terça-feira, 22 de maio de 2012

Falando um pouquinho da gente

 Hoje vou falar um poquinho da gente.

Como eles crescem rápido, já  não vejo mais aquele bebezinho dependente da mamãe pra tudo.

1 ano e 5 meses se passou e vejo a cada dia que passa um rapazinho cheio de desejos e vontades.

Já está cada vez mais fácil entender o que Samuel quer, ela já está dizendo um monte de palavrinhas e repetindo tudo que a gente fala. 

Ele está cada vez mais independente, já consegue tirar a roupa sozinho, já monta seus brinquedinhos, e nós mamães precisamos estimular e dar oportunidade a eles de tentar. 

Algumas atividades já devem ser estimuladas para a indepedência do bebê. Ele ainda não consegue se vestir sozinho, mas já está na hora de incentivar a pentear o próprio cabelo, fazer o movimento de lavar as mãos e comer algumas coisas sem a ajuda da mamãe. A escovação dos dentes vai ter de ser "revisada" por  bastante tempo ainda.





Ele já consegue separar objetos por cor, forma ou função, por isso brinquedos de encaixar são especialmente bem-vindos. 

Ouvimos muitos "nãos" por aqui, tudo que pergunto a resposta é um belo "não". As vezes ele nem sabe o que diz, mas muitas vezes sabe bem dizer o que não quer.

Já não dorme mais pela manhã, geralmente na parte da tarde, tem dias que o sono é bem curtinho, o garotão quer saber mesmo é de brincar.




Temos muito espaço em casa pra ele brincar, correr e se divertir e um terreiro para o garotão fazer a festa.







Aqui em casa temos tempo para tudo pois é muito importante estabelecer uma rotina diária para Samuel, tem hora pra brincar, pra ver um livro, pra ver os vídeos no tablet, hora pra domir.





Como é gostoso acompanhar o crescimento do meu filho. Fico a cada dia que passa babando muito. Te amooooooooooo !!!

Esse é o meu recado de hoje. Aproveitem que estamos fazendo aniversário e participem do Mega Sorteio !!!

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Chupar o dedo X Chupar a chupeta

Fonte da imagem: Google


Olá Querida(o)s!

Hoje vou repostar parte de um texto que já coloquei aqui faz um tempo, mas que muitas das nossas mamães não devem ter lido. Dei uma repaginada no artigo, falando também agora sobre o uso da chupeta.

A minha filha, quando pequena vivia colocando o dedo polegar na boca para chupar e nós sempre a distraíamos. Tirávamos o dedinho e dávamos o mordedor, brincávamos, sempre procurando tirar esse hábito e deu certo.
Com 1 ano, depois que ela já havia deixado de mamar no peito (o que aconteceu aos 9 meses por livre e espontânea vontade dela), como queria sempre colocar algo na boca, oferecemos a chupeta. Escolhemos um modelo que não interferisse na sua arcada dentária, pelo menos pesquisamos a respeito e escolhemos uma.
Ela chupou de 1 até quase 3 anos o mesmo bico, ou seja, chupeta. Nós sempre conversávamos com ela a respeito da hora que teria que se despedir da chupeta, sempre falávamos que assim que ela completasse 3 anos ou que a chupeta estragasse, não ganharia outra, que estaria na hora de se despedir dela. Pouco tempo antes de completar 3 anos a "ditacuja" rasgou-se, pois ela vivia mordendo e estava toda furada já. Ela então trouxe pra mim, nos despedimos da chupeta. Na primeira noite achei que ela iria chorar ou demorar pra dormir, mas foi tranquilo e nem acreditei que tinha acabado a era da chupeta.
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Eu vendi pra minha avó as minhas chupetas quando tinha 3 pra 4 anos. Engraçado que lembro-me perfeitamente do dia que vendi e que ela jogou no mato as chupetas. Quando cresci ela me contou que não jogou de verdade, escondeu elas pro caso de eu chorar muito depois. Mas eu não chorei, fiquei feliz de vida com os com os 2 cruzeiros que ela tinha me dado...rsrsrs. Minha mãe ficou surpresa, pois já tinha me oferecido muito mais e eu sempre recusava, mas pra vovó vendi com facilidade!

Bom... agora vamos aos assuntos abordados por especialistas e dicas pra ajudar a cada caso.

