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terça-feira, 10 de dezembro de 2013

A hora da verdade: Escolher a Escolinha

Olá Mamães Blogueiras

Agora chegou a hora da verdade estou visitando várias escolinhas, pois Samuel completa 3 anos na segunda feira e já é a hora dele começar a sua alfabetização e seu contato com outras crianças. Aprender a dividir, a realizar tarefas em conjunto com outras crianças, estabelecer regras e limites em grupo. E o mais temido, sair da zona de conforto, do ambiente de casa, do comando da babá. Ampliar seus horizontes e não ficar só na dependência do papai e da mamãe. Enfim, alçar voos distantes e solo.


E esse momento na vida dos pais não é fácil. Eu confesso que andei por várias escolas, garimpei seus métodos de ensino, espaço físico, professoras capacitadas, pedagogia e atividades aplicada, capacidade de entretenimento para uma criança em tempo integral, cardápio oferecido, atividades extra curriculares, período letivo, limpeza do ambiente. Enfim um mundo de possibilidades para uma criança de 3 anos.

E tomar a decisão, infelizmente, depende de vários fatores, sendo o mais importante localização e valor da mensalidade. Nem sempre o mais caro é o melhor. Eu ainda não tenho uma decisão tomada, estamos avaliando com cuidado, pois a peça fundamental deste processo é que escolhamos um lugar onde Samuel irá se sentir acolhido e confortável.

É um misto de emoções que nos ronda, vários medos e inseguranças. O que ele vai sentir, como vai se comportar, mas tenho a certeza que vamos encontrar o melhor local para que ele possa começar a sua vida escolar.

E vocês mamães blogueiras, conta pra gente como seu filho iniciou a vida escolar. Nós queremos saber.

Esse foi meu recado de hoje.
Andréia Sales

sábado, 30 de novembro de 2013

O poder das palavras na vida dos filhos

Por Graziela Sales, do blog Mãe de princesas




Quantas vezes, você mamãe em um momento de raiva já deixou escapar uma palavra de maldição na vida do seu filho? Tipo : Que menino(a) bagunceiro, custoso, danado, terrível, você nunca vai dar certo na vida, nunca vai ser feliz, nunca vai parar de fazer bagunça, etc....
A palavras dos pais na vida dos filhos tem grande influência na vida deles.
As palavras de maldição tem consequências terríveis na vida das crianças, porque isso fica gravado no sub consciente delas e gera problemas futuros, como : problema na auto-estima, falta de confiança, medos, traumas, dificuldade de relacionamento e outras coisas mais.
Mesmo que em momentos em que os filhos fazem as maiores travessuras, cuidado com o que diz a ele, por mais difícil que seja, o corrija com amor e se segure nas palavras.
O coração de uma criança é um terreno fértil, que podem nascer bons frutos e maus frutos, dependendo das sementes que plantar na vida deles e as palavras as vezes são sementes de amargura na vida dos pequenos que será refletido com o tempo. Daí pensamos onde erramos ? Eu dei tanto carinho para ele(a), amor e tudo mais , mas se esquece das palavras que ferem, aparentemente simples, sem maldade, mas que entra no coração como uma faca.
Uma mãe nunca tem a intenção de machucar o filho com palavras, mas nos momentos de raiva ou nervosismo acaba falando sem perceber.
Eu ainda me lembro de palavras que minha mãe me disse quando ainda criança e sei que nunca foi a intenção dela de me machucar, mas até eu entender isso demorou, foi um processo longo que gerou atraso em etapas na minha vida, auto-estima baixa, sentimentos de incapacidade, complexo de inferioridade, mas graças a Deus, hoje tenho a alma curada.
Evite que seus filhos passem por isso, cuidado com o que sai da sua boca, por mais difícil que seja, não deixe a ira tomar conta do seu coração na hora de corrigir o seu filho.
Se por acaso disse algo ao seu filho que pode feri-lo, mesmo que ele não entenda, peça perdão para o seu filho, explique para ele que disse tal palavra sem pensar , isso evitará que essa palavra  negativa fique dentro da mente o do coração da criança.

*Graziela Sales é blogueira, arteira e mamãe de quatro lindas princesas.

sábado, 23 de novembro de 2013

Somos um espelho para nossos filhos !

