sábado, 17 de setembro de 2011

Viagem a Dois

A primeira vez que viajei sozinha (SEM OS FILHOS) foi em 2009. 
Vamos fazer as contas...........Marcelo estava com 24 anos e o Rafael com 19 anos
Uahhhhhhhhh.....
Eu não sou uma mãe super protetora. Eles já tinham viajado sozinhos. Vocês se lembram que o Marcelo morou na Irlanda em 2008? O Rafael também já viajou com amigos e com a escola na formatura.
O problema é que eu e meu marido nunca havíamos viajado para canto nenhum programando uma viagem em que eles não estivessem incluídos.
Então chegou a nossa vez. Escolhemos o destino. Programamos o pagamento. E o dia da viagem chegou.
Era um misto de ..........aí que delícia com...............eles vão ficar sozinhos?????
E se acontecer alguma coisa com eles (OLHEM A IDADE DOS DOIS ACIMA rsrsr) ou..........e se acontecer alguma coisa conosco..............Meu Deus.
Paranóia??????
Deixei uma mensagem guardada com instruções de cartão de banco, pagamentos, etc.....
Hiper loucura da minha parte eu sei.............mas meu coração estava disparado
Entramos no avião rumo a Natal. Terra maravilhosa. Lugares encantadores. Férias de uma semana merecidas.
Mas, todo dia eu ligava para os dois. Mandava SMS. E todas as crianças me lembravam os meus filhos e nossos passeios juntos.
Eu curti o meu marido, é claro......mas também aprendi a lição..........
Depois de Natal já fizemos outras duas viagens e aí nos curtimos muito mais.
Aconselho minha amigas que têm filhos pequenos a fazer isso mais vezes. Viajar a dois.
Sabe como é ......dar conselho é mais fácil!!!
Beijocas
Cris Chabes

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Conto de fadas ajudam em que?

Há tantos e valiosos benefícios em se contar histórias para uma criança...

Ao contrário do que se acreditava, os contos de fadas fazem parte da realidade infantil muito mais do que a realidade do adulto pois esta, quase sempre, é-lhe incompreensível e sem sentido. Já os contos de fadas falam de suas próprias vivências emocionais e físicas. Os valores morais são construídos de uma forma natural, justa e sinaliza claramente que há vantagens em se ter um comportamento digno e honrado. O bem é sempre recompensado e o mal é combatido e castigado.
Os finais felizes dão à criança sentimento de segurança, apaziguando seus temores mais íntimos pois abrem novas possibilidades de resolução dos conflitos interiores após muitas lutas e sacrifícios, ou seja, promovem o sentimento de esperança no futuro que é a energia positiva para ultrapassar os obstáculos da vida com otimismo.
Através dos contos de fadas, a criança elabora suas emoções mais fortes e aprende a lidar com este mundo complexo, o que não conseguiria por si só, sem ajuda.

Além de estimular a imaginação infantil, enriquecer sua personalidade, promovem a interação e aproximação com o adulto, pois falam de situações múltiplas da vida, sem subterfúgios, inclusive com temas que o adulto encontra grande dificuldade em abordar como a morte e o envelhecimento.
Não existe regra para escolha da primeira história e nem idade para começar a contar. A pessoa pode optar por qualquer uma, contanto uma nova na próxima oportunidade e em outra também até que a criança lhe peça determinada história. Isto pode se repetir indefinidamente. Há algo em seu conteúdo que foi ou está sendo vivenciado por ela e que precisa ser elaborado e assimilado. Mesmo que o adulto identifique o que se passa, não deve, de modo algum, interpretar para a criança, pois como já disse, a realidade infantil não corresponde à do adulto e a história perderia toda sua graça e função.
No conto de fadas, tempo e espaço são indefinidos, assim servem para qualquer idade e época de vida. Adultos e crianças se identificam, em algum momento, com trechos ou personagens da história.
Por este motivo, muitos pais acham que os conteúdos violentos e aterrorizadores dos contos de fadas, podem prejudicar o desenvolvimento saudável de seus filhos, como se eles não tivessem sentimentos negativos, agressivos e violentos. Esta é outra função dos contos de fadas: ajudar a criança a perceber que estes sentimentos fazem parte do ser humano em geral e não só dela, o que lhe causa profundo alívio e paz.
Muitas vezes os contos modernos não oferecem finais justos e apaziguadores e, por isto, não fazem sentido para a criança, que não admite que o mal não seja castigado e evitado. Fogem de sua realidade e entendimento.
Com a maturidade, chega a compreensão mais profunda e a criança começa a perceber que é ela quem deseja ser a heroína ou a vilã; é ela quem ama ou odeia, que precisa lutar por sua independência; é ela quem tem que enfrentar os problemas de vida para evoluir e se realizar.

