quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

BABY BLUES...

Olá queridas!

Já fiz essa postagem no meu próprio blog há muito, muito tempo... Mas hoje, ao começar à escrever, lembre-me dela... Ultimamente meus sentidos estão tão aguçados... Semana passada derrepente tive um click e  ao ler aquela mensagem sobre a Casa Queimada eu senti desejo imediato de compartilha-lo pelo Recanto... E hoje a mesma coisa... Talvez hajam mamães á fim de saber mais sobre o que é o Baby Blues...

Pessoal, primeiro vou colocar algumas informações sobre o assunto que extrai de um site. Achei que esta é uma boa descrição e posteriormente vou contar como foi a minha experiência.
 
Baby Blues: Melancolia pós parto
A forma mais branda da depressão pós-parto é conhecida como baby blues, ou melancolia do pós-parto. Surge, na maioria das vezes, até o quarto dia do nascimento do bebê e dura até no máximo uma semana, tendo sintomas parecidos com os da depressão pós-parto.
Mais de 80% das mulheres têm o baby blues que, diferente da depressão pós-parto, não é uma doença. A depressão pós-parto pode aparecer a partir da segunda ou terceira semana, mas na maioria das vezes, surge na sexta semana. Um baby blues muito intenso e longo demais pode ocasionar adiante uma depressão pós-parto mais grave.
Por isso é importante acompanhar todas as mulheres na primeira semana depois do nascimento do filho.
Casos mais drásticos são conhecidos como psicose puerperal (pós-parto). Os sintomas são mais radicais: a mãe sofre confusão mental, delírios, tem idéias esquizofrênicas.
Existem casos de mães que matam filhos depois do parto, mas as psicoses puerperais são muito raras - acontecem dois casos a cada mil nascimentos.
Há diferenças enormes entre psicose puerperal e a depressão.
Quando a mãe tem psicose puerperal, há grandes chances, cerca de 50%, de repetir o estado na gravidez seguinte. Enquanto nas depressões pós-parto, não há relação entre uma gestação e outra.
Apesar de não existir prevenção, é possível tratá-la com remédios, dependendo do caso. Não há um remédio específico para depressão pós-parto, mas há casos em que torna-se preciso usar antidepressivos tradicionais para tirar a mãe desse estado.
No entanto, se a mulher estiver amamentando, não é aconselhável que ela tome esses medicamentos.
Segundo dr. Bernard Goose, professor de Psiquiatra da Criança e do Adolescente na Universidade Sorbonne, na França, a comunidade pode dar uma ajuda fundamental. Independente do atendimento psiquiátrico, cada país deveria criar suas próprias redes de convivência.
No passado, havia convivência entre mulheres de gerações diferentes. Isso desapareceu da organização atual da sociedade. As jovens mães devem ouvir a experiência de mulheres mais experientes.
O depoimento de outras mães é fundamental para que ela se identifique: realmente não é tão fácil assim ter um bebê e a futura mamãe não precisa sentir-se culpada por ter dificuldades com a maternidade, outras mães, antes dela, já rejeitaram seus filhos quando nasceram. O papel da família é crucial.
Quando o quadro depressivo diminuir, não há tratamento melhor que o contato da mãe e filho.
Desde que não seja imposto, restabelecer o vínculo entre a mãe e o filho é o melhor antidepressivo.



Legal... Entendi tudo lendo o texto, mas confesso que sentir na pele essa emoção é PUNK!!!


