quinta-feira, 14 de abril de 2011

Brincar é coisa séria!



   É engraçado como a maternidade transforma a maioria dos pais, inclusive nas preferências de leitura. Cada fase que o meu filho passa eu busco respostas através da leitura, neste momento, por exemplo, vejo que ele muitas vezes nos convida a brincar com ele: se esconde esperando que alguém vá procurá-lo, e brinca sozinho também tentando contar nos dedos as palavrinhas que já sabe falar, "conversando" com os bichinhos...
  Estava lendo uma reportagem na revista Psique, Ciencia & Vida sobre desenvolvimento das crianças e achei legal dividir com vocês, porque qual o pai ou mãe não deseja estimular o desenvolvimento e inteligência do filho, e para isto muitos investem em brinquedos educativos, Cds e Dvds. Aqui em casa, por exemplo, sempre optamos por brinquedos educativos, bloquinhos de montar etc. Não há nada errado nisto, mas segundo a matéria o melhor para estimular o raciocínio e inteligência da criança é deixá-la brincar, isto mesmo! Quanto mais simples a brincadeira melhor. E a brincadeira começa quando o bebê é ainda recém nascido, quando brinca com suas mãozinhas.
Brincar é uma das formas que a criança tem para expressar suas emoções.
Os pais podem e devem participar das brincadeiras, mas dando a elas a liberdade de realizar seu próprio aprendizado através da brincadeira. Deixar que os filhos contem pequenas histórias do seu dia, expressem suas experiências e emoções, assim elas aprendem a raciocinar e aumentam seu vocabulário.
   Segundo a matéria, no dia a dia a criança convida o adulto a brincar, ela dá pistas de como quer brincar.
   A brincadeira é também um importante fator no desenvolvimento emocional da criança e também na sua personalidade. As crianças também podem, pela brincadeira, exprimir a agressividade, dominar a angústia, aumentar as experiências e estabelecer contatos sociais. A brincadeira também é uma rica fonte de comunicação, pois até mesmo na brincadeira solitária a criança, pelo faz de conta, imagina que está conversando com alguém ou com os seus próprios brinquedos. Com isso, a linguagem é desenvolvida com a ampliação do vocabulário e o exercício da pronúncia das palavras e frases.
Também vejo muito isto aqui em casa quando meu filho interage com seus bichinhos: beija, abraça, quer dar comida e até poe de castigo...
   Pesquisando pela net, descobri que "o brincar" tem até um dia especial, o Dia Mundial do Brincar, foi intituido pela Unesco e tem o objetivo de resgatar e incentivar o brincar na infância. A comemoração ocorre sempre no último final de semana do mês de maio.

Vivendo e aprendendo!
Fontes:
Revista Psique Ciencia & Vida,ano III nº10 – Editora Escala
Imagem: Google Images

Boas brincadeiras para vocês!
Beijinhos,
Lauri, do blog Nosso Danielzinho

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Irmãs...

Uma jovem esposa estava sentada num sofá num dia quente e úmido, bebericando chá gelado durante uma visita a sua mãe.  Ao conversarem sobre a vida, o casamento, as responsabilidades da vida, as obrigações da pessoa adulta, a mãe remexia pensativamente os cubos de gelo no seu copo e lançou um olhar claro e sóbrio para sua filha.
- Nunca esqueça de suas "Irmãs", aconselhou! Serão mais importantes na medida em que você envelhecer.  Independentemente, do quanto você ame seu marido, os filhos que porventura venham a ter, você sempre precisará de "Irmãs".  Lembre-se de ocasionalmente ir a lugares com elas ; faça coisas com elas; telefone para elas ...
"Lembre-se que 'Irmãs' significa TODAS as mulheres... suas amigas, filhas e também todas as suas demais parentes. "Você precisará de outras mulheres".
Que estranho conselho! Pensou a jovem. Acabo de ingressar no mundo dos casados. Sou adulta. Com certeza meu marido e a família que iniciaremos serão tudo que necessito para dar sentido à minha vida!
Contudo, ela obedeceu à mãe. Manteve contato com suas Irmãs e anualmente aumentava o número de amigas.
Na medida em que os anos se passavam, ela foi compreendendo que sua mãe sabia do que falava. Na medida em que o tempo e a natureza realizam suas mudanças e mistérios sobre uma mulher, "Irmãs" são baluartes de sua vida.
Após mais de 50 anos, eis o que aprendi:
O Tempo passa.  A vida acontece.  A distância separa.   As crianças crescem.
Os empregos vão e vêem.  O amor fica mais frouxo.
Os homens não fazem o que deveriam fazer.  O coração se rompe.
Os pais morrem.   Os colegas esquecem os favores.  As carreiras terminam.
MAS... as "Irmãs" estão lá, não importa quanto tempo e quantos quilômetros estão entre vocês.
Uma amiga nunca está mais distante do que o alcance de uma necessidade, torcendo por você, intervindo em seu favor, e esperando-a de braços abertos, todas amigas, mães, filhas, avós, noras, tias, primas, sobrinhas -- abençoando nossa vida!
Quando iniciamos esta aventura chamada condição feminina, não sabíamos das incríveis alegrias ou tristezas que estavam adiante. Nem sabíamos o quanto precisaríamos umas das outras.


