terça-feira, 19 de junho de 2012

Projeto Padrinho


Ao oferecer carinho ou acolher temporariamente em sua casa, os padrinhos auxiliam no desenvolvimento afetivo das crianças e essa relação beneficia os dois lados.

Existem várias opções de apadrinhamento para atender as necessidades de todos que desejam ser padrinhos:
- padrinho afetivo: proporciona atenção e carinho à criança abrigada; - padrinho voluntário: faz algum tipo de trabalho esporádico nas entidades de acolhimento; - prestador de serviço: aquele que atende os abrigos de acordo com sua especialidade profissional, de maneira gratuita ou com ajuda material.

Na Capital e nas comarcas em que o projeto já foi implantado estão cadastrados como padrinhos professores de balé e judô, psicólogos, dentistas, além de famílias acolhedoras que recebem a criança em casa até que o processo judicial seja concluído e definida a situação da criança, que será a adoção ou retorno à família.

O Projeto Padrinho atende cerca de 20 entidades, atua auxiliando o judiciário como um apoio técnico e ainda cria oportunidades de crianças fora da faixa etária de adoção convencional serem adotadas em razão do convívio familiar.

“É importante destacar a questão afetiva, pois assim que a criança é inserida na convivência familiar e comunitária, por meio da apadrinhamento, melhora sua autoestima, pois ela recebe afeto e ganha qualidade em sua formação pessoal” ressalta a psicologa Rosa Pires Aquino, coordenadora do
Projeto Padrinho e do Núcleo de Orientação e Fiscalização das Entidades de Abrigos.

Para mostrar a atuação do Projeto Padrinho, a psicologa cita uma criança adotada aos 9 anos que, por meio da adoção internacional, foi morar na França. Hoje com 12 anos, ela vem passar as férias na casa do padrinho afetivo. “Uma criança que tem um padrinho nunca esquece”, finaliza.
Os responsáveis pelo projeto fazem a captação dos padrinhos e mantêm parcerias com empresas universidades e agências de publicidade, chamados padrinhos prestadores de serviços. Esses estabelecimentos auxiliam na divulgação do projeto, na doação de camisetas, na manutenção dos projetos voltados para crianças e adolescentes que vivem em entidades de acolhimentos.

Em 2007, o Projeto Padrinho foi premiado como melhor projeto na área de infância e juventude pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). O projeto também tem como parceira a Associação Brasileira dos Magistrados da Infância e da Juventude (Abraminj).

A assistente social da Comarca de Três Lagoas, Elisângela Nascimento, comemora um dos principais benefícios que o projeto trouxe para a comunidade: “Foi muito bom quebrar o paradigma de que as crianças necessitam apenas de coisas materiais e mostrar que é muito importante elas receberem carinho e afeto”, ressaltou.


Os 11 anos de projeto são comemorados com alegria na Capital e no interior, pois é importante lembrar que o apadrinhamento é considerado uma via de mão dupla, em que ganham as crianças, por receberem carinho e afeto, e os padrinhos, por receberem todo esse amor de volta em forma de sorrisos e gratidão.

http://www.larebenezer.blogspot.com.br/

http://www.correiodoestado.com.br/noticias/projeto-padrinho-quer-ampliar-area-de-atuacao_115841/


Dani Garcia
http://recriandocomdani.blogspot.com.br/

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Você está acomodada demais?

Você está acomodada demais?

A zona de conforto é tentadora, mas insistir em permanecer no mesmo lugar por preguiça de mudar pode ser o passaporte para a infelicidade. Saiba como vencer essa barreira

 Publicado em 15/06/2012 Reportagem: Ricardo Régener - Edição: MdeMulher

Sentir preguicinha vez ou outra não é pecado mortal. O grande mal é quando isso vira regra na vida e você perde a vontade de fazer todas as coisas de que precisa. Quando não nos policiamos, corremos o risco de nos acomodar diante de situações que exigem uma atitude.

