terça-feira, 15 de novembro de 2011

Novo caminho para o combate da alergia ao leite


Descobrir que o bebê, já tão indefeso, pode sofrer com diarréias, vômitos e outros distúrbios intestinais depois de tomar leite é muito triste. A alergia ao leite de vaca e derivados acontece por causa da imaturidade imunológica e gastrintestinal dos pequenos durante os primeiros anos de vida. Ela é a mais comum entre as alergias alimentares, que atingem uma a cada 13 crianças,  segundo estudo realizado nos Estados Unidos, e pode durar até os 7 anos, em geral, mas em alguns casos perdura até a idade adulta. “O organismo do bebê reage à presença das proteínas do leite, porque precisa combater as substâncias estranhas que identifica no seu corpo”, afirma a Renata Cocco, pediatra, membro da Sociedade Brasileira de Alergia e Imunopatologia.
A médica explica que para o tratamento do problema, normalmente, se receita a suspensão total do leite e de seus derivados na alimentação da criança. Entretanto, uma recente pesquisa desenvolvida na Mount Sinai School of Medicine, nos Estados Unidos, aponta um novo caminho para o combate da alergia. Segundo o estudo, a presença de leite em alimentos assados ou cozidos pode ser benéfica para os que sofrem da doença. Como?
Os pesquisadores chegaram a essa conclusão depois de analisar 88 crianças alérgicas, de 2 a 17 anos de idade. Por um período de cinco anos, elas foram gradativamente apresentadas a alimentos como bolos, waffles e biscoitos, todos com pequenas quantidades de leite em sua formulação.
No final do período, 47% das crianças já conseguiam tolerar produtos laticínios como iogurte e sorvete, contra os 22% registrados entre aquelas que suspenderam totalmente o consumo do leite e seus derivados. Os cientistas logo perceberam, então, que a ingestão moderada e gradativa do leite cozido pode acelerar o desaparecimento da alergia, processo que naturalmente acontece com o crescimento da criança.
“Com o calor do cozimento, as proteínas do leite perdem a sua integridade. Por isso a ingestão do alimento cozido em pequenas quantidades acaba funcionando como uma imunoterapia. A criança cria a chamada tolerância oral, que significa a perda da alergia”, explica Renata. Em resumo, é como se essas pequenas doses fossem uma espécie de vacina: ao entrar em contato com tais proteínas, a criança desenvolveria imunidade contra elas. Mas isso não significa que, se o seu filho for alérgico ao leite, você pode fazer esse teste em casa. A especialista adverte que o tratamento só pode ser executado sob a orientação de um médico experiente.
Não confunda alergia ao leite com intolerância à lactose
Apesar dos sintomas semelhantes, a alergia ao leite e a intolerância à lactose são doenças diferentes. A alergia está relacionada às proteínas animais existentes no alimento, enquanto a intolerância diz respeito ao açúcar do leite, a chamada lactose.
É importante fazer essa distinção porque seus tratamentos são diferentes. O leite de cabra, por exemplo, pode substituir o de vaca para as pessoas com intolerância à lactose, mas em nenhum caso é indicado para as pessoas com alergia. Converse com o médico do seu filho para ter um diagnóstico correto da doença.
Abraços Paternos!
Marcelo Vieira
Fonte: revistacrescer.globo.com

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Vencendo a ansiedade...

Fonte da imagem: Google

"Não andeis ansiosos por coisa alguma; antes em tudo sejam os vossos pedidos conhecidos diante de Deus pela oração e súplica com ações de graças." Filipenses 4:6

Vivemos numa época que a ansiedade tem atingido homens e mulheres de todas as idades. Esse problema acaba acarretando uma série de outros, tanto emocionalmente, quanto fisicamente. A ansiedade gera a depressão também, onde milhares de pessoas acabam refém de medicamentos para poderem se sentir melhores e mais tranquilos.

Lendo um livro, cujo título é o mesmo do post: "Vencendo a Ansiedade", escrito pela psicóloga e teóloga: Dra. Elisete Malafaia, extraí e resumi alguns poucos trechos para compartilhar com vocês, pois gostei bastante do modo como ela trata esse assunto e como fez as suas colocações.
Eu espero que mesmo sendo um pequeno texto, possa ajudar de alguma forma aos que estão passando por isso.

     "A vida moderna é muito agitada. Para conseguirmos o suficiente para a nossa manutenção e a de nossa família, pagamos o preço do corre-corre, do estress das grandes cidades (que também tem chegado às pequenas), dos engarrafamentos, da violência, da poluição e da tirania do relógio e das agendas. Somos diariamente "assaltados" por todo tipo de cuidades e preocupações.
     A preocupação excessiva, por sua vez, gera angústia, a aflição e a ansiedade. Esse estado emocional produz, segundo os médicos, feridas na alma, e como consequência afeta o lado físico do ser humano, provocando doenças.