Autor Desconhecido


http://www.sermaequeviagem.blogspot.com/

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Margarida... saudades


Fonte da imagem: Google

Tu, porém, irás em paz para teus pais; em boa velhice serás sepultado.
Gênesis 15:15

Margarida era o nome da minha querida avó materna.
Ela era analfabeta, mas sua sabedoria era imensa.
De tudo ela entendia um pouco e sempre gostava de opinar.
Certa vez um pedreiro estava fazendo uma pequena obra no seu quarto, então ela disse que fizesse diferente, pois daquele jeito não ficaria bom. Ele não deu ouvidos, dito e feito, o trabalho teve que ser refeito!!!

Foi a minha querida Vó Margarida que cuidou de mim quando pequena, pra minha mãe poder trabalhar.
Quando minha mãe chegava do trabalho eu ia correndo ao seu encontro, pois sempre alguma guloseima trazia, então minha Vó dizia: "Maria, não dá tanto doce pra essa menina."

Ao contrário de muitas avós, ela não fazia todos os meus gostos, sempre me dava conselhos e repreendia quando necessário. Já minha mãe fazia muito as minhas vontades....rsrsrs. Mas era porque tinha medo no fundo de eu querer mais a vovó do que a ela, hoje que sou mãe entendo isso.
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Mas não precisava o medo, sempre teve espaço pras duas!!!

Eu lembro de quando tive sarampo e ninguém podia me visitar pra não pegar a doença.
No quarto só entravam meus pais e minha avó. Ela ficava o dia inteiro comigo.
Nessa época eu já estava grande, minha mãe já trabalhava em casa, costurava, mas minha vó morava conosco e continuava ajudando a "cuidar de mim".
Ela sempre me contava muitas histórias e as minhas prediletas eram as da sua vida.
Até a adolescência eu pedia pra ela repetir aquelas histórias da sua vida na roça.
Tinha de tudo: aventura, romance, tragédia....dava pra rir ou chorar.
Era como estar lendo um livro, pois enquanto ela ia narrando, eu ia imaginando as cenas e os personagens.

Agradeço ao Senhor porque uma noite antes dela ir para o hospital disse-me que desejava tomar a santa ceia, pois sentia-se fraca e poderia não voltar mais de lá. Já estava ficando tarde e não tinha como eu pedir pra um pastor vir fazer isso, a não ser que ela tivesse dito mais cedo. Então fui na geladeira, peguei um suco de uva, depois um pedaço de pão e levei até a sua cama. Lá li as escrituras e orei com ela. Pedi que o Senhor aceitasse aquele nosso ato, pois era muito sincero. Ela então com muita fé comeu e bebeu. No dia quando ela foi pro hospital ela me disse assim: "Eu acho que não vou voltar mais. Eu então disse que mais importante do que viver, era dormir nos braços de Jesus. Nos despedimos e depois de alguns dias ela veio a falecer no hospital. 

Ela faleceu com 92 anos lúcida e com uma ótima memória.

Desejei compartilhar essas experiênicias vividas com a minha avó pois estou com muitas saudades dela. E para que possamos amar e valorizar todos os dias os nossos queridos que estão ao nosso lado.

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Abraços a todos e uma semana de paz e bençãos!