Artigo sobre chupar o dedo:

Investir na distração é uma das recomendações de pediatras norte-americanos para cortar o hábito da criança. New York Times - 11/09/2010 09:32

Geralmente as crianças deixam de chupar o dedo com o tempo. Mas, se a prática parece se prolongar demais, algumas medidas podem ser tomadas para estimular a criança a abandonar o hábito.

A Academia Americana de Pediatria oferece as seguintes sugestões:

•Não provoque, castigue ou fale de forma rude com seu filho por ele chupar o dedo.

•Quando a criança não estiver com o dedo na boca, diga palavras de elogio e reconhecimento.

•Encontre maneiras de entretê-la e distraí-la se ela chupa o dedo para espantar a monotonia.

•Converse com o pediatra ou dentista do seu filho sobre a possibilidade de usar algum dispositivo bucal para tornar o ato de chupar o dedo desconfortável.

Fonte dessa reportagem: Ig.delas

Aqui também tem outra matéria sobre isso: Nada de chupar o dedinho!
  
Agora vamos ver um artigo sobre chupar a chupeta ou bico:

Fonte da imagem: Google

Segue a matéria:


Responde: BabyCenter Brasil

Muitas crianças se acalmam quando chupam a chupeta e chegam a usá-la até ter 5 ou 6 anos. Às vezes a chupeta também ajuda a criança a aliviar o estresse ou a se adaptar a situações novas e desafiadoras, como começar a ir à creche ou escolinha, ou fazer uma viagem longa de carro.

Há boas razões, porém, para ir convencendo seu filho de que é bom abandonar o hábito. Se ele tiver tem tendência a
infecções no ouvido, por exemplo, largar a chupeta pode ser uma boa idéia. Um estudo mostrou que crianças que não usavam chupeta tinham 33% menos incidência desse tipo de infecção no ouvido médio.

A chupeta também não ajuda crianças que parecem estar desenvolvendo problemas na hora de
falar. O ato de sugar ou chupar mantém a boca da criança em uma posição pouco natural, dificultando o desenvolvimento dos músculos  da língua e dos lábios, explica a especialista norte-americana Patricia Hamaguchi, autora de um livro sobre a fala ("Childhood, speech, language, and listening problems: What every parent should know").

Mesmo que não dê para perceber algum problema, seu filho está aprendendo a falar, e fazer isso com uma chupeta na boca pode atrapalhar o processo, alterando o modo como os sons são pronunciados e forçando a língua a descansar numa posição pouco natural. 
 
Em alguns casos, o uso frequente da chupeta faz com que a língua se projete para a frente, o que pode causar problemas nos dentes ou de ceceio (às vezes confundido com a língua presa: a língua entra no meio dos dentes na hora de falar sons como "s" e "z").

Por esses motivos, é recomendado limitar o tempo de chupeta da criança ao mínimo possível. Procure usar as chupetas pequenas e macias, como as de tamanho para recém-nascidos. Quando ela tiver por volta de 1 ano e meio, é melhor pensar em fazer a criança parar de vez.
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Chupetas afetam os dentes da criança?
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Crianças com o hábito de chupar constantemente os dedos ou a chupeta podem ter problemas com o crescimento dos dentes frontais superiores. Mas dentistas dizem que, na maioria das crianças, a chupeta não provoca nenhum problema até que surjam os dentes permanentes -- por volta dos 4 a 6 anos de idade.

Mesmo assim, é uma boa idéia contar ao dentista sobre a chupeta, para que ele veja se está tudo bem com os dentes e a mandíbula da criança.
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Como faço meu filho largar a chupeta?
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O ideal é que seu filho largue a chupeta sozinho, pois sua necessidade de chupar algo deveria diminuir naturalmente conforme ele cresce.

Para ajudá-lo, fique de olho e, quando ele for querer a chupeta, providencie algo para substituí-la. Se ele pega a chupeta quando está entediado, ofereça alguma atividade mais interessante, como um livro para folhear, ou faça caretas engraçadas para distraí-lo.

Já se a criança tende a colocar a chupeta na boca quando está preocupada ou se sentindo insegura, ajude-a a explicar o que ela está sentindo. Faça perguntas para descobrir o que está acontecendo e conforte-a de outro jeito -- com beijos e abraços, por exemplo.

Para encorajar seu filho, elogie quando ele conseguir ficar sem a chupeta. Você também pode controlar o uso da chupeta, e deixar que ele a use só à noite ou na hora do cochilo. E procure não oferecer a chupeta. Se ele não pedir, não dê, mesmo que ele esteja acostumado a dormir com o bico.