Por Nara, do blog De mãe para Mãe


Todos nós sabemos  que desde que nascemos o primeiro contato é com a mãe daí cria um vinculo muito forte de amor, carinho, respeito e exemplo.
Sou do tempo em que me ensinaram a falar sim senhor, sim senhora  jamais "tu". Minha educação foi bem rígida, minha mãe engravidou com 45 anos e eram outros tempos, sempre elogiaram minha mãe pela minha educação , os tempos mudam, talvez nem eu dê essa educação tão rígida para meu filho .
A educação vem de casa, do ambiente, das conversas na frente da criança por isso devemos todas nós cuidar até aquela novela que olhamos na tv e tem certas"cenas" que a criança vai querer saber o que é , até para evitar o enroladinha básica hehe.



Hoje em dia vejo crianças que como todas tem suas birrinhas porquê não quer comer, sair, durmir mas também vejo que além dessas birrinhas vem muitas palavras fortes , palavrões e certas palavras que muita gente grande não falaria , não digo que a culpa é dos pais  mas sim do descuido , é por isso que temos que ver e cuidar muito bem a escola que a criança irá frequentar , conversas inadequadas  e acreditem aquele famosa frase funciona mesmo : é conversa de adulto .
Acreditem eles sempre vão  se inspirar em nós ,seguir nosso caminho uma hora sabemos que eles vão se separar de nós criar sua própria história , mas sempre vão ser ligados a nós nem que seje na nossa imaginária placenta hehe.

          É na Educação dos FILHOS  que se revelam as Virtudes dos PAIS !!
                                   
                                          Beijos Nara Ribeiro :D


*Nara é blogueira e mamãe do pequeno Arthur

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Todolivro em nossa vida!

Olá mamães,

Vocês sabem que o Recanto agora é parceiro da Todolivro, por isso vou lhes mostrar um pouco do que temos aqui em casa, rs!

Esses são uns que recebemos ano passado numa promoção que participamos e ganhamos (oba!)

Esses dois são lindos, foram os preferidos da Cecília, ela anda com eles por toda parte!
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Escolhi esse porque observo que o Davi ainda se confunde um pouco com os opostos e acredito que o livro irá ajudar muito. Ele adorou!
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Esse foi o próprio Davi que escolheu, é uma graça! A Cecilia também adora!
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Esse ainda não abrimos, vamos esperar um pouco, pra ter sempre uma novidade. Mas depois contamos como ele é!
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Esses dois são muito divertidos, foram os preferidos do Davi. Ele até já levou pra escola.
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Agradeço a Todo Livro por essa oportunidade de poder proporcionar mais alegria, divertimento e aprendizado aos meus filhotes.

E se você também quer ma oportunidade dessas, participe do nosso sorteio!
Beijocas!

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Saiba qual é a melhor hora para soltar as rédeas e tornar seu filho independente.

Oi amoreees!
É tão difícil ver nossos bebezinhos crescerem,né?! Mas faz parte da vida e precisamos aprender a lidar com essas mudanças.

Com o tempo, os filhos precisam aprender a se virar sozinhos. Não sabe qual é o momento ideal? Listamos abaixo a idade mais adequada para você dar liberdade e autonomia às crianças. Confira!




Como soltar as rédeas e tornar o filho independente


A hora do seu filho bater asas e voar vai chegar. Aprenda a lidar com cada fase!




Para se tornar um adulto seguro, seu filho precisa confiar em si mesmo. Uma das maneiras de ajudar nisso é dar autonomia a ele aos poucos. Cada novo desafio tem uma fase ideal para acontecer, mas é importante ouvir sua intuição e avaliar quando a criança estará mesmo preparada para ganhar um tantinho a mais de independência. Reunimos aqui informações que vão ajudá-la nessa jornada.


Andar sozinho e pegar ônibus.


Para saber se está na hora de deixar seu filho sair sozinho, considere alguns fatores, como a maturidade dele, o tamanho da cidade e a distância a ser percorrida. Se vocês vivem em um município pequeno, ir para a escola sem companhia deve ser algo comum entre crianças de 10 anos ou até menos. Mas isso não quer dizer que seja o mais acertado. "Uma criança de 9 ou 10 anos pode se distrair e acabar se perdendo, ser atropelada ou manipulada por pessoas mal- intencionadas", opina Karem Cristina Moreno Trigueirinho, educadora e psicopedagoga do Colégio São Judas Tadeu, de São Paulo. Segundo Karem, por volta dos 14 anos seria a fase ideal para sair desacompanhado. O mesmo vale para começar a pegar ônibus. No início, os trajetos devem ser curtos e conhecidos. "Oriente seu filho e confie na capacidade dele, sem ficar ligando para o celular o tempo todo", diz a especialista. Peça apenas que ele telefone quando sair e quando chegar. Confesso que quando essa hora chegar aqui em casa vou chorar! rsrs


Ficar em casa sem mais ninguém.