Tenho certeza que vivi um baby blues intenso. Vou resumir para vocês...
Na volta da maternidade, optei por passar a primeira quinzena na casa de minha mãe que tirou férias exclusivamente para ficar comigo e o bebe nesse período. Ao colocar os pés na casa dela, tive uma inexplicável crise de choro. Era uma tristeza profunda, que vinha de dentro de mim, mas que não tinha nenhuma razão de ser! Meu parto foi perfeito, meu bebe era perfeito e saudável, nada estava nos faltando, TODOS estavam felizes e eu estava sendo acolhida da mesma forma que o bebe.
Os dias que se guiram foram terríveis. O fato de não conseguir amamentar era um agravante aos sintomas que eu estava apresentando. Eu sentia uma carência estranha em relação ao marido e à minha mãe. Uma sensação de insegurança, medo, dependência, incapacidade... Eu sentia medo de cuidar do bebe, não me sentia preparada para desempenhar aquele papel... E chorava, chorava, chorava, chorava...
Era um choro angustiado e desesperado. Eu não queria que as pessoas me questionassem sobre as razões de tantas lágrimas... Eu não sabia responder, mas queria apenas que entendessem que eu sentia a necessidade de colocar para fora aquele sentimento... Algumas pessoas não entendiam e chamavam de "frescura", outras já tinham passado pela experiência e se mostraram muito solidárias.
O baby blues dura um período relativamente curto, mas enquanto vc está vivenciando parece que não terá fim. O meu durou cerca de duas ou três semanas, mas para mim foi uma enternidade.
Depois de 15 dias eu voltei para minha casa, mas já me sentia melhor. Na verdade me senti completamente livre de todas as sensações de insegurança somente depois de uns 3 meses, mas a melancolia passou sim. Família, amigos, compreensão, tudo isso é parte essencial da superação dessa fase.
Existe também uma questão hormonal que explica essa súbita tristeza. Enquanto grávida os hormônios estão bombando e ocorre uma queda brusca quando nasce o bebe. Gente é um período ruim, mas eu queria que vcs se apegassem na certeza de que se for um baby blues VAI PASSAR. Pode parecer que não, mas vai passar! Procurem ser fortes e enfrentar o período com esta certeza: VAI PASSAR...
 
UM BEIJO ENORME!

 

http://www.sermaequeviagem.blogspot.com/

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Entregou o que tinha de mais precioso



Imagine que é uma típica tarde de sexta-feira e você está dirigindo em direção à sua casa. Você sintoniza o rádio. O noticiário está falando de coisas de pouca importância.
Mas de repente você ouve que numa cidadezinha distante morreram 3 pessoas de uma gripe, até então totalmente desconhecida. Na segunda-feira, quando acorda, escuta que já não são 3, mas 30.000, as pessoas mortas pela tal gripe, nas colinas remotas da Índia e também nos EUA .
Começa o pânico na Europa. As informações dizem que, quando você contrai o vírus, é questão de uma semana de vida. As pessoas têm 4 dias de sintomas horríveis e morrem.

De repente, vem a notícia esperada: conseguiram decifrar o código de DNA do vírus. É possível fabricar o antídoto! É preciso, para isso, conseguir sangue de alguém que não tenha sido infectado pelo vírus.

Corre por todo o mundo, a notícia de que as pessoas devem ir aos hospitais fazer análise de seu sangue e doar para a fabricação do antídoto.

Você vai de voluntário com toda sua família, juntamente com alguns vizinhos, perguntando-se, o que acontecerá. Será este o final do mundo? De repente, o médico sai gritando um nome que leu em seu caderno. O menor dos seus filhos está ao seu lado, se agarra na sua jaqueta, e lhe diz:

Pai? Esse é meu nome!
E antes que você possa raciocinar, estão levando seu filho, e você grita:
"Esperem!"

E eles respondem:
"Tudo está bem! O sangue dele está limpo, e é sangue puro.
Achamos que ele tem o sangue que precisamos para o antídoto."

Depois de 5 longos minutos, saem os médicos chorando e rindo ao mesmo tempo.
E é a primeira vez que você vê alguém rindo em uma semana.-"Posso falar-lhes um momento? Não sabíamos que o doador seria uma criança e precisamos que o senhor assine uma autorização para usarmos o sangue de seu filho."

Quando você está lendo, percebe que não colocaram a quantidade de sangue que vão usar, e pergunta:
"Mas, qual a quantidade de sangue que vão usar?"

