sábado, 5 de novembro de 2011

Carrego no Colo

Quando meus filhos eram pequenos eu os carregava no colo ou no carrinho,  não cheguei a utilizar um "canguru", espécie de bolsa de pano amarrada no tronco da mãe para ajudá-la a carregar o bebê.  Acho bem bacana, tanto para mamães como para seus bebês.
Existe um movimento mundial de conscientização sobre a importância e os benefícios de carregar a criança desta forma e não no carrinho.
Acho que enquanto eles são bem pequenos isso ainda é possível porém conforme vão crescendo e ficam mais pesados, se torna mais difícil.... mas vale a dica para as mamães com filhos ainda nos primeiros meses de vida. 




imagem do Carrego no colo
imagem do Carrego no Colo

A mãe da Raphaela, uma amiga minha, acaba de comprar um Canguru,que na verdade é um tipo de saco de pano onde o bebê fica sentadinho e a mãe fica com os braços livres para subir no ônibus, fazer compras, etc.

Pesquisei e descobri que existe uma campanha mundial sobre o "BABYWEARING" (carregando o bebê) e sobre a importância de mantê-lo mais próximo do corpo dos pais dando mais segurança a criança.

Vejam esse vídeo


E vocês mamães que acompanham o recanto como carregaram seus filhos.



Beijocas
Cris Chabes

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

E agora, preciso de uma babá?

Esse é um assunto bemmmmmmmmm delicado para nós mães...
tem gente que precisa muito delas, tem gente que não queria precisar, tem gente que não quer elas..



Você tem ciúme da babá do seu filho? Pois saiba que até as celebridades sofrem com isso. Em uma entrevista recente, a apresentadora Angélica disse que, quando percebe que seus filhos, Joaquim e Benício, estão muito apegados com a babá, ela logo dá uma folga para a empregada.

São muitas as perguntas que passam pela cabeça dos pais quando contratam uma babá: será que meu filho vai acabar reconhecendo a babá como mãe, porque fico muito tempo fora de casa, trabalhando? Mesmo tendo babás, ainda devo cuidar dele, trocar fraldas, dar banho? Todas essas dúvidas são normais. Afinal, a babá, que geralmente surge na família junto com o primeiro filho, também chega sem manual de instrução. Daí surgirem conflitos, principalmente na cabeça da mulher.

As confusões são tantas que muitas chegam a sentir ciúmes e proibir beijos entre as babás e os filhos, esquecendo que a primeira qualidade dessa profissional deve ser exatamente a de amar a criança a quem cuida. Para um bom começo, o casal deve determinar a hierarquia na relação e deixar claro o que é papel da babá e o que é papel dos pais. Ninguém deve invadir o espaço do outro. A babá vai ajudar o casal a cuidar da criança e não fazer isso por ele, por exemplo. "Toda criança precisa de modelos, de referências para se desenvolver, e isso precisa vir dos pais", diz Dóris Barg, diretora do Espaço Mammy To Be, especializado em gestantes e pós-parto, ao descrever a babá ideal. Segundo sua experiência, esse é o maior desejo dos casais, e das babás também. Uma profissional com esse perfil, segura do seu papel, também evita eventuais conflitos.


Não existe a melhor babá do mundo. Existe aquela ideal para a sua família. Você já pode ter uma idéia se ela é a pessoa que procura na entrevista. Antes de falar pessoalmente, faça uma pré-entrevista por telefone e cheque as referências.
Por telefone, pergunte:
- Nome completo
- Telefone fixo - celular não é 100% confiável.
- Residência: vá até onde ela diz que mora, procure saber com vizinhos como ela é, como trata as crianças, etc
- Agência, e ligue depois na empresa para confirmar
- Referências de empregos anteriores, se ela tiver. Exija tudo documentado
- Pretensão salarial
 Depois de checar todas as referências e aprová-las, marque um encontro com a babá.

Pessoalmente, pergunte:

- Como é sua família?
- O que fazia quando era criança?
- Do que mais gostava de brincar?
- Onde mora?
- Com quem vive?
- Você tem filhos?
- Como são seus hábitos alimentares?
- Por que decidiu ser babá?
- Há quanto tempo trabalha na área?
- O que mais gosta e o que menos gosta no serviço?
- Qual sua disponibilidade de trabalho? Pode viajar? Se precisar que durma uma noite, tudo bem?
- Você está trabalhando atualmente? Por que pensa em trocar de emprego?
- Qual o nome das crianças com quem trabalhava? (se ela não responder rapidamente, desconfie da atenção que ela vai dar aos seus filhos)
- Já fez algum curso (como de formação de babás, noções de primeiros socorros)?
- Já passou por uma situação de emergência? O que aconteceu e como resolveu o problema?
- Pode fazer trabalho doméstico?

E se seu filho ficar muito apegado a ela?
E se seu filho chamar ela de mãe?
E se seu filho chorar por ela?
E se ela não der tanta atenção quanto vc gostaria?
E se ela ensinar coisas que vc não gostaria?
Tenho certezaaaaaaa q toda mãe ja se questionou né.....

Beijãooooooooooo
Dani Garcia


Em quem confiar...