Antes dos 12 anos, evite deixar seu filho sozinho em casa, principalmente por longos períodos. A criança pode não avaliar os riscos e viver situações de perigo, como brincar com fogo ou pular de uma escada alta, por exemplo. Espere que seu filho tenha noção do que é seguro e saiba telefonar para pedir ajuda, se for preciso. E ensine-o a nunca abrir a porta para estranhos.


Dormir na casa de um amigo.


Hoje em dia, crianças bem novinhas já querem dormir fora. "Com 7 ou 8 anos, você pode deixar, desde que conheça bem a família", sugere Karem. É uma boa oportunidade para seu filho se tornar mais independente porque ele terá que cuidar da roupa, de escovar os dentes e de se alimentar com o que for oferecido. Até os 6 anos, o melhor é só passar o dia fora.


Começar a ajudar na cozinha.


A partir dos 4 anos, a criança já possui coordenação motora para se aventurar na cozinha ao seu lado, mas longe do fogão e de facas. Ela pode ajudar a sovar um pão ou a lavar e temperar a salada, por exemplo. Aos poucos, vá dando mais autonomia ao pequeno, sempre com supervisão de um adulto. Porém, mexer com fogo e objetos cortantes sozinho, só com 14 anos ou mais.


Aprender a lidar com dinheiro.


Ensine para que serve o dinheiro a partir dos 3 anos. Use cédulas de mentira e brinque de fazer compras com seu filho. "Aconselho a dar uma mesada a partir dos 6 anos, de valor baixo, para a criança poupar uma parte e comprar as próprias coisinhas", diz a psicopedagoga. Adolescentes devem aprender a gerenciar a mesada. Se acabar antes do fim do mês, não dê nenhum extra.


Começar a trabalhar.


Pela legislação brasileira, a partir dos 14 anos já é permitido trabalhar, desde que seja como aprendiz, por meio período, durante o dia e em função que não ofereça risco à saúde. Pode ser muito positivo para seu filho ganhar o próprio dinheiro e se preparar para uma profissão. Se ele desejar isso, incentive-o. "Trabalhar faz o jovem se sentir útil, melhora a autoestima e ajuda a amadurecer", diz Karem. Fique atenta aos direitos dele: não deixe que seja explorado ou que o desempenho na escola piore.
O mais importante, é lembrarmos que pra tudo tem seu tempo e nós como mães, precisamos estar sensíveis o suficiente pra reconhecer que cada tempo chegou!





Beijo,beijo!!






terça-feira, 30 de julho de 2013

Como ensinar com inteligência

Sim, é possível fazer seu filho obedecer a você sem palmada ou castigo


Como ensinar com inteligência

Para que a criança obedeça, não é preciso puni-la com castigos rigorosos e, menos ainda, dar palmadas. Muitas são rebeldes porque querem chamar a atenção. Outras, simplesmente têm personalidade forte. Em qualquer caso, é preciso paciência. "É importante construir uma relação de confiança, porque isso facilita o diálogo. Quando as recusas ocorrerem, faça um trato com a criança em vez de castigá-la", diz Nívea Fabrício, psicóloga e psicopedagoga do Colégio Graphein, de São Paulo. Esse trato é um acordo em que o adulto explica seus motivos e deixa claro que a desobediência terá um preço. "Não ameace seu filho. Isso é uma forma pesada de imposição de regras", orienta a especialista. Veja, ao lado, as melhores (e as piores) atitudes para dar disciplina aos filhos.
O que é correto
_Ser um bom modelo para seu filho.
_Ensinar que para tudo na vida existem limites e, quando você desrespeita isso, há consequências.
_Dizer “por favor” e “obrigada”. Elogiar sempre que a criança fizer algo certo.
_Agir sem crueldade na hora de determinar algum tipo de punição.
_Um ótimo recurso é pedir ao seu filho que fique por um tempo no quarto, pensando no que fez. Isso é diferente do castigo pelo castigo, em que não há uma proposta construtiva.
_Em vez de gritar ou bater, privar a criança de algo de que ela gosta por um tempo determinado, como não jogar videogame no fim de semana.
O que é errado
_Ceder toda vez que seu filho fizer birra para conseguir o que quer (ou seja, é preciso saber dizer “não”).
_Chamar a criança de “peste” ou de qualquer outro tratamento ofensivo.
_Respeite para ser respeitada.
_Afirmar que irá tomar certa atitude caso seu filho insista em desobedecer e, depois, não cumprir o prometido.
_Antes de determinar qual será a punição, pense se terá coragem de ir até o fim. Caso contrário, você ficará desacreditada com essas ameaças.
_Dizer “não” o tempo todo. Pais que negam tudo perdem força. Analise a situação antes de decidir se deve ou não permitir que seu filho faça algo.
Fonte: MdeMulher