Que um dia, por mais presentes e poderosos que sejam seus pais, não poderão resolver suas dificuldades ou mesmo tomar decisões que só cabem a ela e, assim, assumir as consequências por seus atos.
Mas esta é outra história...


Beijosssssss
Dani Garcia

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Um momento difícil



Texto da Lucyana, do Blog Catequistas, semeando amor

Olá!
Sou a Lucyanna e costumo usar a blogsfera para falar de Deus, mas essa semana meu coração quer falar de maternidade.
Sou mãe de segunda viagem. Na primeira, fui surpreendida por uma gravidez terrível, com direito a inúmeras internações para tomar soro e muito, muito enjôo (sempre acompanhado do melhor amigo: o vômito)....foram 9 meses de muita angústia, mal estar e pouca curtição. Mas aí chegou o João Paulo e cada instante de agonia valeu a pena! É verdade que houve momentos difíceis depois que ele nasceu, afinal, o rapaz não dormia, tinha refluxo e foi premiado com uma bronquite asmática daquelas, mas tudo contornado com o tempo, a medicação (como é bom contar com uma boa pediatra!) e muito amor.
E então, depois de algum tempo, decidimos que era hora do segundo rebento aparecer. Nova gravidez, novos enjôos (mais leves, mas presentes) e um pouquinho de ansiedade: como seria ter dois para cuidar? Como dividir-se em 2?
E ai, nasceu o Gabriel. Assim como o irmão, chegou de parto normal (normalíssimo, como diz o obstetra, afinal, não dá tempo nem de pensar em anestesia ou algo parecido), pesou bem, teve um lindo índice apgar...tudo certinho. Como bônus, e reflexo de nossa ansiedade diminuída, o Gabriel dormia bem (acordando de 3 em 3 horas) desde o primeiro dia. Por outro lado, e como nada é perfeito, a amamentação do caçulinha não foi tão fácil e instintiva como a do primogênito.
Gabriel teve dificuldades para abocanhar as mamas (confesso que elas já estavam mais “caidinhas” do que quando amamentei o João Paulo) e a apojadura foi inacreditável! Após 72 horas de nascido, tive que correr para o hospital de madrugada, pois meus seios se transformaram em duas melancias! Para dar uma ideia do ocorrido, foram 350ml de cada mama, retirados por um obstetra, na UTI neonatal, em menos de 1 hora de ordenha manual!
E, desde então, foram 4 mastites e 4 visitas ao hospital. O pequeno mamando firme, crescendo bem, mas as mamas, mesmo com ordenha e doação de leite, sempre incomodando.
Semana passada, meu pequeno completou 5 meses e ganhou 2 dentes de presente. Eu, toda satisfeita, pois acreditei que iria chegar aos 6 meses de amamentação exclusiva, como manda o figurino e a medicina atual. E então, veio a última mastite...quanta dor, febre e muito mal estar.
Dois dias depois, Gabriel golfou sangue. Mais um dia e as fezes eram pretas, sem exagero. No mesmo dia, vômito com muito sangue...diagnóstico: minhas mamas estavam mais do que doloridas, estavam muito machucadas, como nunca haviam ficado!
A pediatra suspendeu a amamentação por 2 dias, para que os seios, ao menos, parassem de sangrar, e lá fui eu, com os olhos cheios d’água, comprar o leite em pó. Preocupada com a interrupção da amamentação, triste com a situação e ansiosa, pois nem todos os bebês pegam a mamadeira com facilidade.
E qual não foi a minha surpresa ao vê-lo devorar uma mamadeira inteirinha e dormir bem, muito bem uma noite toda! E qual não foi minha alegria ao ver as fezes normalizadas e nada de sangue no golfo?
Dois dias depois, pude voltar a amamentar, agora com o intermediário , ainda dói bastante, mas, pelo menos, não existe sangramento e tudo caminha para uma recuperação plena. No meio do caminho, a pediatra decidiu que deveríamos começar os alimentos, para que as mamas não sejam tão requisitadas e possam descansar.
Eu, como toda mãe do mundo, desejo o melhor para os meus filhotes. Ao primeiro, o melhor foi amamentar até os 6 meses, ao segundo, o melhor foi interromper um pouco antes a amamentação exclusiva, ou alguém acha que engolir sangue era a melhor opção? Eu não.
A gente é bombardeada todo dia com um milhão de informações sobre gravidez, amamentação, criação de filhos. Tudo parece nos ensinar, nos guiar e, como me disse um amigo uma vez (ele é pãe), nos fazer sentir que não somos tão bons quanto deveríamos.
Cada bebê é único, cada mãe também. Eu não sou a mesma mãe para os dois, pois cada um exige uma mamãe diferente. Também não posso querer que a história dos dois seja a mesma, como não foi desde o começo.
Amamentar é um gesto de amor. Exige tempo, dedicação, superação (sim, a maioria das mães passa por dificuldades em algum momento), treino (poucos são como o João, que nasceu sabendo), vontade. Eu sempre tive tudo isso, nas duas vezes, mas meu corpo pediu arrego semana passada, restou-me chorar (sim, chorei à noite) e compreender que tenho limites físicos.
Como não tenho limites emocionais, vou amar loucamente meu filhote e dar o melhor para ele, o melhor de mim! Nem que seja com mamadeira em punho, papinha no pote ou suquinho no copo.
FILHO, A MAMÃE TENTOU, MAS NÃO DEU. DAQUI PRA FRENTE, VAMOS TENTAR MANTER A AMAMENTAÇÃO, MAS COM OUTROS ALIMENTOS JUNTOS. VOCÊ VAI VER COMO É LEGAL SE SUJAR DE BANANINHA E EU VOU AMAR BATER AS FOTOS!
 ____________________________
Obrigado querida pela sua participação enviando esse texto falando desse dessa experiência, pois temos certeza que muitas mamães irão se identificar.
Beijos,
Equipe Recanto.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Mordidas



