quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Uso das sacolinhas plásticas! Acabou!!

imagem do google


Toda semana, é a mesma coisa, pelo menos um dia vamos ao mercado comprar aqueles produtos que serão consumidos pela família. Produto no carrinho, do carrinho para o caixa, do caixa para a sacolinha. Cadê a sacolinha??



Aqui em São Paulo, desde o dia 25/01/2012 ficou proibido o uso de sacolinhas plásticas nos supermercados. Agora quem vai as compras deve levar sua sacola de casa. Igual nossas mães faziam há muito tempo atrás.


Nota 1000 para o meio ambiente.



Imagem do google

       E agora? Como acomodar o lixo orgânico em casa sem a sacola plástica? 


       Resposta: Usando o saco de lixo que compramos exclusivamente para essa finalidade.


Fiquei pensando e perguntando para amigos e familiares a opinião de todos sobre o assunto. 


Imagem do google
A grande maioria 
concorda que o 
plástico, que demora até 400 anos para se decompor, deve ser reciclado e não descartado no meio ambiente, pois tem prejudicado a vida de todos os seres vivos. É preciso que a população aprenda e realmente pratique a reciclagem, fazendo com que as sacolas plasticas voltem a linhas de produção para ser transformado em outros materiais.


imagem do google


Antes não comprávamos o saco de lixo (sacolinhas) e agora temos que comprá-lo, o que mudou??????


Acompanhem as respostas:

  • Foi pior para o consumidor que agora paga pelo uso. 
  • Antes o custo da sacolinha era repassado no preço do produto, que tende a ficar mais barato.
  • Tendo que pagar pelo uso, o consumidor vai economizar no uso do saco, separando o lixo orgânico do reciclado, diminuindo o volume.
  • Ter que carregar uma sacola grande com vários produtos é mais pesado do que ele distribuído em várias sacolinhas.
  • Na Europa o consumidor paga pelo uso da sacolinha quando já está no caixa. Se usar 3 paga por 3. Desta forma economiza e carrega mais produtos dentro de uma sacola ou vai mais vezes ao mercado para não usar a sacolinha. Quanto ao lixo doméstico, produz um volume de lixo orgânico menor e reaproveita nos canteiros de jardim. Dispensa o uso de sacola para acomodar o lixo reciclado.
E vocês, como estão reagindo a essa proposta? 
Acredita que pagar pelo saco de lixo vai diminuir seu descarte no meio ambiente?

Opine também!

Beijocas
Cris Chabes

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Presentinho ♥

           A equipe do Recanto se reuniu para pensar em uma maneira de agradecer a vocês, queridos colaboradores, que compartilham com a gente seus textos por aqui às quartas-feiras...

Então surgiu então a idéia:

Ao final de cada mês iremos presentear todos os colaboradores do mês com um imã de geladeira com o layout do Recanto.


      Um gesto simples de agradecimento, mas feito com amor e de todo coração!
E então o que acharam da novidade? 

Para participar como colaborador(a) às quartas-feiras basta enviar um email para recantodasmamaes@yahoo.com.br
Caso haja alguma dúvida, estamos também a disposição.

Beijos,
Equipe Recanto

Segredos de Paris para criar filhos - "Crianças francesas não atiram comida!"


Olá queridos!


Semana passada recebi um convite pra dar uma entrevista com um tema que realmente é a minha praia: "Educação de filhos".
Adoro falar sobre isso, pois mexe com meu lado mãe e professora.
Foram perguntas bem difíceis, pois cada uma delas abordou um tema específico sobre educação e meu foco sempre é ser a mais sincera possível.

E a entrevista virou um artigo  muito bom com o tema: 


"Crianças francesas não atiram comida!"


Educar os filhos nem sempre é uma tarefa fácil para nenhuma mãe, principalmente quando as responsabilidades com o trabalho e a casa ocupam o dia e quase não sobra tempo para educá-los. Segundo a jornalista americana Pamela Druckerman, autora livro "French Children Don’t Throw Food: Parenting Secrets From Paris" (
Crianças francesas não atiram comida: segredos de Paris para criar filhos), as francesas utilizam técnicas para que as crianças sejam maiscomportadas. Se o bebê chora no berço, a mãe não se desespera em atendê-lo, isso o ensinará a ser paciente e os pequenos aprendem a não tentarem chamar a atenção.