O sorriso do médico desaparece e ele responde:
-"Não pensávamos que fosse uma criança. Não estávamos preparados...Precisamos de todo o sangue de seu filho..." Você não pode acreditar no que ouve e trata de contestar: "Mas...mas..."

O médico insiste:
-"O senhor não compreende? Estamos falando da cura para o mundo inteiro! Por favor, assine! Nós precisamos de todo o sangue!"

Você, então, pergunta:-"Mas vocês não podem fazer-lhe uma transfusão?" E vem a resposta: "Se tivéssemos sangue puro, poderíamos. Assine! Por favor, assine!” Em silêncio, e sem ao menos poder sentir a caneta na mão, você assina.

Perguntam-lhe: -"Quer ver seu filho agora?"
Ele caminha na direção da sala de emergência onde se encontra seu filho, que está sentado na cama, e ele diz: -"Papai!? Mamãe!? O que está acontecendo?"

O pai segura na mão dele e fala: -"Filho, sua mãe e eu lhe amamos muito e jamais permitiríamos que lhe acontecesse algo que não fosse necessário, você entende?” O médico regressa e diz:-"Sinto muito senhor, precisamos começar, gente do mundo inteiro está morrendo, o senhor pode sair?"

Nisso, seu filho pergunta: -"Papai? Mamãe? Por que vocês estão me abandonando?"

E na semana seguinte, quando fazem uma cerimônia para honrar o seu filho, algumas pessoas ficam em casa dormindo, e outras não vêm, porque preferem fazer um passeio ou assistir um jogo de futebol na TV.
E outras comparecem, mas como se realmente não estivessem se importando. Aí você tem vontade de parar e gritar:

- MEU FILHO MORREU POR VOCÊS!!! NÃO SE IMPORTAM COM ISSO?

E isso é o que DEUS nos quer dizer:

-MEU FILHO MORREU POR VOCÊS!!! NÃO SABEM O QUANTO EU OS AMO?

É curioso como é simples para algumas pessoas debocharem de Deus, e dizer que não entendem como o mundo caminha de mal para pior. É curioso como acreditamos em tudo aquilo que lemos nos jornais, mas questionamos as palavras de Deus. É curioso como todos querem ir para o Céu, mas nada fazem para merecê-lo. É curioso como as pessoas dizem: "Eu creio em Deus!", mas com suas ações, mostram totalmente o contrário.

É curioso como você consegue enviar centenas de piadas através de um correio eletrônico, mas quando recebe uma mensagem a respeito de Deus, pensas duas vezes antes de compartilhá-la com os outros.

É curioso como a luxúria, crua, vulgar e obscena, passa livremente através do espaço, mas a discussão pública de DEUS é suprimida nas escolas e locais de trabalho. CURIOSO, NÃO É?

É curioso como me preocupo com o que as pessoas pensam de mim, mas não me preocupo com aquilo que DEUS possa pensar de mim.
 
Desconheço o autor.
Recebi essa mensagem por e-mail e desejei compartilhá-la com vocês.

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigenito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." João 3:16
 
Abraços a todos, uma semana de paz e que possamos refletir sobre o grande amor de Deus por nós.

Cida do *Comparitlhando...

