sábado, 17 de dezembro de 2011

Retrospectiva da Cris



Olá amigos do Recanto
É com muito carinho que venho aqui hoje para recordar com vocês
 um pouquinho da emoção que senti 
ao compartilhar um pouco da minha vida e dos meus filhos.

Um dos posts mais vistos e comentados (inclusive pelo Marcelo - meu filho) foi  

Para mim foi uma emoção ler os comentários dele,
Espero que vocês todas possam sentir isso com seus filhos
Resolvi colar os comentários dele pois fala de todas vocês:



" eheheh todo mundo chorando e eu também chorei, não teve jeito.rsrs Desculpa mãe, mas eu tinha que postar aqui. Moças mamães que aqui postam, quero lhes dizer uma coisa: essa dona Cristina Chabes não é de brincadeira viu!rsrs não tem preço o que eu aprendo com essa mulher, e que mulher. Conto pra meus amigos que minha mãe twitta e é blogueira (como a maioria de vocês) e muitos não acreditam. Conto que ela e meu pai sempre me ensinaram a fazer ESCOLHAS, ao invés de escolher por mim, e muitos não acreditam. E também não acreditam, quando conto que ela e meu pai entendem sem problema algum, que eu me mudei para um novo endereço em busca da minha MASTER independência (apesar de sempre ter tido muita independência em casa), para ir atrás dos meus sonhos, crescer profissionalmente, pessoalmente, acertar, me permitir errar, andar sozinho e construir minha história. Não sei como aguentou me ver andar sozinho de novo e não me agarrar mais por medo que eu não andasse, não sei como aguentou falar comigo 1 ano só por msn, não sei como entende e aguenta tudo isso, e talvez eu nunca saiba. O mais importante é que vou criar meus filhos da mesma forma, e tenho muito muito muito muito muito (x10) orgulho da minha mãe viu. (do meu pai tb, mas no caso o blog é das mamães, então vcs entendem..rs). Ela é de tirar o fôlego...e mãe, pode ter certeza, que a gente ainda vai chorar muito juntos de felicidade. Eu estou só começando...BJOS!! TE AMO!!! (obss: o blog é muito legal, parabéns a todas vocês).
25 de janeiro de 2011 18:24


Esse post falava do momento em que nos despedimos no aeroporto quando ele foi passar um ano estudando fora.
Se alguém já passou por isso sabe do que estou falando
Quem ainda não viveu esse momento prepare-se ele vai chegar
E não dá para ir junto rsrsr
Curtam novamente esse post comigo

Beijocas
Cris Chabes




sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

A função dos abrigos

Coordenadoras de abrigos assumem funções maternas por profissão

Elas dão amor e proteção para jovens destituídos das famílias.
Atentas, acompanham dificuldades e conquistas vividas pelos 'quase' filhos.

Luciana Rossetto Do G1, em São Paulo
As coordenadoras de abrigos que mantêm crianças e jovens destituídos das famílias acabam assumindo funções associadas à maternidade por conta da profissão. Mesmo para as crianças que passam pouco tempo nesses locais, elas viram um referencial feminino ao dar afeto e cobrar responsabilidade nos estudos, nas questões de higiene pessoal e organização. Como na relação entre mães e filhos, acompanham atentas os problemas e as conquistas desses "quase" filhos.

A psicóloga Rita de Cássia Cavalcanti, responsável por um abrigo na Lapa, na Zona Oeste de São Paulo, encara a profissão como um projeto de vida. “É um trabalho que faço com muita paixão. As crianças estão fora da família, então a gente acaba sendo a mãe em alguns momentos. Nós nos envolvemos bastante, ainda mais pela situação das crianças, que chegam muito fragilizadas”, afirma.
A assistente social Cintia Daniels Tecedor, que gerencia outro abrigo em São Paulo, ressalta que a parte mais difícil é lidar com as emoções, trabalhar o apego e o desapego. Apesar das saudades, essas profissionais ficam felizes quando as crianças retornam para as famílias de origem ou são adotadas.
“Por mais que tenham essa referência, eu não sou a mãe verdadeira. Eles precisam entender que têm uma mãe e a família deles, ou que vão construir outra família. Tinha um adolescente que até falava ‘olha, você não é minha mãe, mas eu gostaria que você fosse, então, às vezes vou te chamar de mãe”, diz.
Rotina

