quarta-feira, 17 de abril de 2013

Dicas de lanches divertidos


Eu adoro fazer uma brincadeira com a comida das minhas filhas, amo fazer uma decoração nos pratos e assim tornar a hora da refeição mais divertida.

Hoje eu trouxe algumas imagens de lanches que eu ainda quero fazer aqui em casa:

Sanduíche de carne no ao sírio decorado em formato de barquinho. 



Sanduíche de goiabada com queijo minas e cream cheese.



Hamburger com carinha de ursinho



Cachorro Quente



Essas dicas foram retiradas do "Guia descomplicado da alimentação infantil", do Dr. Mauro Fisberg com a nutricionista Priscila Maximino, Editora Abril.

Nesse link AQUI vocês podem ver outras dicas de comidas divertidas que já experimentamos.

E vocês gostam de inventar na hora das refeições? Têm alguma dica de comida divertida para compartilhar? Venham dividir com a gente!



Beijos carinhosos e bom apetite!
Chris Ferreira
                                                              @kitaferreira

terça-feira, 16 de abril de 2013

Xô!!!!!! Preconceito

Esta semana (21/03) assisti ao programa "Encontros com a Fátima Bernardes" na globo que abordou um tema muito interessante, e que nunca falamos sobre isso aqui no Recanto. Resolvi trazer o assunto para cá, pois somos mães e pais que amam seus filhos acima de tudo. 

O programa falou da dificuldade do filho falar para os pais, amigos e sociedade sobre a sua opção sexual. "Pai,mãe, família....... eu sou gay!"
Imagem do Google
Fiquei a tarde toda pensando sobre esse assunto. Andei na rua, entrei nas lojas, assisti a um filme e em todas as situações observava as pessoas e me perguntava "No que somos diferentes?"
imagem do google
Na cor da pele? Do cabelo? Na altura, nas feições, no peso? Sim, nessas e em muitas outras variáveis todos somos diferentes, mas convivemos com essas diferenças e as aceitamos. Por que então a dificuldade, ainda existente, em aceitar a opção sexual de uma pessoa que não nos é estranha, mas que faz parte da nossa família. Uma pessoa que amamos antes de saber se ela é gay?

Em toda a literatura encontramos casos de rejeição naquilo que nos parece diferente. Rejeitamos o que desconhecemos. Podemos dizer que: "Eu não quero comer quiabo", mas por que ao experimentar uma única vez, seu gosto não me agradou. Eu não quero conhecer o Amazonas, por que tenho medo de bichos, mas é só isso que tem lá? Eu não quero conviver com essa pessoa por que ela é velha, mas não ficaremos velhos um dia?" Rejeitamos o desconhecido e rejeitamos aquilo que não nos agrada. Mas espere......vivemos sozinhos na sociedade? Somos o centro do universo? E a felicidade do outro não importa?

Voltando ao assunto: "O que nos faz feliz? Amar alguém, ter uma família que nos ama e que amamos?" Nós podemos? E o outro também? É claro! 
imagem do google
Se a opção sexual, ser gay, lésbica e afins, é uma expressão do amor que um ser humano sente pelo outro, por que não aceitamos? 

Eu amo meu marido e não sou contestada por essa opção, apenas por que um dia Deus uniu um homem e uma mulher para que vivessem no amor e procriassem. Isso ninguém vai condenar, certo? Mas condenar um homem por que ele ama outro homem, nossa!!!! 
Então deixe-o viver infeliz toda a sua vida, para não contestar aquilo que a sociedade quer?Todos voltam para seus lares e enquanto um se alegra nos braços de sua mulher e filhos, o outro senta e chora, por que a sociedade não o quer ao lado de um parceiro/a que o faça feliz.!!!!!!1 É isso? Espero que não.

Enquanto escrevia esse texto, muitos jovens ensaiavam para contar aos pais, que não deixaram de ser homens e mulheres honestas, que estão estudando, trabalhando, construindo um mundo melhor, mas que tinham amor por outra pessoa do mesmo sexo e adorariam que a sociedade os deixassem ser felizes.

