terça-feira, 19 de outubro de 2010

Por que blogamos?



Olá meninas, meu nome é Giovana, do blog http://www.amoresquesaoeternos.blogspot.com/
Sou mãe de dois meninos. Um que completou dois aninhos ontem e outro de dois meses. Mãe e futura jornalista, e bem por isso mesmo vou lançar sempre temas que mexem com questões de informação e opinião.

Bom, esses dias vi um post em um blog falando a respeito de um e-mail muito chato que essa pessoa recebeu. Era um e-mail anônimo destratando a blogueira e dizendo coisas como que ela era desocupada, que o filho dela não era nada especial, sim um menino que apenas vestia marcas e coisas dessa alçada.

Claro que coisas como essas estão sujeitas a acontecer no mundo virtual e não devemos dar mais atenção do que realmente se deve.

Tive vontade de mandar um e-mail para aquela pessoa destrinchando um terço de bobagens, xingamentos e protestos. Gente, me senti ofendida por aquela blogueira que tadinha, tão humildemente ainda dividiu com a gente esse episódio triste.

Mas aí, num momento mais racional me peguei pensando por que afinal blogamos?Por que nos damos ao trabalho de postar nosso dia a dia, as fotos dos nossos pequenos, seus feitos, suas conquistas, nossos esforços de mãe, nossas opiniões sobre assuntos do dia a dia, a educação dos pequenos entre tantas outras coisas?

Simples, hoje as mães mais do que nunca fazem uma coisa que antigamente era quase impraticável no universo materno: compartilhar.

Não somos mais mulheres isoladas num mundo onde era a mãe, os filhos e parentes próximos. Assim que a mulher ganhava seu baby, é conhecida a quarentena como um isolamento quase total, nem lavar a cabeça elas podiam, lembra?
Imagina o resto, receber muitas visitas, ir num salão fazer a unha, conversar sobre suas dificuldades na amamentação, sobre que tipo de parto gostaria de ter ou sobre o pós parto.

Tudo era tabu.

Às vezes, as pobres ficavam sofrendo com dúvidas pequenas, com coisas que para nós hoje até pareceria bobagem, mas para elas causava sofrimento e muitas vezes gerava outras dificuldades até mesmo no casamento.

Enfim, blogar é uma atividade de mães modernas, que acompanham a vida dos seus pequenos sob um olhar mais informado, mais atento, mais corajoso e demonstram o amor pelos seus filhos, seus erros, seus acertos e compartilham isso.

Mais do que compartilhar, aprendem com tudo isso.

Blogs de mães não são apenas hobbys, iletrados como consideram alguns, não tem apenas o objetivo de ganhar coisas como pensam outros, um blog de mãe é um passo à frente que as mamães modernas conseguiram dar.

Elas tornaram a maternidade algo prazeroso, não que ela não fosse antes, mas as blogueiras mostraram que mesmo com todo trabalho e desgaste que muitas vezes a maternidade traz, é algo que pode ser vivido intensamente, de forma bem humorada, inteligente, versátil, com menos stress e mais amor.

Blogar é uma terapia, é uma atividade positiva e só tende a crescer e melhorar com o tempo. As mães blogueiras já foram destaque em muitas reportagens porque chamaram atenção da mídia positivamente. Tem várias delas, mas aqui mostra mães de filhos de diferentes idades, como e porque blogam a respeito de seus filhos. Muito legal não é?

Então mal-amados de plantão, sosseguem aí que as mamães vão continuar na net e cada vez mais, com muito mais força e alegria do que se espera. E a resposta para pergunta acima seria: Pensamos, logo, blogamos.

É uma nova geração que influencia além de tudo o comércio, a opinião pública, o comportamento dentro dos lares e acredite, até na política. Vai por mim, digo, vai por nós!

E você, oque te levou a abrir seu blog?

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Sem Top Five por hoje...

Top Five só na semana que vem...devido a falta de tempo não publicaremos o famoso post da segunda. Desculpem, espero que não aconteça novamente!
Beijos da Nádia.

As alegrias e as angústias da maternidade

Fonte da imagem: Google

"Não existe uma forma de ser uma mãe perfeita,
mas um milhão delas de ser uma boa mãe".
Jill Churchill

     Olá Meninas!

