sábado, 22 de outubro de 2011

Filhos de pais separados

imagens do google

Quando tinha 15 anos meus pais se separaram. Isso foi há 32 anos atrás em uma época que não havia sido promulgado o divorcio e as mulheres "desquitadas" eram vistas com certo preconceito.
Lembro-me que algumas amigas na escola disseram que suas mães as proibiram de falar comigo, visto que agora minha mãe era uma "desquitada". 
Mas os tempos mudaram e as mulheres que antes sofriam caladas os mandos e desmandos dos maridos puderam reconhecer seus direitos e enfrentar o mundo com dignidade.
Uma coisa no entanto parece não ter mudado muito.....o sentimento dos filhos no momento da separação. Por mais que ter "dois papais" ou "duas mamães" seja natural hoje em dia, os filhos ainda tem dificuldade para lidar com determinados sentimentos, como por exemplo: "Será que meus pais ainda me amam?" ou "Será que a culpa foi minha?" Já ouvi relatos de adolescentes e até de adultos que pensaram da mesma forma diante da separação dos pais e percebo que algumas crianças ainda enfrentam esses conflitos hoje em dia.
Sou professora e todos os anos escuta a conversa, quase sempre da mãe, pedindo que observe o comportamento de seu filho, pois o casal está enfrentando uma separação.
imagens do google
Sei que esses sentimentos passam com o tempo, mas é preciso muita atenção, carinho e compreensão com a criança que ainda não entende esses conflitos familiares. Tudo volta ao normal com o tempo, mas é preciso coragem e muito amor para lidar com os filhos diante de uma separação conjugal.
Pesquisei e encontrei um artigo interessante abordando o assunto a apontando que cada idade tem uma reação. Leia em Crescer
Um grande beijo
Cris Chabes

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Contrato de madrinha

A escolha da madrinha não é uma escolha fácil. A madrinha é aquela pessoa a quem confiamos o nosso bem mais precioso e sou super a favor que as madrinhas assinem um contrato, algo simples, mas que garanta as mães tranquilidade quando as madrinhas estão com os bebês. 
O que vocês acham? Sou muito neura, ou as madrinhas tem que assumir algumas responsabilidades no papel, por que não?
Sendo assim, o contrato é unilateral, claro, onde os pais a mãe expõe todas as suas vontades para a madrinha, ela assina sem ler, e muito menos sem reclamar, tudo em nome do afilhado(a) lindo(a)!
A madrinha deve:
* visitar o afilhado no mínimo 1 vez por semana;
* aceitar as recomendações da mãe sem falar nada, e nem pensar em contrariar a mãe, mesmo quando ela não está por perto;
* ter a certeza que ao levar o bebê para passear a mãe estará espiando na janela, portanto aja com naturalidade e faça de conta que ninguém está olhando,entendido?
* ser uma madrinharazzi, ter a câmera fotográfica sempre a mão para não perder nenhum momento do afilhado e lógico, mandar as fotinhos para a mãe o quanto antes;
* conhecer e cantar as músicas infantis favoritas do afilhado, galinha pintadinha e palavra cantada, nem precisa ser afinada, desde que cante com o coração;
* saber trocar fraldas, sem fazer distinção ao conteúdo da mesma;
* saber quantos dentes o afilhado tem, e se preciso for tem que saber como escová-los;
* fazer papinhas gostosas e saudáveis, no mínimo as de frutas, e claro não querer competir com as papinhas da mamãe, que são as melhores papas do mundo;
* nem pensar em dar balas, pirulitos, refrigerantes, salgadinhos, bolachas recheadas, só o que a mãe daria para o bebê;
* ler histórias imitando os sons dos animais e as vozes dos personagens, e ter paciência de contar a história mais de uma vez, de novo não querer contar histórias melhores que a mãe, já disse que ela é a melhor em tudo?
* na hora da vacina tem que ser muito mais forte que a mãe, e não pode chorar mais que o bebê, senão já viu, não basta a mãe cuidar do bebê terá que cuidar da dinda...;
* ter disposição para passear, brincar, subir e descer escadas, sem parar e por tempo indeterminado;
* prever qualquer situação de perigo e proteger o afilhado de tudo e todos;
* ter todo o amor do mundo, não cansar de olhar para o bebê, nem de ouvir a mãe falar do bebê o dia inteiro.
A madrinha do Antônio só podia ser ela, não tinha como não ser, ela é a madrinha mais carinhosa, mais linda, mais babona do mundo, e juro que ela assinou esse contrato acima, tudo por ele,né?rs 
A madrinha é muito especial na vida de qualquer criança, e tenho certeza que fiz a escolha certa. O padrinho eu nem falo muito porque ele mora longe e é presente do jeito dele, mas deveria assinar o contrato também. Dizer que tenho sorte de tê-la nas nossas vidas seria pouco, temos muita sorte, já estava escrito, porque além de comadre, amiga, irmã ela é a melhor dinda do mundo!