Enquanto escrevia esse texto, muitas crianças nasciam e daqui há alguns anos teriam que passar por essa conversa com seus pais.
imagem do google

Se é fácil falar em RACISMO, PRECONCEITO, BULLING, então que seja fácil pensar e aceitar o outro como um ser com direito há felicidade.
Se seu/ua filho/a é gay, abra seu coração e aceite-o, afinal você o amou desde o primeiro momento e não pode deixar de amá-lo. Sei que não é fácil entender ou aceitar, mas por amor aos nossos filhos temos que aprender a não ter preconceito, a não querer se achar melhor que o outro, a não oprimir os sentimentos, a construir um mundo melhor para todos.  

imagem do google
Beijocas
Cris Chabes


Leia um trecho dessa matéria que mostra o lado de uma menina cujos pais eram gays e o que ela faz hoje: 
"Durante toda a infância, a americana Abigail Garner sentia o coração acelerar toda vez que alguém mencionava a palavra "bicha" na sala de aula. De uma primeira geração de crianças criadas em famílias alternativas assumidas, ela cresceu mostrando o boletim escolar e negociando o horário de voltar para casa com uma mãe e dois pais - seu pai biológico decidiu viver com outro homem quando ela tinha 5 anos. Hoje, aos 33, é uma das mais conhecidas defensoras da causa gay no país, apesar de ser heterossexual. Desde 1999 escreve textos e dá palestras que ajudam filhos de homossexuais americanos - segundo estimativas, pelo menos oito milhões de crianças e adolescentes." continua aqui


domingo, 14 de abril de 2013

Blogagem Coletiva Nossos Momentos #12



Nesta semana, 12/04/2013 meu pai fez 77 anos.



Nosso relacionamento não foi um igual a de muitos pais e filhos.
Nós brigávamos muito
Ele e minha mãe mais ainda e por isso quando tinha 15 anos, meus pais se separaram e eu fiquei muito tempo longe dele por inúmeras razões.
Mas há alguns anos atrás, por influência de meu irmão, nós voltamos a nos falar.
No inicio meio tímidos, mas depois a nossa amizade, carinho e respeito de pai e filho renasceram
Eu o admiro muito, por seu trabalho, esforço e determinação em conquistar seu espaço na sociedade
Ainda tenho minhas diferenças com ele, mas agora já não brigamos, não discutimos, não resmungamos.
Apenas nos olhamos e deixamos o tempo correr.
Dizem que o tempo cura as feridas
Eu não acho, mas sei que elas podem ficar mais amenas e se existe amor, elas podem ficar apenas nas lembranças de quem as viveu.
Afinal se temos a oportunidade de perdoar e ser perdoados por nossos atos ou palavras, devemos usar esse perdão para o bem. 

Que todos tenham a oportunidade de ter momentos maravilhosos com seus pais, amigos e familiares.

Nem todos tem essa dádiva!

Beijocas
Cris Chabes

Alimentos para o cérebro - Café

A Nutricionista Luana Macedo nos enviou uma série de posts sobre alimentos que fazem bem para o cérebro... acompanhe com a gente nas próximas semanas esta série!
Hoje saberemos mais sobre o café...

Por Luana Macedo, do blog Dona Papinha




O café já foi vilão agora está muito mais para o papel de mocinho. É objeto de estudo desde que se comprovou seus efeitos estimulantes no cérebro por conta da cafeína. No entanto, a bebida tem muito mais à oferecer, contém mais de mil substâncias. Entre elas estão os antioxidantes, que, aliás, são encontrados em maior quantidade no café do que no chá verde.  

Mas para que essas propriedades sejam preservadas, a água do preparo não pode ultrapassar os 90°C, ou seja, fervida. Ingerido no período da manhã, ajuda a melhorar o raciocínio e há estudos que comprovam seu poder de afastar a depressão. Ou seja, ele pode jogar a favor de sua saúde desde que tomado moderadamente. 

Quatro xícaras distribuídas ao longo do dia é o ideal e sem açúcar, gente, café é como o vinho, se for doce você não consegue distinguir o sabor, tem os mais ácidos, amargos, frutados... No entanto, em relação à garotada, algumas orientações devem ser seguidas, a cafeína atrapalha a absorção de ferro em crianças menores de seis anos. Após essa idade, o consumo está liberado desde que não seja exagerado e longe das refeições salgadas.

Luana Macedo é nutricionista, mamãe e blogueira, tem o objetivo de passar a prática e o estudo para outras mamães.
Fan Page Face /DonaPapinha
Twitter @DonaPapinha

Assim como a Luana, você também pode participar deste espaço como colaboradora, envie seu texto para o nosso email: recantodasmamaes@yahoo.com.br
Equipe Recanto 

sábado, 13 de abril de 2013

Mamãe blogueira Nanda

A mamãe que vamos conhecer hoje é muito querida, está sempre presente aqui no Recanto através dos comentários, super ativa na blogosfera materna... e está gravidíssima!
Vamos conhecer os detalhes da...