Carinhosamente...Cida do *Compartilhando...

domingo, 10 de abril de 2011

Exemplo

Post escrito por Beatriz Zogaib, do blog Vida da Mami


Quando não se tem filhos, exemplo nada mais é do que algo que serve para expressar ou mostrar algo, seja ele certo ou errado. Nada demais. Quando nascem os filhos, a palavra ganha um peso que dói nas costas. Exemplo ganha obrigatoriamente a carga positiva, tendo sempre que retratar coisas boas. E nem é preciso exemplificar que o pai e a mãe se sentem as pessoas mais responsáveis por dar exemplo.
Nossos pais sempre foram nossos exemplos, ainda que às vezes tenham sido daquilo que não queriam. Mas são. E, salvo exceções, sempre se preocuparam em ser. Quem sai da maternidade com um bebê no colo sente que a partir daquele momento é mais do que uma pessoa no mundo, é a pessoa do mundo daquele pequeno e indefeso ser. Eu senti mais que isso. Quando estava no carro, com meu marido e meu neném no colo indo para casa, com o carro da minha mãe seguindo ao lado, olhei para ela, para meu menino, para mim mesma e tive a certeza que ali eu havia entendido o que meus pais sentem por mim. Quanto eu significo, desde aquele instante, para ambos. Filhos chegam logo nos jogando na cara absolutamente tudo que vivemos lá atrás. Nos esfregam na face todo o amor que recebemos, todos os não que não entendemos, tudo que fica complicadíssimo compreender sem estar do outro lado da narrativa.
Passamos a carregar a vontade e necessidade de ser exemplar. Temos que ser, que dar, que mostrar. Até aí, é relativamente fácil. Torna-se algo natural, espontâneo e até produtivo, quando se escolhe isso. Escova-se mais os dentes, a alimentação tende a melhorar, falta de organização torna-se arma contra nós mesmos, consciência ambiental e social vira parte da rotina diária até na hora de inventar uma historinha. Difícil é controlar outros exemplos, que vem de fora. Isso é impossível! Filhos crescem e vão para a rua, conhecem gente de todo o tipo, lidam com os mais variados exemplos, em todo o lugar, inclusive no quarto, pela tela da TV ou do computador. Então, lá vem aquela velha história de que o importante é o que fazemos dentro de casa, a "base" que damos, os valores que passamos, a educação e a relação construída com todo o nosso amor e dedicação. Resolvido? Nem pensar.
O que foi ensinado ajuda muito, mas só o tempo vai mostrar se o resultado será o esperado. Erramos, mesmo sem querer. Porque mesmo acertando podemos gerar uma reação contrária. Porque damos exemplos nem tão certos e até bem errados sem perceber. É tão natural e espontâneo quanto tentar ser o espelho bom o tempo todo. E, se algum erro vai resultar no erro deles, isso é pergunta para o tarô. Ai daquele que acertar!
Contra toda essa responsabilidade e seriedade que nos é dada quando deixamos de ser filhos para sermos pais, vem toda a naturalidade de uma vida que surpreende, ensina, alegra, derruba, levanta, guia e se deixa guiar. Penso que dar exemplo é fundamental. Bons e até os ruins. Quando filhos crescem, usam o que é positivo como norte e o negativo como sul. Buscam o que acham exemplar, fogem daquilo que não acham. Mesmo quando o pai e a mãe tem a certeza que estão acertando, na visão do filhinho crescido, podem estar muito enganados e tudo ao contrário também. A boa notícia para filhos é essa: que, quando adultos, usamos o que queremos e o que se adéqua à nossa vida e jogamos fora o que não se encaixa. A boa notícia para pais é que a parte de jogar fora não é assim tão simples...
Todo o nosso esforço na maternidade e paternidade é de muito valor. É extenuante em certos momentos, mas ao longo dos anos percebe-se que vale cada gota de suor, cada noite sem dormir, cada livro lido, cada conversa com comadre. Vale toda a preocupação e exigência, com eles e conosco. Porque a base deve ser sólida para que quando estiverem sobre ela, as "crianças" não escorreguem. E mais que isso. Para que a palavra exemplo não se torne sinônimo de ídolo. Pois todo ídolo deve ser exemplo, mas nem todo exemplo deve ser ídolo.
Pode gostar de reality show e torcer para o participante mais fútil por pura empatia. Pode ouvir músicas da banda cheia de cantores que usam calças coloridas. Pode ficar na rede de relacionamento sem dar um pio que preste. Pode ter a maior diversidade de amigos. Mas não pode idolatrar tudo. Pode e deve respeitar sempre, sem pré nem pós-conceito, mas não pode seguir exemplo que não mereça ser seguido. Não precisa apontar o dedo para o que é certo e errado (conceitos que mudam de endereço), mas analisar criticamente, com tudo aquilo que foi aprendido com a família e com a sua trajetória, com o coração e a razão. Pensar crítico não é ser crítico. É escolher seu caminho sem obstruir o caminho do outro.
O que não pode é o filho carregar a rigidez e exigência imposta por nós, pais, pela vida toda. Se nós pudemos errar como filhos e podemos como pais, porque não eles? A perfeição é imperfeita. E cada dia que passa só provam e comprovam como somatizamos tanta busca por ela. Ninguém é perfeito e exigir isso de quem quer que seja, incluindo de si próprio, não deve levar muito longe, visto que um passo dado não pode nos impedir de voltar atrás. A única verdade da vida perece ser a vida. E, se tem outra, é que, em determinado momento, todo ídolo perde a graça...