     Mas a Bíblia tem ensinamentos fantásticos sobre a ansiedade, e ajuda-nos a vencê-la.
     É muito importante sabermos que Jesus considerou a realidade da tribulaçã ao declarar que: "... no mundo tereis aflições..." João 16:33.
     Porém o Senhor conluiu: Mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.
     Aqui está o segredo: bom ânimo. Esta palavra é derivada do vocábulo alma. Tenha sua alma (sentimentos, desejos, vontades) bem animada, bem-humorada.
     O bom-humor faz com que o ser humano supere com mais facilidade as adversidades da vida.
     Por isso Jesus enfatizou dizendo: "Tende bom ânimo, tende bom humor, sede alegres".
     As pessoas mal humoradas atraem sentimentos negativos para si e contaminam as que estão à sua volta.
     Peça ao Senhor para atuar em seu ser dando-lhe um humor agradável.
     Em outras palavras, o que Jesus está dizendo é que, apesar da carga de ansiedade que o mundo gera e lança sobre os nossos ombros, Ele se faz presente em nossa vida se nos entregarmos totalmente a Ele.
   
     O segredo do apóstolo Paulo para vencer as dificuldades e ansiedade foi não se deixar influenciar pelas circunstâncias adversas, nem se abater nos momentos de fraqueza. Veja: "Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando estou fraco, então sou forte." II Coríntios 12:10.

     Deus tem, também, o Seu próprio método de terapia para a cura da ansiedade e outros males que, se cumprido conforme instruções, alcançará resultados surpreendentes. A terapia divina começa pela mente. É a mente que interfere de maneira direta nas ações do corpo, nas decisões que tomamos e nos alvos que estabelecemos. A mente é que determina a ação. "Porque, como imaginou na sua alma, assim é." Provérbios 23:7.

     A mente é um fator determinante nas nossas decisões. Por isso Paulo escreveu: "Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai." Filipenses 4:8.

     Quando a mente está sobrecarregada das coisas do mundo, os problemas se acumulam de tal maneira que provocam ansiedade, e isso pode resultar em danos emocionais graves.

     Somos orientados a usar a oração como o processo mais adequado para falar com Deus, porque esta é a terapia divina. Se você está se sentindo pressionado, fale com Deus em oração. Entre em comunhão com Ele. Reconheça-o como sendo a única esperança para você. "O Senhor dará uma paz perfeita a todos que confiam nele, aos que concentram seus pensamentos nEle." Isaías 26:3.

     Se você não tem muita intimidade com Deus, e pouca coisa sabe sobre Ele, o caminho é o do clamor. Veja a promessa que o Senhor tem para você: "Clama a mim e responderte-ei e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes." Jeremias 33:3.
    O Senhor promete revelar-lhe coisas escondidas, para que você desfrute da comunhão com Ele por meio da Sua terapia.

     Deixe Deus ser o Senhor de seus pensamentos. Só assim a sua vida estará equilibrada no aspecto espiritual e emocional, e a ansiedade será aniquilada de seu viver." Elisete Malafaia.

Querida(os) que passam por aqui, o meu desejo é que o nosso querido e amoroso Pai, possa fazer grandes coisas em vossos corações. Que toda a ansiedade que tem tirado a paz, a tranquilidade, a fé, a confiança em Deus e trazido doenças físicas e emocionais, possa ser exterminada do seu viver. Olhe para cima, para Jesus e deixe que Ele te ajude em tudo. Entregue-se em Suas mãos e verás as maravilhas que Ele vai operar.

Um abraço carinhoso e uma feliz semana pra todos.

Cida do *Compartilhando...


domingo, 13 de novembro de 2011

Calor + Feriadão = Cuidado redobrado!


Oi,meus amores lindos!
Temos leitores do Brasil inteiro,certo? E você? Vai fazer o que nesse feriadão?
Vai ficar em casa mesmo? Tá calor aí? Vai viajar? Já viu se está calor onde você vai?
Vai levar as crianças,né? Imaginei! Por isso separei pra vocês ótimas dicas.
Aqui no Rio de Janeiro está muuuito calor, vamos ficar em casa mesmo, vamos fazer um passeio simples com o Miguel no shopping.
Bom feriadão pra vocês!



