quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Então é natal, e o que você fez?

Então É Natal

Simone

Então é Natal, e o que você fez? O ano termina, e nasce outra vez
Então é Natal, a festa Cristã
Do velho e do novo, do amor como um todo
Então bom Natal, e um ano novo também
Que seja feliz quem, souber o que é o bem
Então é Natal, pro enfermo e pro são
Pro rico e pro pobre, num só coração
Então bom Natal, pro branco e pro negro
Amarelo e vermelho, pra paz afinal
Então bom Natal, e um ano novo também
Que seja feliz quem, souber o que é o bem
Então é Natal, o que a gente fez?
O ano termina, e começa outra vez
Então é Natal, a festa Cristã
Do velho e do novo, o amor como um todo
Então bom Natal, e um ano novo também
Que seja feliz quem, souber o que é o bem
Harehama, há quem ama
Harehama, ha...
Então é Natal, e o que você fez?
O ano termina, e nasce outra vez
Hiroshima, Nagasaki, Mururoa, ha...
É Natal, é Natal, é Natal

E o que você fez?
ah ja comprei o peru,
 ja comprei os presentes,
 ja arrumei a árvore,
ja comprei roupas novas
Mas a caixinha que aguarda presentes para crianças carentes, ainda está vazia...
Você comprou algum presente para alguém que com certeza não vai ganhar nada?
Você doou alguma cesta básica a uma família carente?
Você deu um panetone para aquele velhinho q esta pedindo moedas na rua?
Você visitou quantas vezes esse ano um asilo, uma creche, um abrigo?
Eu sei, eu sei
você trabalha muito, não tem tempo
eu sei eu sei,
o teu dinheiro não dá pra ajudar todo o mundo
Mas será q não dava pra ir só fazer uma visita, e desejar um feliz natal?
tem gente que só gostaria de ganhar isso de natal, um abraço...
Tenho visitado um abrigo de meninas ao sábado, fico pelo menos meia hora, nem sempre tenho o q levar, mas um dia fiz um bolo sol daqueles de caixinha mesmo...e dividimos entre 25 crianças
só 1 bolo Daniela? É, mas todo mundo comeu um pedacinho...
Eu queria ter feito uma almofada com nome de cada criança do abrigo, mas não deu..
não deu tempo, nem dinheiro
mas fiz umas tulipas no lápis
ahhh e minha diarista, comprou sabonetes, xampu e papel higiênico para levar
mas isso não é presente...
são só 5 sabonetes
3 xampus
e 2 pacotes de papel higiênico
não são suficientes para todas as meninas...
é eu sei.... mas vai dar por alguns dias
e é só isso que importa.....
o quanto vc se importou,
 o quanto vc se dedicou nesses 30 minutos
Deus te deu tantasssssssss coisas boas esse ano...
você trabalhou?
você teve saúde?
você teve sua família?
você estudou?
você viveu todo esse ano?
Existe motivo maior que esses para agradecer a Deus?
agradeça
doando 20 minutos do seu tempo
para alguém que acha que foi esquecido por Deus
Mas Deus mandou vc no lugar Dele
Agradeça
e um maravilhoso Natal
para o rico e para o pobre
para o branco e para o negro
beijossssssss
Dani Garcia

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Qual é o seu valor?


Por Alyne 

- Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada. Me dizem que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota. Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais?

O professor, sem olhá-lo, disse-lhe:
- Sinto muito meu jovem, mas não posso te ajudar. Devo primeiro resolver meu próprio problema. Talvez depois.

E fazendo uma pausa falou:
- Se você me ajudasse, eu poderia resolver meu problema com mais rapidez, e depois talvez possa te ajudar.
- Cla...Claro, professor - gaguejou o jovem.
Mas se sentiu outra vez desvalorizado e hesitou em ajudar seu professor. O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno, deu ao garoto e disse: 

- Monte no cavalo e vá até o mercado. Devo vender esse anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que obtenhas pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com a moeda o mais rápido possível!