Esse foi meu recado de hoje.
Convido a todas a conhecerem meu Blog Mãe Vaidosa.
Andréia Sales


quinta-feira, 9 de maio de 2013

A grande responsabilidade de criar filhos nos dias de hoje


Por Gabriela, do blog Zoo Kids

Meu nome é Gabriela e sou mãe de duas crianças maravilhosas, chamadas Gustavo e Giovana. Eles são meu maior presente, são o ar que  respiro e a razão da minha existência. Minha vida sem eles não seria completa!!
Mas, ás vezes,  pego-me lembrando das histórias da minha avó materna e como ela chegou a deixar minha mãe embrulhada até os 6 meses de idade! Já pensaram? uma criança de 6 meses de idade embrulhada?? Hoje em dia, com 6 meses,  já estamos deixando-os sentados em cadeirinha e dando comida a eles!   Hehehe

Outro comentário de, praticamente, todas as avós é das facilidades de hoje em dia, de como no tempo delas, quando as crianças estavam crescendo, não existia TV. Nem essa quantidade absurda de brinquedos que estimulam as crianças a pular, andar, prestar atenção e por ai vai...... Isto nos leva a achar que sem eles, nossos filhos não iriam conseguir  desenvolver da forma correta. O gostoso, dizem elas,  era levá-los no parquinho do bairro para brincarem de gangorra, na balança com outras crianças, com outros pais presentes.

Agora, já pensaram o que seria de nós numa época como aquela? Sem TV, sem desenho, sem comida pronta que só precisa esquentar? Sem fralda descartável , sem internet, sem google, enfim, sem todas estas facilidades?Acho que não duraríamos um mês sem infartar!
Agora....... antes fosse só esse o nosso real problema!
Fico impressionada em como o “mundo” está hoje e preocupada por ser mãe de dois e ser uma pessoa que quer sim, colocar mais filhos no mundo!?
Ligo a TV e é sempre só desgraças. Já não é  só na TV que vemos tais coisas, nem só nos jornais que lemos sobre elas! é na internet, nas redes sociais, no nosso dia a dia.

Temos pais que são presos por baterem nos seus filhos; jogá-los pela janela porque estão estressados;  mães que resolvem que a vida delas não vale mais a pena e saem matando sua família;  pessoas entrando em escolas e matando várias crianças. Outras com apenas 7 anos de idade, usando batom e salto alto, brincando o dia todo na internet, no vídeo game.  Deveriam  saber o que é pular corda, brincar de esconde esconde, de apreciar a natureza e dar valor a ela, que também está indo por água a baixo.

Fala-se em guerras, rumores de guerras, falta de fé, homossexualismo. Que legal mesmo é ser bissexual e por ai vai........ Aonde será que o mundo vai parar?
Felizmente, ainda temos pessoas conscientes, que querem fazer do mundo um lugar melhor para nossos filhos. Que entendem o valor da família, que hoje em dia,  são tão facilmente desfeitas!  Que sabem, enfim, dar a mão para ajudar aqueles que necessitam de amor, carinho, atenção.
Há ainda esperança de um mundo melhor para nossos filhos mas, para isso,  temos que fazer a nossa parte e, antes de ensiná-los a amar, temos que amá-los.
Afinal de contas, acredito que só sabemos o verdadeiro significado de amor infinito, depois de  tornamo-nos MÃES!


