do momento. 

Converse sempre e sobre tudo: o trabalho, a consulta, o quartinho, o enxoval, o sexo, o parto, a educação...   


Faça parte ATIVAMENTE do que você já é parte. 
Dêem as mãos e sigam...

Por Marcelo Vieira


(Fotos do  meu marido  e  filho. 

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Motivos pelos quais eu ainda vejo tv

Eu fico mais anti tv a cada dia, mas ainda lembro de propagandas que fazem valer a pena ligar o aparelho... Essa sequência de propagandas antigas do Bourbon (rede de supermercados daqui) ainda me emociona, até hoje :)





Ps- sei que ando sumida, mas estava viajando... Senti saudades!
beijos!!!

Ps- ops, esqueci de assinar... rs
Bia

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Emocione-se!

Oi,amores!Mil desculpas por ñ ter postado ainda!
fiquei muito gripada,com febre,e o pior é q meu filho ficou tb!


Muitas vezes,vc vê um post desse tamanho,e ñ lê pensando q ñ o interessa.
Mas esse é diferente,li,me emocionei e tenho certeza q vc tb vai se emocionar!
Vale p/ vc q só vê a beleza exterior,p/ vc q despreza ou apenas ñ dá atenção aos pequenos detalhes,mas principalmente p/ vc q está em crise no namoro,noivado ou casamento pq acha q ñ ama mais...Reflita...

Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela. Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa. Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora. No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus examos no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais. Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis. Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo:"O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório. No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado. No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim. No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei. Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias. A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos. Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mãe todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo.
Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala
para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a
segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a
segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas
pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando
estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade
com o
tempo".
Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro
endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de
idéia...Subi
as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a
ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com
febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não
vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos
valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor.
Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do
nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.
A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a
porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de
rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de
escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços
todas as manhãs até que a morte nos separe".
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um
grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei
minha esposa deitada na cama - morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu
estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com
ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos
de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso
filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu
filho, eu sou um marido carinhoso.

Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num
relacionamento.



Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no
banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não
proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser
amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los
próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer.
Mas se escolher enviar para alguém, talvez salve um casamento.
Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão
perto do sucesso e preferiram desistir...

UM CASAMENTO CENTRADO EM CRISTO É UM CASAMENTO QUE DURA UMA VIDA TODA.







Michele Alves
Twitter: michele_saj