O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado e começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel. Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saiam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel. Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro, e recusava as ofertas.

Depois de oferecer a jóia a todos que passaram pelo mercado, e abatido pelo fracasso, montou no cavalo e voltou. O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, livrando o professor de sua preocupação e assim podendo receber ajuda e conselhos.

- Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.

- Que coisa importante o que disse agora, meu jovem! - contestou sorridente - Devemos saber primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato do anel?! Diga que quer vender o anel e pergunte quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda... Volte aqui com meu anel.

O jovem foi até o joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro examinou o anel com uma lupa, pesou o anel e disse:

- Diga ao seu professor que se ele quer vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel.

- 58 MOEDAS DE OURO!!! - exclamou o jovem.

- Sim! - replicou o joalheiro - Eu sei que com tempo eu poderia oferecer até 70 moedas, mas se a venda é urgente...

O jovem correu emocionado à casa do professor para contar o que ocorreu.

- Senta, rapaz! - disse o professor, e depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou, disse:

- Meu amiguinho, você é como esse anel: uma jóia valiosa e única. E que só pode ser avaliada por um "expert". Você pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor?

E dizendo isso, voltou a colocar o anel no dedo.
Todos somos como esta jóia: Valiosos e únicos, e andamos por todos os mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem. Lembre que "ninguém pode te fazer sentir inferior sem teu consentimento".
"Por preço fostes comprados; não vos torneis escravos de homens" 
 1Cor. 7:23.

Se os outros não te dão valor, lembre que há um grande EXPERT que te considera uma jóia preciosa... JESUS!!!
E olha que foram bem mais que TONELADAS de moedas de ouro o preço que pagou por ti!
Pense nisso... e viva mais feliz!!!
Alyne,

*A Alyne conheceu o Recanto a um tempo e está sempre nos acompanhando, é mamãe do pequeno Inácio e nos mandou este texto por email.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Retrospectiva: Marcelo Vieira


Bom dia Mamães e Papais do Recanto!
Segue abaixo o link de uma postagem que fiz em maio deste ano. No post "Plantar árvores, escrever livros e ter filhos" falei um pouco da importância da blogsfera e da integração dos pais, gênero masculino, ao mundo materno. A descoberta da verdadeira vontade de ser pai. E as coisas fundamentais que devemos fazer na vida. 
Foi uma das postagens mais importantes que já escrevi no blog Recanto das Mamães Blogueiras! Um blog que é uma verdadeira família!

Boas Festas a todos!

http://recantodasmamaesblogueiras.blogspot.com/2011/05/plantar-arvores-escrever-livros-e-ter.html

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Para proteger o seu bebê, desligue a TV

Por Nádia.



Há uma década, a Academia Americana de Pediatria (AAP) vem estudando os malefícios que a exposição à TV podem causar em crianças menores de dois anos de idade.
Baseados tanto no senso comum quanto na ciência – em estudos de consumo de mídia e desenvolvimento infantil – os especialistas já haviam recomendado no início dos estudos que os pais limitassem o tempo dos pequenos diante da telinha.
A pesquisa se desenvolveu durante esses dez anos e já é madura o suficiente para alertar que bebês assistirem à TV, vídeos, ou qualquer outra forma de mídia passiva, provavelmente não é uma coisa boa.
Esse contato com as mídias, mesmo que com intenções educacionais, não tem nenhum efeito positivo conhecido para as crianças menores de dois anos de idade, pelo contrário, existem efeitos potencialmente negativos, segundo o relatório da AAP, lançado hoje, em Boston, e com publicação prevista para novembro no periódico Pediatrics.
Desde o começo das recomendações da AAP, em 1999, as chamadas telas de entretenimento passivo (televisores, aparelhos de DVD, vídeos streaming de computadores, telas interativas, como iPads e outros tablets) se tornaram cada vez mais populares, até podemos dizer que são onipresentes na nossa sociedade.


