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quinta-feira, 7 de junho de 2012

A escolha da escola!

Para quem me conhece pelo Mon Maternité –meu blog pessoal-, sabe que minha filha está em uma escola desde os sete meses de idade. Optei por uma escola particular, onde existem professoras, caderno de atividades, boletim e atividades extracurriculares.

Pois bem, sou uma mulher/mamãe muito a favor de se colocar os filhos na escola, não tenho nenhuma queixa, não tive problemas e tenho certeza que não causei e não causo nenhum tipo de transtorno ou complexo negativo sobre a vida da minha princesa.

Para completar, sou daquelas mães que estão por dentro de tudo o que acontece na escola. Visito minha filha sem aviso prévio, sei nome das professoras, coordenadoras, dos amigos e dos pais dos amigos. Se Sophia apresenta alguma queixa dou a devida atenção e já fui conversar com a professora e coordenadora algumas vezes.

Sophia sempre ficou em período integral, e por isso, dou muito mais atenção a alimentação e higiene da escola, dos funcionários e inclusive dos amigos. Acho que não posso confiar num ambiente em que não dão atenção, por exemplo, a lavar as mãos antes das refeições. Não posso apenas ensinar isso em casa, onde ela passa poucas horas (perto do tempo que fica na escola) se na escola isso não é dado valor.

Pois bem ... admito que sou muito fresca e chata.

Mas andei olhando algumas escolas em que amigas e conhecidas matricularam seus filhos, e, puxa vida, me deu arrepios! Não sei se o pior é uma escola funcionar assim ou uma mãe colocar seu filho numa escola desse jeito. E pior, são particulares, ou seja, você paga por um serviço assim!

Uma colega minha tinha o filho dela matriculado numa escola que mais parecia aquela escolinha do filme “A Procura da Felicidade” com o Will Smith. O filho dela estava com talco espalhado pelo corpo inteiro, se mexesse no cabelo dele saía quilos de talco, e tadinho, mesmo assim o cheiro dele era insuportável, e ele tinha apenas três anos! Impossível uma criança transpirar tanto!

Uma amiga da prima da tia de segundo grau (tá, não é bem assim, mas abafa o caso) matriculou o filho num escolinha. Detalhe que ele tem um e estuda com crianças de dois anos. A sala de aula é cheia de infiltração, as crianças dormem em colchões sem lençol e alguns seis ou sete colchões, lado a lado para umas vinte crianças. O parque de areia não tem nem pintura na parede, tudo quebrado e enferrujado e, para fechar com chave de ouro, na festinha de aniversário todas as crianças já são devidamente servidas de salgadinhos fritos e refrigerante!

Espera, uma coisa é você em casa oferecer, mas na escola?! Refrigerante?!?

Em outra escola, os pais felizes e saltitantes foram fotografar uma apresentação e as crianças estavam tooodas sujas! E não digo de tinta, canetinha ou qualquer coisa que seja artística, digo nariz escorrendo! ECA! Foram algumas fotos, alguns minutos e ninguém limpou o nariz das crianças!

Pois bem ... (in)felizmente sou muito chata e acho que temos que dar mais atenção e cuidado na hora de escolher um lugar para deixar nossos filhos. Sei que não é fácil, querer não é poder e, na maioria das vezes esse querer é $$ALTO$$ demais, mas acho que é necessário avaliar muito bem o que vale a pena.

A escola da Sophia não é a mais cara da cidade, mas não é a mais barata, dentro da minha possibilidade é a melhor. Mas antes de avaliar apenas o preço, eu avaliei o ambiente, os professores, a reação e o comportamento das crianças que ali estudavam!

Visitei uma escola que é referencia aqui em Curitiba, com preço muito superior à escola da Sophia e quase me matei lá dentro, tal era a tristeza do lugar. Professoras mais velhas, cansadas de estarem ali cuidando de crianças que tinham energia para dar e vender. Tudo escuro. Horrível!