Confira dicas para lidar com os imprevistos durante o trajeto:

Mesmo que o seu filho tenha poucos meses ou 5 anos, lembre-se de que, para evitar contratempos, é preciso se prevenir com os preparativos para a viagem. Isso porque você nunca sabe quando uma dor de ouvido ou enjoo vai surgir, um trânsito vai fazer com que fiquem horas parados na estrada, a vontade de ir ao banheiro... Abaixo, listamos 7 dicas do que vale a pena ter à mão:


Sujeira à vista
Leve uma mala de mão com uma troca de roupa completa para as crianças e para você, principalmente se você tem filhos menores de 2 anos.


Deu sede!
Se for viajar de carro ou de ônibus, leve águas e sucos de caixinha em bolsas térmicas, para oferecer à criança sempre fresquinha.


“Estou com fome”
Frutas frescas e secas, bolachas de água e sal, de maisena ou de aveia e barrinhas de cereais são boas pedidas, e ainda não correm o risco de estragar. Bisnaguinha ou pão de forma com geleia ou queijo fresco também são boas opções, mas vão precisar ficar conservados em bolsas térmicas.


Vontade de ir ao banheiro
Parece incrível. Basta as crianças saírem de casa que a vontade de ir ao banheiro aparece. Mas como garantir a higiene do seu filho em banheiros públicos, como os no meio da estrada? O ideal é carregar na bolsa aqueles assentos descartáveis e álcool em gel para higienizar o local antes de o seu filho se sentar. Além de lavar bem as mãos ao sair.


Farmácia
Deixe sempre à mão remédios para enjoo, dor de ouvido ou qualquer outro que o seu filho usa de rotina, principalmente se estiver em tratamento. Não é nada agradável se lembrar no meio da viagem que eles estão lá, no fundo da mala.


Muito enjoo
Se o seu filho já sofre com o problema em viagens, ofereça, antes de sair de casa, uma refeição leve e verifique com o pediatra da criança se é caso de dar um antiemético.


Sem estresse
Para evitar que a criança se irrite ao ficar muito tempo sentada, faça paradas frequentes, a cada duas horas, em locais seguros e com uma paisagem bacana. Tire fotos e aproveite para caminhar um pouco com as crianças, usar o banheiro. Mas nunca, nunca as deixe sozinha no carro nem por um segundo!

Michele Alves
Twitter: michele_saj
Quer um layout personalizado?
Beijos,amo vocês!

sábado, 12 de novembro de 2011

Mãe o que eu vou ser quando crescer?

Quando o Marcelo tinha uns 4 anos ele adorava caminhão. Tinha muitos caminhõezinhos de brinquedo. Toda vez que saíamos na rua ele ficava fascinado. Até que um dia veio com essa:
_ Mãe o que vou ser quando crescer? Acho que vou ser borracheiro. 
Olhei para ele e achei muito engraçadinho pois achava que ele gostava mesmo era dos veículo "caminhão" e ele disse que o que mais gostava era do tamanho das rodas. 
Aquilo marcou como um episódio engraçado, mas me recordo que também tinha esses lances quando criança. Meus pais ficavam perguntando a mesma coisa para mim.
Imagem do Google

Na verdade a nossa história profissional vai crescendo dentro da gente, desde que nascemos. As aptidões e as habilidades podem ser desenvolvidas, mas quase sempre já gostamos de alguma coisa na infância que vai nos acompanhar também na vida profissional. Só que não percebemos.

No caso do meu filho Marcelo, ele adorava desenhar desde pequeno, mas tinha grandes dificuldades em Língua Portuguesa, sempre ficava de recuperação. Hoje é publicitário e monta belíssimas campanhas para grandes clientes. Adora ler e escreve muito bem.

Eu sempre brinquei de escolinha com minhas amigas e dizia ao meu pai que seria professora, mas lembro-me que na adolescência queria ser administradora. Hoje sou professora e administro minha casa. 

Não importa qual vai ser sua profissão, meu filho, o mais importante é fazê-la com amor. 

Abraços
Cris Chabes

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Cada um no seu quarto

Cada um no seu quarto


Por: Vanessa Cicatti

Certamente você e seu marido não se incomodaram em dividir o quarto com seu filhote nos seus primeiros meses de vida.
Mas agora ele cresceu e você não consegue de jeito algum fazer com o pequenino durma no seu próprio quarto?
Não se preocupe! Vamos ajudá-la a resolver essa delicada questão com muito carinho.

