quinta-feira, 12 de julho de 2012

Eu no Recanto das Mamães Blogueiras!

No domingo de Páscoa de 1977, nasceu a espoleta, curiosa e extrovertida Cleonice Moretti.
O tempo passou, a menina cresceu, estudou e tornou-se a Tia Cléo, que sorria e chorava a cada nova descoberta junto com seus pequenos alunos.
O amor bateu a porta e ela se casou. Sem lançar mãos dos seus ideais, colocou a mochila nas costas e partiu com o marido. 
Novos rumos, novas terras e novos amores!
A Tia Cléo, agora é a Mamãe do Davi e da Cecília, seus maiores tesouros.
A maternidade lhe apresentou a internet e assim ela conheceu o Recanto das Mamães Blogueiras. Lugar encantado, cheio de novidades e atrações que ela tanto precisava e desejava saber.
Criou também seu próprio ninho, o Blog Dona Maricota Feliz, que é seu refúgio, seu trabalho e sua diversão.
Hoje está com 35 belos anos de vivências e experiencias e com muita vontade de aprender ainda mais por aqui.
Conheçam a Mamãe Cléo Moretti, a mais nova e apaixonada integrante do Recanto das Mamães Blogueiras.

Cléo, Cecília, Davi e Marcelo

Olá amigas do Recanto, eu confesso que estava muito ansiosa pra escrever esse post, mas não sabia como fazer. Foi então que deixei meu lado contadora de histórias (eu amo contar histórias) falar mais alto.
Eu sou assim, simples, agitada, curiosa e 'criativa'. Adoro novidades. Estou feliz da vida de fazer parte dessa equipe que sempre admirei.
Espero do fundo do meu coração fazer por merecer!

Mil beijocas, Cléo Moretti

Bonecas ou bebês?

Oi meus amores!
Eu sou apaixonada por bonecas, acho que toda mulher é,né?!
Mas essas que eu trouxe pra vocês hoje são super especiais, tô encantada!


É impossível não me apaixonar por cada um deles!


Impossível escolher uma só!



Essa é a Deidre mede aproximadamente 47cm e pesa 2,2kg, cabelinho pintado e enraizado fio a fio, braços e pernas 3/4. Pra vocês terem uma idéia.

Não é um trabalho lindo e encantador??? Parabéns!

A página da Camila é linda de mais,gente,impossível não se encantar!


A boneca pode ser feita sob encomenda. 

Para maiores informações mande um email para camila.eid@hotmail.com.

 Reflita:




Michele Alves
Twitter: michele_batista
Quer um layout personalizado?
Beijos,amo vocês!

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Historias felizes de Adoção


Quatro filhos e uma mãe. Conheça uma história de muita alegria.

“Passado não se recupera, reconstrói-se experiências a partir da dor, do erro. O passado é passado, e um presente cheio de afeto é semente de um futuro promissor!” (Bárbara)
Esta é a História da Bárbara, 31 anos, mãe do Kauã, 8 anos, da Karol, 6 anos, da Kamille de 1 ano e 7 meses e da Helena, de 1 ano e dez meses. Bárbara adotou seus quatro filhos, solteira.
“... Eu precisava ser mãe... Era um desejo muito antigo, muito refletido e acalentado dentro do meu coração. Mas problemas fisiológicos me impediam uma gravidez. E na minha cabeça, com tantas crianças precisando de uma família, era uma incoerência gastar rios de dinheiro em procedimentos tão incertos. Como filho pra mim é um laço que se constrói sempre, tanto faz se ele fosse gerado dentro do meu seio ou dentro dos meus sonhos!”.

Sem muitos questionamentos a responder, Bárbara conta que a decisão da adoção foi tomada somente por ela, e logo após, a família extensiva foi comunicada:

“a família foi comunicada da minha decisão. E tinham dois caminhos a seguir: me apoiar ou deixar de fazer parte da minha vida. Todos resolveram me apoiar e as crianças são muito queridas. Minha mãe é meu braço direito, mora comigo, e como sou solteira ela atua muito na educação das crianças, que passam as manhãs com ela.”

“Alguns amigos me acharam doida no início. Mas nada que uma conversa não os fizesse mudar de idéia. Minha família sempre me apoiou. Sabiam que eu estava madura e pronta para a maternidade”.

Segundo Bárbara, a adoção Monoparental é mais difícil de ser concretizada no dia a dia, mas não é impossível: “Eu sou solteira e mãe de quatro. A dificuldade está em não ter com quem dividir as responsabilidades. A gente sente que não pode faltar, não pode morrer, não pode adoecer. Mas isso nem sempre é possível... E quando acontece a gente percebe que amigos existem, e que Deus é Pai...” sorri.