sábado, 15 de janeiro de 2011

Aprendendo a respeitar as diferenças

      No segundo colégio que lecionei tíve um aluno "especial", "diferente". Ele tinha síndrome de Down. No começo, eu recém formada achei que não ia saber lidar com algo "diferente" em sala de aula.
      Bobeira minha. Bobeira de todos nós.
      Ele sempre foi um aluno 10. E não por que eu facilitava, mas por que ele era assim. Quando íamos para o laboratório e algumas atividades que ele não conseguia fazer, sempre tinha um colega para ajudar ou ele dava um jeito. Logicamente, como qualquer aluno, ele tinha manias e gostava de fazer as coisas do jeito dele. Copiar lição da lousa era um suplício, pois ele sempre ficava prestando atenção na conversa alheia e ficava atrasado. Um dia ele chorou tanto quando apaguei a lousa que fiquei sem reação e quase chorei junto e mandei uma cópia da lição para ele fazer em casa e me mostrar no outro dia.
      No outro dia, a mãe dele me mandou um bilhete escrito assim (nunca vou esquecer): "Professora, o fulano é igual qualquer outra criança, não caia nas lágrimas dele, beijos. Mamãe". E a partir deste dia, se fosse preciso apagar eu apagava e se fosse preciso dar bronca eu dava e assim por diante.
     Depois deste aluno, tive outros alunos com diferentes tipos de deficiências, síndromes, déficit de atenção e assim por diante e sempre procurei tratá-los como qualquer outro aluno, para assim que eles pudessem demonstrar até onde podem ir, e logicamente até onde eu posso ir com eles.
      Existem milhares de formas das síndromes se manifestarem,outras milhares de síndromes e logicamente deficiências, alterações metabólicas e assim por diante. E cada um delas deve ser tratada de forma sútil, leve.

Ana Carolina - @anacarolinaqui

Blog: http://anacarolinaqui.blogspot.com/

Meu blog,meu filho...


Ter um blog é como ter um filho...

. Na hora de fazer é muito fácil, depois que está pronto é que dá mais trabalho.
. Exige dedicação constante.
. Escolher o nome dele é uma novela: você pensa, pensa, pensa, faz listas, e não fica satisfeita enquanto não encontra um que adora.
. Você sempre acha o seu mais bonito e inteligente que os dos outros.
. Você tem orgulho da sua criação e, se alguém puxar o assunto, é capaz de falar horas sobre sobre ele.
. Por causa dele você passa a conhecer um monte de gente legal, que você nem sabia que existia antes. (Aliás, depois que você faz o seu, descobre que o mundo se divide entre os que têm e os que não têm).
. Você pensa nele várias vezes por dia (e geralmente tem um leve sorriso nos lábios quando está fazendo isso).
. Algumas vezes você acha que, se não fosse pela grana, ia ser uma delícia poder ficar só cuidando dele, ao invés de trabalhar.
. Por essas e outras, os chefes preferem que seus funcionários não tenham um.
. Você acredita que está sempre fazendo o melhor por ele.
. Você vive na ilusão de que, no futuro, ele ainda vai ser o seu sustento.
. Você adora quando as pessoas o elogiam.
. Você tende a relativizar os defeitos dele. (Se é que consegue ver algum).
. Leituras maçantes sobre o mundo deles passam a interessar você.
. Você acha que tem menos tempo para ele do que deveria, e às vezes se sente culpada por não se dedicar tanto quanto gostaria.
. Volta e meia você se assusta com o quanto ele está crescendo rápido.
. Quem o vê pouco acha que ele está crescendo mais rápido ainda.
. Quem o vê muito tem mais facilidade para entender o que ele diz.
. Você aprende muito com ele.
. Seu marido reclama quando você dá atenção demais a ele à noite.
. Você acha que ele fez a sua vida mudar para melhor.
. Se alguém que você mal conhece comenta que também tem um, logo vocês estão conversando animadamente sobre eles.
. Volta e meia você pensa em ter outro.

Ele nasceu, como cuidar?