Experimente usar um calendário para anotar os dias que seu filho ficou sem a chupeta. Para cada dia sem, marque com um adesivo colorido, como uma estrelinha dourada. E quando ele completar uma semana sem chupeta, dê um prêmio, como um passeio especial ou uma brincadeira a dois.

Mas até que a chupeta seja totalmente abandonada, seja paciente e continue com os cuidados básicos: lave bem a chupeta uma vez por dia e também quando ela cair no chão. Deixar a chupeta por alguns minutos numa solução com água e vinagre branco uma vez por dia ajuda a prevenir o aparecimento de fungos. Enxágue bem e deixe secar naturalmente. Ensine seu filho a nunca emprestar a chupeta a amiguinhos.

Quando lavar a chupeta, verifique se o bico está firmemente colado à base (para que não haja risco de ele se soltar e seu filho engasgar) e troque assim que vir algum sinal de desgaste.
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Truques e estratégias para a chupeta ir embora de vez
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• Vá diminuindo aos poucos os períodos em que permite o uso da chupeta.

• Restrinja a chupeta a momentos críticos do dia, como a hora de dormir ou quando seu filho está doente, se sentindo mal. Seja firme.

• Se for premiar a criança por não usar a chupeta, prefira brincadeiras, passeios, privilégios, adesivos ou presentinhos simples -- não dê doces a ela no lugar da chupeta.

• Reforce a idéia de que crianças mais velhas não usam chupeta -- elas adoram se sentir mais crescidas.
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• Converse com outros pais para saber que estratégias eles usaram (os fóruns do BabyCenter são um ótimo local para isso). Há quem faça, por exemplo, um furinho na chupeta, prejudicando a sucção, e diga ao filho que a chupeta "quebrou".

• Identifique os sinais de que seu filho está pronto para largar a chupeta e aproveite o momento. Durante um resfriado, é comum que a criança rejeite a chupeta, pois precisa respirar pela boca por causa do nariz entupido. Se isso acontecer, tire as chupetas de vista e espere. Quando seu filho pedir a chupeta, não dê imediatamente. Pode ser que ele largue o hábito naturalmente.

• Invista na
rotina da hora de dormir: anuncie uma mudança (um bichinho novo, a mudança do berço para a cama, um novo hábito, de ouvir música ou contar histórias de um livro, por exemplo), e explique que na nova rotina -- de criança grande -- não há espaço para a chupeta. O entusiasmo com a novidade pode ajudar.

Mas é isso queridas, espero que esses textos ajudem nos casos que forem necessários. 
E se você tiver alguma dica que funcionou com você, nos conte!!!
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Um super abraço e uma feliz semana pra todas.

domingo, 20 de maio de 2012

Top Five

Olá Querida(o)s!
Hoje é dia de TOP FIVE!!!



Não é fácil escolher apenas 5 textos, pois tem muitos textos ótimos pra ler pela blogosfera materna.
A equipe andou visitando os blogs e assim selecionamos mais do que cinco textos, mas como a proposta é fazer um TOP FIVE, tivemos que deixar alguns de fora, uma pena. Mas independente do Top Five, se você desejar ver um texto sendo divulgado aqui no Recanto, mande pro nosso e-mail e participe do blog como colaboradora. 

Sem mais demora vamos às colocações.


Mãe uma profissão maravilhosa


Conversa ao meio dia



WE LOVE BABIES




Sylvia e Bruno Papais da Gabrielly



Jeitinho Sabrina de ser mãe





Parabéns a toda(o)s e levem o nosso selinho, pois independente da colocação aqui postada, você todas merecem o primeiro lugar!!!


Beijos carinhosos de toda Equipe Recanto!

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Amniocentese, eu fiz !