Outro truque das francesas é não ter medo de impor limites bem esclarecidos e de dizer não aos pequenos.
Por isso as crianças criam um vínculo derespeito maior com a sua mãe.
Sut-Mie Guibert é francesa, casada com um brasileiro e já mora no Brasil há alguns anos. Para ela, as crianças francesas são mais responsáveis, pois têm menos liberdade e o estilo de vida é bem diferente. "Pelo fato de não terem babás ou empregados em casa, somente os pais que trabalham muito durante o dia, por isso todos contribuem e ajudam nastarefas e na organização. Na escola, eles aprendem a colocar casacos sozinhos e sapatos. São estimulados a serem independentes," afirma.
"Acho difícil ter uma ‘melhor maneira’, uma receita pronta para educá-los. Regras que servem para um não servem obrigatoriamente para o outro filho. Tenho duas filhas que são completamente diferentes e a maneira de lidar com cada uma também é diferente. Sou da ‘linha dura’, algumas coisas converso, outras imponho limites e ponto. Questões de educação não são conversadas, são impostas. A meu ver, elas têm mais segurança com regras claras e sentindo firmeza em seus pais", acrescenta Sut-Mie Guibert.
Apesar de cada criança ter personalidade própria, os pais não devem sentir medo de corrigi-los, por acreditar que são pequenos e não vão entender. A educação deve começar desde cedo, pois quanto antes a mãe conversar sobre o que é permitido ou não, estabelecer algumas regras e incentivar o comportamento adequado, as ações de mau comportamento reduzem.
"Cada criança é única e tem seu próprio temperamento. Cabe aos responsáveis a tarefa de mudar o rumo do desenvolvimento de uma criança para o bem, não tirando dela sua própria personalidade, mas a ajudando a lidar com seus sentimentos para viver harmoniosamente com as outras pessoas", afirma a professora Genislene Borges, dona de três blogs, entre eles, o "Mamãe Genis".
E exemplifica: "Eu e meu marido conversamos muito com o nosso filho quando ele faz alguma coisa errada. Sem muitas palavras, dizemos o porquê não se deve fazer aquilo. Se ele insiste em fazer, temos o ‘cantinho da disciplina’, onde ele fica pensando por alguns minutinhos sobre o que fez. Temos percebido que a cada dia o uso desse método tem diminuído as rebeldias, pois ele tem cumprido melhor as regras estabelecidas", afirma.
O contato com a tecnologia deixa as crianças antenadas com a realidade. Porém, esse excesso de informações deve ter o acompanhamento dos pais, pois os pequenos não têm maturidade suficiente para lidar com essa exposição, principalmente da internet.
A infância é o momento em que a criança descobre muitas coisas e os familiares precisam acompanhar bem de perto o que o filho faz. "A família precisa estar atenta ao que seu filho está assistindo e compartilhando não somente frente às tecnologias, ou na rede, mas também no dia a dia com os amigos", finaliza Genislene.

                                             
A matéria foi publicada aqui!



Estou por aí!


Beijo grande, Genis


Tem sorteio AQUI!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Mãe pedagogicamente correta. Você é?

Por Nádia.

Você é daquelas que só oferece ao seu filho livros com mensagens educativas?
Xuxa está vetada do seu vocabulário - e do seu aparelho de som?
Proíbe de ver Big Brother Brasil, mesmo que o piá não entenda bulhufas?
É fã de Vila Sésamo, Cocoricó e Palavra Cantada?
Ensina seu filho a reciclar lixo, a não comer gordura trans e como salvar o planeta?
Só mostra cantigas de roda e musiquinhas inocentes para o seu filho como "Cai Cai Balão" e "Brilha Brilha Estrelinha" e surta só de imaginar ele cantando "Ai se eu te pego, ai, ai"?

Parabéns! Você é uma mãe pedagogicamente correta.
O que isso significa? Que talvez você seja um pouco chata, mas está correta nas suas atitudes. Nunca é demais ser chata quando se trata de educação dos filhos. Por mais que você reme, reme, parece que sempre vai ser derrotada pelos inimigos maus hábitos, doces fora de hora, manhas persistentes e patatipatatá. É bom ter uma gordurinha, nesses casos.

E para isso, nada melhor do que sempre optar sempre pelo lado certinho da força. Não abusar muito da sorte, saca? Mas cada um tem seu limite, claro. Eu, por exemplo, posso levar o Leonardo para jantar e chegar em casa às 23h, mas quando ele chega, vai dormir na cama dele.  Também deixo tomar Coca-Cola e comer doce em festas, mas em casa, necas.
Uma coisa "flexível, mas não tanto".