Ser mãe de primeira viagem não é fácil
Quando meu primeiro filho nasceu, eu não tinha experiência alguma com crianças. Não tinha sobrinhos pequenos, não trabalhava fora, meus vizinhos eram adultos, e mesmo tendo apenas 21 anos, há muito não cuidava de uma criança.
Tinha medo de tudo. De dar banho, de trocar, de dar mamadeira e ele engasgar, de expor o menino a sol demais, de sair sem touca, do barulho enquanto ele dormia,…..nossa que neurose!
Minha mãe e minha sogra ensinavam a mesma coisa de formas diferentes. As amigas da minha mãe davam aquelas receitinhas básicas, que elas receberam de suas mães e suas mães com as mães delas. Gerações de conselhos que me deixavam confusa e com muito medo de errar.
Quando visitava o pediatra, era outro tormento, pois ainda não era hora do suco, da papinha, agora só isso ou aquilo. Meu Deus!
Então, um dia uma amiga, que não tinha filhos, veio me visitar e perguntou: “Porque você não faz do seu jeito, mesmo se não der certo! Ai você muda o jeito e tenta de novo! O que pode acontecer?”
E foi o que fiz, juntei um pouco do que cada um falava e criei o meu jeito de cuidar do meu bebê!
Com o tempo, vi muitas vezes essa história se repetir com outras amigas, vizinhas e familiares que ficavam grávidas, e hoje sei que mesmo acertando ou errando, cuidar de um bebê não é tarefa fácil, mas a melhor receita de todas esta dentro de cada mãe: “O AMOR” que ela tem por seu filho.
Com carinho, paciência e muito AMOR os pais superam todos os desafios de ter um filho, e acredite, são muitos.
Beijocas
Cris Chabes

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Verão com crianças e os perigos...

Verão, praia, calor...
E os cuidados necessários com os pequenos!
 
Oiiiiiiiii gurias
Estive na praia por 10 dias com meu pequeno Davi, e precisei tomar varios cuidadosssss, pois alem de ele ter 1 ano e 8 meses, tambem é muitooooooo branquinho...
Vi muitas barbaridades e faltas de cuidados com os pequenos...affffffff
tem gente que não sei por que tem filho viu.... crianças pequenas mesmo ao meio dia no olho do sol...sem protetor solar, sem chapeuzinho...
tive cuidado para ir para a praia das 8 da manha ate no maximo as 10 horas, a tarde só fomos para a praia após as 16 horas... muitooooooo protetor solar fator 60, guarda sol e chapeuzinho, fiz o davi beber bastante liquido, e sempre de olho nele...

Mas mesmo assim ele se assou a virilha, mas acredito que foi pela amoxilina que ele havia tomado uns dias atras, mas tenho certeza que a areia da praia ajudou bastante, mas sempre carrego a pomadinha nistatina que é um santo remedio.

Bom , vamos as dicas do site http://www.alobebe.com.br/site/revista/reportagem.asp?Texto=85
Cabe aos pais tomarem certas precauções para evitar doenças comuns aos pequenos, nesta estação. A desidratação, por exemplo, é um problema muito comum num país tropical como o nosso, com dias cada vez mais quentes. Infelizmente, todos os anos, muitas crianças morrem em função dela.

Apesar de grave, a desidratação é facilmente prevenida e tratada, desde que se reconheça logo os sintomas e se tome os devidos cuidados. De maneira geral, a causa mais comum de desidratação é a diarréia. Na época de verão, a incidência de doenças gastrintestinais aumenta bastante, não só pelo aumento na quantidade de vírus causadores de diarréia (as chamadas diarréias de verão), como também pela contaminação dos alimentos por bactérias.

Além da diarréia, o vômito também pode levar à desidratação. Da mesma forma, neste caso, o uso de soro reidratante e a adoção de uma dieta leve ajudam bastante. A criança só deverá ser medicada com orientação médica. O aumento da sudorese também pode causar desidratação. É o caso da febre, em que o aumento da temperatura do corpo amplia a eliminação de água, não só pelo suor da pele, como pela respiração. A exposição prolongada ao sol ou outra fonte de calor intenso aumenta o suor e também pode levar à desidratação.

É muito importante ressaltar que, no verão, as crianças devem vestir roupas bem leves, de preferência de algodão, para que possam transpirar normalmente. Fazer com que ingiram líquidos de forma contínua, para que reponham as perdas provocadas pelo calor, também é uma prática fundamental para evitar a desidratação. É preciso tomar cuidado com a qualidade da água a ser bebida, que deve ser sempre filtrada ou fervida, e tratada com cloro quando vier de poço.
Normalmente, quando a criança está desidratada, o principal sintoma é a sede. Além disso, apresenta as mucosas secas, o que pode ser constatado por meio da boca sem saliva. Os olhos ficam ressecados e fundos. A pele se torna mais seca e forma "pregas" quando pinçada.