Claro que já ouvi péssimos comentários sobre a escola da Sophia. Uma vez me disseram que ouviram dizer pais processaram a escola porque os professores batiam nas crianças e as forçava a não contar para os pais. Foi horrível ouvir esse tipo de comentário, dá nojo, dá repulsa ... mas no mesmo dia fui buscar minha princesa na escola e não conseguia acreditar naquilo. Olhava Sophia sair tão feliz, tão em paz que a felicidade dela me faziam acreditar que aquelas palavras não eram verdadeiras.
  
Já li muitos posts de mamães blogueiras sobre esse assunto. Já li muita mamãe falando sobre sofrer em pensar que poderá ficar longe dos filhos. Eu confesso que no começo sofri muito, sofri com o afastamento, sofri em pensar que alguém poderia fazer minha filha sofrer. Mas daí pensava em toda a busca que fiz até encontrar o que para mim, para nós, é a escola ideal.

Acho que na hora que for preciso colocar o frutinho na escola, o importante é avaliar alguns pontos:

-Localização da escola: É perto de casa, do trabalho da mamãe, do trabalho do papai, é caminho. Sair da rota, fazer um caminho super contra mão é muito ruim, você se cansa no trânsito, o frutinho muito mais!

-Mensalidade: Não tem como fugir disso. É muito importante que o valor da mensalidade seja acessível ao seu padrão de vida. Muito mais do que trabalhar horrores para dar um ensino caro para seu filho, é preciso pensar no nível social dos amigos.

-Horário de visita: EU não gosto dessa história de só poder visitar com horário marcado. Dá a impressão de que tudo é maquiado!



-Ambiente: Parques, salas de aula, banheiros, REFEITÓRIO, brinquedos. Tudo deve ser muito bem olhado! Os brinquedos são de ferro ou plástico. Quebrados. Enferrujados. Limpeza. Higiene. Cores. Tudo deve ser muito claro, alegre e LIMPO!



-Alunos: Esse com certeza foi o que mais me chamou a atenção, a felicidade dos alunos. Claro que existe choro, mas que tipo de choro e como ele é cuidado!

-Funcionários: Muito importante. Veja como os funcionários, desde a recepção até os professores, como eles tratam as crianças! Estão com cara de tristeza? Estão com cara de felizes? Por que sabemos que cuidar dos nossos filhos e muitos momentos já ficamos irritadas, imagine ter que cuidar de crianças que não são nada nossas?!

Espero que isso possa ajuda-las na hora de escolher uma escola. Eu graças a Deus sou muito feliz na escolha da escola.

#ficaadica!



sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Como meu filho ficará dentro da escola??

Olá amigos 
Muito tem se falado nestes dias sobre o retorno às aulas. 
Para os pais com filhos já em idade escolar há sempre um momento de ansiedade há ser superado, mesmo para aqueles já acostumados com essa rotina. 
Todos pensam: "Será que ele vai se acostumar a nova escola, a turma, a novos professores, etc..."

Mas existem ainda aqueles pais cujos filhos, ainda muito pequenos, entram pela primeira vez na escolinha: "berçário, maternal, mini maternal, jardim, etc." 
Como professora, não sei dizer qual coração bate mais, se dos filhos ou dos pais.
Como mãe, digo que os pais sofrem mais do que as crianças, pois ainda sentem-se inseguros de deixar seus filhos aos cuidados de estranhos.
Mas para tirar algumas dúvidas, vou falar como professora e a vivência dentro da escola.
Sabemos que os primeiros momentos com os pequenos, logo que são deixados por seus pais, podem gerar diferentes reações: choro, euforia, ansiedade, dor de barriga, vômito, etc. isso por que eles ainda não estão acostumados com o novo ambiente. 
imagens do google
Algumas escolas costumam ter um período inicial de adaptação, solicitando aos pais que deixem seus filhos por uma hora no primeiro dia (em alguns locais é permitido ficar junto), duas horas no segundo dia e assim por diante, com o objetivo de gerar segurança para ambas as partes.
As educadoras, normalmente chamadas de "tias" vão receber os pequenos com toda atenção e carinho, encaminhando para atividades previamente planejadas e que possibilitem a melhora adaptação possível da criança ao grupo.
As crianças já se sentem seguras ao ver outras crianças brincando e por esse motivo param de chorar.
imagens do google
Comer o lanchinho nos primeiros dias pode ser uma situação diferente para eles, visto que essa situação só ocorre na companhia da família e não de estranhos. Mas aos poucos eles tendem a comer naturalmente.
A educadora que vai receber seu filho é normalmente a mesma que ficará com ele durante o período e isso fará com que aos poucos haja um envolvimento emocional parecido com o que ele recebe na família.
Importante é deixar sempre claro para os pais que o período de adaptação pode gerar momentos de choro mas que logo passa. E que o contato da família com a escola deve ser sempre munido de segurança e respeito para que a criança sinta que naquele novo ambiente ela também será bem tratada.
Beijocas
Cris Chabes