Texto da Irene, do Blog do Davi


Hoje a mamãe foi me visitar na escola na hora do almoço. Aí a tia Luana, minha professora do Maternal II, comentou que eu estou mordendo muito. Vamos ver o que a mamãe refletiu sobre isso:
Pois é, quando eu achei que essa fase tinha passado, ela retorna com toda a força! Quase todos os dias estou recebendo bilhetinhos na agenda: 

'O Davi mordeu um coleguinha'. 'O Davi mordeu um coleguinha nas costas. Peço que converse com ele'. 
Conversar o quê? Então fui almoçar com a coordenadora pedagógica da creche, que me disse o seguinte: 
"Não tem o que fazer, é preciso deixar passar essa fase. Mas todas as vezes em que ele tentar morder alguém, diga que é feio, que faz dodói e que a mamãe fica triste. E mude de assunto. Criança não presta atenção em dircursos muito longos".

Como sei que esse é um problema que angustia muitas mães, resolvi procurar algum post na imensa lista de blogs sobre maternidade que sigo e fiquei surpresa por não achar nenhuma linha sobre o assunto. Então resolvi eu mesma buscar alguma explicação e compartilhar esse assunto tão delicado com as leitoras do Blog do Davi

Encontrei alguns especialistas falando sobre o tema e, abaixo, separei o que achei de mais interessante:

O QUE É A MORDIDA?
"A fase oral é dividida em duas etapas, a de sucção e a de mordida. Na fase da mordida há uma tendência a destruir, morder, triturar o objeto antes de incorporá-lo. Essa fase é dividida em duas características principais, sendo oral receptiva, quando o sujeito não passa por privações, tornando-se uma pessoa muito generosa e oral agressiva que aparece uma tendência a odiar e destruir, a ter ciúmes da atenção que outros recebem, a nunca estar satisfeito com o que tem e a desejar que os outros não tenham algumas coisas, mesmo que não as queira para si. É como se a pessoa quisesse se vingar das frustrações que o período de amamentação lhe causou". 

(Flávio Fortes D'Andrea, professor de Psicologia Médica)

"As crianças estão em fase de amadurecimento e consequentemente estão aprendendo a exteriorizar suas angústias; medos, frustrações, anseios e descobertas. Através do sistema nervoso central começam a elaborar o tato, o olfato, o paladar, a visão, e a audição. Consequentemente com as novas descobertas aprendem a usar as mãos, os dentes, como instrumentos de defesa".(Albertina Chraim, psicopedagoga)

"A mordida faz parte dos mecanismos de defesas mais primitivos do homem".(Albertina Chraim, psicopedagoga)

EM QUE FASE ELA COSTUMA OCORRER?
"Em primeiro lugar, é importante que se saiba que esse comportamento de morder faz parte do desenvolvimento, é normal até os três anos de idade e passa quando a criança adquire novas habilidades". (Danielle Dittmer, psicóloga) 

POR QUE A CRIANÇA MORDE? 
"A maior parte das crianças morde para se comunicar, pois ainda tem limitações de vocabulário ou lentidão na articulação das palavras". (Helena Samara, dona de escola infantil)