Extraído daqui.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Filhos x separação




O estigma de que filhos de pais separados sofrem mais, têm menor rendimento escolar, mais problemas emocionais e auto-estima mais baixa que os filhos de casais que permanecem juntos tem caído por terra. Existem situações em que as crianças sentem-se melhor com a separação dos pais. No momento da separação há um certo trauma porque nenhum filho quer ver os pais divorciados. Porém, com o tempo essas crianças ganham experiências e sentimentos valiosos, nem sempre vivenciados por outras. A psicóloga, terapeuta de família e de casais do Rio de Janeiro, Maria Cristina Milanez Werner, doutoranda em saúde mental e vice-presidente da Associação de Terapia do Rio de Janeiro, afirma que muitas crianças se sentem aliviadas com a separação dos pais. Mas isso não impede que elas sintam-se frustradas de não terem mais pai e mãe juntos.


"Nos casos em que a situação no lar é insustentável, em que a criança vive no meio de brigas, discórdias, uso de álcool, drogas, enfim num ambiente caótico e amedrontador, ela sente alívio quando termina e fica longe de tudo isso", afirma. A psicóloga acredita que é necessário desmistificar a visão maniqueísta do bem e do mal absoluto. Ou seja, quando se trata de comportamento nada é 100% bom ou ruim. "O fato é que toda vez em que há uma separação ocorre a morte da família original e no imaginário dos pais e das crianças o casamento e a família são para sempre." O que acontece atualmente, segundo a psicóloga, são separações menos traumatizantes, mas não sem traumas. Ela diz que antigamente, passava-se uma idéia de que todos os filhos de pais separados eram infelizes e isso, no seu entender, não é verdade. "É como no processo de adoção. É inegável que antes da generosidade, afeto e amor gerado pela pessoa que adota a criança houve uma rejeição. Uma coisa boa não exclui a presença de algo nefasto, ruim", diz.

Todas as crianças querem ver os pais vivos, juntos e se possível felizes. Quando isso não ocorre elas criam uma ordem de eliminação, por exemplo: "Bom, já que eles não estão juntos ainda bem que pelo menos estão vivos e felizes", pensam. Com a separação dos pais, o primeiro benefício gerado na criança é sair do ambiente desfavorável de desamor e por vezes hostil e de brigas. Em seguida, vem a ampliação do convívio com novas pessoas e ambientes, já que os pais retomam antigas amizades. Além de laços familiares mais amplos. "Da classe média para cima, por exemplo, os outros familiares, como avôs e tios, costumam se tornar mais presentes na vida da criança. E na classe social mais popular a rede de apoio oferecida a essas famílias aumenta", afirma.


Com o divórcio também renascem duas outras famílias mono parentais (chefiadas por apenas uma pessoa). De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a cada ano, 200 mil crianças vêem seus pais se separar nas regiões metropolitanas do Brasil. Nas salas de aula, a paridade de crianças de lares unidos e separados é bem dividida, o que faz com que as crianças não se sintam excluídas ou diferentes umas das outras. Contudo, já existem situações em que filhos de pais que moram juntos sentem-se diferentes. Com 21 anos de experiência, a psicóloga de São Paulo, Olga Inês Tessari, conta que já recebeu em seu consultório relatos de crianças que se sentiam mal por terem pai e mãe casados.


"Não podemos generalizar, mas atualmente a separação já é bem mais freqüente", diz. Ela afirma que o ideal para a criança é que pai e mãe se relacionem bem, independente de estarem casados ou não. "Costumo brincar ao dizer que os dois podem até se matar, desde que longe das criança. Ao mesmo tempo, não precisam ser falsos, pois os filhos percebem." Olga ressalta que toda e qualquer pessoa necessita sentir que alguém a ama e a admira, mesmo com todos os defeitos que ela possa ter e é por isso que a criança deve sentir-se e ser amada pelos pais.