Na praia, sob o sol
Quem tem criança pequena vai precisar fazer alguns sacrifícios ao levá-las à praia! Elas não devem ser privadas do sol (cuidado com os excessos!), fonte natural de vitamina D para os pequenos, mas antes de tudo, é preciso atenção quanto aos horários e a aplicação de bloqueador (de preferência fator 30) antes que saiam de casa. A aplicação deve ser feita a cada duas horas, mesmo sob o guarda-sol, pois os raios solares refletidos na areia podem provocar sérias queimaduras em peles sensíveis.
O pimpolho que for se divertir na areia precisará de uma infra-estrutura mínima, que inclui pequenas piscinas de plástico infláveis cheias de água doce, se possível. Caso contrário, a água do mar só deve ser usada se a condição da praia for boa.

As mamães e papais devem lembrar que a criança tem sono. Se for o caso, na falta de algo mais apropriado convém preparar uma "caminha" de areia forrada com toalha seca, para que ela descanse confortavelmente. Então, o pimpolho deve ser acomodado e coberto com uma toalha leve, para protegê-lo do vento. As mesmas providências podem ser tomadas em relação à piscina seca.

Bebês podem tomar de 20 a 30 minutos de banho de sol diariamente, nunca entre as 10h e as 16h. Após este tempo, devem ser postos sob o guarda-sol. Os pequenos devem ser amamentados normalmente, quando estiverem na praia. Se estiverem usando mamadeira, as mesmas devem ser conservadas em isopor, devendo portanto serem "checadas" para saber se o calor não azedou o leite.
Crianças que já andam devem estar devidamente identificadas, caso se percam. O ideal são as pulseiras que só saem do pulso se cortadas, o que pode ser providenciado pela mamãe.

Piscinas: este "paraíso" pode oferecer riscos
Fatores como a qualidade da água, condições de higiene locais e possibilidades de riscos de acidentes que
as piscinas podem oferecer devem ser plenamente observadas, principalmente quando as crianças estiverem lá. Se a criança ainda não souber nadar, é necessário que esteja portando bóias, para que se divirta à vontade.
No entanto, elas estão mais suscetíveis a reações alérgicas, devido a determinadas substâncias ou produtos químicos naturais das águas das piscinas até, em casos mais graves, a possibilidade de uma congestão ou choque térmico.
O respeito aos horários precedentes à alimentação (aproximadamente 2 horas) para que os pequenos entrem na piscina, bem como evitar grandes diferenças de temperatura entre o corpo e a água da piscina são medidas que inibem sobremaneira tais transtornos.