Gabriela por Gabriela: mãe de um menino lindo chamado Gustavo e de uma menina linda chamada Giovana. Eles são os amores da minha vida, o ar que eu respeito e sou capaz de tudo por eles.  Sempre sonhei em ter meu próprio negocio e passava horas pensando no que poderia fazer.Especialmente depois que virei mãe, pois queria poder criar eles eu mesmo e passar o máximo de tempo possível dando atenção a eles. Sou formada em Turismo e Hotelaria, morei uns anos no exterior depois que casei e trabalhava na minha área ate que virei mãe!
Vim para o Brasil com o firme proposito de fazer alguma coisa que me permitisse trabalhar em casa para pode ficar com meus pequenos tesouros! A ideia do blog surgiu no começo de 2011, não aguentava mais ver sempre as mesmas coisas nas lojas e com preços exorbitantes!!! Então comecei a pesquisar produtos infantis diferentes!!!
Amo o que faco, amo ser mãe e amo minha família!

Assim como a Gabriela, você também pode participar deste espaço como Colaborador, basta enviar um email para recantodasmamaes@yahoo.com.br

terça-feira, 7 de maio de 2013

As frases que devem ser evitadas na educação dos filhos

Olá Mamães

Hoje vamos falar sobre o porque algumas frases muito usadas pelos pais devem ser evitadas. E conheça outras que só fazem bem aos filhos

As frases que devem ser evitadas na educação dos filhos
Foto: Getty Images

 As palavras são o principal instrumento na educação de crianças e adolescentes. Com elas, você aconselha, dá bronca, orienta. Infelizmente, porém, nem sempre o que é dito com a melhor das intenções produz bons resultados. “Muitos pais desconhecem o verdadeiro poder das palavras que utilizam”, alerta a psicóloga carioca Giselle Nunes Salgado de Melo, especialista em educação de crianças e adolescentes. “Sem saber, dizem coisas pensando no bem de seus filhos, mas utilizam frases que acabam tendo o efeito oposto.”

Falar, por exemplo, que a criança vai cair se continuar correndo daquele jeito ou acusá-la de não estar agindo conforme a sua idade em alguma situação são afirmações que podem atrapalhar o desenvolvimento emocional de um filho.

Efeito na auto-estima

Vários estudos já mostraram que as crianças educadas com men-sagens encorajadoras conseguem ultrapassar com mais facilidade os obstáculos da vida. “Já as que se sentem humilhadas ou diminuídas com o que ouvem dos pais costumam ter problemas de auto-estima e se tornar inseguras, frágeis e vingativas”, diz Giselle.
Para ajudar os pais a refletir sobre o assunto, a especialista listou quatro frases que considera benéficas e outras quatro que, a seu ver, fazem algum tipo de mal aos filhos (quadro ao lado). Usando as palavras certas, você educa, põe limites e ao mesmo tempo fortalece a personalidade das crianças.

O que dizer...
· "Eu te amo, mas não gostei desse seu comportamento"

É sempre importante separar a ação (ele não voltou no horário combinado) do autor (seu filho). Faça-o
entender que se comportar mal não faz dele uma pessoa má. Dizer que o ama na mesma frase em que você expressa sua desaprovação mostra que seu objetivo não é puni-lo, e sim ensiná-lo a se 
comportar de maneira apropriada.

· "Por favor, decida"

Você vai com seu filho ao mercado, diz que está sem dinheiro, mas ele insiste que quer um doce caro. Essa é uma boa hora para fazê-lo perceber as conseqüências de suas decisões. Você pode dizer, por exemplo, que só poderá levar o doce se descontar o valor da mesada dele. Faça isso sem ironia e peça que ele decida. Além de oferecer uma opção ao seu filho, você evita o papel de má e insensível.

·  "Preciso da sua ajuda num problema"

Muitas vezes, o mau comportamento da criança reflete uma carência emocional momentânea. Então, se vocês estiverem num local público e seu filho começar a aprontar, em vez de repreendê-lo peça a ajuda dele para resolver um problema seu (qualquer um). Ele se sentirá útil e respeitado, deixando a birra de lado.

· "O que você realmente quis dizer a ele?"

Quando seu filho xingar alguém de raiva, chame-o para uma conversa e pergunte o que ele de fato queria falar à pessoa. Para as crianças, entender os próprios sentimentos não é fácil. Menos ainda traduzi-los em palavras. Essa dificuldade em se expressar acaba gerando brigas à toa. Conversando, você o ajuda a compreender a situação e a lidar com o conflito de uma maneira mais positiva.

...E o que nunca falar
· "Por que você não pode ser como seu irmão?"