Ao mesmo tempo em que dão carinho, elas impõem regras e limites. As crianças têm horário para acordar e dormir, necessitam ir para a escola, além de eventualmente precisar de médico e comparecer à Vara da Infância.
“O que a gente tem com filho, por exemplo, que não pode se machucar, que não quer ir para a escola, isso é vezes 20 aqui. As crianças têm todo esse lado emocional de estar fora da família, existe toda uma problemática que a escola às vezes não entende. É uma rotina complicada, porque você tem desde o bebezinho que precisa de cuidado o tempo todo até o menino de 17 que já acha que pode cuidar da vida dele e decidir se vai para a escola ou não.”
Apesar do horário de trabalho oficial, as coordenadoras acabam ficando disponíveis o tempo todo e são acionadas em qualquer emergência. Até mesmo quando não são solicitadas, elas acabam levando as preocupações do trabalho para casa. “Nós nos preocupamos muito com eles. Não é só a questão da responsabilidade, mas também tem o carinho”, diz Cintia.
Confiança
Nos abrigos, os jovens passam a confiar tanto nas coordenadoras que compartilham a vida pessoal e pedem conselhos. “A gente dá a mesma orientação que uma mãe daria para um filho. Não podemos só falar, temos de ouvir o que eles querem, respeitar o desejo deles. Assim, vamos criando esse vínculo de afeto, de proximidade.”
Quando chega, o que a criança precisa é de amor, carinho e proteção. Se sentir que está protegida, é um bom começo."
Cintia Daniels Tecedor, assistente social
Rita explica que procura conquistar a confiança das crianças para que o processo de adaptação seja mais fácil. “Quando chega, o que a criança precisa é de amor, carinho e proteção. Se sentir que está protegida, é um bom começo. Na medida em que vai passando o tempo, ela vai se aproximando mais de você, logo está te chamando de tia, quer ficar perto e ajudar o tempo todo. Isso é bastante emocionante”, afirma.
Para Cíntia, a satisfação de ver a evolução das crianças quando entram e saem dos abrigos é a recompensa de seu trabalho. “O maior retorno que a gente tem é no sorriso que a criança te dá e na transformação que acontece entre a chegada e a saída dela daqui. A maneira que ela passa a se comportar, a forma que vem e te abraça, como ela transmite a questão do amor. Isso que é o mais gratificante.”
Prontos para a independência

Miriam Egle Torturelli é gerente das unidades masculina e feminina da República Jovem de Santo Amaro, em São Paulo. Ela cuida dos jovens que não tiveram possibilidade de voltar para as famílias e passaram a maior parte da vida nos abrigos, de onde precisam se mudar depois que completam 18 anos.
São adultos que estão aprendendo a se virar sozinhos, mas que também enxergam nela o referencial feminino de uma nova fase da vida. Com muita conversa para lidar com as inseguranças desses jovens, ela orienta o grupo, pega no pé quando precisa e, claro, também dá carinho.
“Se recordar minha história de vida, acho que a adolescência foi a melhor fase. Procuro passar que é um momento de conquista de responsabilidade, de muitos afazeres, mas também é hora de diversão, de buscar cultura, de ir para a balada, tudo com muita responsabilidade. Não precisa ficar chorando porque ‘ah, não tenho família, sou um coitadinho’. Não, vamos sair dessa história. Vamos para a comunidade, viver o que a vida tem de bom, colher esses frutos”, diz.
Assim como as outras “mães de abrigo”, Miriam é apaixonada pelo trabalho e também tem orgulho dos filhos que se tornam independentes e seguem a vida. “Tem um adolescente que está se preparando agora para sair da república. Ele agora já completou 21 anos e vive um momento de superação muito grande. Está alugando uma casa, estamos fazendo um mutirão para poder ir lá pintar e mobiliar a casa para ele. Temos esses dois momentos, tanto a aflição de ver o passado que estava muito presente quanto essa coisa boa dele estar indo morar sozinho, fortalecido.”