Por Débora, do blog Amar ser mãe




Nossa, quando fiz a primeira ecografia do bebê, as 7 semanas de gestação, o médico perguntou a minha idade e em seguida disparou: "quando vamos marcar a amniocentese ?"
Eu gelei !
Não que ele tivesse visto no meu bebê algum problema que indicasse o pedido do tal exame.
Mas, durante a gravidez do Di, já tinha lido sobre isso e fiquei horrorizada !
Introduzir uma algulha na barriga e de lá tirar o líquido aminiótico ?
Como assim ? Deus me livre disso !
O fato é que não consegui escapar à Amniocentese, nessa segunda gestação, pelo simples fato de já ter 35 anos e de fazer 36, antes do bebê nascer.
Não tenho histórico de doenças genéticas na minha família, nem entre os parentes do meu marido.
Meu primeiro filho nasceu saudável.
Mas aqui, parece que o exame é praticamente obrigatório para todas as mulheres a partir dos 35 anos.
Bem, sempre que procurava informações na internet, lia as descrições e via imagens como essa acima, eu me apavorava.
Só pensava na dor que seria e nos riscos que poderia causar a mim e ao bebê.
Eu me apavorava, mas incrivelmente, não sentia medo.
Difícil entender isso, né ?
Mas é verdade !
Quando o dia marcado para o exame chegou (ontem), eu não estava ansiosa, nem apreeensiva, nem suando frio.
Entrei para a sala do médico como se fosse fazer uma simples ecografia.
E tudo começo assim, até que veio a assistente passar um líquido na minha barriga e a vi pegando uma espécie de seringa.
Nem quis olhar para o tamanho da agulha !
Só senti aquela picadela !
Dói ?
Bem, não.
É uma picada quase equivalente a quando a  gente vai tirar sangue.
Mas devo confessar que quando eles começaram a retirar o líquido aminiótico, senti um certo incômodo.
Nada do outro mundo, nem insuportável.
Não foi a experiência mais agradável pela qual passei.
De qualquer forma, posso dizer que o exame em si não é tão aterrorizante quanto parece.
É rápido, provoca uma dor mínima e pronto.
Depois do procedimento, fiquei quase uma hora deitada, lá mesmo no hospital.
Fui liberada para vir para casa com as recomendações de que tenho que passar 2 dias em repouso e nos 5 dias seguintes, não posso fazer grandes esforços.
O resultado sai em 15 dias.
Oxalá esteja tudo bem com o meu bebê... e o lado bom de tudo isso é que com o resultado vou saber também se é menino ou menina.

Bem, meninas, resolvi deixar registrada aqui a minha experiência com todo esse relato para tranquilizar (se é que é possível) quem vai fazer esse exame.
Quando a gente lê sobre amniocentese, parece uma coisa horrível, do outro mundo !
Mas é bem mais tranquilo do que aparenta ser.
Espero ter ajudado...

A todos um excelente dia e um ótimo fim de semana !

A Débora é Jornalista por formação, mãe em tempo integral por opção e apaixonada por festas e organização de eventos.


Assim como a Débora, você também pode participar deste espaço como colaboradora, basta enviar um email para recantodasmamaes@yahoo.com.br.
Nós publicaremos o seu texto com o maior prazer.
Beijos,
Equipe Recanto

Vídeo Game: Herói ou Vilão?

Na semana passada o assunto tecnologia rondou os meus dias. Eu estive presente em um programa da GNT que abordava o tema famílias conectadas e fui a uma palestra sobre Gamefication apresentada por Israel Mendes(@iMENDE5), sócio-diretor da Aquiris, empresa especializada em game experience.

Sendo assim resolvi trazer um pouco sobre o tema Jogos Eletrônicos.

Aqui em casa eu apresentei os jogos eletrônicos bem cedo para as minhas filhas. Comecei com os jogos do Coelho Sabido, e alguns da Disney, sempre escolhidos de acordo com a faixa etária. A minha filha mais velha sempre mostrou interesse por esse tipo de atividade, ao contrário da mais nova.


Costumo ver que existe certa polêmica sobre os benefícios e malefícios dos jogos eletrônicos.

A revista Veja de 2008 trouxe como tema de capa a abordagem: "Ginástica para o cérebro. Ao contrário do que se imagina, TV e videogame podem ajudar seu filho a ficar mais inteligente."

No programa Mãe é Mãe da GNT, a psicóloga Ana Lúcia Gomes apresenta alguns benefícios do uso adequado, controlado e com critérios do vídeogame. Os benefícios citados são:

- melhora da coordenação motora;
- melhora da percepção;
- desenvolvimento do raciocínio lógico.

O vídeo pode ser visto clicando neste link AQUI: http://gnt.globo.com/mae-e-mae/videos/_1887409.shtml

Já a palestra sobre Gamefication apresentou benefícios trazidos pelos games no aprendizado cognitivo (sentido, raciocínio, linguagem e memória), aprendizado direto (abstrato, concreto e motor) e no aprendizado tangencial. Este último eu achei muito interessante e já experimentei aqui em casa.