Estado emocional tem mais peso que o civil


Um casal com filhos que decide se separar deve tomar alguns cuidados com eles. Um deles, é deixar claro às crianças que o conflito é entre os parceiros e não com os filhos. Outro é informá-los que apesar da separação, o amor e a relação de pai e mãe irá continuar. Para a separação dos pais ser o menos traumática possível para os filhos é necessário que seja tratada em particular e nunca na frente deles. A psicóloga Olga Inês Tessari diz que é natural das crianças querer resolver o problema dos pais ao presenciarem uma discussão. “Elas não sabem qual dos dois devem apoiar e isso as deixa confusas, além de sentirem-se culpadas, mesmo não sendo”, afirma. Passado o momento da separação em si, homens e mulheres devem manter um relacionamento amigável para o bem dos filhos.


Segundo a terapeuta de família e de casais do Rio de Janeiro, Maria Cristina Milanez Werner, as crianças que apresentam dificuldades emocionais, baixa auto-estima ou problemas na escola são aquelas que não têm uma estrutura familiar saudável. “O que produz o desenvolvimento delas não é o estado civil dos pais, mas o estado emocional deles ou daqueles que as criam”, afirma. Atualmente, os filhos de pais separados mais ganham do que perdem se analisados os aspectos comportamentais. Um deles é o amadurecimento precoce que a maioria dessas crianças desenvolve. Maria Cristina diz que esse amadurecimento ocorre porque a criança fica exposta a conteúdos que não estaria sujeita se os pais estivessem casados. Ela não considera esse amadurecimento de todo ruim, pois afirma que esses filhos aprendem a lidar com diversas situações emocionais e quando adultos se tornam mais estáveis.


“Na minha opinião, ruim é viver mal. Claro, que o ideal é a criança viver num lar com dois adultos, sejam eles heterossexuais, homossexuais, juntados ou casados. A biologia, a sociedade e os costumes pedem isso. Agora, se não é possível viver bem com o outro, o melhor é ficar sozinho. Muito melhor uma única pessoa sadia mentalmente, que duas desestruturadas para cuidar de uma criança”, afirma. Já para Olga, dependerá de que grau e de que modo será esse amadurecimento. Ela cita como exemplo um casal que se separa quando o filho tem entre 11 e 12 anos de idade. “Há garotos que tentam assumir o papel do homem da casa, às vezes as próprias mães os obrigam a isso.

Se esse pré-adolescente começa a trabalhar e ao mesmo tempo tem de estudar fica sobrecarregado e isso dificulta seu desenvolvimento emocional e escolar. Na cabecinha desse garoto, ele se tornou mais importante, pois se sente mais macho. Contudo, estará pulando uma fase importante da vida e certamente em algum momento, futuramente, a desenvolverá tardia e erroneamente”, afirma. Essas mesmas dificuldades também ocorrem com as meninas, mas de maneira diferente. Outro ponto criticado pela psicóloga Olga Inês Tessari diz respeito aos pais que usam os filhos para fazer chantagem contra o outro. “As crianças, pré-adolescentes e adolescentes não devem ficar entre os pais, muito menos levar e dar recados. Os pais, mesmo que separados, devem se tratar cordialmente e de maneira adulta”, diz.


Para Olga, é importante os pais saberem que é a visão que as crianças têm sobre o amor conjugal que define a capacidade delas de amar. “Por isso, não é a presença física de um pai ou mãe que estabelecerá o modo como eles desenvolverão essa capacidade.” É mais valioso passar meia hora junto do filho com qualidade do que ficar com ele o dia inteiro sem acrescentar nada. A premissa de que a qualidade é superior à quantidade é muito adequada para o relacionamento entre pais e filhos. No dia-a-dia e principalmente numa separação é essencial a demonstração de amor aos filhos. Porém, as especialistas ressaltam que os extremos são sempre muito ruins. “Falta ou excesso de amor prejudica o crescimento da criança. Os limites devem ser impostos mesmo durante a separação”, diz Olga Tessari.

Ela comenta que os pais, neste caso os homens, por vezes se sentem culpados por estarem fora do lar, por exemplo, e tentam compensar essa ausência com concessões, atenção e presentes, sempre de forma exagerada. “A criança que é criada sem limites, aquela que tem e pode tudo, sofrerá muito na vida adulta e provavelmente não irá suportar os limites impostos pelo mundo, pela vida.” Maria Cristina enfatiza que os pais devem mostrar o significado e o porque a vida de seus filhos mudou, e dizer-lhes que ela voltará a se reestruturar, possivelmente, para melhor. Ela diz que os filhos precisam se adaptar às mudanças e essa adaptação também é muito favorável a eles, porque podem desenvolver resiliência, que é a capacidade de resistir às dificuldades. “Com o tempo se torna uma pessoa melhor e capaz de lidar bem com as adversidades da vida”, afirma.