Esse post maraaaaaaaaaaaaa foi a Angi q fez 

Eu acho q ser madrinha é algo muitooooooooooooo importante...
pena q nem todas madrinhas pensem assim... pra mim, madrinha é a segunda mãe...
eu ganhei um afilhadinho no dia 10 de outubro, o Daniel é um principeeeeeee
Eu disse pra mãe dele esses dias:
-cibele, quero que vc saiba, que vou cuidar e amar seu filho, assim como amo o meu..
saiba que serei uma segunda mãe pra ele
conte comigo em todassssssss as horas, que a distancia de estados, não impeça que eu seja muito presente na vidinha dele..
Que voce possa saber q sempre cuidarei do teu filho como se fosse meu....

e é isso que espero das madrinhas do meu filho tb....
E que assim seja..
Amem

Beijosssssss da dinda babona
Dani Garcia

Filhos



"Filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem. 
Isto mesmo! Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado. 
Perder? Como?  Não é nosso, recordam-se? 
Foi apenas um empréstimo! 
Então de quem são nossos filhos? Eu acredito que são de Deus, mas com respeito aos ateus digamos que são deles próprios, donos de suas vidas, porém, um tempo precisaram ser dependentes dos pais para crescerem, biológica, sociológica, psicológica e emocionalmente.
E o meu sentimento, a minha dedicação, o meu investimento?
Não deveriam retornar em sorrisos, orgulho, netos e amparo na velhice?
Pensar assim é entender os filhos como nossos, e eles, não se esqueçam, são do mundo!".
(Este texto tem sua autoria atribuída por alguns a José Saramago, mas há controvérsias).

Precisamos aproveitar cada fase dos nossos filhos, curtir cada momento junto a eles porque vai chegar o momento em que vão alçar seus próprios vôos e precisamos estar prontas para este momento...

Beijos e ótima quinta!
Lauri, do blog Nosso Danielzinho

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Carta para um filho, desabafo de uma mãe...


Por Áries, do blog **Princesinha Mel**


 Meu lindo filho, você foi tão desejado, esperado, planejado e muito, muito amado. Curti cada dia meu barrigão, sabia que um dia sentiria falta do meu pé inchado e da azia que tanto me incomodava. Tirei várias fotos para guardar de lembrança desse momento mágico e jamais imaginei que te perderia...
Fui para a maternidade sentindo fortes dores, fui ter você, papai voltou para casa, pois teria que trabalhar. Me colocaram no soro, as dores ficaram mais fortes, era você chegando, não via a hora de ver seu rostinho, te pegar, te sentir...
Logo você nasceu, foi difícil, mas você chegou.                  
A dor foi forte, mas a vontade de te ter foi maior.
Você  fraquinho nem chorou direito, ali eu fiquei e te levaram de mim, nem sequer mostraram você para mim.
 A Drª veio dizer que você era pequeno demais, fiquei preocupada mas confiante. Fiquei sem você na enfermaria, depois pude te ver na UTIN. Como eu chorei ao te ver pela primeira vez, tão pequeno e já cheio de agulhas, sentia emoção e dor, mas você estava ali, minha vidinha, meu pequeno, meu filho, meu bebê.
Voltei para a enfermaria sem você, chorava sozinha, sentia sua falta, suas roupinhas ainda na bolsa. Tive alta e você ficou. Que dor chegar em casa sem você...
Todos os dias ía no Lactário tirar leite para você, chorei quando consegui tirar a primeira gota, era com esse leite que eu imaginava que você fosse pegar peso e ficar forte para vir para casa.
Sentíamos sua falta, seu pai e eu queríamos você aqui, sofríamos te vendo naquela incubadora mesmo sabendo que era para o seu bem. Desejávamos ter você, pintamos o quarto de azul, não tínhamos muita coisa, mas o pouco foi preparado com muito amor e carinho. Não foi do jeito que seu pai e eu queríamos, você não ficou com a gente, você se foi, perdemos você, eu nem te peguei, nem te abracei, nem te amamentei, não senti o calor do seu corpinho, não te beijei, seu pai também não...
Mas te amamos muito e sofremos muito, a dor de te perder é imensa, é uma dor tamanha que dói na alma, profunda, um pedaço da gente se foi, mas você está aqui dentro de nossos corações, do nosso pensamento. Saudade, lembrança, falta, muita falta.


