quinta-feira, 6 de junho de 2013

Mamãe no Volante

Olá minhas queridas,

Hoje vou falar de um assunto que a dias me perturba, incomoda, assusta, …, MAMÃE É A MOTORISTA!


Todos, todos, todos os dias enquanto levo meus filhos pra escola, fico apreensiva, pois tudo que mais amo está ‘atrás’ de mim, sob minha responsabilidade, atenção e cuidado.

Eles estão ‘presos’ ali, seguros e confiantes, pois para eles sou porto seguro e nada poderá atingi-los.

Certamente, toda e qualquer mãe se sente assim, um porto seguro ‘inseguro’, pois jamais admitimos que somos também frágeis e sentimos medo.

O ‘trânsito’ é uma situação de muito desconforto para mim, eu sou muito insegura, apesar de adorar dirigir, me sinto uma mulher maravilha por poder ir onde quiser guiando essa máquina que é muito maior que eu…..

Toda vez que estou no volante com dois caroneiros especiais, redobro os cuidados.
E ai? E você? Já tem sua carta de motorista? Como se sente no trânsito? Conta pra nós!!!

Beijocas,

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Wishlist dia dos namorados



Olá mamães, tudo bom?!? Espero que sim!!!

No ano passado criei um selo que postei num post do blog Mon Maternité sobre o dia dos namorados que dizia assim “Existe sim vida à dois quando nos tornamos três, quatro, cinco ...”, e sou sim muito a favor da celebração do dia dos namorados mesmo quando somos casadas e mamães. Okay, eu confesso, um pouco é porque eu adoro uma desculpa para ganhar presentes ... 

Na próxima semana, mais precisamente dia doze de junho, comemoramos o dia dos namorados e aqui vão algumas sugestões de presentes para o companheiro! 







Mais alguma ideia?!

Ah, quero aproveitar a oportunidade e convidar você para conhecer meu novo blog, o Mamãe de Salto; na verdade, o Mon Maternité cresceu e subiu no salto! Então acesse www.mamaedesalto.come aproveite para seguir e curtir nas redes sociais!

Beijos, Má






terça-feira, 4 de junho de 2013

Como ajudar o seu filho a ter sucesso naturalmente

Os pais querem que o filho se destaque na escola, no esporte, no curso de línguas... Mas exigir que ele seja o melhor em tudo pode transformá-lo numa pessoa insegura. Veja como ajudá-lo a se dar bem sem tanto stress.




Numa sociedade em que a concorrência é cada vez maior, a tendência é os pais se preocuparem demais com o desempenho dos filhos. Daí, matriculam a criança ou o adolescente em várias atividades além da escola. Ok, não há nada de errado em investir na educação, já que ela fará diferença no futuro deles. O problema é quando a busca pelo filho perfeito tem a ver também com a vontade dos pais transformarem a garotada numa versão mais bem-sucedida de si mesmos. Nesse caso, as exigências são duras. "Pais competitivos demonstram dificuldade em aceitar que o filho tenha limitações e preferências", acredita o psiquiatra e psicoterapeuta Gabriel Magalhães Lopes, especializado em infância e adolescência, do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). "Muitos se sentem realizados só quando o filho fica em primeiro lugar, porque encaram como se fosse a própria vitória", completa a psicóloga Patricia Spada, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Insegurança à vista
Se a criança ou o adolescente forem cobrados em excesso, podem desenvolver uma série de problemas. O principal é a baixa autoestima. Como é impossível manter-se no auge o tempo todo, eles se frustram. Além disso, o espírito de rivalidade se torna exacerbado, interferindo na capacidade de estabelecer vínculos positivos com pessoas da idade deles. A criança indica que está sendo cobrada além dos limites quando apresenta: sonolência, irritabilidade, agressividade, isolamento, indisposição, aumento nos níveis de ansiedade e insegurança (esse sentimento é percebido quando o pequeno passa a perguntar se o que eleestá fazendo é correto, ou busca aprovação para tudo). No caso dos adolescentes, eles também demonstram irritabilidade e sonolência, no entanto os sintomas mais comuns são: isolamento, tristeza e mudanças nos hábitos alimentares (passam a comer muito ou pouco).
De bom tamanho
Diante desses sinais, há duas coisas a fazer: primeiro, diminuir o grau de exigência e, segundo, aliviar a agenda da garotada. Pensar que os filhos têm que se sair bem em todas as atividades é um erro. Uma pesquisa realizada pela Universidade East Anglia, na Grã-Bretanha, mostrou que o ócio na infância é essencial para desenvolver a criatividade. Para chegar a essa conclusão, foram entrevistados dezenas de artistas que contaram o que faziam quando eram pequenos. O ponto comum entre eles: tempo livre! É preciso ficar atenta para não preencher tanto o dia dos filhos a ponto de minar a diversão ou prejudicar as atividades de rotina. "Às vezes, o rendimento deles cai ao se sentirem pressionados", diz Patricia. Escutar o filho também é essencial. "Se ele reclama que está cansado, os pais devem respeitar", completa a psicóloga.
Pai e mãe em sincronia
O casal tem que compartilhar a mesma opinião. Os pais precisam decidir o que fazer em todas as situações antes de comunicar qualquer coisa ao filho. Se uma parte acha que deve cobrar mais e a outra não, o casal tem que afinar o discurso. Do contrário, o filho fica inseguro. Pior: "Quando o casal se divide, a criança também reparte a família em dois blocos e corre para um ou outro segundo as suas necessidades", diz a psicopedagoga e neuropsicóloga Ana Paula Macchia, do ABC Aprendizagem Centro Interdisciplinar, em Santo André (SP). Se o seu filho, por exemplo, quer parar de estudar para ver TV, ele busca a parte menos "cobradora". Para adiar o banho, alia-se à figura permissiva dizendo que vai estudar mais umpouco. "Pai e mãe devem tomar uma posição juntos e firmá-la assim: 'nós decidimos que...', ou 'nós queremos que...'", conclui ela.
Nota 10?
Tirar sempre a nota máxima na escola não significa que a garotada esteja aprendendo tudo. Segundo a psicóloga Patricia Spada, ela pode apenas ter encontrado uma fórmula para responder corretamente às questões, sem necessariamente absorver o conteúdo. "Além disso, tirar nota boa deve serresponsabilidade do filho, não dos pais. Desde cedo ele tem que se tornar responsável pelo próprio desempenho", completa. Mas pai e mãe precisam, claro, acompanhar as atividades e cobrar responsabilidade e disciplina. "A nota é consequência. Exigir somente o 10 transforma o filho num perseguidor de resultado, pouco preocupado com o processo", explica a neuropsicóloga Ana Paula.