É o caso de várias pessoas que estão infelizes no relacionamento, no emprego ou até com o próprio corpo, mas não fazem nada para mudar. Motivo: imaginam que tomar uma atitude vai dar mais trabalho e ser mais doloroso do que ficar do jeito que se está.
Só que o problema tende a piorar. O comodismo pode ainda levar à depressão, ansiedade, distúrbios gastrointestinais, alergia e insônia.

Será que eu consigo mudar?

Começar pelo mais fácil é uma das formas de abandonar o comodismo e ser feliz. 

· Defina o que você quer mudar ou com o que não está satisfeita na sua vida. Escreva em um papel.

· Em seguida, trace passos concretos e possíveis para alcançar seus objetivos.

· Comemore cada passo dado. Sair da zona de conforto é como subir uma escada: devagar e sempre...

· Dê passos pequenos e constantes, sempre começando pelos mais fáceis. Não resolva nada de um dia para outro para não se desesperar e desistir.

· Saiba lidar com o desânimo, porque ele certamente vai bater à sua porta. Mas continue lutando no dia seguinte. Não desista facilmente.

· Se você não conseguir sair do primeiro passo, por mais que tenha tentado, procure ajuda. Pode ser um sinal de que você precisa consultar um psicólogo.

Triste despedida...

Fonte da imagem: Google

"Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu." Eclesiastes 3:1

Despedidas nunca são fáceis, pelo menos eu acho. Quando amamos alguém queremos sempre estar perto, saber como está, o que anda fazendo.
Mas nos despedimos tantas vezes na vida não é mesmo? Às vezes precisamos mudar de cidade (como foi o meu caso) e assim ficamos longe dos famíliares e amigos. Acabamos nos acostumando com a distância, mas sempre que revemos a família e amigos, na hora de ir embora, a despedida é dolorosa.
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Mas hoje quero falar de uma despedida muuuito sofrida, principalmente pras crianças, que é a despedida de um bichinho de estimação. Passamos por isso recentemente aqui em casa e não foi fácil pra ninguém. Em janeiro compramos uma calopsita macho, que demos o nome de Rudi, ele é igual a da imagem abaixo, bem mansinho, andava pela casa toda, pelo nosso corpo, enfim... era o nosso xodózinho.


Fonte da imagem: Google

Ele tinha uma gaiola enorme na sala do apto, ficava aberta e ele saia e entrava quando queria. Só a noite nós colocávamos um pano por cima da gaiola e fechávamos pra ele dormir, mas durante o dia ele vivia pra lá e pra cá. Minha filha chegava da escola e já ia pegá-lo. Ele seguia ela, precisavam ver... coisa mais queridinha. Atendia a nossa voz... nos conhecia muito bem.
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Infelizmente fiquei doente por esses dias e como não tinha jeito de eu melhorar, pois foram 3 dias sem dormir de tanta tosse, fui ao médico. Ele mandou tirar uma radiografia e disse que eu estava com muita alergia, a tosse era alérgica. Falei pra ele do nosso passarinho, pois ele soltava muitas pluminhas e poeirinhas da pena no ar e o médico não teve dúvidas que eu precisava colocá-lo num ambiente longe de mim. Mas como? Moramos em apto, não tem garagem, ou outro local, então ele disse que eu precisava me desfazer, senão nem adiantaria começar o tratamento.
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Vim pra casa triste e tomamos a decisão em conjunto com a nossa filhinha de levá-lo pra casa da minha sogra que fica na serra, duas horas da nossa casa.
Minha pequena ficou triste, mas se despediu dele e o levamos no final de semana passado. Lá ele está sendo bem cuidado, sai também da gaiola e anda numa sala de vidro, com vista pra natureza. Minha sogra nos falou que ele está super feliz e cantante, mas a gente liga todos os dias pra saber dele e não vemos a hora de ir lá pra revê-lo. 
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Gente, como é difícil se despedir de um bichinho de estimação não é mesmo?
Eu já chorei muito na vida por causa de bicho de estimação que morreu, pois sempre tivemos em casa cachorros e o outros animais quando eu era criança, mas agora sofro mais, pois penso no coraçãozinho da minha filha.
Eu melhorei bastante e a Flávia parece conformada, mas foi difícil viu... tadinha... mas ela foi tão compreensiva, falou que era pra eu ficar boa e que podemos ver o Rudi sempre lá na casa da omama. Esse é o nosso consolo.
Que bom então, mas meu coração fica partido mesmo assim por ela.
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E vocês, já tiveram que se despedir de algum bichinho de estimação?
Conte-nos como foi.
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Beijos, tenham uma abençoada semana e fiquem na paz!
Cida *Compartilhando...