Paulo Pimenta Niz Neto, meu filho, tive você em 2007 e o perdi com dezessete dias de vida, você nasceu após uma gravidez de nove meses, pesando apenas 1.200kg, tive pressão alta e pré eclampsia.

Você surgiu de um sonho, nasceu do meu ventre e invadiu minha alma, criança doce, serena e calma.
Sorriso de minha esperança, amor do meu coração, meu filho, minha criança, minha maior realização.
Lindo como um príncipe verdadeiro, raio de luz, meu anjo sua alegria até a tristeza seduz.
Quando converso com DEUS, não esqueço de agradecer, por trazer à minha vida, esse lindo e pequeno ser.
Quanta dor, quanta agonia, para sempre vou sentir, acabou minha alegria, no dia em que te perdi.
Nove meses eu senti, momentos de emoção, meu filho estará sempre vivo, dentro do meu coração.
Eu posso, eu consigo, eu quero, eu vou.
Feche os olhos, veja o sol como ilumina, como aquece, ele te enobrece, te traz força e te diz:"você pode".
Você diz a ele:"eu posso, eu consigo, eu quero, eu vou".
A luz invade meu quarto, mais um dia, respiro fundo, sem saber, olhar perdido, passos confusos, espero uma palavra, um sinal, um chamado...
Acalmo-me, procuro um papel, uma caneta, sem saber o que escrever, são tantas dúvidas, tantas incertezas, não sei o que sinto, mas algo dentro de mim procura a verdade e me vejo assim... sentada, confusa e tão certa, buscando a razão, vivendo a emoção, nos erros me conserto, nos acertos me questiono.
A fragilidade me habita, me conforta, me amedronta, num segundo que se passa sou outra, me escondo.