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Como escolher uma escola para seu filho?

Escolher a escola a qual nossos filhos passarão por todo o ano letivo, ou por toda a sua vida escolar, é uma decisão que gera muitas vezes um grande estresse aos pais.

É de nossa total responsabilidade essa decisão e muitos pais esperam passar as festas de final de ano pra começar a pesquisar qual é a escola ideal pra faixa etária que seu filho está.

Através das dicas da Doutora em Educação Andrea Ramal, gostaria de tentar ajudá-los nessa difícil, mas não impossível, tarefa.

No livro, “Depende de você – Como fazer de seu filho uma história de sucesso”, (para mais informações, clique aqui) tem um capítulo que explica como escolher uma escola. Você ganha agora um resumo desse capítulo e eu compartilho este brinde com vocês!
Imagem daqui 

  • Você concorda com a proposta da escola?
Conheça em detalhes o projeto político-pedagógico. Verifique se a linha da escola está em sintonia com os valores da sua família e com a maneira de ser da criança ou do jovem.  
  • Qual a posição da escola na relação com a família?
A escola precisa entender a família como parceira. Verifique quais são os canais de comunicação entre a escola e a família e com que periodicidade as reuniões acontecem. Analise se o site da escola oferece informações sobre a proposta pedagógica e se há um espaço reservado para que os pais tenham acesso a informações exclusivas.  
  • O espaço físico é apropriado?
Verifique se o espaço da escola favorece a aprendizagem. Como são as salas de aula, os espaços para esporte e lazer, ambientes de leitura e os laboratórios.  
  • Os professores são bem preparados?
Informe-se se os professores são bem preparados e como seu trabalho é avaliado. Pergunte a média de reprovações nas turmas. Se ela for alta, isso é um motivo de preocupação. E se tiver conhecidos que têm filhos na mesma escola, pergunte se gostam das aulas e se consideram que a avaliação da aprendizagem é adequada.  
  • A escola investe em infraestrutura?
Verifique se a escola está aparelhada com o mínimo de recursos, mídias e tecnologias compatíveis com a educação de hoje.  
  • A escola se preocupa com a saúde e a segurança dos alunos?
Consulte se a ficha do aluno inclui informações relativas à saúde. Verifique qual procedimento o colégio adota para caso de emergências ou acidentes.  
  • A educação está atualizada com as tendências de hoje?
Como parte da formação para a cidadania, boas escolas desenvolvem com os alunos projetos com temas importantes para a realidade atual, como por exemplo, tratando da nossa relação com o meio ambiente, estudos sobre direitos humanos ou projetos de engajamento em trabalhos sociais e comunitários.  
  • Como é o tratamento dos funcionários com pais e alunos?
Como você é recebido? Os funcionários são gentis e dão a impressão de que seu filho também será bem-vindo? Existe respeito entre as pessoas? Os alunos e professores se sentem bem na escola. Este ponto também tem relação com o projeto político-pedagógico.  
  • A localização da escola está de acordo?
Você não deve escolher uma escola só porque é perto da sua casa. Por outro lado, não pode desprezar completamente esse critério.  
  • Qual é a nota da escola?
O Brasil tem sistema que mede a qualidade do ensino das escolas, é o Indice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB). Consulte a nota da escola e a média do seu estado na internet.