sábado, 16 de junho de 2012

Top Five




Oiiiiiii genteeeeeeeeeeeee amada
Hoje é domingo, dia de Top Five
 vivaaa!!!!!!!
Vamos então saber quais foram os post´s maraaaaaaaaa desse top five?





jeitinho sabrina de ser mãe


mami i mari


gemelares

E o primeiríssimo lugar desse domingo vai para...




carol e suas baby bobeiras

Oferecemos os selinhos abaixo para as participantes do Top Five.
A presença desse selo no blog de vocês garante a participação no concurso Top Top do final de ano.



beijosssssssssss
Equipe do Recanto das Mamães Blogueiras.


 
 
 
 

Você acha lindas as dobrinhas do seu filho???

 Texto enviado por Thais Ventura, do blog As delícias do Dudu


Obesidade Infantil

Segundo a Sociedade de Pediatria de São Paulo, a obesidade já atinge 10% das crianças e 20% dos adolescentes brasileiros. Ela está presente em todas as classes sociais e já se tornou um problema de saúde pública.
As causas da obesidade são muitas: má alimentação, sedentarismo, antecedentes familiares, hormonal.
As conseqüências são várias: aumento de colesterol, risco de contrair diabetes e doenças cardiovasculares, problemas respiratórios e ortopédicos, provocados pela sobrecarga de peso, com lesão do sistema ósteoarticular, principalmente nos períodos de estirão do crescimento.

Bebês estão sendo superalimentados com leite em pó
Segundo um estudo produzido pela Organização Mundial de Saúde (OMS), muitos bebês, que usam o leite em pó como principal alimento, estão sendo superalimentados nos seus primeiros meses de vida, o que pode explicar, em parte, por que a obesidade infantil vem aumentando tanto nos últimos 20 anos.
Algo de mágico deve existir no leite materno, porque as necessidades calóricas dessas crianças que são alimentadas exclusivamente de leite materno são cerca de 7% menor do que aquelas que se alimentam de leite em pó.
No mesmo sentido, vários países do mundo vêm estudando o papel da amamentação no peito na prevenção da obesidade. A relação existe, embora o mecanismo não seja totalmente entendido. Mas existem hipóteses que vão em três direções, e que podem ser complementares. Pela abordagem comportamental, amamentar no peito seria um sinal de que a mãe dá mais tempo e cuidados ao bebê. Desta forma, também continuaria se ocupando de sua alimentação depois que ele deixa o peito.
A segunda hipótese seria a da auto-regulação que o aleitamento proporciona ao bebê, que mama apenas o quanto precisa e pára quando está satisfeito. Na mamadeira as mães sempre acabam forçando, pois querem que o bebê ''tome tudo''.
Finalmente, a terceira explicação seria um estudo desenvolvido por uma equipe do Centro Médico do Hospital Infantil de Cincinnati, EUA, que revelou que o leite materno contém uma proteína capaz de diminuir o risco de obesidade. Foi verificada a presença de altos níveis de uma proteína, a adiponectina, que regula como o corpo processa açúcares e as substâncias gordurosas do leite.  Para os cientistas, a presença desta proteína no leite materno pode influenciar a obesidade do futuro adulto.