Eu te vi de olhinhos abertos apenas umas duas vezes, em uma delas você olhou para mim, chorei de soluçar, só Deus sabe o quando eu sofri, a dor era tão imensa que chegava a doer no mais profundo do meu ser, no mais profundo da minha alma.Sonhava com o dia da alta, me falaram que talvez tivesse alta em trinta dias, sobreviveu apenas dezessete. Quando soube que havia perdido a batalha, meu chão se abriu, meu mundo desabou, fiquei perdida, sem rumo, sem direção, sem motivos para viver, meu mundo colorido ficou em preto e branco, me faltava um pedaço, arrancaram parte do meu coração, parte de mim se foi e eu nem tive a oportunidade de dar um abraço gostoso, de beijar e dizer  o quanto eu o amava, o quanto eu o esperava, o quanto era desejado.
Você não soube que o quartinho já estava azul, preparado te esperando, tínhamos poucas coisas, mas tudo feito com todo amor de uma mãe e um pai.
Você não soube que mesmo com meu barrigão prestes a dar à luz ajudei seu papai e preparar a casa para sua chegada, apenas eu e seu papai, ninguém nos ajudou. Viramos a noite pintando, limpando, arrumando tudo para recebê-lo num ambiente agradável e você nem veio para casa. Preparei as bolsas para levar para a maternidade, as roupinhas lavadas e passadas, já com cheirinho de bebê mesmo antes serem usadas.
Após o parto,  fiquei numa enfermaria com mais quatro mãezinhas, elas com seus bebês, apenas eu sozinha, nos três dias antes de ter alta.
Algumas reclamavam de seus bebês que choravam quase que a noite toda não as deixando dormir, e eu naquele momento faria qualquer coisa para que você, meu filho estivesse ali comigo mesmo que não me deixasse dormir, o que eu mais queria era ter você em meus braços. Tinha dois  horários de visitas, pela manhã e à tarde, eu só o via nesses horários. Só podíamos entrar na UTIN (Unidade de Tratamento Intensivo Neonatal) com máscaras nos rosto, lavar bem as mãos, algumas mamães pegavam seus bebês, eu não, mal o tocava com os dedos e chorava desesperadamente, me doía vê-lo naquela situação, tão pequeno, tão frágil, tão indefeso e sofrendo pela vida, foi em vão. Me dói hoje recordar.
Quantas lágrimas derramei depois que o perdi e voltei para casa sem você.
Tudo preparado esperando por você e tudo havia acabado naquele momento que o perdi.Não morri por que Deus não deixou. Tinha consultas no posto de saúde, lá via mães com seus bebês nos braços e o desespero me tomava, entrava numa sala e chorava desesperadamente de soluçar, as pessoas me olhavam algumas sem entender, sem saber a razão. Procurei a psicóloga no posto, foi o que me ajudou um pouco.
Nas consultas falava com a psicóloga que todo menino que eu via, lembrava de você, o imaginava andando, falando, saudável, mas quando caía na realidade tudo havia acabado, eu chorava o tempo todo, minha vida era chorar, bastava ver um menino.
Perguntava o tempo todo porque aquilo aconteceu comigo?
Sem respostas eu ficava.
No começo não me conformava, porque uma amiga que estava tendo seu quarto filho não perdia e logo eu que tive o primeiro perdi? Porque uma amiga poderia ter três, quatro, cinco filhos e eu não pude ter o meu?
A cabeça ficava confusa, tantos pensamentos loucos, tanta dor, tanto desespero e eu me sentia só.
Meu esposo parecia forte, mas por fora, eu nem por fora parecia forte. Quando pedi forças a Deus, pedi que colocasse paz em meu coração, voltei para a igreja que estava afastada, mudei meus pensamentos, entendi que tudo está nas mãos de Deus e ELE sabe o porquê de todas as coisas. Mudei muito depois desse fato, depois de tanta dor. Hoje reflito muito sobre todas as coisas, não faço mais as bobagens que fazia, tinha uma cabeça infantil de adolescente, depois disso amadureci. 
Dizem que HÁ MALES QUE VEM PARA BEM, foi preciso eu sofrer para mudar. Agora, dois  anos após sua perda, Deus nos deu Melynna, uma benção, um presente maravilhoso de Deus.Deus tem confortado nossos corações, Melynna veio para nos fazer feliz."Tudo está nas mãos de Deus".

Deus me mandou Melynna para que eu tenha um novo motivo para acreditar na vida e na felicidade. E eu hoje só tenho a agradecer a Deus por essa benção chamada MELYNNA.DEUS É MESMO MARAVILHOSO!!!

*A Áries é uma blogueira arteira, faz lindos bordados em toalhinhasmamãe super apaixonada da Mel.

Equipe Recanto

"Não chora mãe, eu estou aqui!"

Há pouco tempo numa missa de domingo eu e a esposa vimos uma situação corriqueira da vida de papais e mamães e que, vez ou outra, a gente acaba se colocando no lugar. Uma mãe com dois filhos homens, com idades prováveis de 10 e 7 anos, se descabelando impacientemente com o filho mais velho devido a sua desobediência. O garoto tapava os ouvidos e a mãe gritava baixinho {é possível gritar baixinho???}, dava safanões, beliscões e tapas na boca do filho, em meio a lágrimas de desespero com o comportamento do garoto. 
A gente acaba se colocando no lugar dos pais e nos perguntando o que faríamos se isto acontecesse em nosso seio familiar. Interessante também foi a reação do filho mais novo: 
_ "Mãe, não chora mãe." 
O jovem rapazinho prestou solidariedade à mãe, desabonando o mau comportamento do irmão mais velho. É como se ele dissesse: 
_"Você não está vendo que tá magoando a mamãe. Deixa eu sentar no seu lugar, deixa eu segurar a mão dela." 
E fazendo isso, segurou a mão da mãe e disse-lhe: 
_"Não chora mãe, eu estou aqui!" 
Instantaneamente o mau comportado do filho mais velho se comove, ou fica enciumado com o apoio dado pelo mais novo e chora copiosamente pedindo desculpas a mãe por tê-la magoado. Incrivelmente, a mulher, ressentida, não responde à tentativa de aproximação do filho, rejeitando-o de certa forma, deixando evidente o seu descontentamento. Daí que a gente se pergunta como agir diante de uma situação como essas. A mãe, magoada, já que a birra foi vista e ouvida por todos que estavam a sua volta e era visível o constrangimento pelo qual passava a mulher. Ela não conseguia controlar o filho, e este estava cada vez mais arredio, até o momento em que o garoto mais novo demonstrou sua insatisfação com a atitude do outro e segurando a mãe pela mão, externou o que estava sentindo. 
A missa acabou e a desarmonia continuou, deixando a pergunta no ar: 
Como agir em situações como essas? 
A correção deve ser imediata??? 
Tapas e beliscões no meio da missa??? 
Deve-se ponderar acerca da situação momentânea de estar em local público, no meio de uma celebração religiosa??? 
A reação de carinho da mãe com o filho mais novo, solidário a ela; contrapondo com a reação de rejeição ao mau comportamento do filho mais velho é correta??? 
Vamos estimular o debate e tentar decifrar o comportamento desses pais e filhos em momentos semelhantes. 
Compartilhem suas opiniões e suas experiências! 