Da maternidade para o quarto da mamãe
É muito comum que com a chegada do bebê nos primeiros meses os pais o levem para dormir em seu quarto, não só com o objetivo de ficar próximo àquele pequeno e frágil ser, mas também porque isso facilita, e muito, o exercício da nova função de pais durante a madrugada.
O grande problema é que a criança cresce e, em muitos casos, acostumá-la a dormir em seu próprio quarto se torna uma missão praticamente impossível.
Muitos pais têm receio de forçar a criança a mudar de quarto e que isso cause algum trauma para ela, sem contar que alguns se sentem culpados em expulsar” o pequenino.
Se você está passando por esse “probleminha” fique tranquila. Dá para ajudar seu filhote a fazer essa transição do quarto dos pais para o seu quarto de uma forma muito legal e sem causar nenhum trauma.
A primeira coisa que vocês pais devem se perguntar é: até quando é legal manter o baixinho no seu quarto?
De acordo com a psicóloga Marcia Pereira Scartezini, não existe uma idade exata para a criança voltar a dormir no seu próprio quarto, o importante mesmo é que desde o início o bebê saiba onde é o seu lugar. Se ele aprender isso desde pequenino, que a hora do soninho ser· sempre feita no seu bercinho, isso facilitará, e muito, o bom relacionamento e andamento do exercício familiar.
Ela ressalta que é preciso que papais e mamãs entendam que a criança deve dormir no seu quarto e na sua caminha (bercinho) sempre, ou seja, desde o seu nascimento, e que eles mesmos devem evitar qualquer tipo de exceção ou desculpa para que isso aconteça. “Os pais devem ter claro que para exercer a maternidade e a paternidade em plenitude é preciso estar em harmonia com outros aspectos também importantes da nossa vida. Sendo assim, os pais precisam ter uma vida sexual e afetiva satisfatória e necessitam de um tempo mínimo de descanso e sono para serem capazes de enfrentar toda jornada de trabalho e outras tarefas que ficam prejudicadas diante da falta de sono e descanso dos mesmos por conta da nova rotina com o bebê”, afirma Marcia Pereira Scartezini.

Um ninho de amor
De acordo com a psicóloga, o que faz os pais levarem seu bebê para dormir no quarto do casal é o fato de algumas mamães, principalmente as de primeira viagem, sentirem certa apreensão, além de questionarem se estão de fato preparadas para lidar com as necessidades e exigências de um recém-nascido. “Imaginar-se responsável por um ser tão pequenino e indefeso e, totalmente dependente dessa mamãe, pode ser sentido como assustador, bem como a rotina imposta pela amamentação exclusivamente no peito, que é demasiadamente importante, a faz resistir ainda mais à rotina de deixar o bebê dormir em seu próprio quartinho e, geralmente, é neste momento que se dá início ao grande equívoco e ‡ mais cruel batalha porque, mais tarde, ao tentar colocá-lo para dormir em seu próprio quarto, sozinho, o sofrimento ser· ainda maior para os pais e a criança”.
O fato é que não existe um tempo padrão para que essa mudança ocorra, mas é importante que aconteça o quanto antes, pois ser· de suma importância para que os pais e o nenê tenham independência na hora de dormir. Por essa razão, o quanto antes seu filhote iniciar a rotina de dormir no próprio quartinho, desfrutar de sua caminha e entender que o fato de ter que ir para a cama sozinho não é uma punição, e sim apenas que ele e os pais têm seu próprio espaço para dormir. Dessa forma, a hora de dormir será tranquila para toda família, que terá uma noite calma.

Medo da separação
Um dos grandes problemas dessa questão é que alguns pais resistem a essa separação do filho na hora de dormir. Todo mundo sabe que não há nada mais aconchegante do que dormir abraçadinho com o filho, ainda mais para aqueles papais que depois de um dia de trabalho intenso e de distanciamento querem passar a noite agarradinhos ao seu filhote. Entretanto, essa bela cena seria perfeita se não fosse capaz de desencadear um dos piores dramas entre pais e filhos que é justamente a hora de dormir.
Segundo Marcia Pereira Scartezini, “geralmente, a grande dívida entre deixar o filho dormir no quarto com os pais ou deixá-lo dormir em seu próprio desencadeia na mãe forte impacto emocional, em que novos sentimentos são vivenciados, muitas vezes, de maneira bastante ambivalente. Uma coisa é o desejo e a alegria de ter o filho próximo a ela, outra é saber e perceber que esse comportamento de deixar a criança dormir com o casal ñ desencadeia sérios problemas no âmbito individual e conjugal”.
A psicóloga ressalta que é importante saber e/ou perceber quando desfazer esse vínculo com o pequenino se torna uma tarefa difícil. “Muitas vezes, o problema não estão nas chantagens que a criança faz para ficar no quarto dos pais, mas sim na dificuldade de os pais enfrentarem o buraco que ser· deixado pelo filho e que terão de resgatar no relacionamento íntimo que foi deixado de lado”.
É claro que existe uma grande dificuldade dos pais em desfazer esse laçoo com o baixinho, seja por preocupação, por dó de ver o filho chorar ao ser colocado para dormir sozinho ou até mesmo por não ter outro lugar para a criança dormir a não ser o quarto dos pais, mas é importante que pai e mãe saibam que podem estar usando seus filhos para suprir suas próprias dificuldades emocionais e conjugais. Portanto, fique atenta!