ERRO INICIAL
Em geral, os bebês preferem sabores doces e salgados aos amargos e azedos. Essa preferência tem uma explicação evolucionária: o doce é indicativo da quantidade de energia da comida, e a aversão a azedos e amargos uma forma de proteção contra alimentos estragados. Daí se chamar de ''paladar infantil'' aquela pessoa que só aceita sabores mais primários.
Quanto mais a criança for estimulada em experimentar o paladar de alimentos de sabores mais delicados, menos tolerante ela será ao excesso de sal e do açúcar, que é a condição ideal para a alimentação mais natural e integral.
Infelizmente, o inverso da equação também dá certo, ou seja, quando a criança se acostuma com refeições muito doces ou salgadas, acaba não conseguindo apreciar o sabor mais sutil de frutas e legumes.
A família toda deve ser envolvida na reeducação alimentar, senão não funciona. Dar o exemplo é fundamental. Educação alimentar talvez seja a melhor expressão, pois é como se muitas crianças - e adultos também - fossem analfabetas no assunto. Assim como quase tudo na vida, comer é algo que se aprende, e para isso o paladar deve ser treinado. Nesse processo, além do exemplo, pesa a determinação dos pais - que também precisam ser ''educados'', é claro.
Vale a pena insistir em apresentar um novo alimento à criança, em vez de ceder na segunda vez que ela disser que não gosta. Segundo estudos, é preciso oferecer uma comida nova cerca de dez vezes a uma criança até ela se familiarizar com o alimento.

Carinho que alimenta
Segundo pesquisa da psicóloga Patrícia Spada, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a obesidade infantil muitas vezes decorre de uma dificuldade de comunicação entre a mãe e seu filho, desde antes da fala. Patrícia avaliou 92 mulheres com filhos obesos, de até 10 anos, em que a doença não tinha causas hormonais.
''Muitas mães de crianças obesas demonstram dificuldade em perceber o que o filho quer quando chora, que pode ser por fome, mas também pode ser por frio e necessidade de carinho. Acabam fazendo da comida o único vínculo entre eles'', explica a psicóloga. Assim, o ato de comer passa a ser fonte não só de energia, mas também de afeto.

Pais não querem enxergar a obesidade dos filhos
Pais de crianças e adolescentes custam admitir que seus filhos estão acima do peso, segundo uma pesquisa (Hospital Derriford, em Plymouth, Inglaterra) com os pais de 277 crianças obesas, quando apenas 25% deles admitiam que seus filhos estavam com excesso de gordura corporal.
Um terço das mães e um pouco mais da metade dos pais disseram que elas estavam com o peso "normal". Tal fato pode sinalizar uma relutância em admitir um problema ou por comodismo, já que estar acima do peso se tornou algo comum.
Mas para resolver tal problema é fundamental o reconhecimento e a participação dos pais. Afinal, é quase impossível que as crianças resolvam esse problema sozinhas.
Dizer que criança gordinha é criança saudável é coisa do passado. Hoje é consenso que criança saudável é aquela que está dentro do seu peso e tem uma alimentação equilibrada. Sabemos que 80% das crianças obesas se tornarão adultos obesos. E quanto mais cedo essa obesidade se apresentar, mais doenças associadas a ela vão surgir. Diabetes, hipertensão arterial, aumento de colesterol e triglicérides levam a doenças do coração e problemas ortopédicos. E, pasmem, a obesidade está ligada até ao câncer.
Para saber se seu filho está acima do peso, o médico irá calcular o IMC (peso dividido pela altura ao quadrado) e aplicá-lo a uma curva de crescimento.