"O game convida a pessoa a se divertir e o aprendizado vem por consequência. O game inicia o acesso a determinado assunto e através da diversão estimula o jogador a buscar o conhecimento mais profundo sobre o assunto." Citou o Israel Mendes(@iMENDE5) durante a palestra.

Conforme falei, já experimentei esse estímulo a buscar mais informação através do jogo. A Sofia tem brincado com o Dream Zoo, no iPAD. Através desse jogo, sempre que ela adquire um animal novo para o zoológico ela quer saber mais informações. De que este animal se alimenta, onde ele vive, quanto tempo ele vive, etc. A partir desse interesse inicial vamos aos livros para buscar informações, ao Globo para verificar onde fica a região em que podemos encontrar os animais. Esse interesse até já rendeu um trabalho de criatividade sobre os ursos pandas.

Aqui em casa eu utilizo a tecnologia que temos a nosso dispor e procuro tirar proveito dessas ferramentas. Não sou especialista no assunto, sou apenas uma mãe trazendo a minha experiência e algumas informações que obtive durante essa semana. E vocês mamães e papais, como fazem na casa de vocês? O vídeogame é herói ou vilão?




Beijos carinhosos e uma ótima diversão.
Chris Ferreira

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Páraaaaaaaaaaaa!!

Oi,meus amores!
Hoje vou falar sobre uma situação terrível que parece que se alojou aqui em casa: Pirraça!
O Miguel tem 3 anos e juro que eu pensei que essa fase já tinha passado, mas me enganei.
É incrível como ele contornaa situação a favor dele:ele vem,de mansinho,fala docinho,eu caio no seu golpe rs.
Se eu falo sim, sou sua linda, seu amor, sua fofura, mas se eu falo não: Feia,mentilosa,boba! =O
Alguém me fala onde essa criança achou essa revolta toda pelo amor de Deus!

E grita, se joga no chão, chora, e o coração bobinho de mãe vai ficando triste. Em que ponto estou errando pra ele agir assim novamente? Ele está regredindo? A culpa é minha?
Aí adotei o maravilhoso método da Super Nany,o cantinho da disciplina. Funciona mesmo, mas a melhor parte é o momento de pedir desculpas, que rola aquele abraço "arrependido" e aquele choro sentido.


Eles não podiam ser bonzinhos, doces e quetinhos o tempo todo como na tv?

Quando é minha mãe que briga com ele,ele ainda faz chantagem emocional: - Vovó, você é meu neto??? (Sim,ele fala o contrário rsr) Ele só pára de chorar e perguntar quando minha mãe fala que sim.A intenção dele,é saber que mesmo que ele aprontou ela continua sendo avó dele!rs

E Vocês? Como reagem a pirraças e birras? Eu grito!


Meu gostoso agora pintando com tinta e passando o dedinho na parede!
Coisa linda! kkkkkk

E pra não perder a piada!!


Michele Alves
Twitter: michele_saj
Quer um layout personalizado?
Beijos,amo vocês!

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Conversa de adulto não é para criança ouvir????


imagem do google

Hoje é praticamente inevitável que as crianças ouçam e vejam coisas que não são apropriadas para a idade: uma cena de filme trocando os canais da TV, um trailer inapropriado no cinema ou uma notícia no telejornal. Mas quando é a hora certa de tratar alguns assuntos com as crianças? E o que responder quando “aquela” pergunta é feita?

Há os pais que preferem evitar certas conversas com os pequenos e há aqueles que gostam de discutir qualquer assunto, desde que o diálogo seja apropriado e adequado para a idade da criança. 
imagem do google


Como nascem os bebês
Falar sobre sexo com crianças pequenas pode ser complicado. Por isso, diga que estava brincando ou namorando apenas. Fale sobre o assunto quando você achar que seu filho está pronto e saberá lidar com a conversa.

Abuso infantil
Você ensina o pequeno que ele não deve falar com estranhos e que qualquer aproximação mais íntima é proibida e deve ser evitada. Mas será que o pequeno precisa saber o que os molestadores têm a intenção de fazer?




Essa reportagem foi retirada do Revistas Pais e Filhos e você pode ler mais acessando o link. 

Agora que tipo de conversas você oculta dos seus filhos, é claro respeitando a idade de cada um? 

Divida esse assunto conosco e publicaremos em outro post ajudando outras mamães nesta hora tão difícil.

Beijocas
Cris Chabes