segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Era uma vez...

Fonte da imgagem: Google
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Lembro-me perfeitamente das histórias que a minha mãe contava quando eu era pequena. Não eram as histórias conhecidas, ela inventava e eu sempre queria ouvir a história da raposinha. Cada novo episódio eu me deliciava, pois a raposinha era hábil e muito corajosa, conseguia sempre escapar dos caçadores ou dos animais maiores.

Mas sabem de uma coisa, depois que cresci um pouco mais, eram as histórias da minha avó que me fascinavam. Eram histórias reais, vividas por ela e por sua família. Na minha adolescência eu ainda as ouvia repetidamente, pois achava tudo muito interessante e nunca me cansava de perguntar os detalhes de cada acontecimento.

Aqui em casa nossa filha gosta muito de ouvir histórias e nós sempre, desde que era bebê, contamos histórias pra ela. Ela gosta muito das histórias da Bíblia, dos contos e fábulas infantis, também de uma história inventada pelo meu esposo sobre um sapinho. Ele sempre inventa novos episódios pra esse personagem e ela ama ouvir.
Mas ultimamente são as histórias reais, da nossa vida, que ela tem pedido pra nós contarmos. Não se cansa de pedir pra eu contar sobre o dia que ela nasceu, de como o papai e a mamãe se conheceram, como era quando éramos crianças...enfim...temos visto como as histórias das nossas vidas a encantam também.

Quando falamos sobre Deus pra nossa filha, sempre contamos uma história que mostra o amor dEle e de como Ele foi bom pra nós, pois nos deu ela de presente.

O povo de Israel foi ensinado de geração em geração através das histórias reais vividas pelos seus pais, avós, bisavós... de tudo que o Senhor fazia no meio deles.

Antes dos muros da cidade de Jericó caírem,  Josué e o povo de Israel passaram pelo rio Jordão, cujas águas também se separaram e eles passaram no seco, pelo meio. Ele ordenou que 12 homens, cada um escolhido de uma tribo de Israrel, pegasse uma grande pedra do meio do rio e depois que passaram fossem depositadas num local determinado para servir de memorial. "Para que isto seja por sinal entre vós; e quando vossos filhos no futuro perguntarem, dizendo: Que vos significam estas pedras? Então lhes direis que as águas do Jordão se separaram diante da arca do concerto do Senhor; passando ela pelo Jordão, separaram-se as águas do Jordão: assim que estas pedras serão para sempre por memorial aos filhos de Israel." Josué 4:6 e 7.

A contação de histórias é ótima porque desenvolve na criança a imaginação, o gosto pela leitura, aguça a curiosidade, o desejo de saber mais a respeito das coisas, enfim... é uma ferramenta que se bem trabalhada nos ajuda a explicar de maneira gostosa e dinâmica muitas coisas pros nossos filhos.

Jesus ensinava ao povo através de parábolas, histórias que os faziam refletir. Parábolas como o do Filho Pródigo, do Bom Samaritano, do Semeador, são muito conhecidas. Mas tem muito mais além dessas nos evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas ou João. Quem ainda não as leu e desejar conhecê-las, tenho certeza que irá gostar.

Se você ainda não adquiriu esse hábito com o seu filho, de contar histórias pra ele(a), então tente, pois é um ótima experiência.

E quem já o faz parabéns, poderia dividir conosco as suas experiências, pois teremos muito prazer em saber.

Abraços a todos e uma semana de muita paz.

Cida do *Compartilhando...

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Eu sou grata a Deus

Por meu marido...





por ele estar esparramado no sofá como um purê de batata, porque ele está comigo!


Por minha mulher...





por ela dizer que teremos cachorro-quente ao jantar, porque ela está em casa comigo!

Pela adolescente lá de casa...



que está reclamando por ter que lavar a louça, porque isso significa que está em casa, e não nas ruas!

Pelas broncas do chefe...



pois isto significa que estou empregado!