Um cantinho para chamar de seu
É importante que o baixinho tenha um quarto independente, por muitas razões, como explica a psicóloga, “quando a criança se recusa a dormir sozinha ou no horário imposto pelos pais est· impondo sua vontade e, sobretudo, medindo forças, quer saber até que ponto pode manipular as figuras paternas e para tal usa todas as suas armas como, por exemplo, o choro, a birra, alega dores de barriga, xixis infinitos, intermináveis pedidos de histórias etc. Se ficar claro para a criança qual é seu lugar de dormir isso lhe trará inúmeros benefícios: ajuda no ritual do soninho, definição do seu território e de seus pais, desenvolvimento independência emocional.”
Afinal, ficar sozinha em seu quarto ajuda a criança a perceber e usufruir desse espaço quando quiser e precisar, além de ser tranquilizador, pois, se ela tem certeza de onde vai dormir e sabe que é inegociável, não sofre com a ansiedade e a dívida sobre isso ou o que fazer para conseguir dormir com os pais mais uma noite. Dessa forma, não existirá razão para angústia e tudo fica mais fácil para toda família.
“Quanto antes a criança adquirir capacidade emocional de dormir sozinha, mais estará contribuindo para sua autoestima e segurança, elementos que ela levará por toda a vida; ao passo que se não for capaz de dormir sozinha no seu quarto, seu desenvolvimento cognitivo ficará cada vez mais comprometido, pois ao sempre dormir com os pais acabar· aprendendo que na vida poderá contar sempre com a proteção do outro, o que é prejudicial para ela.”

Mudança de hábito
Mas como realizar essa transição do pequeno do quarto dos pais para o seu próprio quarto, sem que isso seja algo difícil e traumático para todos os envolvidos?
O momento da quebra do vínculo deverá ser gradual como, por exemplo, o baixinho fica no quarto dos pais até adormecer ou dorme no quarto dos pais dia sim, dia não, até que a mudança seja feita de forma definitiva. Nesse período, é importante que a criança acorde na sua própria cama, mesmo se ocasionalmente adormeça na cama dos pais ou assistindo à televisão.
De acordo com Marcia Pereira Scartezini, “é de suma importância saber que deixar de dormir no quarto dos pais é uma grande mudança para ser processada de uma só vez para quem estava tão acostumado com esta situação. Por essa razão, ao trabalhar gradualmente essa transição todos terão mais tempo para elaborar e se adequar à nova situação de dormirem sozinhos”.
“No começo pode ser um pouco difícil para seu filho adaptar-se ao novo espaço, e uma boa dica é manter a rotina na hora de dormir, ou seja, contar uma historinha para que o pequeno pegue no sono, deitar ao seu lado, deixar alguma luz acesa, enfim, continuar fazendo tudo o que a criança já estava acostumada. Além disso, esperar seu filho pegar no sono para sair do quarto também é uma opção válida para acalmá-lo nos primeiros dias, ensina a psicóloga.
Outra estratégia legal e que serve para quando a criança já estiver dormindo sozinha em seu quarto é bem simples: deixe a porta entreaberta para que a criança perceba que, se precisar, os pais estão bem pertinho.
“Os pais devem agir com muita calma, carinho, respeito e atenção com a criança nesse momento. Essa é a base para todo este processo transcorrer de forma harmoniosa e render últimos resultados”, conclui a psicóloga.

Informações do especialista:
Marcia Pereira Scartezini é psicóloga clínica comportamental cognitiva, formada pela Universidade São Judas Tadeu e especialista em medicina comportamental pela Escola Paulista de Medicina/Universidade Federal de São Paulo.
http://blogdican.blogspot.com/2011/08/cada-um-no-seu-quarto.html

Quem le meu blog, sabe q estamos nessa fase aqui em casa...estamos re-arrumando o quarto do davi... estamos confiantes que vai dar certo... deixem suas dicas....
bjaooo
Dani garcia



Verdades e mitos sobre o bebe

Conselhos, recomendações e até “verdades absolutas” vão vir de todos os lados: da sua mãe, sogra, amigas e até de desconhecidos. Você vai ouvir dicas infalíveis para o seu bebê não ter alergia e até mesmo deixá-lo mais inteligente. Mas o que vale, mesmo? Aqui, respostas para as dúvidas mais comuns que vão surgir nessa fase. Descubra o que é melhor para o seu filho