Adotar quatro crianças é um plano antigo de Bárbara: “Eu sempre quis uma família grande. Irmãos? Porque não? Eles chegaram juntos, os três, e com a minha primeira, viraram quatro irmãos. Juntos já tinham um vínculo que se tornou ainda mais forte e marcante em nossa família. E nós não queremos esquecer o passado, mas colocá-lo em seu devido lugar: ontem. Para que o presente seja vivido e o futuro construído no hoje. As despesas foram pensadas. Hoje o orçamento é justo mas não nos falta o necessário. O luxo dispensamos, pois não faz bem mesmo a ninguém.”

Bárbara afirma que o vínculo biológico entre seus filhos não afeta a relação que eles constroem: “Sempre apoiarei, e farei tudo ao meu alcance para que reencontrem as pessoas do seu passado e possam aniquilar os fantasmas que por ventura os venham a perseguir. A família biológica jamais atingirá meu lugar de mãe no coração deles. Não preciso disputar um espaço que eles me deram por livre e espontânea vontade.

“Acho que todos nós temos direito sob a nossa própria história. E mais, construo minha relação com eles tendo a verdade como alicerce. E se um dia eles quiserem ir atrás da família biológica, estarei com eles nesta busca.”

obre o período em que as crianças ficaram abrigadas, Bárbara conta que o maior trauma foi o da perda da individualidade: “quando chegaram tinham a auto-estima muito baixa. Como as roupas no Lar de Crianças tinham números, eles até hoje tem horror de ter números nas roupas e tenho que arrancar as etiquetas. O abrigamento foi muito difícil para os meus mais velhos, principalmente porque quando foram abrigados, foram para instituições diferentes, mesmo sendo irmãos, situação que durou cerca de 1 mês até que duas vagas na mesma instituição surgisse.Isso os deixou muito inseguros quanto ao futuro. Mas mesmo assim, foi no Lar de Crianças que pela primeira vez Karolyna comeu comida sólida (pois até os 4 anos a genitora só lhe fornecia leite), foi lá que eles receberam algum afeto e atenção. Eles tem muitas lembranças boas da instituição".

Quando recebeu o diagnóstico de sua filha caçula, se preocupou, mas buscou informação e tratamento: “quando percebi que ela não firmava, e diagnosticaram a debilidade muscular que talvez a impedisse de andar, chorei, e depois fui atrás de fisioterapia. Hoje ela anda, como qualquer criança de 1 ano e 7 meses, às vezes sem grande equilíbrio. A tireóide normalizou. Quando os três foram diagnosticados com sopro cardíaco, levei outro susto, mas estamos tratando. Simples assim!”.

Outra questão apontada por Bárbara sobre o abrigamento foram os valores negativos: “O que mais me incomodava era a questão da mentira. Aprenderam a mentir pra sobreviver, para não serem punidos, para despertar piedade. Aos poucos fomos entendendo que o único caminho é a verdade, e que nada que façam me vai fazer devolvê-los pois somos uma FAMÍLIA!!!! E as mentiras hoje são bem raras. E quando ocorrem, são punidas, com castigo em seus quarto para refletirem sobre o ocorrido”.

Para além disso, as crianças também trouxeram com ela valores importantíssimos: “meus filhos sempre foram profundamente amorosos, companheiros e amigos. A vida lhes ensinou, antes que eu chegasse, que eles precisavam um do outro”.

Na escola, os filhos de Bárbara estão vencendo seus desafios: “Dos meus quatro filhos, todos adotivos, duas são bebês (Kamille tem 1 ano e 7 meses e Helena tem 1 ano e 10 meses) e portanto não estudam ainda. Kauã, meu mais velho, que vai completar 8 anos esta cursando o segundo ano, é muito esforçado mas tem muita dificuldade de aprendizado e o raciocínio bem lento, e não ter feito o pré- escolar o atrapalhou muito, pois quando chegou em nossa família, com 6 anos e meio, sequer conhecia o nome das cores ou as vogais. Já a Karolyna é muito esperta, aprende com muita facilidade, está hoje com 6 anos e meio, sendo alfabetizada. Ambos estudam na mesma escola, particular laica.”