*Beatriz é jornalista, mãe 24hs, colaboradora assídua aqui no Recanto. Muito obrigada amiga, seus textos são sempre muito bem vindos!

Assim como a Beatriz, você também pode participar deste cantinho como colaboradora, envie seu email para recantodasmamaes@yahoo.com.br

Equipe do Recanto

sábado, 9 de abril de 2011

Este texto me fez lembrar do primeiro corte de cabelo do Marcelinho.
Ele sempre teve um medo danado de cabeleireiro. Leva-lo era o inicio de uma choradeira. Seu cabelo era bem fininho e caia sobre os olhos.
Um dia com medo de causar um trauma no menino pedi ao meu marido que o levasse junto quando fosse cortar o seu cabelo, assim talvez o Marcelo parasse de pensar que o cabeleireiro ia machucá-lo.

Qual foi minha surpresa quando o meu filho chegou com um corte super moderninho na época e melhor não derramou uma lágrima.
Hoje quando li esse texto achei incrível como todas as crianças passam pelo mesmo problema.

Leiam em REVISTA MAMÃE BEBÊ está em artigos

Em nossos 20 anos de trabalho com crianças e bebês a partir do primeiro mês de idade, nós do Dr. Cabelo Kennedy percebemos que muitas mamães adiam este momento por medo de que essa experiência se torne desastrosa e acabe em choradeira.
Vamos desmistificar algumas crenças e dar dicas para tornar esse momento agradável e cheio de brincadeiras, e o melhor: sem traumas!
Não existe idade apropriada para fazer o primeiro corte. Você saberá que precisa cortar o cabelo de seu bebê se ele estiver com falhas, nós, ou, é claro, muito comprido. Para preparar seu filhote para o primeiro corte, é importante conversar com o bebê, explicar que ele vai ficar mais bonito, que não dói e deixá-lo confortável.
Reserve algumas horas para isso, chegue mais cedo no salão para que o bebê possa se adaptar ao ambiente, às pessoas e para que ele possa brincar. Depois disso a criança começa a aceitar que cortem o seu cabelo em ritmo de brincadeira...quando percebe, tudo passou, e então chega o momento de convencê-la a ir para casa.

Muitas vezes, essa tarefa é a mais difícil! Mito ou verdade?
Desde crianças convivemos com inúmeros mitos e crenças envolvendo corte de cabelo.

Cortar o cabelo do bebê fortalece os fios?
Sim. O fio do cabelo do bebê é fraco, e a ponta acaba se deteriorando. Cortando, ao menos as pontas, você fortalece todo o cabelo desde a raiz.

Lavar o cabelo todo dia não é prejudicial?
Não há problema algum em lavar os cabelos todo o dia, o que não aconselhamos é dormir com o cabelo molhado.

Tirar as pontinhas do cabelo do bebê faz com que ele perca os cachinhos?
Ao contrário! Cortar as pontas do cabelo do bebê é importante para estimular o crescimento de fios fortes e saudáveis. Existem cortes que estimulam a formação dos
cachinhos.

Como lidar com as falhas e os nós que se formam no cabelo dos bebês a partir do primeiro mês de vida?
Primeiro, não tente desfazê-lo com o pente, pois isso arrancará os fios muitas vezes com a raíz, causando desconforto e dor ao seu bebê! A solução para isso é levá-lo até um profissional e cortar as pontas para estimular o crescimento forte e saudável dos fios. Para resolver as falhas, basta cortar de forma que o comprimento de todo cabelo fique igual

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Ter filho te trouxe alguma infelicidade????