PROGRAMAS EDUCATIVOS

Em consequência dessas novas posturas, bebês de apenas 12 meses de idade estão ficando entre uma e duas horas por dia em frente às telas. Apesar da programação infantil ser divertida, não deve ser comercializada, ou presumida pelos pais, como educacional, conforme o relatório.
O grupo de crianças de 0 a 2 anos de idade se tornou alvo principal para programação educativa comercial, frequentemente usada por pais que acreditam que esse conteúdo realmente é benéfico aos seus bebês.
As telas proliferaram, assim como as pesquisas sobre o assunto: “Cerca de 50 estudos saíram sobre o uso de mídia por crianças nessa faixa etária, entre 1999 e agora”, diz Ari Brown, pediatra e membro do comitê de AAP que escreveu o novo relatório.
Esses novos estudos descobriram que as crianças, com cerca de 2 anos de idade, realmente não entendem o que está acontecendo em uma tela. Uma vez que eles tenham idade suficiente para compreender, a mídia pode ser boa para eles, mas nessa faixa etária a televisão é essencialmente uma caixa brilhante e hipnotizante.
Usada à noite, a TV poderia ajudar as crianças a adormecerem, mas o resultado alcançado é o oposto, pois parece gerar distúrbios e irregularidades do sono.
Para as crianças, ouvir os pais conversarem é muito importante, pois auxilia no desenvolvimento da linguagem. Mas quando o televisor está ligado, este momento é negligenciado, já que os pais acabam falando menos e a TV não supri essa necessidade de aprendizado.


O SEU BEBÊ NÃO PRECISA DA TV

Três estudos encontraram uma ligação entre o tempo assistindo programação educativa na TV e os atrasos no uso e aperfeiçoamento da linguagem em crianças.
Mesmo só o som da TV ao fundo já é capaz de distrair os bebês enquanto brincam, o que atrapalha uma atividade lúdica que é conhecida por seus profundos benefícios ao desenvolvimento.
Alguns pais costumam usar as mídias para entreter os filhos enquanto eles estão ocupados, mas o pediatra recomenda para deixarem as crianças se divertirem sozinhas, afinal elas têm imaginação, não precisam da TV.
“Nós sabemos que você não pode gastar 24 horas por dia lendo para seu filho e brincando com ele. Está tudo bem. O que também é bom é que o seu filho brinque de maneira independente”, explica Brown.
Ele ainda acrescenta que “este é um momento precioso, eles estão resolvendo problemas, usando a sua imaginação, pensando criativamente e se entretendo”.
Em relação aos iPads e aparelhos interativos voltados para os bebês, Ari Brown diz que a pesquisa ainda mal começou, e muito menos chegou a conclusões. Mas ele aconselha que os pais ajam com ceticismo em relação às alegações promocionais que têm sido feitas por alguns produtos.
Como os que trazem slogans que dizem: Estes são realmente educativos! Eles vão ajudar seus filhos a aprender!. Ele diz que os fabricantes têm que provar cientificamente como estes brinquedos ajudam as crianças, coisa que eles não fazem.
“Eu não tenho problemas com telas sensíveis ao toque, e elas não são necessariamente ruins. Mas precisamos compreender como isso afeta as crianças”, afirma Brown. Então, sempre que possível, evitar expor bebês por muito tempo a essas mídias ainda é a melhor opção.

Texto extraído daqui.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Retrospectiva 1 ano de bençãos

Já que todos fizeram suas retrospectivas e eu estou chegando agora, vou fazer a do meu filho amado Samuel que completou 1 ano de vida no dia 16.

A história de um menininho chamado "SAMUEL, pequenininho mas grande para Deus, um menininho como tantos que a gente vê ai, ouviu a voz de Deus dizendo assim: SAMUEL." A mamãe adora cantar esses versinhos pra ele.


Com 31 semanas esperando o grande momento da chegada do nosso Samuel, o papai sempre muito participativo, querendo estar junto em todos os momentos.