Autora de "Depende de Você - Como fazer de seu filho uma história de sucesso" (LTC)




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quinta-feira, 9 de junho de 2011

A escola WALDORF é o que eu quero pro meu filho

(O post ficou grande, mas eu garanto que ele nos faz repensar na escola que desejamos para nossos filhos)
 
A visão de uma escola WALDORF
A EDUCAÇÃO DA CRIANÇA DE 0 A 7 ANOS


       Durante nove meses, aproximadamente, um pequeno embrião desenvolveu-se. Formou-se um feto,que cresceu até o momento de se “dar à luz”. Durante todo este tempo, o pequenino bebê esteve muito bem protegido, aquecido, preservado de estímulos excessivos. O útero materno é caloroso e envolvente. Para nascer, a criança precisa se esforçar muito, vencer a difícil passagem que a separa do mundo externo. Este é seu primeiro aprendizado, seu primeiro ato de coragem: vir ao mundo!

     Deveria ser óbvio para nós, adultos, o fato de que este mundo deve se descortinar aos poucos para a criança, perceber que quem esteve por tanto tempo totalmente protegido precisa aprender,lentamente, a conviver com os novos estímulos sensoriais (luzes, sons, sabores). Infelizmente, tal percepção já não é mais tão lógica. Observamos, por exemplo, como é grande a quantidade de bebês, muitas vezes com menos de um mês, que podem ser vistos, atualmente, em shopping centers, supermercados (até de madrugada!), festas e outros locais excessivamente agitados para quem
acabou de nascer. Podemos nos questionar sobre que influência causa na criança esta hiper estimulação tão precoce. Quem sabe possamos comparar o que isto significa para a criança com como nos sentimos se, após uma agradável noite de sono, somos despertados pelo suave canto dos
pássaros e uma doce mão que nos afaga a cabeça ou por um despertador estridente e alguém nos sacudindo. Certamente começa aí o problema atual e crescente de crianças diagnosticadas como “hiper-ativas”.

     Hoje em dia, até o momento de ir para a escola se antecipou, o “descortinar” do mundo chega cada vez mais cedo. Antigamente a idade escolar iniciava aos sete anos. Até então, era normal que as crianças ficassem em casa, cuidados por seus familiares. E, durante esse primeiro setênio (período de sete anos), ela podia aprender naturalmente suas mais importantes lições: andar, falar, pensar e se relacionar socialmente. Tudo através do exemplo, da imitação do adulto próximo a ela e, é claro, do
aprendizado oriundo de suas próprias brincadeiras. Mas, em nossa sociedade atual, cada vez mais as famílias se vêem obrigadas a colocar as crianças em creches e jardins desde muito cedo, a fim de poderem desenvolver suas atividades profissionais.

     Diante deste quatro, talvez difícil de mudar, resta a possibilidade de, ao se buscar uma escola, primar por um local que procure conservar o ambiente caloroso do lar. Onde haja adultos conscientes das reais necessidades da criança, do papel que desempenham na educação infantil e, principalmente, dignos de serem por ela imitados. Um local onde a criança possa brincar
saudavelmente, ao ar livre, com brinquedos que possibilitem a ela o desenvolvimento pleno de seus sentidos, de suas emoções e de seu organismo.

     Além do mais, um ambiente acolhedor na infância traz lembranças que ficam para toda a vida.      Quem é cuidado aprende a cuidar! Quem não sorri ao lembrar de momentos onde podíamos nos sentar no colo da avó e ouvir histórias, ou raspar com o dedo a tigela de um bolo recém preparado pela mãe? Talvez muitos pais, hoje em dia, não possam ter tido o prazer, quando crianças, de entrar em uma cozinha constantemente perfumada pelo cheiro do pão que acabou de ser assado. É esse tipo de vivências simples e calorosas, nos primeiros anos de vida, que educa adequadamente a vontade (força interior que move para a ação no mundo) e a índole da criança. Se apoiarmos essa força de vontade, dando espaço para a criança brincar sadiamente, quando ela se tornar adulta também terá vontade de agir, de transformar o mundo. E é principalmente antes dos sete anos de idade que podemos fortalecer a vontade de agir.