"Muitas vezes, crianças que mordem na escola são crianças mais possessivas que querem atenção exclusiva, filhos únicos, filhos de pais que estão em processo de separação, ou ainda crianças que estão com irmãozinhos recém-nascidos em casa. De alguma forma ele precisa extravasar suas angustias e ansiedades".(Albertina Chraim, psicopedagoga)

"Morder também pode ser uma maneira da criança lidar com sua ansiedade, já que ainda não consegue organizar e compreender direito suas emoções, ela descarrega o ciúmes, a insegurança na mordida". (Danielle Dittmer, psicóloga)

"As mordidas acontecem em situações de disputa por brinquedos ou quando entra uma criança nova no grupo, causando emoções como insegurança, medo da perda ou ciúmes do novato, já que a professora está com a atenção mais voltada para o mesmo. Como não consegue administrar seus sentimentos, manifesta o incômodo através da mordida". (Jussara de Barros, pedagoga)
"É comum a vítima ser o melhor amigo. Elas mordem para se apropriar do que o outro tem de interessante".  (Gisele Jardim, presidente do Departamento de Saúde Mental da Sociedade Paulista de Pediatria)

O QUE OS PAIS DEVEM FAZER?
"É preciso ter calma quando acontece este comportamento, conversar com a criança, mostrar que dói. Com o tempo, conforme a criança vai aprendendo a se comunicar melhor através da linguagem, começa a trocar as mordidas pelas palavras, conseguindo aos poucos, organizar e expressar seus sentimentos e insatisfações de outra forma". (Danielle Dittmer, psicóloga)

"Não brigue com a criança, mas seja firme. Explique que ninguém gosta de sentir dor e peça ajuda para curar o machucado do colega. Descubra o que motivou o comportamento e mostre outras formas de expressão". (Revista Escola)

O QUE OS PAIS NÃO DEVEM FAZER?
"Cabem aos pais, professores, não supervalorizarem a mordida em si, e sim as causas que levaram uma criança a morder, e a outra a permitir ser mordida". (Albertina Chraim, psicopedagoga)

O QUE A ESCOLA DEVE FAZER?
"O professor precisa perceber qual sentimento está em jogo para agir sem drama". (Denise Argolo Estill, psicopedagoga)

"Peço à criança que mordeu que ajude a massagear a outra, a pôr gelo no ferimento. O colega mordido vai se sentindo melhor até parar de chorar". (Elsie Clarie Canelas, professora)

"Um trabalho em grupo, com argila, onde se trabalha a função da boca, dos dentes, da língua, da saliva, dos lábios, etc., acaba sendo um instrumento pedagógico bastante eficaz". (Albertina Chraim, psicopedagoga)

"Seja qual for a causa, é importante não taxar a criança de mordedora, porque isso vai gerar a expectativa de que ela volte a morder, o que pode realmente levar a mais mordidas. O melhor é tratar o fato com tranquilidade, e mostrar à criança que o que ela faz provoca dor, machuca. E, além disso, ensinar que existem outras formas de expressar seus sentimentos". 
(Ana Maria Melo e Telma Vitória, autoras do texto "Morididas: agressividade ou aprendizagem?") 

Compreender essas questões ajuda muito. Mas, ainda assim, o desafio permanece.




Meu mordedor (de calça amarela),
tirando uma soneca após o almoço
* A Irene é jornalista, blogueira e mamãe do Davi.


Irene, obrigada por colaborar com esse trabalho de pesquisa.
Beijos,
Equipe Recanto

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Ame a disciplina

Por Mamãe Nádia- www.mamaenadia.blogspot.com




"O que retém a vara aborrece a seu filho, mas o que o ama, cedo, o disciplina". Provérbio 13:24