Dicas valiosas

· Valorize o talento dele.
· Descubra o que ele tem de único e estimule. Para isso, preste atenção ao comportamento dele. Se a criança ou o adolescente se motiva mais para uma prática, pode ser sinal de que tem potencial para a área.
· Resista à tentação de achar que você tem total poder sobre o futuro dele.
· Os filhos têm preferências, que devem ser respeitadas. É preciso perceber se, no fundo, você não está atendendo apenas as suas demandas.
· Não faça comparações.
· Seu filho não precisa ser tão bom quanto o irmão, ou melhor que a criança da vizinha. Se um vai bem em matemática e o outro não, veja a possibilidade de eles se ajudarem em vez de estimular a competição entre ambos.
· Seja positiva e evite comentários negativos.
· Pode ser diante de uma nota baixa ou da dificuldade do seu filho em ser o melhor em alguma coisa. Dessa forma, você não o deixa se sentindo incompetente.
Fonte:MdeMulher
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Esse foi meu recado de hoje.

Convido a todas a conhecerem meu Blog Mãe Vaidosa.
Andréia Sales


segunda-feira, 3 de junho de 2013

Arte no guardanapo

Olá mamães, tudo bem com vocês?

Hoje vim mostrar uma curiosidade!
Fiquei encantada com o blog de uma mãe, artista e fotógrafa chamada Nina, que desenha todas as noites nos guardanapos que seus filhos levarão na lancheira para a escola no dia seguinte.
Ela faz verdadeiras obras de arte nesses guardanapos. Essa foi uma das maneiras que encontrou para estar conectada às preferencias e gostos dos filhos, já que recria os personagens preferidos deles.
Veja alguns:





Não sei como funciona, se as crianças conseguem se concentrar para lanchar, aguardar a hora do lanche para ver os desenhos... enfim, mas uma coisa não tem como negar: ela é incrível, super criativa e talentosa!

Interessante, não é?

Um beijão e ótima semana!
Lauri
Pitacos da mãe

domingo, 2 de junho de 2013

Vida de mãe


Por Juliana Ribeiro, do blog De menina a mãe

Mamães, vocês já pararam para se fazer a seguinte pergunta?
"O que eu estaria fazendo agora se não fosse mãe?"

É engraçado, pois certa vez me peguei pensando nisso enquanto brincava com o Arthur. Aí passou uma história na minha cabeça!
Ser mãe sempre foi um sonho, mas não com data marcada! Arthur chegou de repente, sem avisar e transformou minha vida completamente!!