Abraços Paternos!
Marcelo Vieira

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Top five

Uhuuuuuuuuu
mais um top five
e esse foi mega especial...
sabe por q?
Pois foi escolhido por 5 dos participantes da equipe do recanto...

Boas novas


Mamãe polvo
Propagandas na TV


Aventuras do mundo Materno
Ta preparada?

Coisa de mãe
Péssima mãe

Ensine seu bebe
Pra que pagar caro se tem na sua casa


E quem gostou levanta a mão....rsrsrs
Nós amamosssssss

Beijãoooo
Dani garcia

Desejando o melhor para os nossos filhos

Fonte da imagem: Google

"Depois disso, algumas pessoas levaram suas crianças a Jesus para que ele as abençoasse [...]" Marcos 10:13

Todos nós, independente de raça, posição social ou religião, fazemos o possível para suprir em tudo as necessidades dos nossos filhos.
Mas muitas vezes nos esforçamos tanto para lhes dar estudo, roupas e brinquedos que nos esquecemos do que é o melhor realmente pra eles. Claro que tudo que citei é importante, mas não é só isso.
Então o que seria?
Todos sabemos que o amor verdadeiro, tempo com qualidade e dedicação são fundamentais para eles terem um bom desenvolvimento e viverem uma vida mais feliz.
Mas precisamos também pensar no lar. Ele precisa ser um ambiente saudável, sem discórdias ou brigas na frente das crianças. Os pais precisam resolver os seus problemas sem envolver os filhos nisso. 

Esses dias assisti um documentário feito num país muito pobre, onde milhares de crianças morrem diariamente de fome. Me deu um aperto tão grande no coração ao ver muitas mães chorando com seus pequeninos no colo, sem ter o que dar pra eles matarem a fome, só esperando o momento que iriam morrer.
Vi estampado em vários rostos sofridos tanto amor por seus filhinhos que me comovi.

Enquanto muitas mães nessas condições amam seus filhos, outras deixam em lixeiras suas crianças, sem dar-lhes nenhuma chance.
Não estou aqui pra julgar ninguém e nem esse é o meu objetivo, mas a criança não tem culpa se veio num lar onde não foi planejada, ou é fruto de uma noite inconsequente.
Ela não pediu pra nascer, por isso não pode ser punida com falta de amor e carinho. Se ela foi concebida e a mãe não a quer, ou não tem condições de cuidar, tem muitas pessoas nas filas de adoção cheios de amor pra dar a uma criança.

Queridas e queridos, nós pais temos uma responsabilidade imensa para com os nossos filhos. Precisamos lembrar sempre que os primeiros anos de vida deles vão formar o seu caráter, e assim determinar o seu futuro. Sendo assim,  não podemos só nos esforçar para dar as coisas materiais pra eles, mas precisamos dar o que vai fazer a grande diferença na vida deles que são os valores, o amor, dedicação e um lar com harmonia. Tanto os pais casados, quanto os solteiros, precisam ir e levar seus filhos aos pés do Senhor para que Ele os abençoe e os guarde diariamente.

Não somos perfeitos, cometemos muitas falhas diariamente, mas se pedirmos sabedoria pra Deus, Ele nos capacitará a fazermos o nosso melhor pelos nossos filhos e por todos que nos rodeiam.

Desejo a todos vocês uma feliz e abençoada semana.
Abraços... Cida do *Compartilhando...