Crianças obesas têm mais chance de doença cardíaca
Pesquisadores da Universidade de Tulane, EUA, baseados no mais recente estudo sobre a obesidade infantil, afirmam que crianças com excesso de gordura corporal tendem a ter o ventrículo esquerdo do coração maior quando crescem, aumentando as chances de doenças cardíacas.
Os dados mostram uma necessidade de prevenir problemas de peso ainda na infância, evitando sobrecarregar o coração com carga extra da pressão sanguínea, e outros problemas de saúde correlatos, que podem contribuir para uma mudança na estrutura do coração.
Promover uma mudança no estilo de vida das crianças é a melhor maneira de combater o avanço da obesidade infantil.
Apesar da desnutrição ainda ser uma realidade brasileira, 70 milhões de brasileiros (40% da população), estão acima do peso adequado.
Levantamento nacional feito em 1975 e 1997 mostra que a obesidade aumentou de 8% para 13% em mulheres, de 3% para 7% em homens e de 3% para 15% em crianças.
E segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), a obesidade infanto-juvenil no Brasil subiu 240% em 20 anos. Esse dado assustador se deve aos hábitos alimentares inadequados e pouca atividade física.
Além do sedentarismo que atinge nossas crianças, os alimentos tradicionais da cultura brasileira (arroz, feijão, carne, saladas, legumes e frutas) foram substituídos por alimentos industrializados de alto valor calórico, mas nutricionalmente pobres (caloria vazia). Nos lanches, ao invés de frutas ou sanduíches leves, as crianças comem salgadinhos industrializados, frituras, biscoitos recheados e refrigerantes.
A solução para esse grave problema de saúde pública, é promover mudanças no estilo de vida da população.
  1. Praticar atividades físicas diariamente por pelo menos 30 minutos: caminhar, andar de bicicleta, jogar bola, correr, nadar. Temos de incentivar a prática da atividade física prazerosa e criativa. A atividade física adequada depende da aptidão e da escolha da criança. Exercitando-se com prazer, ela não abandona o esporte.
  2. Fazer todas as refeições com os alimentos adequados para cada uma delas: café da manhã, lanche, almoço, lanche vespertino, jantar e ceia.
  3. Não substituir água e sucos naturais por refrigerantes ou sucos artificiais.
  4. Aumentar o consumo de frutas, verduras e legumes diariamente, em especial os da estação.
  5. As refeições devem ser feitas à mesa, com tranqüilidade.
Nunca é tarde para ensinar bons hábitos alimentares aos nossos filhos. E quanto mais cedo começarem as mudanças, melhor. Instalar hábitos alimentares saudáveis aos três anos é mais fácil do que quando a criança está com 10 anos. Se a criança já está gordinha, sinal de problema e não é hora de cruzar os braços e deixá-la comer o que quiser. Tratado o problema no seu início as chances dela tornar-se um adulto obeso ou com um manequim padrão são as mesmas: de 50%. Já um adolescente obeso reduz para cerca de 20% a sua probabilidade de vir a ter um peso normal um dia, se não interromper o ciclo vicioso que o leva a comer em excesso.

Dez erros a serem evitados

  • 1. Brincadeiras e distrações: hora de comer é hora sagrada, evitar distrações, visitas, telefonemas, fazer aviãozinho. Cuidado com os mimos e a manha;
  • 2. Sempre dizer sim: criança sem limites abusa na quantidade e na péssima escolha do alimento. Deve-se buscar ser mais liberal em outras situações;
  • 3. Ceder ao primeiro "não gosto disso": a criança tende a dizer que não gosta do que nunca provou. Cada um pode comer o que quiser, mas experimentar é fundamental;
  • 4. Comida como recompensa: ''coma esta salada para ganhar a sobremesa'' passa a idéia de que salada não é bom e que a sobremesa é tudo de bom;
  • 5. Lanches fora de hora: o ideal são 6 refeições diárias, e evitar beliscar fora de hora;
  • 6. Chantagem: ''se não comer a cenoura, não ganha presente''. Isso só vai aumentar o ódio que a criança sente dos legumes;
  • 7. Substituir refeições: não quer arroz e feijão, então toma só a sobremesa. Esse erro é muito comum, e se a criança conseguir uma vez, vai repetir a estratégia sempre;
  • 8. Tornar o comer na rua um programão: a comida de casa vai ficar meio sem graça;
  • 9. Falta criatividade na comida: a criança vai enjoar;
  • 10. Dar o exemplo: não adianta mandar tomar sucos e beber refrigerante.

Texto extraído do livro De BEM com a Natureza - Cuidando do seu filho com a Alimentação Viva - Conceição Trucom - editora Alaúde. Um livro Especial Kids. 

Beijos e obrigada pela oportunidade...
 Thais Ventura

http://www.asdeliciasdodudu.com.br/
@deliciasdodudu
facebook.com/As delicias do Dudu
http://osdesapegos.blogspot.com.br/

A Thais é mamãe do Dudu, de 13 meses e blogueira. 
Ela está com uma campanha lá no blog dela, que é tuuudo! Passa lá...