Bárbara continua trabalhando e revela que o tempo que dedica as crianças é satisfatório para ambos: “acho que a questão do tempo não é quantitativa e sim qualitativa. É lógico que a licença maternidade me ajudou muito. Estar em casa, disponível, os 6 primeiros meses, foi crucial para que as coisas se encaixassem, para que a gente criasse uma rotina que trouxesse segurança a eles e a mim. Sempre que posso estou com eles, sempre conversamos, lemos histórias, rezamos, brincamos. Mas não deixei de trabalhar. Nem posso, pois sou a única fonte de renda da casa".


Segundo Bárbara, o vínculo entre eles não foi imediato: “não foi amor à primeira vista. Embora a minha necessidade de ser mãe me impulsionasse a amar qualquer criança, eu os olhei e os acolhi. O amor foi construído no dia a dia. A certeza do vínculo mesmo veio quando eu fiquei doente e meu maior desespero não eram as dores que eu sentia, mas o pavor de deixá-los só. Aí eu me dei conta de que eu tinha mesmo, de fato, me tornado mãe na plenitude desta palavra tão pequena!”. E ainda que demandasse tempo, não houve sofrimento por isso: “Eu sabia que era questão de tempo. Fato é que nunca tivemos crises de relacionamentos. Apenas o amor foi nascendo e crescendo. Hoje somos tão unidos, tão família, que parece que sempre fomos família”.

Bárbara se sente realizada como mãe, e completa: “Somos muito felizes. Somos completos. Estamos juntos e isso é o que importa. Meu filho uma vez me perguntou: mãe Deus pode entregar a gente no lugar errado? Eu respondi: não sei meu filho, por quê? Ele me falou: porque eu acho que Ele me entregou na casa errada. Eu perguntei: e você tem raiva de Deus? Ele respondeu: não mamãe; sou agradecido por Ele ter corrigido e me trazido pra você, porque eu sempre fui seu filho! Eu com lágrimas nos olhos respondi: é Kakau, sempre fui sua mãe!”
Bárbara, mãe de quatro filhos, todos adotivos




Dani Garcia

terça-feira, 10 de julho de 2012

Se conselho não fosse bom...

Por Mariella Regina, do blog Caderninho da Mamãe

Google Imagens





... a gente não saía por aí lendo e trocando experiências com outras mães em blogs e sites, né?



Fato é que todo mundo vive dando ou recebendo um conselho de alguém. É da natureza do homem se meter na vida alheia, com menos ou mais frequência, com boas ou más intenções. E no louco universo da criação dos filhos não seria diferente, claro.

Quem nunca ouviu “orientações” preciosas da mãe, da sogra, daquela tia super querida ou da amiga que te adora e adora seu(s) filho(s)? Sorte a nossa que temos estas pessoas por perto.

E quem nunca recebeu dicas da senhorinha que conheceu no ponto de ônibus, do porteiro do prédio da sobrinha da cunhada do seu primo, daquela amiga solteirona da sua vó ou do tiozinho que conheceu passeando com o cachorro? Sorte a sua se desconhece estes casos!

Vamos combinar, a gente ouve (e lê) muita coisa bacana que nos ajuda bastante mas também ouve (e lê) muita bobagem. É como se o fato de você estar grávida ou se tornar mãe de primeira (às vezes até de segunda, terceira...) viagem desse  o direito de geral sair palpitando sobre tudo o que diz respeito a sua vida. As intenções são quase sempre boas, mas tem gente que exagera na dose.

Calma, meus amigos, não estou dizendo que não gosto de ouvir a opinião de vocês. Muitas vezes, aliás, sou eu mesmo que peço e os conselhos me são muito úteis. Estou me referindo àquelas pessoas que “quando Deus te desenhou esqueceu de te dar bom senso”, sabe?

Aquele tipo de pessoa que não se contenta só em dar palpite, mas que quer te obrigar a seguir suas preciosas recomendações ou que acham que você, por não fazer do jeito que elas fazem – ou acham que fariam – está completamente equivocada.

Eu, por sorte, não encontrei muitos destes tipos na minha jornada de mãe até aqui. Mas os poucos que conheço (e alguns insistem em marcar presença) já valem por 20. Imagina só: a pessoa, que se orgulha em dizer que teve 4 ou 5 filhos, todos já bem criados, chega na sua casa às 9 e meia da noite (quem em sã consciência visita um bebê as 9 e meia da noite, Brasiiil??), chega falando alto, nem bem te cumprimenta (até porque depois de 4 anos ela ainda não decorou o seu nome) e já solta logo um “aaai, essa menina sem meia, vai pegar uma friagem. Vai lá, pega uma meia pra por no pé dela, bem”.