Antes eu assistia TV quando quisesse, acessava a internet quando quisesse, comia o que quisesse e fazia o que eu quisesse! Nunca havia parado para pensar nisso!!!
Agora, eu assisto TV quando Tutu dorme, acesso a internet nos momentos de soneca dele, como sempre menos do que quero, pois se ele me vê comendo doce... E eu, fã número um de doces e afins, tive que abrir mão... Ou comer escondido... Que coisa feia!!!


Chegar em casa do trabalho e me esticar no sofá e se até rolar um cochilo, beleza??? Não minha querida! Vai correr atrás do pequeno, vai dar janta, vai assistir Galinha Pintadinha, prepara o banho, dá banho, faz a mamadeira, dá a mamadeira, põe pra dormir e agora sim vai fazer tudo o que você queria... Ah tá... Depois dessa maratona só me resta me jogar na cama e acordar no outro dia!!!


Ah... também tem aquele compromisso de voltar sempre cedo pra casa, se sair, levar a casa toda por causa do Tutu, não ir a lugares com muita muvuca, não tirá-lo da rotina, não esquecer a papinha, voltar para casa antes que ele surte de tanta agitação... Mas era tão fácil, antigamente, sair... Ficar "de boa" e voltar tarde e cansada... Mas era só tomar um banho e se jogar na cama... Agora não, é chegar, dar banho, dar mamadeira, fazer isso, aquilo e.... ufa..... ele dormiu....


E foi num dia dessa correria que eu me peguei olhando para o meu pequeno e pensando "Nossa, já imaginou se ele não existisse?? Eu poderia fazer tudo aquilo que queria sem me preocupar com nada, porque agora eu sei o quanto um tempinho livre vale a pena..." 
Duvido que você não tenha se perguntado isso também....

Gente, eu escrevo isso, lembrando de cada coisa que faço no dia, de cada situação que já vivi...
E que saber???

EU NÃO TROCO ISSO POR NADA!!!

Saber que tudo que faço, penso primeiro no Arthur, meu dia, minha roupa, minha comida, meu trabalho, os passeios, tudo agora é pensando nele!

Meu look agora é sempre decorado com uma fraldinha de boca, um prendedor de chupeta, uma baba... E eu me sinto LINDA!

Ser mãe, me fez ver um outro lado da vida!!
Ser mãe me fez ver que tudo aquilo que eu fazia, na verdade não tinha o menor sentido!!!
Ser mãe me fez ver que olhar para o meu filho e ser retribuída com um sorriso banguela, não tem preço!!
Acabar meu dia exausta e pensando que amanhã será assim também, me faz ter forças para ser cada vez melhor, apara aprender cada vez mais!
Sou apaixonada por essa vida!
Posso não saber tudo, podem me achar inexperiente ou o que for, mas aprendo a cada minuto, a cada conquista do Arthur, que acaba se tornando uma conquista para mim!
Sei que muitos obstáculos virão, mas as bençãos são maiores! As recompensas vêm de Deus e são puras e verdadeiras!!!

É tão bom ser mãe!!
Se eu pudesse voltar no tempo, eu passaria por tudo novamente! Não troco nada! Não mudo nada!
Arthur veio para dar razão a muitas coisas e para mostrar, mais uma vez que Deus é quem está no comando! Que Ele faz as coisas no tempo certo! Que família é a instituição mais linda que já foi criada!
Que a minha família vive sob as Suas asas e está firmada na sua rocha!!


Ser mãe é assim... e eu não vendo, não troco, não mudo!!!

Participe também deste espaço enviando email para recantodasmamaes@yahoo.com.br

sábado, 1 de junho de 2013

As mães sumiram das pracinhas

Por Jamile Nery, do blog Mãe para mães




As mães sumiram das pracinhas. As mães sumiram do playground. Estão sendo substituídas pelas babás. 


As mães não querem acordar cedo. As mães não querem deixar de curtir a noite. E os filhos vão ficando com as babás.

As mães querem ir ao shopping sem ser atrapalhadas. As mães querem viajar sem ser incomodadas. Então vão ao shopping e viajam... levando as babás!

As mães não sentam para brincar. As mães não contam historinhas à beira da cama. As mães não botam mais o próprio filho para dormir. As mães não trocam fralda nem auxiliam o filho no banheiro.

Essas mães se deixaram substituir pelas babás. Não, não é falta de tempo. Pouco tempo todas nós temos. Seu tempo pode ser curto, mas bem aproveitado.