Não existe paternidade feliz e responsável sem disciplina. Não existem filhos maduros e equilibrados sem correção. Omitir-se diante do deslize do filho é "aborrecê-lo". No original, a idéia é "odiá-lo". Assumir a missão divina de corrigir o filho é amá-lo. Amor e ódio são palavras extremamente fortes, mas estão presentes no tipo de educação que damos aos filhos.
Deus quer que você seja feliz em todas as áreas da vida, e Ele sabe que se as coisas não andam bem no lar, não é possível ter sucesso na vida profissional, financeira ou social. Como alguém pode fechar um bom negócio, se sabe que seu filho está mergulhado no mundo das drogas? Como pode relacionar-se bem com as pessoas, se seu coração está feito em pedaços porque seu filho destrói-se lentamente  nas sombras dos vícios e da promiscuidade? De que valem todas as vitórias que você pode conquistar na vida, se o seu filho é um derrotado?
Os pais que querem ver filhos felizes, precisam lançar mão da disciplina e precisam fazê-lo cedo. Definir valores, estabelecer limites, desenvolver virtudes e remover defeitos são parte da verdadeira disciplina, mas isto requer esforço. O caminho mais fácil é permitir que os filhos estabeleçam suas próprias regras e achar que, providenciando a satisfação das necessidades materiais e de escolaridade, a paternidade está cumprida.
Quanto tempo você gasta com os filhos? Conhece os amigos dele? Sabe a hora que eles chegam em casa? Sabe onde eles estiveram? Toda construção demanda vigilância, trabalho e perseverança. Não existe maior edificação que a vida dos filhos.
Quando chegar o fim deste mundo, que caminha virtiginosamente ao capítulo final de sua história, e Jesus retornar à terra, não lhe perguntará sobre os seus negócios, sua vida financeira, suas empresas ou sua missão social em favor da humanidade. A grande pergunta será: onde estão os filhos que Eu confiei sob o teu cuidado?
Peça a Deus sabedoria para exercer o seu papel de pai amoroso, firme, paciente, perdoador e formador, porque "o que retém a vara aborrece a seu filho, mas o  que o ama, cedo o disciplina".

Alejandro Bullón. Meditações diárias 2007- Janelas para a Vida.

domingo, 11 de setembro de 2011

52 sites para você apresentar para seu filho.

 


Tem ficado apreensiva com o que seu filho tem acessado na Internet e, ao mesmo tempo, está cada vez mais difícil tirá-lo da frente do computador? Use a seu favor o velho ditado ”se não pode vencê-los, junte-se a eles” e apresente endereços confiáveis que vão encantar seu filho.

O Educar para Crescer listou nada menos que 52 sites divertidos e educativos e pediu para educadores avaliarem seus conteúdos.

É o caso do site do Senninha, em homenagem a Ayrton Senna, que traz jogos, passatempos e cineminha, com vídeos curtos, e até orientações sobre como fazer uma animação.

Tem também o Q Divertido. Ele traz informação de qualidade e muito divertimento, como receitas simples que podem ser executadas pelos pequenos.

Vale a pena conferir. Para ter um efeito favorável, analise a lista com cuidado e indique primeiro aqueles que estejam mais próximos aos gostos de seu filho. Aos poucos, vá mostrando os demais. Quem sabe você não transforma a lista de “favoritos” de seu filho?

Fonte: M de Mulher 

Beijos!


Michele Alves
contato: michele-saj@hotmail.com
Quer um layout personalizado?

sábado, 10 de setembro de 2011

Irmãos

Se tivesse que criar um novo dia no calendário dentre tantos que já existem criaria o dia dos IRMÃOS
Sei que nem todo mundo se dá bem com os irmãos, eu mesma tenho muita afinidade com um e alguns probleminhas com o outro. Mas se esse dia existisse teria que ligar pra ele e assim ficaríamos alguns minutos falando coisas legais um para o outro.
Talvez alguns dos leitores aqui digam, crie você mesma esse dia e ligue para ele. Ops....eu falo com ele toda semana, mas é sempre o formal.
Mas deixando meus irmãos de lado, vou falar de dois irmãos que se adoram, se falam, se curtem, brigam ás vezes, reclamam da bagunça um do outro, choram, preocupam-se, mas que acima de tudo TORCEM pelo sucesso um do outro. 
Assim são os irmãos Marcelo e Rafael.
Quando o Rafael nasceu, Marcelo tinha 5 anos e 1/2 e ficou com ciúmes é claro, antes a mãe era só dele. Aos poucos foi curtindo aquele menino que dormia no berço ao lado. 
Foi rindo das travessuras, cuidando para não machucar, ensinando a brincar de carrinho e as vezes brigando por destruir os carrinhos.....mas tudo faz parte da vida e os dois foram aprendendo a se curtir como amigos.
Lembro e muitas vezes os dois jogarem no mesmo time na quadra do condomínio e como torcedores saírem juntos para comemorar a vitória do time amado.
Hoje é comum um ir buscar o outro na balada, dar carona pro trabalho, emprestar o carro e trocar confidências. Claro todos os irmãos são assim, tem seus segredos.
Então em homenagem aos irmãos peço que vocês minhas irmãs do Recanto, deixem uma mensagem a seus irmãos. Se possível liguem para eles e digam que foram homenageados.
Afinal somos um grupo de mamães/irmãs e nossos/seus filhos são um pouquinho irmãos de cada um.
Um Grande beijo 
Irmã Cris Chabes