     Ser mãe é um privilégio maravilhoso, gerar um filho é um grande milagre e adotar uma criança é um dom, não são todos que o tem, não é pra qualquer um, por isso as mães do coração são tão especiais.
Quando vemos nossos bebês crescendo, se desenvolvendo, nos maravilhamos, pois as pequenas conquistas deles, são grandes feitos para nós.
     Mas temos responsabilidades para com essas novas vidas e isso causa uma certa apreensão muitas vezes. Pensamos se iremos cumprir bem a nossa missão, se nossos filhos serão felizes, se educaremos direito.
Desejamos que nossos filhos tenham boas lembranças, mas precisamos também ser firmes, impor limites, o que muitas vezes não é fácil.
     Queridas mamães, todas nós temos alegrias e angústias.
Algumas de nós mais superprotetoras sofrem mais, outras nem tanto, mas todas temos nossas dúvidas e dificuldades, porém, todas procuramos fazer o nosso melhor e isso é o que importa.
Assim como nossas mães, vamos errar e acertar, mas com certeza vamos amar e muito essas vidas que nos foram presenteadas.
     Lembrem-se de todos os dias elevar a Deus uma oração e depositar aos Seus pés o seu coração, com suas alegrias e angústias, bem como a vida do(s) seu(s) filho(s), e do seu esposo, pois o Senhor te abençoará e te dará sabedoria para educar e amar a tua família.

Um beijo bem carinhoso e uma semana muito feliz a todas!

domingo, 17 de outubro de 2010

Aborto

           Nestes últimos dias de campanha eleitoral, veio a tona um assunto que me chamou a atenção: ABORTO.
            Antes de começar a aprofundar no assunto, vou deixar minha clara minha opinião: não faria um aborto, mas cada um é cada um.
            Todos os presentes candidatos vêm a publico a declarar que são contra o aborto, que é uma violência contra a mulher, que o aborto não deve ser descriminalizado. Então vamos aos fatos.
            Já que é o aborto é um crime, assim como roubar, matar, estuprar, não pagar pensão, destruir o habitat silvestre, não se deve prevenir a gravidez indesejada antes de se pensar em ser contra o aborto?
            Onde estão as políticas públicas para evitar crimes? E a educação para prevenção?
            Evitar a gravidez indesejada não é mais barato que pagar hospitais públicos cheios de mulheres para fazer curetagem ou até mesmo retirada de útero e ovários?
Sim, porque é isso que acontece quando abortos feitos em qualquer local, ou em casa mesmo, têm como consequência. Só para lembrar teve uma cena desta na novela das oito, a menina fica grávida, não quer o bebê, vai a uma clínica clandestina, faz um aborto, e vai parar dias no hospital. Felizmente era uma novela, felizmente era de mentira, felizmente ela ficou bem. E quando não há felizmente?
            Outro ponto a ser tocado é aquele que diz respeito aos métodos definitivos de prevenção a gravidez como a laqueadura e a vasectomia. Ah sim, o aborto também é assunto do homem, afinal todo mundo sabe como os bebês nascem.
            Ouvi uma certa vez, na periferia, duas mulheres conversando:
- Vou fazer a laqueadura que meu patrão vai me arrumar.
- Como assim te arrumar?
- Meu patrão é candidato, se for eleito, ele dá uma para mim.
            E por aí vai, ela conta que tem 4 filhos, fez dois abortos com agulha de tricô em casa mesmo, e que não sabe tomar o anticoncepcional. Veja bem, será que esses dois abortos não poderiam ser evitados se ela tivesse feito uma laqueadura? Se ela tivesse sido orientada a tomar o anticoncepcional e logicamente se ela tivesse acesso ao anticoncepcional de graça, pois com certeza ela não teria dinheiro para comprá-lo.
            Tenho também que lembrar que existem esses remédios que não podem ser vendidos, pois causam o aborto. E mesmo assim, todos nós sabemos, está a disposição no mercado negro para ser comprados e usados normalmente. Onde está a repressão a venda do tal remédio?
            Se o país é contra o aborto, por que afinal tantas mulheres o fazem? Será que se houvesse um plebiscito as mais de 3 milhões de mulheres que já fizeram um aborto (segundo estatísticas) seriam contra ou a favor de sua descriminalização?
            Pois não, mais uma vez, porque a educação e a prevenção não fazem parte da discussão sobre o aborto?