Essa comparação faz seu filho se sentir um cidadão de segunda classe e atiça a rivalidade entre os irmãos. E ela dificilmente o fará molhar menos o banheiro ou melhorar o desempenho na escola. Esse tipo de comentário enfraquece a auto-estima e mina a autoconfiança da criança. O certo é pensar na educação de cada filho como um projeto único, aceitando suas fraquezas e dificuldades.

· "Comporte-se de acordo com sua idade"

Se o seu filho de 9 anos gritou com o de 4 por causa de um brinquedo, não use a idade dele como argumento para repreendê-lo, sugerindo imaturidade. Lembre-se de que ele ainda está aprendendo a lidar com diferentes sentimentos e situações. Não existe um padrão de comportamento certo para cada idade. Nessas horas, procure se ater ao motivo que levou a criança a agir daquela forma, sem diminuí-la.

· "Eu estava só brincando"

Essa frase costuma ser usada por pais que acreditam que provocar o filho de propósito é uma boa maneira de torná-lo mais forte. Um exemplo disso é chamar de "bicho-do-mato" uma criança tímida para forçá-la a se enturmar - e depois dizer que é brincadeira. Não funciona. O filho se magoa, perde a confiança nos pais e não se sente apoiado por eles.

· "Não corra, senão você vai cair"

Esse tipo de afirmação tem duas implicações negativas. A primeira é inibir a experimentação. Arriscar um novo passo, tropeçar, rever as estratégias e tentar novamente faz parte de qualquer aprendizado. Além disso, depois de escutar várias vezes essa frase e não cair, seu filho deixará de ouvir suas advertências. Prefira frases mais informativas e positivas, como "o copo está cheio, tenha mais cuidado" ou "verifique se os seus cadarços estão bem amarrados".

Publicado na Revista Ana Maria


Esse foi o meu recado de hoje
Convido a todas a seguirem meu novo Blog Mãe Vaidosa
Andréia Sales
www.maevaidosa.com 

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Um segundo filho é a solução???


Olá mamães e papais, tudo bem?

Hoje quero falar de um assunto que poderia entrar para uma série, os conselhos alheios que mais recebo.
Por onde quer que eu vá sempre tem alguém me perguntando quando virá o próximo filho, sempre dizendo que eu devo dar um irmãozinho ao Daniel para que ele tenha com quem compartilhar as coisas, nunca se sinta sozinho, para evitar que ele seja antissocial, egoísta, individualista e vários outros “istas”. 
Este é um conceito que já está formado na cabeça das pessoas, mas não necessariamente é assim.

Eu poderia até contar alguns exemplos próximos...
De filho único que não tem nenhuma dessas características, de família com mais de um filho onde um ou outro filho é assim. Assim como de irmãos que não são os melhores amigos, não tem afinidades, mal se falam...

Estas características refletem muito mais a educação dos pais, o ambiente familiar em que viveram, um traço da personalidade ou alguma outra coisa.

Claro que um filho único que na família for o centro das atenções, mimado em excesso por todos, tendo à mão tudo o que quiser ou ao menos em pensamento desejar, criado sem limites, um verdadeiro reizinho da casa... a tendência será essa, de tornar-se individualista e etc.

Mas imagina este mesmo filho único vendo exemplos em casa de solidariedade e ajuda ao próximo, vivendo em um lar onde aprenda a repartir, tendo desde cedo pequenas responsabilidades, aprenda a respeitar regras... totalmente diferente, né!

Quem tem filho pequeno sabe que em determinada fase eles têm uma certa dificuldade em dividir e emprestar os brinquedos, sendo filho único ou não.
Meu filho como qualquer menino de três anos, já teve a fase de não querer dividir, ainda dá uns "pitis" de vez em quando. Mesmo sendo mais raro hoje em dia, cabe a mim e ao pai ensinar persistentemente o certo, não dá para pensar:
 “ ah, é só ter mais um filho que isso se resolve”

Sempre pensei em ter dois filhos, mas nunca me passou pela cabeça este tipo de justificativa. Na minha opinião, ter mais de um filho é sim maravilhoso, desde que as razões não sejam apenas estas...
E sim, eu ainda quero muito um segundo filho!
E não, ainda não estou grávida... ainda não.

Vale conferir:

E vocês, o que pensam a respeito?

Beijos e ótima semana!
Mamãe Lauri

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Natal, ótimo momento para ensinar a ser solidário...