Pela bagunça que restou depois da festa...



porque isto significa que estive rodeado de amigos!


Pelas roupas que estão ficando apertadas...



porque isso significa que tenho mais que o suficiente para comer!


Pela grama que precisa ser cortada, pelas janelas que precisam ser limpas e pelas calhas que preciso consertar...



Porque isso significa que tenho uma casa!


Pela vaga que achei bem no final do estacionamento...



porque isso significa que posso caminhar e que tenho meio de transporte


Pela conta monstruosa de energia que pago...



porque isso significa que estou sempre confortável!


Pela senhora desafinada que canta atrás de mim na Igreja...



porque isso significa que posso ouvir!

Pela pilha de roupas para lavar e passar...



porque isso significa que tenho roupa para vestir!


Pelo cansaço e músculos doloridos ao final do dia...



por que isso significa que fui capaz de dar duro o dia inteiro!

Pelo alarme que desligo pela manhã...



porque isso significa que continuo vivo!


E sou grata a Deus pelas pessoas que são meus colegas de trabalho...



porque tornam o trabalho mais interessante e divertido!

E sou grata a Deus por eu tropeçar em brinquedos, por não dormir a noite toda, por me preocupar com vacinas, remédios, por ter a roupa toda manchada, por não ter calma na hora de falar ao telefone ...





porque isso significa que tenho filhos!

Sou grata a Deus !

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esse blog é lindo tem muita coisa lindaaaaaaaaaaaa la;;;;;

bjus e boa semana


http://omundodadanigarcia.blogspot.com/

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sábado, 19 de fevereiro de 2011

Mãe, feliz aniversário!

Mãe, amor da minha vida! 
Já te dei aniversário..mas queria dedicar um vídeo pra você (meu pai tb no caso), que me mostraram que 'a vida não é só isso que se vê. É um pouco mais. Que os olhos não conseguem perceber. E as mãos não ousam tocar. E os pés recusam pisar" (como diz um velho samba da mangueira)
...é por causa de vcs eu sei aproveitá-la. 
Feliz aniversário e que vocês continuem sabendo aproveitar a vida!


e o link do vídeo - http://vimeo.com/10694151


*Para Cris Chabes,
 De seu filho Marcelo Chabes

Amigos sempre deixam uma marquinha em nosso coração!!

Depois de 10 anos morando no mesmo apartamento e não tendo mais onde guardar tanta coisa (pouco espaço, poucos armários e 4 pessoas) compramos um apartamento maior com um quarto para cada um deles e um para nós, mas aí começou um drama que eu não tinha imaginado, seria tão difícil de contornar.
Foi assim, o Marcelinho tinha 15 anos e o Rafinha 9 anos quando nos mudamos. Depois de tanto tempo morando no mesmo lugar eles tinham muitos amigos.
Eu sabia que essa transição não seria fácil e toda semana convidava 2/3/4 coleguinhas para vir dormir em casa, assim eles matavam as saudades. Mas quando estavam sozinhos novamente, não queriam descer para brincar na quadra ou parquinho ou andar de bicicleta no novo prédio. Não queriam mais brincar na sala ou ficavam horas vendo televisão. Pior começaram a brigar um com o outro, com mais freqüência do que o habitual. O Rafinha começou a comer demais, tamanha a ansiedade e tristeza que sentia com saudades da antiga moradia.
Começava a achar que tinha feito a pior besteira da minha vida: mudar de casa.