1º dia de vida: Amor maior, conhecendo aquela pessoínha que iria mudar toda a minha história. Você nasceu do amor mais lindo entre o papai e a mamãe que desejou, planejou e realizou o projeto mais lindo das nossas vidas: VOCÊ querido SAMUEL.


1 Mês de vida comemorado no Mac Donalds, nosso primeiro passeio extra oficial, rsrs. A mamãe já estava louca querendo sair de casa e comer algo diferente. E já conseguia se entender bem com você. Os dias mais difíceis já tinham ficado pra traz.


2 meses a sua estreia na praia, com a visita das vovós de Belo Horizonte e Salvador e os padrinhos fomos a praia curtir o dia.


3 meses de vida, a mamãe já está trabalhando a pleno vapor e cuidando de você. Infelizmente não te amamento mais, mas você aceitou bem o leite artificial e traz muita alegria pra nossa casa. Você é um bebê muito tranquilo e já dorme bem a noite toda, para a alegria do papai e da mamãe.


4 meses chegando e você já começa a pegar objetos a se interessar pelas coisas, já consegue ficar algum tempinho sentado com apoio.


5 meses e você comeu a sua primeira papinha de frutas.
No início estranhou um pouco, mas depois aprendeu a comer e não parou mais rsrsrs


6 meses e pra comemorar já que era o mês de junho nada melhor que umas paçoquinhas pra alegrar a festa.
Agora é a hora das papinhas salgadas e já é uma ferinha. Gosta de tudo que você experimenta e já fica sentado, rola pra todos os lados. E já começa a se arrastar pela cama.
Já chama o papa e a mama e dá cada sorriso de encher o coração.


7 meses agora ninguém mais segura esse bebê. Independência total, já senta sozinho, já engatinha e já levanta sozinho no berço com apoio. Meu Deus, não pode ficar um segundo sozinho pra não aprontar. Quer ver tudo, pegar em tudo, aprontar todas. Quem Segura esse bebê?


8 meses, vem junto 2 dentões, aniversário do papai, mudança e casa nova. Ufa quanta coisa que um bebê tem que passar. Não foi um mês fácil por causa da correria da obra, e nosso amado Samuel virou mestre de obras, todo dia ia fiscalizar a obra e ver como estava a casa nova. Enfim no final do mês a família se mudou e ficou feliz.


9 meses e ele ganha seu quartinho na casa nova.
Já brinca com tudo, faz muita bagunça, adora cantar, adora ouvir músicas com o pai.


10 meses ele já participa mais da casa, interage mais com o papai e com a mamãe, já não pára mais de chamar a vovovó rsrsrs o dia inteiro e adora aventuras. Ganhou muitos brinquedos no seu primeiro dia das crianças mas o que ele mais gostou foi a cadeirinha da bicicleta. Como ele adora passear com o papai. E o que dizer da alimentação, já se interessa por tudo que nós comemos e quer comer arroz e feijão, carne, macarrão rsrsrs tudo ... tudo ...


11 meses você começou a caminhar,dar seus primeiros passinhos e no final já está correndo a casa inteira bagunçando a vida do papai e da mamãe, aprendeu a bater palminhas, já sabe brincar sozinho, já consegue entender algumas ordens dos papais. Já reconhece a palavra NÃO.


E hoje completa um aninho de vida !!! Parabéns meu filho, nós te amamos muito, esperamos você com muito amor e carinho e hoje você nos faz os pais mais felizes do mundo e toda família está aqui pra cantar parabéns pra você.




É isso, até o próximo domingo.
Bjks

sábado, 17 de dezembro de 2011

Retrospectiva da Cris



Olá amigos do Recanto
É com muito carinho que venho aqui hoje para recordar com vocês
 um pouquinho da emoção que senti 
ao compartilhar um pouco da minha vida e dos meus filhos.