Imagem: Uol Mulher
"A função da babá deveria ser dar suporte aos pais nos cuidados com as crianças. Mas não são poucas as famílias que delegam as próprias responsabilidades a essas profissionais. Até mesmo nos fins de semana, em que boa parte do tempo livre deveria ser dedicada aos filhos, há pais que não abrem mão de sua presença: no parque, no shopping, na festinha de aniversário dos amigos ou outro passeio qualquer, lá está a babá dando comida à criança, levando-a ao banheiro, contando historinhas ou brincando com ela" - Por Heloísa Noronha, Uol Mulher: "Delegar a criação dos filhos a babás pode dificultar vínculos entre crianças e pais".

É claro que no mundo de hoje, muitas de nós precisamos ter babás. Mas existe uma diferença muito grande entre ter babás que auxiliam as mães e ter babás que substituem as mães. Quem leu o post que escrevi "Filhos das Babás" sabe muito bem do que estou falando!!


Também não adianta matricular o filho na escola mais cara, comprar os brinquedos mais modernos, vestir com roupas de marca, colocar tv e vídeo game no quarto. Criança quer amor e atenção. Criança quer a mãe e o pai. Criança quer a família toda. E é tão bom quando os pais querem isso também. Não há nada mais gratificante na vida do que um filho!

E foi com base no tema "Menos presentes, mais presença" que o grupo Infância Livre de Consumismo pautou sua campanha do Dia das Crianças. Vale muito a pena ler o texto da campanha!!



EPISÓDIOS...

Recentemente, vivenciei alguns episódios de mães iludidas - aquelas que acham que a babá está realmente tomando conta do seu filho. Essas babás criticavam as próprias patroas e a maneira como cuidavam (ou não cuidavam!) dos próprios filhos. 


Em um dos episódios, uma criança de 3 anos brincava de pegar objetos na beira da piscina. A mãe estava ocupada conversando com as amigas de costas para o filho. A babá estava cuidando da irmã do menino. Quando foi abordada por um adulto para que observasse o perigo, simplesmente disse que avisassem à mãe, porque aquela criança era desobediente e ela não ia se responsabilizar. Ao ser avisada, a mãe respondeu: "A babá está lá olhando". Não estava! 

Em outro episódio, enquanto a mãe ficava sentada durante um aniversário de criança, comendo todos os salgadinhos que serviam, sua filha - um bebê de menos de um ano - passeava no colo na babá e dividia lambidas do picolé. Ao ser avisada por mim, ficou perplexa! Mas não tirou a bunda da cadeira para salvar a filha das bactérias alheias (já contado em "O que os olhos não vêem...").



Cada um decide seu caminho, mas não se perca nem esqueça que o filho é seu e não da babá! E isso fará uma grande diferença para ele e para você.

Jamile Nery é mãe de João do e Pedro. Formada em comunicação social e marketing. Escritora por hobby. Diretamente de Salvador/ BA.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Amar é faculdade. Cuidar é dever!


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Depois que retornei ao trabalho (aos poucos), minha inspiração jurídica aflorou...rs

Vocês se lembram do meu  post sobre pais que são ausentes por motivo de separação e/ou divórcio?

Pois é. Resolvi dar continuidade a este tema hoje porque essa semana um pai  foi obrigado a indenizar a filha em R$ 200 mil reais por abandono afetivo. Ou seja, uma filha recorreu ao poder judiciário, queixando-se por ter sofrido abandono material e emocional durante a infância e adolescência. Além disso, alegou ter passado pela humilhação de ter que provar que era mesmo filha do tal pai por meio de um teste de paternidade...

A ministra Nancy Andrighi do STJ (Superior Tribunal de Justiça) de São Paulo, concluiu ser possível exigir indenização por dano moral decorrente de abandono afetivo pelos pais. Essa decisão é inédita! Em 2005 o STJ havia rejeitado essa possibilidade.

Sabemos que não há dinheiro no mundo capaz de substituir o AMOR de pai e mãe, mas a justiça entendeu que se uma criança ou adolescente for abandonada  literalmente, o dinheiro seria uma forma de compensar essa ausência.

Para ela, o descumprimento da obrigação legal e constitucional da paternidade dá margem à indenização. Afinal, a paternidade não gera apenas vínculo afetivo, mas também legal, ou seja, os pais tem o dever de convívio, educação, proteção, etc.

Está claro, que com esta decisão, não está se discutindo o amor, porque ninguém é obrigado a amar um filho (isso parece loucura, mas tem gente que não ama mesmo!) mas todo pai e mãe tem o dever jurídico de cuidar.

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E aí? O que você achou dessa decisão? O dinheiro neste caso seria uma forma de compensar o abandono efetivo do pai ou da mãe?

Já pensou se a moda pega? Shiiiiii....

Fiz um resumo do artigo original porque ele se encontra em linguagem jurídica. Mas se quiserem acessar, está aqui.

Um beijo
Camila Vaz