 
Assim como a Thais, você também pode participar deste espaço como colaboradora, envie seu texto para o nosso email: recantodasmamaes@yahoo.com.br
Equipe Recanto

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Fazendo a nossa parte

Aqui no Rio estamos nesse burburinho da Rio +20 e o assunto sustentabilidade está nos rondando mais do que nunca. Tive a oportunidade de ficar uma semana em um hotel e observei alguns comportamentos nada ecológicos e me questionei se as pessoas agem assim em casa também, ou se o desperdício é maior por considerarem que tudo está pago na conta. 

Por exemplo, teve um dia em que a família que estava hospedada no quarto vizinho ao meu saiu e deixou a televisão ligada o dia inteiro e sem ninguém no quarto. Será que em casa eles também agem consumindo energia desnecessariamente ou isso foi apenas por estarem em um hotel e acharem que não estariam pagando essa conta?

Pensar que não estamos pagando esses desperdícios na conta é um grande engano. Todo esse custo é computado e reflete nas diárias. Então agir no hotel como agimos em casa teremos tarifas mais adequadas além de contribuir com os recursos naturais do planeta.

Por isso resolvi listar algumas atitudes sustentáveis que levo em consideração e procuro ensinar para as minhas filhas quando estamos hospedadas em algum hotel.

- Reutilizar as toalhas sempre que possível. Em casa não trocamos as toalhas diariamente, então isso também não precisa ocorrer no hotel apenas porque temos o serviço de quarto para fazer o trabalho.

- Deixar a toalha de piscina/praia exposta ao sol, secando nas cadeiras e/ou espreguiçadeira, até a próxima utilização. Não precisamos pegar toalhas de piscina novas a cada vez que nos secamos. Tentar utilizar a mesma toalha sempre que possível.

- Não deixar a água da pia e do chuveiro correndo ao tomar banho e escovar os dentes. A conta da água no hotel é paga pelos hóspedes através das tarifas. Além do mais a água é um recurso natural precioso que está cada vez mais limitado.

- Se ocorrer algum vazamento no quarto este deve ser reportado imediatamente. 
Aconteceu com a gente nessa última viagem. Estávamos saindo para uma atividade e eu vi o vazamento no banheiro e quando fui retornar ao quarto para ligar e solicitar o conserto eu ouvi das minhas filhas:
- Ah, não! Vamos logo! Assim a gente vai se atrasar para a atividade!
Um pensamento diferente do que ocorre quando estamos em casa. Expliquei a importânci de solictar o conserto e realcei que nós estamos pagando essa conta sim.

- Desligar os aparelhos de TV, ar-condicionado e luzes ao sair do quarto. Muitos hotéis já possuem o desligamento da energia através da retirada da chave do quarto. Mas alguns hóspedes insistem em deixar a chave e os aparelhos ligados. Foi o que aconteceu no quarto vizinho. 

- Sempre que estiver com as janelas do quarto abertas, lembrar de desligar o ar-condicionado.

- Durante o dia, quando não for estar no quarto, mantenha as cortinas fechadas, assim o quarto fica mais fresco no final do dia.

- Nas refeições troque de prato e de copo somente quando for necessário. Observei isso com as minhas filhas, sempre que iam repor o refrigerante ou o suco pegavam outro copo, mesmo que fossem continuar bebendo o mesmo líquido. Acho que o fato de que não seriam elas que iriam lavar os copos, estimulou essa troca exagerada. Expliquei que essa atitude faz gastar mais água, jogar mais detergente na natureza, além de sobrecarregar os funcionários do hotel.

Essas atitudes tanto em casa, quanto quando estamos em viagem podem fazer uma grande diferença para a nossa vida. Vamos usufruir de todo o conforto que os hotéis nos oferecem, mas sem gerar desperdício.






Beijos conscientes e uma ótima semana.
Chris Ferreira
@kitaferreira


quarta-feira, 13 de junho de 2012

Fotos dos nossos sonhos

Fotos inspiradoras


toda mulher merece

toda mulher mereceeeeeeee

toda mulher mereceeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee
mesmoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo

Nessas fotos nem precisava legenda né meninas...rsrsrs

Beijosssssss
Dani

http://www.elo7.com.br/recriandocomdani