http://g1.globo.com/dia-das-maes/2011/noticia/2011/05/coordenadoras-de-abrigos-assumem-funcoes-maternas-por-profissao.html


bjusss
Dani garcia
http://omundodadanigarcia.blogspot.com/

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Você ou Senhora ???



Quem diria que a maternidade traria consigo tantas dúvidas...
Minha mãe educou seis filhos e eu sempre enxerguei nela uma mulher que sabia exatamente o que estava fazendo, sempre forte e nunca passava insegurança quando o assunto era a nossa educação.  Antes de me tornar mãe sempre tive bem definido como educaria os meus filhos, mas após a maternidade me tornei um turbilhão de dúvidas, sempre procurando acertar ou errar menos, sempre procurando o melhor para o meu filho. Ou será que o medo de errar é que nos faz pensar tanto antes de agir? Sei lá...
Minha mãe e o meu pai provavelmente educaram os filhos da mesma maneira como foram educadas, e os pais deles da mesma forma...
Hoje temos muito mais acesso a informação, comunicação muito rápida... Muitas coisas mudaram e eu vejo que muitas mães e pais buscam se informar melhor sobre a maternidade/paternidade, fazem cursos, leem mais sobre o assunto, buscam outras alternativas para evitar erros tão prejudiciais aos filhos como os que muitas vezes colhemos na sociedade.
Comigo e meu marido não é diferente, estamos sempre conversando sobre a educação que damos ao nosso filho, sempre querendo acertar e sempre pensando na felicidade dele e no seu futuro também.
Decisões aparentemente simples, mas que na verdade são verdadeiros dilemas para os pais. Aqui em casa um desses dilemas da maternidade/paternidade que estamos vivendo no momento é:

Ensinar o filho a tratar os mais velhos como você ou senhor?

A gente usa o “você” normalmente com pessoas intimas, quando temos proximidade com a pessoa e o “senhor” é um tratamento mais formal. Algumas pessoas acham que este tipo de formalidade acaba criando um abismo, um tipo de barreira entre pais e filhos... será? Será que é isto realmente que interfere no relacionamento entre pais e filhos?
A minha educação e a do meu marido foi praticamente do mesmo jeito nesse aspecto, somos de famílias bem cheias de tradições... algumas dessas tradições a gente coloca em prática outras não. Nós  aprendemos desde cedo a tratar os mais velhos e nossos pais como “senhor “e hoje em dia continuamos da mesma maneira.
Quando eu fui tia pela primeira vez tinha dezessete anos, e achava linda a educação que o meu irmão dava à minha sobrinha, ficava encantada com a pequena me chamando de "senhora"... Tão educadinha e respeitosa!
Mas hoje, penso por outro lado que o fato das pessoas usarem este tipo de tratamento não significa que tem respeito por ela. Chamar de "senhor" no passado era considerado uma atitude de educação e respeito aos mais velhos, mas vejo hoje filhos que tratam os pais por você e nem por isso demonstram algum desrespeito, outros tratam por senhor e não tem respeito algum.
Meu filho tem 2 anos e nos chama de você, da mesma forma como falamos com ele. Chama também a avó, o avô, os tios e todas as outras pessoas assim.
Sei que ainda há tempo para mudar, ensinar de outra forma caso desejemos. Mas sabe que depois de tanta conversa sobre o assunto aqui em casa, ainda não chegamos a uma opinião...rsrs
E para vocês, como tem sido essa questão?


Como não venho por aqui na próxima semana, quero aproveitar para desejar a todos um Natal super abençoado, muita paz, alegria e união em suas famílias!