Ana Carolina @anacarolinaqui

sábado, 16 de outubro de 2010

Cheirinho de infância...


Ao abrir a nova caixa de giz de cera do meu Gustavinho fui imediatamente transportada para os meus 4 ou 5 anos de idade... Ai que delícia abrir uma caixa assim novinha! Geralmente isso acontecia no primeiro dia de aula. Essa lembrança boa inundou meu pensamento quando me dei conta de que voltarei a reviver muitos dos momentos que tive na infância ao lado do meu pequenino.
Engraçado como essa coisa do olfato fica registrado em nossa memória... Quem não tem no coração a lembrança de um cheirinho especial? Ah, eu me lembro com carinho do cheiro de bolinho de chuva saídos do fogão junto com o sorriso da minha mãe;  meus olhos se enchem de lágrimas quando me lembro do cheiro da barba recem feita do meu pai que vinha junto com um abraço caloroso... E o cheiro do meu gatinho molhado? Ah, esse não me sai da memória. Lá vinha ele fugindo da chuva e correndo pro meu colo...
Tem também o cheiro daquele brinquedo de madeira em formato de prédios pequeninhos, as mães balzaquianas como eu vão se lembrar... Esse cheiro me vêm como uma lembrança da escola e da sensação de timidez que sentia diante das outras crianças...
Fico olhando o meu pequenino e imaginando quantos cheirinhos ele vai guardar em sua memória...
E vocês leitoras, tem algum cheirinho que te faz lembrar algo especial?

Marcia (mamãe do Gustavinho)
http://www.umsorrisocomoseu.blogspot.com/

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Seu filho ja anda reinando na sua casa?

Seu filho ja anda reinando na sua casa?

Nossos filhos não são reizinhos que mandam e desmandam, são aqueles que promoverão a mudança tão necessária no nosso planeta. E se ao menos eles não souberem cuidar do seu pequeno mundinho…


“O menino lá em casa não faz a sua cama de manhã. Não prepara sozinho a roupa para vestir no dia seguinte e nem mochila. Não arruma os seus brinquedos e nem o seu quarto. Não tem uma rotina de horários e de atividades para cumprir conforme sua idade. A mãe tem um gosto todo material em realizar por ele essas tarefas e o pai não vê nenhum problema nisso, pois o acha muito pequeno para tarefas. Há anos que isto se passa assim, o que produz um estilo de vida.
E, depois, o pai vai levar o menino à escola, mesmo que, indo a pé, ele demorasse apenas dez ou quinze minutos. É que tem a chuva, e os atrasos, e o peso da mochila, e o perigo de atravessar a rua… E, se for na grande cidade, os assaltos… Uma vez roubaram um relógio do primo dele. Há anos que isto se passa assim, o que produz um estilo de vida.

E, depois, o menino, além de não tratar das suas coisas, também não é envolvido nas tarefas comuns da casa. Porque se puser a mesa, é certeza que quebre pelo menos um copo. Porque não é de grande ajuda, se for preciso pregar um quadro na parede. Porque se sujaria se ajudasse na pintura da sala; e seria preciso, além do mais, tomar conta dele. Melhor os adultos fazerem ou a empregada. Porque tudo está muito frio para ser ele quem vai despejar o saco do lixo lá fora, no container ou muito cedo ou muito tarde para ir sozinho à padaria… Há anos que isso se passa assim, o que produz um estilo de vida.

Hoje em dia não mexe um dedo nem sequer para colocar a cadeira no lugar. Consome as coisas que aparecem feitas, e é capaz de resmungar se não arrumaram bem suas roupas, ou se o jantar atrasou.