Dois minutos depois o “conselho” é para dar água, porque a criança deve estar morrendo de sede (enquanto ela ainda só toma leite materno).  Em seguida, a pessoa solta um  “Ai, menina, eu acho que ela vai largar o peito já já, viu”, seguido por um “porque você usa protetor no berço? Isso abafa muito e deixa ela com calor”.

Aahhhh... eu quero morrer!! Quer dizer, matar um! 
Pena que a gente não possa dar um passa fora e mandar a pessoa arrumar uma louça pra lavar na casa dela, né? Infeliz da pessoa que inventou as boas maneiras! Tem horas que acho que sem elas seríamos muito mais felizes.

E é por isso que eu penso: muito ajuda quem não atrapalha. Tenho descoberto nos últimos meses que informação é sempre válida, mas é preciso filtrar tudo que chega aos nossos ouvidos, com o risco de enlouquecer de vez.

Também tento policiar a mim mesma, porque sei que é difícil resistir a algumas situações em que a gente acha que só a gente sabe como resolver aquele problema pelo qual outra mãe está passando. Cada dia mais eu me convenço de que, quase sempre, é o instinto da mãe que deve falar mais alto.

O problema do outro pode parecer muito semelhante ao nosso, mas nunca é igual. Uma mãe nunca é idêntica à outra, assim como um filho nunca é idêntico ao outro.  Por isso que a gente pode até tentar ajudar, compartilhando nossas experiências pessoais, mas deve respeitar o limite da boa educação e do respeito. Resumindo, há de se tomar SEMANCOL, aquele remedinho milagroso que deveria ser receitado a todas as pessoas do universo, sem distinção.
A Mariella é jornalista, corinthiana, paulista por destino e paranaense por opção. Uma mulher que acaba de embarcar na sua mais louca e divertida aventura: ser mãe!
@maryshee
 




Assim como a Mariella, você também pode participar deste espaço como colaboradora, envie seu texto para o nosso email:
 recantodasmamaes@yahoo.com.br
e aguarde o nosso contato.
Com carinho,
Equipe Recanto


segunda-feira, 9 de julho de 2012

Mudança de habitos


Há uns dias atrás passei por um super susto com o meu filho, até comentei com as meninas da equipe sobre esses instantes de terror by mamãe de primeira viagem:

O meu filho ficou a parte da manhã toda sob os cuidados do pai, e acabou comendo algumas "pequenas bobagens" com ele.  À tarde fiquei com ele, e enquanto ele dormia notei que ele estava fazendo um barulho como se estivesse engasgando, fui olhar e ele acordou reclamando de dor na barriga, levantei a blusinha dele para olhar e levei um susto: estava enorme, muito inchada. Levei ele imediatamente para o hospital porque nunca tinha visto meu filho daquele jeito. Para encurtar a história, o problema eram apenas gases, graças a Deus.

Mas daí o pediatra aproveitou a ocasião para dar umas orientações puxões de orelha sobre a alimentação do Daniel. O pediatra é um senhor bem tranquilo, sempre atencioso com a gente, e ele falava olhando bem nos nossos olhos como se quisesse se certificar de que estava sendo compreendido, e a conversa durou bem uma meia hora, no mínimo.
Comentou com a gente sobre o quanto os tempos mudaram, sobre a quantidade de pacientes que ele tem tão novos e com colesterol alto, “mais alto do que o meu”, ele dizia inconformado.  E não só pacientes obesos, muitos magrinhos também.

Aquele assunto realmente mexeu comigo, estava doida para encerrar a conversa e voltar para casa, fiquei pensando na dor daqueles pais e nos exames que as crianças teriam que se submeter... criança detesta injeção, imagina ter que tirar sangue a cada seis meses até controlar o colesterol...
O colesterol alto não traz problemas imediatos para as crianças e adolescentes. Mas quando fica sem tratamento, aumenta o risco de doenças cardíacas na fase adulta.

Já há algum tempo estamos trabalhando para mudar os hábitos alimentares do Daniel e os nossos também, confesso que não era nada muito certinho e com compromisso, mas agora vai ser para valer, gradualmente é claro, mas bem certinho.

O Daniel tem um encaminhamento para nutricionista, mas mesmo antes de passar por lá, já estamos mudando algumas coisas e vendo que não tem sido tão absurdamente difícil assim. 
Ele sempre teve muita resistência em comer folhagens e outros legumes verdes como couve, espinafre, alface, brócolis... falava que era árvore, por isso não queria.