Um beijo,
Lauri

* Meu blog pessoal continua fechado, se quiser pode falar comigo pelo email laugsousa@yahoo.com.br 

Como estragar um filho



Por Kaká, do blog Aventuras do Mundo Materno


Segunda feira fui reclamar que a Helena só queria saber de dormir na minha cama e que era um saco deixar ela dormir e depois ter que levá-la pro quarto, já que nesse trajeto "meu quarto - quarto dela" ela sempre acordava, mas parei por um instante e pensei:

-" Quando foi que ela começou a querer dormir no meu quarto?" 
A resposta? Nunca! ela nunca me pediu.

É curioso como a gente reclama de como os nossos pequenos estão cheios de vontades,o que a gente nunca pensa é que somos nós as verdadeiras culpadas.

Eu realmente preciso encontrar outras maneiras de colocar a D.Potoquita para dormir, eu sei como fazer, é só levar ela pro quarto, colocar uma luz bem fraquinha, deitar com ela na caminha deliciosa dela,dar o seu Iogurte sagrado da noite e ficar ali juntinho, esperando ela dormir.Parece bem simples não? porque então eu não faço? 

Eu não quero fazer ora! as vezes vejo ela ali de pijaminha toda linda, e tudo que eu desejo é leva-la para minha cama, me enfiar debaixo das cobertas com ela e ficar ali até o sono bater... ainda mais depois de um dia inteiro de trabalho longe dela.

Sabe quando a gente reclama que o nosso filho não quer comer, e a gente esbraveja que se ele não comer a comida também não vai comer mais nada? tudo balela né? é só ele pedir algo que a gente dá, afinal ele não comeu, deve estar com fome.

É como naquela fase do berço, ele dorme no nosso colo, mas ao deixarmos no berço ele acorda na hora, parece até mentira. E até te aconselharam a deixar ele chorar um pouquinho, mas você quer ouvir seu bebezinho chorar? Você quer mais é pegar ele no colo e deixar ele lá bem quietinho junto às batidas do seu coração.

Aí a gente vai reclamar, vai reclamar de dor na coluna, reclama que não consegue fazer nada, que o bebe só quer ficar no seu colo...etc.

É nessa hora que te pergunto: Foi ele que pediu? 

A gente sabe exatamente o que fazer para não estragar os nosso filhos, mas quem disse que a gente quer?



*Kaka é a mamãe mais que apaixonada da Helena, casada, gerente e blogueira... "uma mulher totalmente mudada pela maternidade", como ela própria se define.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Relato do Parto de Davi

Depois de tanto ensaiar escrever este post, enfim consegui conclui-lo. Ainda que com 2 meses de atraso. Mas estava me adaptando e ainda estou neste eterno aprendizado, que é ser pai. 

Relato do Parto

Na primeira semana de outubro de 2011, quando Meiryele fez o último ultra e a última consulta com a GO, tínhamos como certo o nascimento de Davi para dali a alguns dias. Na segunda feira, dia 03/10, a esposa começou a sentir as primeiras contrações, eram muito esparsas e irregulares. Mas já havia sinais de dilatação, então com 2 cm. Na quinta feira cedo, voltamos novamente ao consultório da médica e a dilatação ainda não havia aumentado. O que aumentou mesmo foram as contrações que estavam mais regulares e com intervalos de 8 minutos. 
Seguimos com o programado e internamos na noite do dia 06. E nesta noite as contrações entraram em ritmo mais acelerado a cada 6 minutos, as vezes 5.
Foi muito bom a gente adiantar a internação, pois a maternidade da Santa Casa estava em reforma e mesmo com convênio não estava fácil a disponibilidade de leitos. 
A noite no hospital foi dolorosa para a esposa, muitas contrações e pouco sono. Soma-se a isso tensão pela chegada do grande momento. 
No dia seguinte, às 6 da manhã, Meiryele levantou, tomou banho e fomos para o bloco obstétrico. Eu tentava disfarçar meu nervosismo, mas estava difícil. Dentro de instantes, Davi iria nascer.
Já no bloco, fiquei aguardando numa salinha de espera enquanto Meiryele se encaminhava para os procedimentos iniciais. Ali na salinha, vi chegar Dra. Flávia Magali, GO da esposa, Dra. Maria Tereza, GO auxiliar e Dra. Magda, pediatra. Que hoje vem a ser a médica que acompanha nosso filho. Tinha também a Dra. Maria Inês, anestesista que tanto nos tranquilizou neste momento. 
Enfim quando fui chamado para a sala do parto, achei que eles esqueceriam de mim ali na salinha de espera, pude perceber que realmente tinha chegado a hora do Davi nascer.
O procedimento correu como esperado, em poucos instantes, exatamente às 08:10 da manhã, já pude ver um gordinho bem branquinho, com manchas vermelhas pulsando vida num choro escandaloso e emocionante. Davi nasceu!