Então um dia, eu peguei a bola e “ordenei” que eles colocassem os tênis pois nós três iríamos jogar bola na quadra. Tive que ser durona. Imaginem eu nem sei jogar bola. Sou péssima até na queimada, que era o esporte preferido das meninas na minha época.
Chegando à quadra fiquei no gol e eles pareciam estar adorando jogar a bola e não acertar a rede, mas a minha perna ….meu braço…..ou me ver cair no chão….
Então uns garotos foram chegando e salvaram a minha barra….ou melhor…..a nossa barra, pois nem eles agüentavam mais. A garotada entrou na quadra e formaram um time com 3 para cada lado e na maior cara dura os dois disseram: “Pode subir, mãe, ta tranqüilo agora!”
A partir desse dia, eles fizeram novos amigos, e muitas vezes formavam dois times: um com os garotos do antigo condomínio e outro com a turma nova.
Isso faz parte da vida. Temos amigos que são para a vida toda e outros são passageiros, mas todos têm sempre alguma coisa para deixar guardado no fundo dos nossos corações.
Beijocas
Cris Chabes

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Feliz Aniversário Cris!!!

Olá Pessoal!

Hoje é o aniversário da nossa querida CRIS e não da Cida, perdoem-nos o equívoco.

Cris querida, que Deus esteja te cobrindo das Suas ricas bençãos a cada dia da tua vida.
Você veio com os seus belos textos acrescentar e muito aqui no Recanto.

Beijos carinhosos de toda a equipe do Recanto das Mamães Blogueiras.


quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Cama compartilhada? eu? não? por q não? adorooooo

Uns amam, uns acham o fim do mundo, outros acham estranho, uns acham perigoso, outros acham uma delicia, alguns médicos recriminam, outros incentivam, e essa é a cama compartilhada.
E você “pratica” cama compartilhada?

Somente nos úlitmos 150 anos, com o surgimento de casas com vários compartimentos, que começou a se separar os bebês e colocá-los para dormir longe dos seus pais. Durante centenas de anos, as mamães amamentavam seus bebês durante a noite quase sem despertar. Os bebês recebiam proteção, afirmação emocional, lições de como respirar, calor e leite materno.


DEZ RAZÕES PARA DORMIR PERTO DE SEUS FILHOSPor Jan Hunt, Psicóloga Diretora do "The Natural Child Project"

1. Uma família que dorme unida tira vantagem da facilidade com que um bebê pode ser amamentado, pois não é necessário buscar o bebê em outro quarto para amamentá-lo. Uma mãe que amamenta em uma "cama familiar" pode alimentar seu filho facilmente sem estar totalmente desperta e assim não deixa de obter o repouso de que necessita. Assim, dormir em família incentiva as mães a prolongarem a amamentação e todos os seus inumeráveis benefícios por mais tempo.

2. Falhas respiratórias são normais nos primeiros meses de vida e se não forem evitadas ou cuidadas podem causar a "síndrome da morte súbita infantil" (SMSI). Pesquisas recentes sugerem que dormir acompanhado pode ajudar a evitar essa triste ocorrência de duas maneiras. Primeiro, pequisas recentes mostraram que a respiração da mãe dá importantes pistas para o filho lembrar de puxar o ar depois de uma expiração, evitando assim a ocorrência da SMSI. Segundo, mesmo que esse sistema falhe, a mãe está próxima para ajudar, acordando a criança. Uma mãe que amamenta tem com seu filho ciclos de sono e sonhos coordenados, o que a torna altamente sensível ao bebê. Se estiverem dormindo próximos, ela acorda automaticamente se houver uma falha respiratória mais longa. Mas se o bebê estiver sozinho, esta intervenção salvadora não será possível.
3. Em geral se considera a sufocação como um risco de se dormir em família. Mas esse risco só existe em duas situações: um bebê dormindo em um colchão de água, que o impede de se erguer quando necessário, e pais muito intoxicados com álcool ou drogas para atender a criança. É evidente que uma criança que sufoque por qualquer motivo (uma fita do pijama que se enrole no pescoço, vômitos durante o sono ou crises de asma) tem muito mais facilidade em acordar seus pais se estiver dormindo perto deles do que se estiver dormindo em outro quarto.