O Natal é uma época que apela à solidariedade e é um momento ideal para as crianças aprenderem que existem outras crianças que não recebem brinquedos e muitas vezes falta também o básico como alimentação. Podemos explicar que existe gente que necessita de ajuda e que podemos de alguma maneira fazer algo por eles.

Ser solidário não se aprende de um dia para o outro. É um processo que se constrói ao longo da vida. E, quando esse valor é ensinado dentro de casa, desde pequeno, nada mais natural do que se tornar algo para a vida inteira.

Faz tempo que estou querendo retirar o excesso de brinquedos do Daniel e fazer uma doação a uma instituição. Brinquedos que ele não brinca mais, deixou de gostar, mas que estão em bom estado ainda. Mas fui adiando o momento porque eu queria fazer isso com o consentimento dele, com a participação dele, ele mesmo escolhendo o que ele não quer mais. Então já faz um tempinho que estou conversando com ele. 

E a minha intenção era que ele fosse comigo levar os brinquedos para quem precisa, participando de todo processo.  Envolver a criança é importante, pois ela se sente valorizada e incorporando o comportamento de dividir como habitual.

A função do brinquedo é ser utilizado para brincar, na minha opinião quando perde essa função precisa ser passado adiante.
Pesquisando na internet podemos encontrar locais que recebem doações de brinquedos usados, e podemos entrar em contato para saber outras necessidades da instituição. 

Algumas dicas:


*Seja solidária – A melhor maneira de ensinar algo a uma criança é o nosso próprio exemplo, para elas é o que mais conta.

*Doe pertences em bom estado – Não doar algo que não gostariam de receber. Ninguém quer ganhar algo quebrado, caindo aos pedaços, ou sujo, não é verdade? Precisamos nos colocar no lugar do outro...

*Doar a instituições – Evitar dar na rua ou em semáforos, pois esse comportamento além de perigoso, incentiva a presença de crianças pedintes nas ruas. Ao doar em instituições, estimulamos que as pessoas que necessitam busquem recursos nos locais apropriados e contribuímos para evitar a exploração infantil.

Um beijo e ótima semana!
Mamãe Lauri
laugsousa@yahoo.com.br

sábado, 22 de setembro de 2012

Girando, girando...

Por Camila Vaz, do blog Mundo de Palavras


Sabe aquela expressão: ” O mundo é redondo” ?
É referente à idéia de que ele gira no formato cíclico, onde os fatos ocorrem com a tendência de voltar ao estado inicial.
Com a chegada da minha primeira filha e com a espera do novo bebê andei pensando sobre isso e acabei descobrindo que o mundo é redondo como a barriga de uma mãe gerando.
Vejam só: um dia eu fui apenas filha, cheia de opiniões a respeito da forma a qual minha mãe me educava, achando sempre que quando chegasse a minha vez, eu faria tudo diferente dela.
Porque quando a gente é (só) filho, costumamos medir a eficiência dos nossos pais pela quantidade de “SIM” que eles nos dizem.
É claro que uma criança ou um adolescente não entende que é inevitável fugir do tal ciclo e dos fatos que devem acontecer para manter a lógica das coisas.
Por isso os pais devem dizem quantos “NÃO” forem necessários para educar, ensinar, formar o caráter de uma criança. Explicando sempre o motivo de suas decisões.
O tempo passou, eu cresci, casei, tive uma filha e já tenho outro bebê a caminho.
Desde então não sou mais apenas filha, mas me vejo na “famosa” posição de mãe, onde muitas vezes não sei como agir e nem tenho um manual para me direcionar. Uma posição a qual me pego num emaranhado de dúvidas, onde eu tenho que fazer escolhas das quais posso me orgulhar ou me arrepender.
Agora me vejo cometendo erros os quais jurava que não cometeria ou tomando atitudes de mãe, fazendo coisas de mãe, que só as mães são capazes de compreender.
Hoje eu amo a minha filha e o bebê que carrego dentro de mim de uma forma tão intensa e inexplicável, que torna possível entender as justificativas da minha mãe em nome do amor que ela sempre sentiu por mim.
São os ciclos que devemos respeitar e as experiências alheias que devemos considerar.
Cada coisa no seu devido tempo e no seu devido lugar.
O mundo deve ter dado algumas voltas antes de me colocar na posição que um dia eu critiquei.
E isso pode acontecer com qualquer um, comigo ou com você.
Basta o mundo girar…
 