Thais Lazzeri


Desenvolvimento
 Nasceu com olhos claros? pode ser que mude
Verdade. Para a maioria dos bebês vai acontecer até o sexto mês. Isso porque recém-nascidos têm uma quantidade pequena de melanina, uma substância presente na íris responsável pelo efeito de cor nos nossos olhos. A quantidade de melanina que vai ser produzida nos primeiros meses foi definida geneticamente. Por isso, algumas crianças nascem com olhos azuis-acinzentados que, aos poucos, mudam de cor.
 Se não engatinhar, vai demorar para andar
Mito. Não tem problema nenhum se ele pular o engatinhar e ir direto para a marcha. O importante é que pontos considerados marcos no desenvolvimento, como sentar, tenham acontecido, o que mostra que ele tem um bom desenvolvimento neurológico e motor. Quando tiver tônus muscular na coluna vertebral, nos membros inferiores e nos músculos que sustentam a cabeça, e sentir confiança, vai tentar ficar em pé. Você pode estimular também. Fique de um lado do sofá e chame-o para que ele vá até você. Cerca de 70% das crianças vão andar até 1 ano e 4 meses, 90% até 1 ano e 6 meses e as demais até 1 ano e 8 meses.
 Seu filho só vai aprender a dormir bem depois do primeiro ano
Mito. A maioria é capaz de dormir bem muito antes disso – alguns pediatras afirmam que bebês com 2 meses conseguem descansar a noite toda. O segredo é estabelecer uma rotina. A partir do final da tarde, não faça brincadeiras que o estimulem demais. Crie um ritual para a hora do sono. Dê um banho, coloque-o para dormir, conte uma história. Se ele acordar, volte e acalme-o sem tirá-lo do berço. Assim, ele aprende que ali é o lugar dele descansar e sabe que você vai estar por perto quando precisar.
 O recém-nascido não enxerga como o adulto
Verdade. Mas não vê em preto e branco. Ele percebe diferentes tonalidades, e prefere as vibrantes. No começo, ele enxerga com nitidez o que estiver a 30 centímetros de distância. Com 2 meses, fixa o olhar e foca objetos. Com 3, vai conseguir acompanhar o deslocamento de pessoas. A capacidade de enxergar em um sentido tridimensional aumenta e, com 1 ano, a criança tem a mesma visão que um adulto.
 Todo bebê sabe nadar
Mito. O fato dele se movimentar bem na água é um reflexo do período em que ficou dentro da sua barriga, no líquido aminiótico (fluído que envolve o feto). Para que ele aprenda a nadar, precisa fazer aulas junto com um dos pais. Não é um consenso, mas a maioria dos especialistas afirma que ele poderia entrar na piscina com 6 meses. De qualquer maneira, é importante que a criança possua sustentação da região cervical e tenha sido vacinada conforme o calendário (nesta edição, confira uma reportagem sobre vacinação infantil).
 Bebê não pode brincar com tinta
Mito. Basta escolher uma de boa qualidade (não tóxica), ficar ao lado do seu filho e curtir as primeiras experiências com tinta. Ele vai descobrir novas texturas e movimentos com as mãos, perceber que é capaz de produzir algo e se apaixonar pelas cores. Esse ganho cognitivo permite, no futuro, que ele seja mais criativo. Mas vale um lembrete: essa brincadeira tem que ser fonte de prazer para os pais também. Se você respira fundo só de imaginar tinta espalhada pela casa ou no rostinho dele, melhor propor outra atividade. “Se a criança percebe que aquilo é motivo de tensão, então não vai aproveitar tanto quanto poderia. Ela precisa estar livre para brincar”, afirma Mariana Tichauer, psicóloga clínica e terapeuta familiar, há 12 anos na área, da clínica multidisciplinar Edac (SP).