     Na educação infantil (maternal e jardim), a pedagogia Waldorf procura recriar este ambiente caloroso do lar. Todo o período em que a criança está na escola é cuidadosamente preparado. Todas as vivências são feitas dentro de um ritmo orgânico (contração e expansão, inspiração e expiração).

     Expansão, por exemplo, no momento em que as crianças brincam livremente dentro das salas, depois a contração, quanto todos se unem para participar da roda rítmica e do lanche (alimento do corpo). Novamente a expansão, com o brincar na área externa da escola e a contração, quando todos são reunidos para ouvir uma história (alimento da alma). O ritmo que se repete diariamente é essencial para trazer segurança à criança e desenvolver nela hábitos saudáveis. É claro que este ritmo também se transforma como na natureza, a cada mudança de estação, e como no íntimo da alma humana, na vivência das diferentes celebrações (Páscoa, São João, Natal).

     Para seu desenvolvimento motor e de equilíbrio, as crianças são incentivadas a pular corda, andar de perna-de-pau, pular amarelinha, pular elástico, brincar na caixa de areia. Estas brincadeiras promovem, anos mais tarde, o fortalecimento cognitivo no jovem e no adulto. Isto porque o
desenvolvimento motor está diretamente relacionado ao desenvolvimento cognitivo. Os brinquedos utilizados nas escolas Waldorf são, geralmente, produtos da natureza, que cresceram e se transformaram naturalmente: um galho de árvore, uma conchinha, etc. A criança que brinca com esses elementos sente-se fortalecida interiormente, pois os processos de desenvolvimento e crescimento intrínsecos a eles correspondem também ao que está ocorrendo no interior da própria criança. Além disso, sua fantasia e criatividade são ativadas por essas formas. No mais, os brinquedos simples e naturais (feitos com madeira, lã pura, algodão, seda, pedras, etc.) estimulam o tato e são muito mais agradáveis ao toque. Faça esta experiência: coloque em um saco fechado e opaco brinquedos de plástico e eletrônicos e, em outro saco, brinquedos de madeira, bonecas de pano, lã. Peça, depois, para que uma pessoa que não conhece o conteúdo dos mesmos coloque sua mão no interior de cada um e relate suas sensações ao tocar os objetos dos diferentes sacos.

    Experimente você também! E então... Que tipo de estímulo parece mais adequado para a criança?

    A escola Waldorf não alfabetiza as crianças no jardim da infância, pois exigir da criança um aprendizado intelectual nesta etapa de crescimento retira suas forças vitais, enfraquecendo, inclusive, seu desenvolvimento físico e a formação de seus órgãos. Já o desenho, a pintura e a música estão presentes diariamente nas atividades desenvolvidas com as crianças, assim como
ajudar a professora a preparar a massa do pão (que será compartilhado por todos na hora do lanche) e a organizar a sala depois das brincadeiras - é importante que as crianças guardem os elementos separados em cestinhas ou caixinhas, isto cria nelas um sentido de ordem e forma, preparando para
o pensar lógico. Elas não sabem fazê-lo sozinhas e precisam do exemplo adulto de que a arrumação é feita com gosto. Se fizermos com vontade e alegria, as crianças também irão fazê-lo.

      Este tempo em que a criança cresceu fortalecida pela possibilidade de brincar e imitar dá a ela uma prontidão para a educação formal. Agora sim, gradativamente ela adquire condições de permanecer mais tempo concentrada, pois suas forças vitais tornam-se disponíveis para atuar na memória, sem
ônus para seu desenvolvimento físico. Distingue-se nas crianças que saem dos jardins da infância

     Waldorf para iniciar a vida escolar (1º ano), muito entusiasmo e vontade de aprender, além das bochechas sempre rosadas.

Texto retirado da
http://www.escolaturmalina.com.br/download/artigos/a_educacao_da_crianca_de_0_a_7_anos.pdf

imagens retiradas do google
fotos tiradas na escola Querencia em porto alegre
http://www.ewq.com.br/60358.html

Pessoal isso é só uma pitadinha da maravilha que são as escolas Waldorf... é só procurar no Google e viajar nessa maravilha de instituição.

beijossssssssssss
Dani Garcia