Camila Vaz

Camila por Camila: Sou mãe, esposa e advogada.
Sempre sonhei em ser mãe de uma menina e um menino.
Deus resolveu realizar meu sonho enviando a Isabela de 1 ano e 7 meses e o Isaque que está a caminho.
Amo escrever e ler tudo o que as mamães compartilham em seus blogs.
Afinal, somos eternas aprendizes.
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Assim como a Camila, você também pode participar deste espaço como colaboradora, envie seu texto para o nosso email:
 recantodasmamaes@yahoo.com.br 
e aguarde o nosso contato.
Com carinho,
Equipe Recanto

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Como a prática esportiva pode ajudar a criança no dia a dia

Em tempo de Olimpíadas, saiba como a prática esportiva pode ajudar o seu filho a aprender a lidar com vitórias, derrotas e problemas do dia a dia

Fonte: MdeMulher

O momento é de torcer pelo Brasil nas quadras, na piscina, na pista de atletismo. Bom motivo também para reunir a família em torno e conferir como é essencial aprender a lidar com vitórias e fracassos. "O esporte ensina que ganhar é bom, mas também é importante saber perder, desde que a derrota não se torne um hábito", diz o professor de educação física Leonardo de Matos Morillo.

A prática de jogos e atividades esportivas ensina a criança a lidar com as dificuldades do dia a dia. "É uma maneira eficaz de fazê-la entender que, diante de resultados negativos, não deve desanimar e sim treinar a superação", afirma a psicóloga de adolescentes Dulce Barros. Crianças que reagem mal a perdas podem entrar num processo destrutivo. "Quem se concentra apenas no lado competitivo perde a referência interna e tem a autoestima abalada", acredita Dulce. Prova disso são tantos atletas talentosos que muitas vezes se perdem, a ponto de puxar o tapete do adversário ou usar substâncias ilícitas para melhorar o desempenho. "São pessoas que só desenvolveram o lado negativo da competição", adverte a psicóloga. Para evitar esse tipo de comportamento, é preciso estimular a criança a desviar o foco do outro e olhar para si mesma, mostrando que é possível superar, a cada dia, as fraquezas e os obstáculos. "Ensinar que amanhã ela pode ser melhor, se treinar o bastante, é o caminho", garante o professor Leonardo. Sem esquecer que pais esportistas influenciam os filhos. Vale a máxima: criança aprende pelo exemplo.

Do individual ao coletivo

Praticar esportes individuais, como natação, artes marciais ou tênis, ajuda a trabalhar a superação. "São práticas que estimulam a concentração e a crença na força interna", conta a psicóloga. Na atividade que realiza sozinha, a criança também ganha autoestima. "Ela vai começar a admirar e respeitar o adversário. Afinal, o outro sempre vai ter qualidades também", diz Dulce. Na escola, jogos de equipe (como queimada) são uma prévia para encarar esportes mais competitivos. "Até os 8, 9 anos, o clima é mais recreativo do que competitivo", lembra Leonardo. Ele costuma ensinar a turminha dessa idade o sabor de ganhar e a dor de perder - sem deixar de premiar os campeões. "O incentivo é sempre para que busquem a vitória, sem desmerecer o segundo e o terceiro lugar", relata o professor. Já nos esportes coletivos, como futebol, vôlei e basquete, entra em foco o companheirismo - é quando a criança começa a enxergar o colega do time como um aliado e não um inimigo.

Treino doméstico

A prática de modalidades diferentes traz ainda a chance de mostrar à criança que existem inúmeras possibilidades - e que, se não for bem num esporte, pode dominar outro ou vários deles. "Cada esporte estimula uma descoberta. Quando entende o seu funcionamento, o pequeno pode querer experimentar outros. Não deixa de ser uma forma de descobrir o mundo", destaca a especialista. A prática esportiva, contudo, é uma das ferramentas para auxiliar meninos e meninas a encarar os desafios da vida, mas não a única. Jogos lúdicos, como os de tabuleiro com dados, ou de memória, também podem ser uma boa maneira de treinar a competição no ambiente doméstico. Mas não vale ceder à tentação de deixar o filhote ganhar para evitar escândalo - comportamento comum a muitos pais. "O ideal é propor uma nova rodada, estimulando a criança a conseguir um resultado melhor", recomenda a psicóloga. A maneira com que a família reage às derrotas é fundamental. Se os pais não admitem a perda, o filho vai sofrer sempre que não for o campeão", alerta Dulce Barros.

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Esse foi meu recado de hoje.