Um dos posts mais vistos e comentados (inclusive pelo Marcelo - meu filho) foi  

Para mim foi uma emoção ler os comentários dele,
Espero que vocês todas possam sentir isso com seus filhos
Resolvi colar os comentários dele pois fala de todas vocês:



" eheheh todo mundo chorando e eu também chorei, não teve jeito.rsrs Desculpa mãe, mas eu tinha que postar aqui. Moças mamães que aqui postam, quero lhes dizer uma coisa: essa dona Cristina Chabes não é de brincadeira viu!rsrs não tem preço o que eu aprendo com essa mulher, e que mulher. Conto pra meus amigos que minha mãe twitta e é blogueira (como a maioria de vocês) e muitos não acreditam. Conto que ela e meu pai sempre me ensinaram a fazer ESCOLHAS, ao invés de escolher por mim, e muitos não acreditam. E também não acreditam, quando conto que ela e meu pai entendem sem problema algum, que eu me mudei para um novo endereço em busca da minha MASTER independência (apesar de sempre ter tido muita independência em casa), para ir atrás dos meus sonhos, crescer profissionalmente, pessoalmente, acertar, me permitir errar, andar sozinho e construir minha história. Não sei como aguentou me ver andar sozinho de novo e não me agarrar mais por medo que eu não andasse, não sei como aguentou falar comigo 1 ano só por msn, não sei como entende e aguenta tudo isso, e talvez eu nunca saiba. O mais importante é que vou criar meus filhos da mesma forma, e tenho muito muito muito muito muito (x10) orgulho da minha mãe viu. (do meu pai tb, mas no caso o blog é das mamães, então vcs entendem..rs). Ela é de tirar o fôlego...e mãe, pode ter certeza, que a gente ainda vai chorar muito juntos de felicidade. Eu estou só começando...BJOS!! TE AMO!!! (obss: o blog é muito legal, parabéns a todas vocês).
25 de janeiro de 2011 18:24


Esse post falava do momento em que nos despedimos no aeroporto quando ele foi passar um ano estudando fora.
Se alguém já passou por isso sabe do que estou falando
Quem ainda não viveu esse momento prepare-se ele vai chegar
E não dá para ir junto rsrsr
Curtam novamente esse post comigo

Beijocas
Cris Chabes




sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

A função dos abrigos

Coordenadoras de abrigos assumem funções maternas por profissão

Elas dão amor e proteção para jovens destituídos das famílias.
Atentas, acompanham dificuldades e conquistas vividas pelos 'quase' filhos.

Luciana Rossetto Do G1, em São Paulo
As coordenadoras de abrigos que mantêm crianças e jovens destituídos das famílias acabam assumindo funções associadas à maternidade por conta da profissão. Mesmo para as crianças que passam pouco tempo nesses locais, elas viram um referencial feminino ao dar afeto e cobrar responsabilidade nos estudos, nas questões de higiene pessoal e organização. Como na relação entre mães e filhos, acompanham atentas os problemas e as conquistas desses "quase" filhos.

A psicóloga Rita de Cássia Cavalcanti, responsável por um abrigo na Lapa, na Zona Oeste de São Paulo, encara a profissão como um projeto de vida. “É um trabalho que faço com muita paixão. As crianças estão fora da família, então a gente acaba sendo a mãe em alguns momentos. Nós nos envolvemos bastante, ainda mais pela situação das crianças, que chegam muito fragilizadas”, afirma.
A assistente social Cintia Daniels Tecedor, que gerencia outro abrigo em São Paulo, ressalta que a parte mais difícil é lidar com as emoções, trabalhar o apego e o desapego. Apesar das saudades, essas profissionais ficam felizes quando as crianças retornam para as famílias de origem ou são adotadas.
“Por mais que tenham essa referência, eu não sou a mãe verdadeira. Eles precisam entender que têm uma mãe e a família deles, ou que vão construir outra família. Tinha um adolescente que até falava ‘olha, você não é minha mãe, mas eu gostaria que você fosse, então, às vezes vou te chamar de mãe”, diz.
Rotina