4. Qualquer perigo noturno é reduzido, se a criança tiver um adulto próximo. Crianças e bebês morrem em incêncios, sofrem abuso sexual de parentes em visita, caem da cama, são atacados por animais de estimação, sufocam com vômito e podem ser feridos ou morrer de vários modos que poderiam ser evitados por um pai ou uma mãe próximos.

5. Em geral se tem a impressão errada de que dormir em família facilita o abuso sexual da criança por um dos pais. Mas a verdade é o oposto. É bem menos provável que os pais que criam profundos laços afetivos com seus filhos permanecendo próximos e disponíveis tanto de noite como de dia, tenham atitudes agressivas de qualquer tipo contra as crianças que eles amam e cuidam. Por outro lado o fato de uma criança dormir sozinha jamais foi uma boa proteção contra um pai ou uma mãe com intenção de abusar sexualmente, e pode mesmo facilitar a manutenção do segredo de um dos pais.
6. O sono em conjunto também pode evitar a agressão da criança ajudando toda a família a obter o repouso necessário, principalmente quando a criança está sendo amamentada. A criança não precisa sofrer desnecessariamente nem chorar para chamar sua mãe, e a mãe pode amamentar semi-desperta. Toda a família acorda descansada, sem os ressentimentos das noites perturbadas pelo choro do bebê. É mais fácil um pai ou uma mãe exaustos agredirem o filho do que se estiverem descansados e tiverem compartilhado o sono tranqüilo da criança durante toda a noite.

7. O choro é um sinal que a natureza inventou para perturbar os pais, de modo que as necessidades da criança sejam atendidas. Mas o choro prolongado cria tensão para toda a família. Quanto antes as necessidades do bebê forem atendidas, mais tempo o bebê e toda a família poderão repousar, e mais energia terão no dia seguinte. Uma mãe que dorme junto do bebê pode utilizar as reações insitintivas que uma mãe tem ao primeiro soluço de seu filho, e com isso evitar a necessidade de choro forte que é tão desconfortável para o bebê quanto para os outros membros da família.
8. Um sentimento profundo de amor e confiança costuma se desenvolver entre irmãos que dormem próximos, diminuindo a rivalidade entre os irmãos durante o dia. Irmãos que compartilham tanto a noite quanto o dia têm mais oportunidade de construir um relacionamento profundo e duradouro. Bebês e crianças que são separados de outros membros da família durante o dia (pais que trabalham, irmãos que vão à escola) podem se refazer parcialmente dessas ausências e reestabelecer vínculos emocionais importantes passando a noite juntos, além do agradável início de manhã em família que em geral não seria aproveitado em outra situação. É claro que trabalhar em casa e desescolarizar podem reduzir as separações e aprofundar os laços familiares durante o dia, assim como o dormir em conjunto faz à noite.

9. Pesquisas sobre adultos em coma mostraram que a presença de outra pessoa no quarto melhora significativamente a freqüência e o ritmo dos batimentos do coração e a pressão arterial. Parece razoável supor que crianças e bebês também desfrutem desses benefícios à saúde dormindo com outras pessoas no quarto.
10. Uma criança que é igualmente cuidada de noite e de dia recebe confirmação constante de amor e apoio, em vez de precisar lidar com medo, raiva e sentimento de abandono noite após noite. Crianças que se sentiram seguras dia e noite ao lado de uma mãe ou de um pai amoroso irão se tornar adultos que lidam melhor com as tensões inevitáveis da vida. Como John Holt assinalou com eloqüência, ter o sentimento de amor e segurança no início da vida, em vez de "estragar com mimos" uma criança, é como "dinheiro no banco": um fundo de confiança, auto-estima e segurança interior a que a criança pode recorrer para enfrentar os desafios da vida.




Dani Garcia
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Parabens Genis

Nossa amadíssima Genis esta de aniversario hoje....
Parabenssssssssssssss flor amada

te amamos muitoooooooooooooooooo viu...
beijosssssssss