E vcs sabem de mais alguns mitos?
bjus
Dani

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Aprendendo com Joquebede

Por Renata Palombo, do blog Descobrindo a Maternagem



           No livro de êxodo capítulo 2:1 a 10 (Bíblia Sagrada), conta a história de Joquebede, uma mãe de muita coragem. Ela fazia parte do povo de Israel e vivia no Egito. O rei do Egito começou a perceber que o povo de Deus estava mais numeroso e forte que o seu povo (Ex. 1:9) e ficou com medo de que no caso de uma guerra os Hebreus se unissem com os inimigos do Rei e batalhassem contra eles (Ex. 1:10) então determinou que as parteiras da época matassem todos os bebês hebreus que nascessem do sexo masculino, dessa forma o povo pararia de crescer e prosperar. As parteiras temeram a Deus e não obedeceram ao Rei, então ele deu uma nova ordem dizendo a todo o povo que todos os filhos que nascessem dos Hebreus deveriam ser jogados no Rio Nilo, mas as meninas poderiam viver.
            Aconteceu que nessa época nasceu o filho de Joquebede, um menino lindo. Com medo de perder o filho, ela conseguiu esconde-lo por três meses e quando viu que não podia mais escondê-lo colocou-o em um cesto de junco e depositou o cesto no rio Nilo. Sua outra filha (Miriã) acompanhou o menino rio abaixo até que ele foi encontrado pela filha do Faraó. Logo a irmã do bebê foi até a princesa e disse que conhecia uma mulher que poderia cuidar da criança pra ela. A princesa mandou chamar a mulher, deu o menino para que ela cuidasse e ainda lhe pagou um salário por isso. Quando o menino cresceu, a filha do Faraó o adotou como filho e colocou-lhe o nome de Moisés, que significa “retirado das águas”.
            Como mães, podemos aprender muitas lições com as escolhas e atitudes de Joquebede:
            A primeira lição que podemos aprender é que mães precisam ter atitude e criatividade. Joquebede não ficou sentada lamentando a situação, esperando uma solução vinda de fora. Ela sofria com a possibilidade de perder o filho e fez tudo o que estava ao seu alcance para salvar a vida do bebê. Certamente a medida que o menino crescia e seu choro ficava mais vigoroso ela tinha mais medo de ter o filho descoberto pelos egípcios e morto. Ela deve ter pensado em muitas coisas, mas viu no Rio Nilo uma possível saída para sua situação. Apesar de saber que o rio era repleto de crocodilos, ela sabia também que havia muitas mulheres às suas margens para banhar-se, pegar água, lavar roupas... Inclusive a princesa do Egito! Ela então teve a criatividade e a atitude de preparar uma cesta de junco (para despistar os crocodilos) e vedar com betume para evitar entrar água. Era uma situação emergencial e alguma coisa precisava ser feita.  Qual tem sido a nossa atitude diante das dificuldades que temos enfrentado com nossos filhos? Fingimos que não “é com a gente” ou buscamos ajuda e alternativas para resolver os problemas? Ficamos desesperadas, sem ação, lamentando, ou nos enchemos de coragem, nos armando com o escudo da fé e enfrentamos os problemas, sabendo que Deus está no controle da situação?
            Esta é a segunda lição que podemos aprender com Joquebede: Ter Fé em Deus. Acreditar que Deus é um Deus de Milagres. Para fazer o que fez Joquebede precisava acreditar num milagre vindo dos céus, pois só pela interferência Divina o menino poderia se salvar. E o milagre veio completo, como Deus é maravilhoso! O menino foi achado nada mais nada menos do que pela filha do Faraó, ela viu graça na criança mesmo percebendo que era do povo hebreu, Miriã (irmã mais velha de Moisés) viu a princesa pegando o bebê, a princesa aceitou a sugestão de Miriã e a criança voltou exatamente para o seio de sua família. Agora já não precisavam mais se preocupar porque a criança estava sobre a proteção da princesa do Egito e a família ainda receberia um salário para cuidar da criança. Quando vivemos pela fé, Ele nos dá muito mais do que sonhamos. Será que essa sucessão perfeita de acontecimentos foi apenas uma ironia do destino? Com certeza não! Quando entregamos nossas vidas nas mãos de Deus, Sua vontade é, muito maior que simplesmente “ironias do destino”. Quando pensamos na nossa vida hoje, vemos que cada dia é um grande milagre de Deus. Nossos filhos não estão boiando em um rio cheio de crocodilos, mas estão em um mundo cheio de violência, doenças, perigos e más influencias. Hoje nos vemos cercados de “crocodilos” modernos, mas as Mãos de Deus operam milagres diários em nossas vidas protegendo a nós e a nossos filhos, assim como fez com Moisés.