Contudo, os pequeninos correm o risco de contraírem doenças transmissíveis por microorganismos patogênicos, que podem estar presentes em águas límpidas e cristalinas. A única forma de combate a estas doenças é o devido trata-mento da água, que deve ser feito por quem entende do assunto. Isso deve ser checado junto ao clube, condomínio etc.
A criança está sujeita a várias formas de contágio, quer seja inalando agentes patogênicos ao respirar vapores de piscinas aquecidas; por meio da ingestão, quando engole porções de água e por via da injeção, quando o microorganismo atinge o aparelho circulatório por meio da epiderme.
Infecções oculares, auditivas, do sistema respiratório superior (amidalites ou faringites, por exemplo), da epiderme (micoses, eczemas etc.) e até mesmo infecções intestinais, são alguns dos males aos quais os pequenos (e mesmo adultos) estão sujeitos, caso as normas sanitárias de operação e manutenção das piscinas, previstas em lei, forem desrespeitadas.
Além desses pontos, que interferem diretamente na saúde, existem algumas regras que ajudam a aumentar a segurança dos pimpolhos, ao se divertirem nas piscinas:
Nunca deixe as crianças sozinhas na piscina ou próxima à ela. Estimule-as a aprenderem a nadar o mais cedo possível.
Nunca as deixe mergulhar em águas excessivamente rasas ou desconhecidas.
Evite que elas usem copos, garrafas ou outros utensílios de vidro na área da piscina.
Ao sinal de chuva ou tempestade, faça com que saiam da piscina, abrigando-as em local coberto.
Evite que elas façam brincadeiras por demais agressivas (de agarrar ou empurrar) na área da piscina.
Cheque para que os equipamentos elétricos e seus fios fiquem longe da piscina.
Mantenha um telefone e lista de emergência nas imediações da piscina.
Areia, outra vilã
As areias contaminadas por bactérias e verminoses em geral (da praia, creches, playground, tanques etc.) escondem vários perigos que afligem a saúde dos pequeninos. Isso se dá muito em função do acúmulo de fezes e urina de cães, gatos, em alguns casos até de ratos, morcegos, pássaros, dentre eles o pombo.
É prudente conhecer a origem da areia com que seu filho entrará em contato (é quase impossível no caso das praias!). É melhor que a areia esteja sob insolação direta, e de forma que possibilite o escoamento de águas pluviais. Durante a noite, principalmente se acondicionada em tanques, deve ser coberta com lona ou outro material adequado semelhante.
Toda a areia deve ser devidamente tratada por serviço especializado, para tanto também existem procedimentos previstos por lei, fiscalizados pela Vigilância Sanitária. Mas alguns deles, um tanto "caseiros" e um tanto paliativos, podem minimizar de alguma forma o risco de contaminações.

O Post ficou bem grande né... mas foi por um bom motivo, ajudar as mamães a cuidarem seus filhotes nesse verão....
beijossssssssssssssss
Dani Garcia


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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

A Casa Queimada

Um certo homem saiu em uma viagem de avião. Era um homem temente a Deus, e sabia que Deus o protegeria.
Durante a viagem, quando sobrevoavam o mar um dos motores falhou e o piloto teve que fazer um pouso forçado no oceano.
Quase todos morreram, mas o homem conseguiu agarrar-se a alguma coisa que o conservasse em cima da água.
Ficou boiando a deriva durante muito tempo até que chegou a uma ilha não habitada.
Ao chegar na praia, cansado, feliz por estar vivo, agradeceu a Deus por este livramento maravilhoso da
morte.
Ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas.
Conseguiu derrubar algumas árvores e com muito esforço conseguiu construir uma casinha para ele.
Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas. Mas significava proteção. Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu a Deus, porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha.
Um dia, ele estava pescando e quando terminou, havia apanhado muitos peixes.
Assim com comida abundante, estava satisfeito com o resultado da pesca.
Então, ao voltar-se na direção de sua casa, qual tamanha não foi sua decepção, ao ver sua casa toda incendiada.
Ele se sentou em uma pedra chorando e dizendo em prantos:
"Deus! Como é que o Senhor podia deixar isto acontecer comigo? O Senhor sabe que eu preciso muito desta casa para poder me abrigar, e o Senhor deixou minha casa se queimar todinha.
Deus, o Senhor não tem compaixão de mim?"
Neste mesmo momento uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo:
"Vamos rapaz?"
Ele se virou para ver quem estava falando com ele, e qual não foi sua surpresa quando viu em sua frente um marinheiro todo fardado e dizendo:
"Vamos rapaz, nós viemos te buscar"
"Mas como é possível? Como vocês souberam que eu estava aqui?"
"Ora, amigo! Vimos os seus sinais de fumaça  pedindo socorro.
O capitão ordenou que o navio parasse e me mandou vir lhe buscar naquele barco ali adiante."

MORAL DA HISTÓRIA
É comum nos sentirmos desencorajados e até mesmo desesperados quando as coisas vão mal. Mas Deus age em nosso benefício, mesmo nos momentos de dor e sofrimento.
Lembrem-se: Se algum dia o seu abrigo estiver em chamas, esse pode ser o sinal de fumaça que fará chegar até vc a graça Divina.