Ao mesmo tempo em que dão carinho, elas impõem regras e limites. As crianças têm horário para acordar e dormir, necessitam ir para a escola, além de eventualmente precisar de médico e comparecer à Vara da Infância.
“O que a gente tem com filho, por exemplo, que não pode se machucar, que não quer ir para a escola, isso é vezes 20 aqui. As crianças têm todo esse lado emocional de estar fora da família, existe toda uma problemática que a escola às vezes não entende. É uma rotina complicada, porque você tem desde o bebezinho que precisa de cuidado o tempo todo até o menino de 17 que já acha que pode cuidar da vida dele e decidir se vai para a escola ou não.”
Apesar do horário de trabalho oficial, as coordenadoras acabam ficando disponíveis o tempo todo e são acionadas em qualquer emergência. Até mesmo quando não são solicitadas, elas acabam levando as preocupações do trabalho para casa. “Nós nos preocupamos muito com eles. Não é só a questão da responsabilidade, mas também tem o carinho”, diz Cintia.
Confiança
Nos abrigos, os jovens passam a confiar tanto nas coordenadoras que compartilham a vida pessoal e pedem conselhos. “A gente dá a mesma orientação que uma mãe daria para um filho. Não podemos só falar, temos de ouvir o que eles querem, respeitar o desejo deles. Assim, vamos criando esse vínculo de afeto, de proximidade.”
Quando chega, o que a criança precisa é de amor, carinho e proteção. Se sentir que está protegida, é um bom começo."
Cintia Daniels Tecedor, assistente social
Rita explica que procura conquistar a confiança das crianças para que o processo de adaptação seja mais fácil. “Quando chega, o que a criança precisa é de amor, carinho e proteção. Se sentir que está protegida, é um bom começo. Na medida em que vai passando o tempo, ela vai se aproximando mais de você, logo está te chamando de tia, quer ficar perto e ajudar o tempo todo. Isso é bastante emocionante”, afirma.
Para Cíntia, a satisfação de ver a evolução das crianças quando entram e saem dos abrigos é a recompensa de seu trabalho. “O maior retorno que a gente tem é no sorriso que a criança te dá e na transformação que acontece entre a chegada e a saída dela daqui. A maneira que ela passa a se comportar, a forma que vem e te abraça, como ela transmite a questão do amor. Isso que é o mais gratificante.”
Prontos para a independência

Miriam Egle Torturelli é gerente das unidades masculina e feminina da República Jovem de Santo Amaro, em São Paulo. Ela cuida dos jovens que não tiveram possibilidade de voltar para as famílias e passaram a maior parte da vida nos abrigos, de onde precisam se mudar depois que completam 18 anos.
São adultos que estão aprendendo a se virar sozinhos, mas que também enxergam nela o referencial feminino de uma nova fase da vida. Com muita conversa para lidar com as inseguranças desses jovens, ela orienta o grupo, pega no pé quando precisa e, claro, também dá carinho.
“Se recordar minha história de vida, acho que a adolescência foi a melhor fase. Procuro passar que é um momento de conquista de responsabilidade, de muitos afazeres, mas também é hora de diversão, de buscar cultura, de ir para a balada, tudo com muita responsabilidade. Não precisa ficar chorando porque ‘ah, não tenho família, sou um coitadinho’. Não, vamos sair dessa história. Vamos para a comunidade, viver o que a vida tem de bom, colher esses frutos”, diz.
Assim como as outras “mães de abrigo”, Miriam é apaixonada pelo trabalho e também tem orgulho dos filhos que se tornam independentes e seguem a vida. “Tem um adolescente que está se preparando agora para sair da república. Ele agora já completou 21 anos e vive um momento de superação muito grande. Está alugando uma casa, estamos fazendo um mutirão para poder ir lá pintar e mobiliar a casa para ele. Temos esses dois momentos, tanto a aflição de ver o passado que estava muito presente quanto essa coisa boa dele estar indo morar sozinho, fortalecido.”


http://g1.globo.com/dia-das-maes/2011/noticia/2011/05/coordenadoras-de-abrigos-assumem-funcoes-maternas-por-profissao.html


bjusss
Dani garcia
http://omundodadanigarcia.blogspot.com/