Mamãe Nanda



Ser mãe é.... é um dom divino
Amizade é.... Companheirismo, sinceridade, ter com quem contar.
Dinheiro é....Bom, necessário, mais não é tudo. Não trocaria nada que tenho por dinheiro.
Família é...Tudo não me imagino sem família.
Filho... Benção, dádiva, presente de Deus.
Uma frase que vive repetindo... Se arrependimento matasse estaria morta a muito tempo, mais graças a Deus que não rs
Uma mania... Franzir a testa toda vez que não gosto de algo.
Cor preferida... Rosa.
Time do coração... Vitória.
O que mais me irrita... Pirraça aff! Deixa-me muito irritada.
Um lugar... Minha casa.
O dia mais belo foi... O dia que minha filha nasceu. É inexplicável, esse foi o dia mais belo.
Música que cantaria em público... Hum.. não sou boa em cantar minha voz é um nada com nada mais cantaria ressuscita-me de Aline Barros.
Para quem/para o que eu não tiro o chapéu... Injustiça.
Em minha opinião, a maior invenção humana foi... A internet.
Um conselho para mim mesmo... Ouça mais, preste mais atenção e julgue menos.
Atividade que mais me dá prazer... É ser mãe não sei o que seria sem mim sem minha filha essa é a melhor atividade do mundo.
Um sonho ainda não realizado... Terminar minha casa.
Uma qualidade... Ser amiga.
Um defeito... Sou chata.
Um filme... P.s. eu te amo.
Um livro de cabeceira... A Bíblia.
Uma comida... Lasanha....Hum.
Um prato que deveriam aprender a cozinhar comigo... hahaha...Macarronada.
Uma bebida... Suco de laranja.
Não vivo sem... Deus.
Nanda por Nanda...” Tenho 31 anos, casada com um marido maravilhoso que  tem uma filha linda e um baby a caminho(ainda não sei o sexo) uma menina mulher, divertida, amiga que ama Deus acima de tudo pois tudo que tenho foi Ele quem me deu. Sou evangélica, amo fazer novas amizade e tenho que terminar uma faculdade que comecei e ainda não terminei, pretendo ser mãe por tempo integral o que na minha primeira não pude, mais pretendo realizar e sei que serei mais completa.”
Mensagem... “Mesmo sem entender, confiar em Deus. Ele fará o sol nascer inédito pra você outra vez".


sexta-feira, 12 de abril de 2013

Uso do Óculos na Infância e Adolescência...

Manoella aos 5 anos
Olá mamães e todos que acompanham o blog, hoje vou contar um pouco da nossa experiência sobre o uso do óculos na infância e adolescência pela nossa filhota! 

Minha filha mais nova começou usar óculos aos dois aninhos de idade já com 3 graus, foi um susto p nós quando nos deparamos com a situação. Complicado constatar que aqueles lindos olhos azuis tinham estrabismo... 

Aos 2 anos quando detectamos o estrabismo
O jeito foi enfrentar, lembro como se fosse hoje do dia que fomos na ótica buscar o primeiro óculos da Manoella, todos pensaram que ela não fosse usar, mas eram tres graus de hipermetropia nos dois olhos além do estrabismo, então quando saímos da ótica ainda na rua eu coloquei o óculos nela, e ela nunca mais quis tirar...

me emociono quando lembro deste momento, senti um aperto no coração inevitável, tão novinha e já usando óculos com grau elevado, mas ela estava de boa, só tirava o óculos na hora de tomar banho e dormir, o óculos na infância não foi um drama p ela,  o drama foi o tampão, devido o estrabismo ela precisou usar tampão 3 anos...


O Tempo passou, hoje as vésperas de completar 13 anos, o óculos começou incomodar, são mais de 7 graus de hipermetropia nos dois olhos, o que dificulta a fabricação de uma lente mais fina, gerando incomodo a ela, apesar de ser uma menina super popular na escola, linda e brilhar mesmo com o óculos, rsrs



 Não há cirurgia neste caso, o estrabismo que ela apresenta é um "pseudo" estrabismo, não é fixo e por isso não há indicação cirúrgica, no entanto, o grau corrige o estrabismo, estando com o óculos o estrabismo é quase imperceptível...

Estamos partindo para a lente de contato, a médica pediu que esperássemos ela fazer 13 anos, e a hora chegou. Por mais maturidade que a Manoella tenha e auto estima elevada, difícil de ser abalada, rsr tenho que fazer o máximo p que ela continue se sentindo bem! 




Fecho dizendo, que o óculos não é um problema, é uma solução, porém cabe a nós pais não permitir que o mesmo se torne um peso para os nossos filhos, desde pequena sempre deixamos claro p Manoella o quanto ela é linda com o óculos. A segurança que eles precisam para usar o óculos sem que isso se torne um drama, deve ser passada por nós! 

Além disso registro também a importância de levar os pequenos para fazer o  exame de vista. Até os dois anos quando descobrimos o problema, a Manoella era um bebê sério, não se interessava muito pelas palhaçadas alheias, só depois do óculos é que ela se tornou uma criança risonha, certamente por que não via muito bem! 