Meiryele agradecia a Deus pela vida de nosso filho, ao mesmo tempo que chorava de felicidade. Meus olhos marejados e vidrados no meu filho, pareciam não acreditar que ele já estava ali, lindo e choroso em meus braços. 
Nosso filho tinha nascido e após os procedimentos iniciais, e após muitas fotos ele foi para outra sala para ser higienizado, medido e pesado. Meiryele foi para a sala de observação e Davi foi junto para o primeiro contato com a mãe e para amamentar. Pude naquele instante agradecer as médicas e toda a equipe pela excelente assistência que recebemos. Começava ali uma nova etapa em nossas vidas... 

Abraços Paternos!

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Retrospectiva - Cida



Olá querida(o)s!

Hoje é o dia da minha restrospectiva e confesso que achei difícil escolher apenas um texto que eu gostaria que fizesse parte dela, então escolhi dois. Na verdade ambos foram postados no final do ano de 2010, mas foram esses que eu mais senti no coração de indicar, tanto pelo número de visitas e comentários que tiveram, quanto pelas experiências que marcaram a minha vida.
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O primeiro tem o título: Um telefonema que fez toda a diferença...


Nesse texto eu falo do sentimento de inutilidade que estava sentindo por não estar mais trabalhando, isso aconteceu porque desde os 14 anos de idade eu sempre trabalhei fora, mas com a chegada da minha filha eu optei por cuidar dela em tempo integral e no início não foi fácil. Quando eu estava num momento muito delicado, entrando quase numa depressão, DEUS usou de uma maneira muito especial uma amiga minha que mora em outra cidade. Desde aquele telefonema as coisas mudaram dentro de mim, e eu assumi o meu papel de mamãe e dona de casa em tempo integral e agora me sinto extremamente realizada.

O segundo tem o título: Senhor, como isso pode acontecer?


Conto um testemunho que aconteceu com a minha filhinha. Ela estava prestes a completar 3 anos quando...
Vou deixar pra vocês conferirem essa história no post, pois vale a pena!.
Querida(o)s nos acompanham, quero aproveitar para agradecer a vocês pelo imenso carinho para comigo através de comentários sempre tão legais e incentivadores.
Espero que em 2012 a gente continue com essa amizade tão legal que fomos conquistando ao longo desse tempo.
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Um grande beijo e um forte abraço pra todos e que Deus continue nos abençoando cada dia mais.
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Carinhosamente... Cida do *Compartilhando...

domingo, 11 de dezembro de 2011

Retrospectiva - Michele


Oi,amores!
Hoje é o dia da minha retrospectativa!uhuu!
 Esse post foi muito especial pra mim. É um vídeo de uma música que fala muito ao meu coração e mostra um amor de mãe lindo e profundo e mostra também o amor de Deus e como ele conhece nosso coração de mãe!

Espero que gostem  de ler e ouvir como eu gostei de fazer esse post!

Michele Alves
Twitter: michele_saj
 
Miguel Alves
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Beijos,amo vocês!