A psicóloga carioca avisa que os filhos de pais unidos também irão desenvolver suas capacidades em todos os sentidos, principalmente em relação à vida, porém paulatinamente, de forma mais lenta. Maria Cristina enfatiza que os filhos de pais separados sofrem no momento da separação e depois ganham uma cancha (experiência) para a vida extraordinária. As duas psicólogas deixam claro que não são a favor da separação dos parceiros, a menos que seja necessário. “Dentro de uma família, a criança sempre se sentirá mais amada e aceita. A família é a célula-mãe da sociedade, o lugar onde se desenvolvem as estruturas psíquicas, onde a criança forma a sua identidade e desenvolve o seu emocional”, diz Olga Tessari.



Quatro coisas que os pais nunca devem fazer:

:: Falar mal um do outro para o filho

:: Usar os filhos como espiões para saber da vida do outro

:: Fazer chantagens ou usá-los como moeda de troca. Por exemplo: “Você não vai ver seu filho enquanto não depositar a pensão”

:: Discutir na frente das crianças

 

Quatro coisas que os pais devem fazer, sempre:

:: Falar e ouvir seus filhos

:: Ter bom senso

:: Impor limites

:: Amar seus filhos, independente da situação em que se encontra o relacionamento amoroso


Orientar para os novos relacionamentos


Novos relacionamentos surgirão na vida dos pais e os filhos precisam ter consciência disso. Os pais, portanto, devem explicar-lhes que pai e mãe são para sempre e que apesar de separados continuarão a amá-los. Maria Cristina Milanez Werner, terapeuta de família e de casais do Rio de Janeiro, diz que o novo par da mãe ou do pai precisa estar ciente que não irá substituir qualquer um dos dois. “Ter a pretensão messiânica de substituir a mãe ou o pai causará sofrimento. Isso poderá acontecer a menos que um deles, a mãe ou o pai, seja completamente inoperante e ausente. Pai e mãe sempre terão o espaço deles.”

Já a criança precisa saber e aceitar que adultos precisam de outros adultos para conviver. No princípio, é possível que os filhos sintam raiva do novo companheiro, mas precisam saber que o pai e a mãe necessitam refazer suas vidas social e afetiva, conforme explica Maria Cristina.


Ela afirma que à medida que a convivência entre eles avança, os filhos tendem a se adaptar e muitas vezes aprender e até amar os novos parceiros dos pais. Um dica de Maria Cristina às pessoas que namoram ou são casadas com pessoas que já têm filhos é não deixá-los muito donos da situação. “Os novos parceiros devem ter muito cuidado para não se meter entre o antigo casal e na vida dos seus filhos, a menos que sejam solicitados a isso. Mas, ao mesmo tempo não podem permitir que o filho se sinta todo poderoso e dono da situação. Uma nova namorada do pai passar para o banco de trás do carro, por exemplo, porque o adolescente é acostumado a andar desse jeito com a mãe, é um absurdo. O banco da frente é para adultos”, afirma. A psicóloga Olga Inês Tessari lembra que os filhos também ganham quando uma nova família se cria. Ela cita que irmãos podem nascer, avô, avó, tios e demais familiares se duplicam. “Tanto o pai quanto a mãe não devem se esquecer que o maior papel deles consiste em apoiar, compreender e dialogar sempre com seus filhos, independente de estarem bem ou não entre si.” (R.F.)


Dicas de livros:


- Criando filhos seguros e confiantes, de Robert Brooks e Sam Goldstein, da Editora M. Books


- Como Educar meu Filho?, de Rosely Sayão, editora PubliFolha


- Filhos de Pais Separados, de Sílvia Botero, editora Ave Maria


Fonte:http://www.olgatessari.com/id235.htm


Michele Alves
Twitter: michele_saj
Quer um layout personalizado?
Beijos,amo vocês!

 

sábado, 11 de fevereiro de 2012

DVD com o nome e as características de seu filho! - SORTEIO


Imagina um DVD e um CD que contenham 10 faixas de clips e historinhas personalizadas com o NOME e CARACTERÍSTICAS FÍSICAS de seu filho?







Isso é muito legal, não é?

As músicas e animações que além de lúdicas são didáticas e auxiliam no aprendizado das crianças.

Mas a melhor parte vem agora!