Instagram @kbtrilhamarupiara
Twitter @trilhamarupiara







quinta-feira, 11 de abril de 2013

Seu filho é hiperativo ou sapeca?

Oi,amores!
Conforme nossos pimpolhos vão crescendo, vai nos dando aquele medinho das fases q estão por vir. E uma delas é a fase de querer rabiscar as paredes, pintar tudo o que vê, gritar, correr, pular. Agitação de mais é saudável ou não?


 Nem toda criança arteira e distraída sofre do distúrbio conhecido como transtorno de déficit de atenção ou precisa de remédio para se concentrar nas atividades da escola! Saiba como diferenciar cada caso.




Nem toda criança agitada demais é hiperativa
Foto: Reprodução

Quem não conhece um menino ou menina agitado demais, que vive correndo pela casa, pula nos móveis, come em pé e espalha os brinquedos que não está usando? Na sala de aula, eles esquecem de fazer a lição ou cometem erros nos exercícios, por pura distração. O rendimento escolar acaba prejudicado, assim como a concentração dos alunos ao redor. Esse comportamento costuma ser associado ao transtorno de déficit de atenção e hiperatividade(TDAH), doença que atinge crianças, mas pode continuar na vida adulta. E muitos pais acabam procurando o psiquiatra, sem perceber que, na maioria das vezes, essas crianças só estão sendo... crianças!
A psicóloga Flávia Lemos explica como diferenciar crianças hiperativas das espoletas. Ela é membro do Conselho Federal de Psicologia que, no ano passado, lançou a campanha Não à Medicalização da Vida, contra o uso indiscriminado de medicamentos para tratar a hiperatividade e outros males.

 Os riscos de medicar a criança sem necessidade

Como diferenciar criança arteira de criança hiperativa?

As definições sobre a hiperatividade são polêmicas e há visões diferentes entre os estudiosos. Isso significa que faltam mais pesquisas a respeito da doença, mas elas precisam ser feitas sem financiamento dos laboratórios, porque eles lucram com a venda de remédios. Para descobrir um quadro de hiperatividade, o médico deve levar em consideração vários aspectos da vida da criança: a situação escolar, como a criança lida com os amigos, a realidade financeira da família, como anda sua saúde, entre outros.

Quais as principais causas?

Não se sabe ainda ao certo. Mas vivemos em uma sociedade que produz dor e mal-estar aos cidadãos, com escolas inadequadas, famílias desestruturadas, competição desenfreada... Isso tudo pode estar por trás do surgimento dessa doença. Portanto, não adianta medicar as crianças sem antes investigar todas as possibilidades que podem fazê-las sofrer.

A que perigos a criança estará sujeita se tomar medicamentos à toa?

Remédios são drogas. E, apesar de permitidos, também causam danos e dependência. Os remédios para hiperatividade, especificamente, possuem uma anfetamina de tarja preta que pode provocar crises de ansiedade e surtos psicóticos, problemas nos rins, insônia, perda de apetite, dor abdominal, cefaleia, alteração da pressão arterial e da frequência cardíaca.

Existe tratamento para a hiperatividade sem remédio?

Falar de tratamento é limitar o problema a apenas um aspecto da vida. Nós precisamos oferecer às crianças cuidados em diferentes campos, não apenas nos hospitais e consultórios. A criança precisa estar bem não só na saúde física em si, mas bem na escola, na vida familiar, na vida com os amigos... A criança precisa inclusive ter oportunidades de praticar um esporte, ir ao cinema, ao teatro...

É ruim ser espoleta?

Não! Meninos e meninas arteiros incomodam aqueles que querem que eles sejam quietos, que evitam aceitar que cada ser humano é diferente do outro. Para conquistar essas crianças, as escolas precisam aprender a lidar com as diferenças, oferecer aulas interessantes, contratar melhores professores e com boas condições de trabalho. Enfim, é preciso criar projetos pedagógicos que incluam não só professores, mas os pais.

 Estímulos demais deixam a garotada a mil

Os riscos de medicar a criança sem necessidade Muitas crianças recebem o diagnóstico de TDAH quando são apenas levadas da breca, estudam numa escola onde as aulas são chatas à beça ou simplesmente porque recebem estímulos demais. Se você acha que seu filho anda agitado além da conta em casa, o primeiro passo é conversar com a professora dele e checar se o comportamento se repete na sala de aula. Em caso afirmativo, reflita sobre a rotina do garoto ou da garota. Muita TV, computador e videogame, às vezes tudo ao mesmo tempo e na hora da lição de casa, deixa qualquer criança a mil por hora (já reparou como os desenhos e joguinhos de hoje são agitadíssimos?). A inquietação também pode ser sinal de falta de limite ou uma maneira de chamar a atenção dos adultos. Será que não está faltando firmeza na hora de dizer “não”?