Então, inspirada no purê tricolor que a Chris Ferreira postou aqui a um tempo atrás, eu comecei a inventar pratinhos especiais para ele, eu faço sempre as saladinhas para ele com cara de palhaço, sempre monto as verduras no pratinho dele em formato de bichinhos também... e tem dado muito certo. 
E também uso a sinceridade:
“olha filho, você tem comer senão vai ficar dodói e vamos ter que voltar no médico....”
Também coloquei em prática algumas dicas do pediatra:

- 50ml de água a cada hora ( não esperar sentir sede porque a sede já é sinal de que o organismo não está bem)
- cortar os enlatados, embutidos, temperos prontos
- preferir sempre o natural, evitar frituras, gorduras
- queijo branco, evitar os amarelos
- eliminar os refrigerantes e sucos industrializados
- ovos (que ele adora), só cozidos e duas vezes na semana.
- fugir dos fasts-foods (essa parte é a mais difícil...rsrs)

A mudança na alimentação precisa ser gradual, alguns alimentos como pacote de salgadinho podem ser retirados e substituídos por outra coisa, já outros alimentos precisam ser  retirados aos poucos, nem tudo pode ser totalmente restringido de uma vez.
(palavras do pediatra)

Beijos e ótima semana!

Lauri
laugsousa@yahoo.com.br

sábado, 7 de julho de 2012

Dia de festa!!! Aniversário da Andréia!!!


ANDRÉIA, sinônimo de determinação, dinamismo e competência.
ANDRÉIA, sinônimo de amizade, companheirismo e sensibilidade.
Mas principalmente, ANDRÉIA, sinônimo de esposa dedicada, mãe zelosa e muito amorosa. Uma pessoa que corre atrás do que almeja, lutando sempre para conquistar os seus obejtivos.

Parabéns querida amiga, muitas felicidades em todos os dias da tua vida, ao lado dos que você ama.



Que DEUS te dê muita saúde, e que Ele esteja sempre muito presente no teu coração, seja o centro da tua vida e que te dê a direção em tudo. Nunca esqueças que quando confiamos em Deus a nossa vida, os nossos caminhos são trilhados de forma segura, pois Ele está presente nos dando a Sua direção, a sua sabedoria  e nos amparando em todos os momentos.

Nesse dia tão especial desejamos além de tudo isso, um dia bem alegre ao lado da tua família.
Coma um pedaço de bolo e lembre-se de nós viu? rsrsrs.



Andréia, um beijo enorme e que o Senhor continue te abençoando a cada dia, pois és muito especial!

Carinhosamente... Família Recanto.
_______________________________

Queridas amigas e amigos que passam por aqui, no post anterior estamos dando as boas vindas pra nova integrante da equipe. Se desejarem conhecer quem é, dêem uma olhadinha. Abraços a todos!

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Novo membro na equipe Recanto!

E a família está crescendo!
Uns se vão...outros vão chegando...
Mas família é família, e mesmo quem precisa sair de casa por um tempo, permanece na família para sempre.
Vocês irão notar que umas pessoinhas muito queridas deixarão de postar aqui no Recanto, pelo menos por um tempo. A Alê e a Cris entraram em "licença" do blog, mas continuam em nossa família. Quem sabe um dia elas voltam a postar...
E uma nova pessoinha chegou pra preencher esse vazio em nosso "ninho"...
Uma pessoinha bem especial!


E o que já era bom...fica ainda melhor!!!



Cléo Moretti, a Dona Maricota Feliz!!!!


Seja muito bem vinda, Cléo!!!!



Como é bom receber gente nova em nossa família, né?
E aqui no Recanto é assim...sempre tem lugar pra mais um!
Nunca vamos deixar de amar quem já esteve aqui com a gente. E vamos amando os novos membros da família também...o coração do Recanto é beeem graaaande!!!
Daqui uns dias vocês verão o Recanto com o visual um pouco modificado, e teremos aqui uma sessão especial pra todos que já fizeram parte da equipe Recanto das Mamães Blogueiras.
Mas lembrem-se que mesmo mudando um pouquinho o nosso layout, ou mesmo modificando a equipe, a Família RMB permanecerá a mesma!

Nós somos um grupo de amigas, de irmãs, de confidentes...


Nos amamos muito e contamos umas com as outras. E queremos mostrar pra vocês um pouco mais dessa nossa família. Aguardem posts diferentes nos próximos dias!
E você, leitora, faz parte da Família RMB também!
Com carinho,
Equipe Recanto.