Entretanto, chega uma altura em que os pais ficam alarmados. Assustamo-nos quando as coisas chegam a certo ponto, quando percebemos suas atitudes. Parece para nós, que ele está ficando muito infantil, sem iniciativa e acomodado, pouco maduro para a idade. Ficamos em pânico quando o menino tem uma queda grande no rendimento escolar. Insistimos então para que ele estude, para que seja responsável na sua vida escolar…
Mas acontece que a responsabilidade não nasce senão depois de se ter cultivado cuidadosamente, demoradamente, a semente da responsabilidade. Passamos anos a fomentar no menino um estilo de vida sem compromisso e, agora, de repente, exigimos-lhe que seja responsável? Passamos anos a paparicá-lo, e agora queremos que seja maduro? Para ele ser maduro, teria sido necessário que tivesse vivido: que tivesse passado experiências diversas, que tivesse enfrentado obstáculos, que tivesse feito coisas sozinho, que tivesse errado e emendado depois os erros, que tivesse se aperfeiçoado à custa de esforço pessoal. E nós temos feito tudo para lhe evitar esses obstáculos, essas experiências e esse esforço.

É claro que, quando à altura em que precisa mesmo estudar, porque as matérias se tornaram mais difíceis, ele não capaz de fazê-lo. Pois é natural que-não tendo sido habituado ao esforço de fazer a cama, de ir a pé para a escola, de pôr a mesa, de arrumar suas coisas, de comprar pão, de fazer seu café, de cumprir horários e fazer tarefas ao menos uma vez… – não seja capaz do esforço de estudar, que é maior que os outros.
É enganoso levar o menino ao psicólogo. É enganoso pensarmos que o problema está em não saber estudar, em desconhecer as técnicas de estudo. O problema dele é… Como o educamos. Exatamente. Se quisermos mudá-lo, primeiro teremos que mudar a nós próprios e as nossas ações… Seremos capazes de mudar?

O que temos exigido de nossos filhos? Qual estilo de vida produzimos em nossos lares?

(Professor e psicólogo Paulo Geraldo)

achei essa reportagem na net..ok? e meu reizinho ja anda mostrando suas garrinhas simmmmmmm
 
bjussssss
http://omundodadanigarcia.blogspot.com/
http://recriandocomdani.blogspot.com/

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Aprender a ouvir...



Neste post de hoje, quero dividir com vocês um assunto com o qual eu tenho lidado bastante nos últimos dias, gerenciando conflitos causados justamente pela falta dessa habilidade preciosíssima, que é saber ouvir. Quando falo ouvir, não é só escutar o que alguém diz, mas prestar atenção, absorver bem as palavras...
Poucas pessoas hoje em dia têm a habilidade de ouvir bem os outros, talvez por causa da correria do dia a dia, e para nós mulheres então, que muitas vezes acumulamos tantos papéis, nosso tempo se torna cada vez mais precioso...
Eu ouvi ou li em algum lugar que a maioria das pessoas ouve realmente apenas 20% do que é dito ao longo de uma conversa. Mas como ouvir é uma habilidade, e habilidade é algo que pode ser desenvolvida, então todas nós podemos aprender a ouvir bem.


Para evitar desgastes e conflitos, o melhor a fazer é se prevenir:
- Não interromper a outra pessoa enquanto ela fala (a pessoa pode  acabar não te “ouvindo” por estar preocupada com o que estava falando);
- Parar o que estiver fazendo para prestar atenção;
- Não tire conclusões precipitadas a respeito do que estiver ouvindo;
- Olhar nos olhos;

E tem também o outro lado que é você falar e não ser ouvida, aí a pessoa faz errado ou diz que você não falou. Neste caso:
- Sempre se certificar de que a pessoa compreendeu o que você falou.
- Repetir novamente se for o caso;
- Exercitar a paciência;
- Vale também o olhar nos olhos;

E com os nossos filhos a mesma coisa, também temos que saber ouvi-los, demonstrar que o que eles tem a dizer é importante e desejamos realmente ouvir: Deixar que eles falem, exponham sua opinião mesmo que seja diferente da sua... Você conquista assim mais do respeito e confiança dele.


Se alguém quiser acrescentar alguma dica, ou colocar algo que tenha vivido fique a vontade.
“... todo homem seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar.”
Tiago 1:19 (Bíblia Sagrada)


Beijos, Lauri do blog Nosso Danielzinho