TER FILHO TE TROUXE ALGUMA INFELICIDADE???

Oi Gente!

Ontem na REVISTA SUPERINTERESSANTE saiu um box com uma pesquisa que dizia: "Ter filhos traz infelicidade". Um estudo da Universidade de Milão analisou casais de 94 países e constatou: As pessoas ficam mais infelizes quando têm filhos. Os pesquisadores atribuiram esse efeito às despesas geradas pelas crianças que levam ao empobrecimento e à queda na felicidade dos pais. Segundo o estudo ter filhos só traz felicidade à pessoas ricas ou viúvas.

Sinceramente nunca ouvi uma coisa tão absurda e ridicula como essa. Acho que esses estudiosos deveriam se preocupar em realizar pesquisas para colaborar com a educação e a saúde de forma geral ao invés de perder tempo com pesquisas infundadas.
 

É tão nítido ver que muitas pessoas humildes (pobres) podem ter 10 filhos e serem unidas e felizes e que muitas pessoas inteligentes (ricas) podem ter 1 filho e ser infeliz porque não tem tempo para a criança. Claro que cada caso é um caso, quando a gente tem dinheiro a gente consegue dar uma condição de vida melhor para nossos filhos. Podemos dar uma boa educação, viagens, brinquedos, alimentação saudável e rtudo que o dinheiro pode comprar.

Mas vemos todos os dias jovens ricos que matam os pais por falta de amor, jovens ricos que se envolvem com drogas e se sentem tão superiores que podem matar alguém por diversão e não serem punidos, jovens ricos que acham que os pais são somente uma carteira recheada de dinheiro. Isso é felicidade que filho traga para os pais? Já por outro lado vemos crianças pobres que só pelo fato de darem um sorriso para os pais deixam o dia deles muito mais felizes. Jovens pobres que se esforçam para passar numa faculdade do governo e fazem dos pais os mais realizados no dia de pegar o diploma.Isso sim é felicidade gratuita.

Claro que não podemos generalizar. Tem muita alegria em familias com dinheiro e muita tristeza em familias sem grana nenhuma, mas para mim esses estudiosos erraram feio. Ah redação! Vocês sempre tão seletivos e publicam uma babaquice dessas? Não tô podendo!

Rafinha me faz a pessoa mais feliz do mundoooooooooooo.


http://karineleopoldo.blogspot.com/
Ser mãe é sentir o coração doer de tanto amor!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Quero proteger meu filho

Meu filho vai ter nome de santo

Quero o nome mais bonito.

É preciso amar as pessoas

Como se não houvesse amanhã

Por que se você parar pra pensar

Na verdade não há.

Me diz, por que que o céu é azul?

Explica a grande fúria do mundo

São meus filhos

Que tomam conta de mim.

Eu moro com a minha mãe

Mas meu pai vem me visitar

Eu moro na rua, não tenho ninguém

Eu moro em qualquer lugar.

Já morei em tanta casa

Que nem me lembro mais

Eu moro com os meus pais.

É preciso amar as pessoas

Como se não houvesse amanhã

Por que se você parar pra pensar

Na verdade não há.

Sou uma gota d'água,

sou um grão de areia

Você me diz que seus pais não te entendem,

Mas você não entende seus pais.

Você culpa seus pais por tudo, isso é absurdo

São crianças como você

O que você vai ser

Quando você crescer?

Quero proteger meu filho

Como? Aonde?

Se somos capazes de gerar um filho, por que não somos capazes de protege-los para sempre?

Por que a frase tão repetida... Os filhos são do mundo..

De que mundo? Esse mundo que vivemos? Esse mundo que mata? Que faz mal? Que critica? Que briga? Que bate? Que magoa?

Pelo menos as crianças deviam ser poupadas, deviam ser cuidadas, deviam ser protegidas...

Por favor protejam suas crianças.

A familia perdeu seu valor, perdeu seu conceito, perdeu a dignidade de viver.
 
Sinto muitoooooooooooo pelos inocentes mortos por essa sociedade cruel, que criou esse monstro capaz de tirar a vida de crianças no Rio de Janeiro.