            A terceira lição é sobre Coragem. Uma mãe precisa ter coragem de confiar no Poder Deus. Acreditar que Deus é um Deus de milagres pode até ser fácil, mas colocar as nossas vidas nas Mãos dele contrariando tudo o que nos parece sensato, exige coragem. Ao colocar seu filho nas perigosas águas do Nilo, ela provou que tinha muita coragem e confiança de que Deus estaria cuidando dele. Possivelmente Joquebede questionou porque as coisas tinham que ser daquele jeito, porque o Faraó tinha dado a ordem de matar todos os meninos, mas mesmo com estes questionamentos ela acreditou que Deus estava no comando. Na nossa vida hoje também é assim, embora nem sempre entendamos as conseqüências das atitudes dos homens, Deus é sempre soberano e tudo conduz. Será que confiamos que Deus está cuidando de cada filho nosso? Que a vida dos nossos filhos depende mais das providências Divinas que das nossas? É claro que temos o dever de proteger e cuidar de nossos filhos, mas a vida deles está nas mãos protetoras e amorosas de Deus.
            A quarta lição que Joquebede nos ensina é a importância da Cumplicidade Familiar. Quando temos uma dificuldade com os filhos, todos os membros devem participar ativamente. Devem saber sobre o que está acontecendo e cada um fazer a sua parte na resolução do problema. Por três meses Moisés ficou escondido em casa, os irmãos mais velhos (Arão e Miriã) precisaram ser orientados devidamente e souberam guardar o segredo sobre a existência do irmão. Para tarefa tão difícil, precisou contar com a ajuda de todos. Ser cúmplice significa apoiar o outro em suas decisões. Tantos os filhos de Joquebede quanto seu marido podiam ter tentado impedi-la de cometer a “loucura” de colocar o filho no rio, mas eles a apoiaram e confiaram que ela estava sendo guiada por Deus. Miriã, também foi de grande apoio e cumplicidade quando decidiu seguir o irmão e depois em ir falar com a filha do Faraó, ela se sentiu co-responsável pela situação e fez a parte dela para resolver o problema da família. Infelizmente hoje vemos muitas mães sobrecarregadas com todas atribuições, dentre elas resolver os problemas dos filhos sozinhas. Umas agem assim por serem centralizadoras e crerem que somente elas são capazes de resolver as situações adversas, outras porque a própria família (marido e filhos) não querem se comprometer. Mas a experiência de Joquebede nos ensina que se É UM PROBLEMA DE FAMÍLIA, DEVE SER RESOLVIDO ATRAVÉS DA FAMÍLIA.
            A quinta lição se refere a responsabilidade das mães em estimular a Autonomia dos Filhos. A mãe entregou a Miriã a tarefa de vigiar o irmão e confiou que ela era capaz. Provavelmente tenha ficado muito orgulhosa do que a filha fez: tomar atitude de falar com a princesa oferecendo a sua família para cuidar do pequeno bebê. Muitas vezes estamos impedindo nossos filhos de crescerem por não permitir que façam aquilo que já são capazes e por não acreditarmos neles. Claro que precisamos levar em consideração a faixa etária e respeitar seus limites.
            A sexta e última lição é sobre criarmos os filhos para o serviço ao Senhor. Moisés ficou pouco tempo sob os cuidados de sua família até ser adotado pela princesa egípcia, porém foi o tempo suficiente para que Joquebede lhe ensinasse sobre o amor e o poder de Deus. Os poucos anos na casa de seus pais foram de extrema importância para receber educação e orientação espiritual. Lá ele conheceu a Deus e aprendeu a amá-lo e respeitá-lo, aprendeu a conhecer Sua vontade e obedecer-lhe; ali aprendeu que Deus é um Deus de milagres. Assim que saiu da casa dos pais Moisés foi educado de acordo com o costume real, em todos os ensinos do Egito. Recebeu a educação de um príncipe, sendo preparado para se tornar o Rei do Egito. Ainda assim, Moisés escolheu permanecer nas mãos de Deus e manter-se fiel ao Deus verdadeiro que havia conhecido no seio de sua família se tornando posteriormente o libertador do povo de Deus. Vemos também ao longo da história, que Arão e Miriã também tiveram participação importante na jornada espiritual dos Hebreus, sendo servos do Senhor por toda a vida, o que prova que Joquebede mostrou aos filhos através de seus testemunhos a presença de Deus de maneira tão forte que os filhos “não puderam” desviar-se de Seus caminhos. Temos criado nossos filhos na presença de Deus? Eles estão aprendendo em casa a servir a Deus? Como mães cristãs temos tido o cuidado de dar a educação espiritual necessária para que eles aprendam a temer, amar a Deus e servi-lo? É um privilégio e uma alegria quando podemos ser instrumentos do Senhor para levar nossos filhos ao conhecimento e à fé em Jesus Cristo, ensiná-los a orar diariamente e buscar direção para suas vidas na Palavra de Deus. Deus preserva a vida de nossos filhos para Sua honra e glória.
            Quem dera pudéssemos ver todas as mães e pais tendo como objetivo maior para a vida de seus filhos servir e honrar a Deus.
Bibliografia: Bifano, Gilson e Bifano, Elizabete. Pais e Mães da Bíblia: Erros e Acertos. Ministério Oikos. 2003.

*A Renata é casada, blogueira e mamãe: "Sou mãe por opção, descobrindo dia-a-dia a maternagem. Tenho dois filhos e um cachorro. O cachorro é o 'filho mais velho' chama-se Frederico. O Diego é o filho do meio e a Natalia a mais nova. Presentes de Deus!!"