O Recanto das Mamães Blogueiras em parceria do Desenho Mágico vão sortear um kit DVD/CD 
personalizado pra seu filho(a)!


Você só precisar curtir a Fan Page do Desenho Mágico AQUI, ser seguidor do nosso blog e deixar um comentário no final deste post!


E quer ter chances extras de ganhar esse maravilhosos kit?


Chances extras:


1º Curtir a Fan Page do Recanto das Mamães Blogueiras AQUI
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4º Seguir nosso twitter AQUI e twitter a seguinte frase: "Imagina um DVD e um CD com clips e historinhas personalizadas com o NOME CARACTERÍSTICAS FÍSICAS de seu filho! http://recantodasmamaesblogueiras.blogspot.com/2012/02/imagina-um-dvd-e-um-cd-que-contenha-10.html"
5º Seguir Cantinho do Sam AQUI
6º Seguir Compartilhando AQUI
7º Seguir Mamãe de Primeira Viagem AQUI
8º Seguir Prô Cris Chabes AQUI
9º Seguir O Mundo da Dani AQUI
10º Seguir Santa e Feminina AQUI
11º Seguir MM Pais de Primeira Viagem AQUI
12º Seguir Blog do Pietro AQUI



São 12 chances extras!! 
Para cada chance, escreva um novo comentário!
Boa sorte!!

Equipe Recanto


As inscrições começaram hoje (11/02/2012) e o sorteio acontecerá no dia 25/02/2012

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Minhas leituras de férias

Gosto muito de ler, mas confesso não tenho o tempo que gostaria para fazê-lo com mais frequência, visto que como educadora vivo em constante leitura sobre os temas ligados a profissão, além dos cursos que faço para aprimoramento profissional. Assim, quando tiro férias aproveito para ler aqueles livros presenteados ou comprados e que falam sobre qualquer assunto, menos educação. 

Nessas férias, na praia, de "pernas pro ar" li três deliciosos livros que compartilho com vocês neste post.

"O Futuro da Humanidade" de Augusto Cury - conta a história de um médico e um mendigo na busca por um mundo melhor. Primeiro dia de aula, sala de anatomia de uma faculdade de medicina. Um grupo de alunos perplexos diante de corpos nus nas bancadas de mármore. Quem são aquelas pessoas? Que lágrimas choraram? Qual sua história? De repente, um aluno, Marco Polo, levanta a mão e faz uma pergunta: Qual o nome deles? Um frio professor acostumado com as intempéries da vida, responde...são apenas corpos de mendigos, de pessoas sem história, sem identidade. Humilhado diante da turma, Marco Polo resolve descobrir o passado daquelas pessoas e essa aventura começa em uma praça localizada à frente da universidade. Essa trama de luz, sorrisos, surpresas, lágrimas e reflexão leva ao leitor a pensar sobre si e sobre o mundo ao seu redor e descobrir logo nos primeiros capítulos que nada é o que parece. Aquele corpo nu abandonado sobre a mesa, não era apenas um indigente, mas alguém que .........

"Nihonjin" de Oscar Nakasato - conta a história de uma família de imigrantes japoneses que chegam ao Brasil na segunda metade do século XX com o objetivo de trabalhar para levar recursos aos parentes no Japão. Hideo homem forte que chega na companhia da esposa e do amigo, sem falar o idioma local, devem aprender a cultivar a terra sob o sol forte e sobreviver a exploração do dono da terra. O livro retrata bem a cultura japonesa e os valores de respeito pelo mais velho, retratado na figura do pai e do avó. 



"Mulheres Inteligentes, Relações Saudáveis" de Augusto Cury - livro de auto ajuda que retrata o comportamento da mulher relacionando com a teoria desenvolvida pelo autor sobre "Janelas da Memória". Segundo ele o maior desafio  de uma mulher. e de modo geral de todos ser humano, é abrir o máximo de janelas em cada situação tentando resgatar os melhores sentimentos vividos anteriormente "tranquilidade, serenidade, prazer, afetividade, etc."  obrigando-se assim a não reagir impulsivamente. É importante gerenciar  as emoções e esperar a tensão passar para depois tomar atitudes. 

As três diferentes leituras juntaram-se nesta frase que peguei emprestada para esse inicio de ano:

"A felicidade não existe pronta, não é uma herança genética, não é um privilégio de uma casta ou camada social. A felicidade é eterna construção." 

Beijocas
Cris Chabes