Por Andréia Sales, do blog Cantinho do Samuel

Amigas, vou contar a minha história para servir de alerta a todas as mães:


Samuel foi mal tratado pela babá, a pessoa que eu mais confiava nessa vida para cuidar do meu filho.
A sete anos ela trabalha para mim e cuida das minhas coisas. Eu dei emprego para toda família dela, para os irmãos e marido no Hotel onde trabalhava. Ajudei o marido dela a comprar um terreno e construir a casinha deles. É pobre e humilde mas é deles.
Vi todos os três filhos dela nascer e tudo que eu podia fazer para ajudar a família dela eu fiz.
Ela cuidava da minha casa e das minhas coisas aparentemente com um grande zêlo. Eu nunca precisei pedir nada e ela sempre fazia tudo direitinho.
Deixava as coisas de Samuel impecáveis e tudo limpinho e bem arrumado e decorado. Ela cuidava da organização da minha casa.
Fez toda a minha mudança, guardou tudo e arrumou tudo para a casa nova.
Ela tem um bebê de 1 ano e 6 meses e levava ele para minha casa porque a creche onde ele estava faliu e eu aceitei. Nunca reclamei e ela podia comer, cozinhar, fazer o que quisesse na minha casa.
Na quinta feira o meu marido foi chamado pelo vizinho dizendo que tinha algo estranho acontecendo na minha casa, o meu filho chorava o dia inteiro. E isso não acontecia quando a gente estava em casa.
Eu não acreditei, achei que fosse exagero dos vizinhos, mas resolvi gravar.
Na sexta feira deixei gravando e fui ao meio dia em casa para salvar a gravação da manhã, carregar o celular e deixar gravando a tarde.
Chegando a noite, ouvi tudo e fiquei em choque.
Resumindo a história ela ficou a parte da manhã inteira sem conversar, sem dar carinho, deixou as duas crianças jogadas... sim, o meu filho e o filho dela. Eu não sei a hora que ele lanchou, que almoçou, que tomou água, suco porque ela não conversava com as crianças. Só gritava quando o filho dela mexia em alguma coisa.
Eu almocei em casa, ela deu banho no Samuel e colocou ele pra dormir e voltei para o trabalho. 40 minutos depois Samuel acorda no berço e chora por 18:36 minutos ininterruptos e ela não faz nada, depois ela pega ele no berço e diz você quer água e ele pára de chorar. Meia hora depois, chega a filha dela de 9 anos com a tia e ela diz com raiva que eu tinha ido lá na hora do almoço. Ela diz a para a irmã dela:

- Eu vou na CEF receber o bolsa família e você deixa ele no chão, se chorar não pega, deixa chorar, se eu não voltar antes de 15:30, você dá duas bananas para ele e vai dando água sempre.

Ela se ausentou da minha casa por 1 hora e a irmã dela e a filha ficaram olhando tudo que eu tinha na casa, vendo as marcas nos vinhos, dos perfumes de tudo que eu tinha e dizendo que não era em qualquer casa que tinha as coisas que eu tinha. Olhou tudo na minha cozinha e ficou deslumbrada com minha casa nova. Nada de estranho aconteceu com Samuel.
Quando a babá chegou ela diz:

-E esse cabeça de (não entendi direito) dormiu ??? 

E nervosa por ter perdido a viagem pois os bancos estavam em greve, começou a dizer que judiava do meu filho, que deixava ele chorar mesmo, deixava ele no chão o dia inteiro jogado, para ele se machucar. E que não estava nem ai.
-Eu vou judiar mesmo, vou fazer de uma forma que Samuel nunca vai contar para Andréia.

Eu e Sandro estamos arrasados com essa tortura psicológica que meu filho sofreu. Graças a Deus foi por pouco tempo e eu estou tentando ter forças para continuar a trabalhar, a cuidar do meu filho. 
Minha mãe chega amanhã para tomar conta dele até a gente resolver o que será feito.
Estou sofrendo muito.
Peço a Deus que tenha muita misericórdia dessa mãe, que se diz evangélica e diz estar passando por problemas espirituais. Quero distância dessa cidadã.
Que Deus conforte meu coração e do meu marido. Pois a dor está muito grande. Quando eu me sentir melhor eu volto. Vou me ausentar um pouco, para cuidar da minha família.

Bjks a todas e muito obrigada pelo carinho e desculpa o testamento.

*A Andréia é blogueira, mulher guerreira, esposa e mamãe do Samuel 

terça-feira, 1 de novembro de 2011

O que é ser mãe?



Texto de Ursula, do blog Valentina e suas aventuras


Ser mãe para mim foi bem difícil no início. Bem difícil mesmo. Quando a Valentina nasceu eu senti uma mistura de medo, ansiedade, insegurança. E quanto mais eu sentia tudo isso, pior eu ficava, sentindo-me culpada por tanto sentimento ruim, diante de uma coisa tão boa. Minha conexão com a Valentina era enorme, mas tudo parecia assustador...

Conversar com minha mãe me fez bem, o apoio do Marquinho foi essencial. Com o passar dos dias, fui ganhando confiança. Senti-me mais forte e segura ao trocar as fraldas, ao dar banho, ao amamentar. E não é que tudo tenha ficado um mar de rosas, mas comecei a me sentir mais segura, pronta para os milhares de desafios e provações que eu iria enfrentar.

O que sempre me impressionou na maternidade, desde a hora do parto e até hoje, é como é grande nossa capacidade de amar. No início a Valentina nem sabia onde estava, quem era ela, quem era eu, não interagia e mal olhava para nós - atitudes comuns aos recém-nascidos - e eu já a amava.

...
Quando o sorriso surgiu no meio daquelas duas bochechinhas rechonchudas foi uma explosão de alegria! Como o amor cresceu! Na verdade o amor cresceu a cada nova troca de fraldas, a cada banho dado, a cada novo passo conquistado!
No início eu a amava tanto que achava que já tinha chegado na completude do amor-de-mãe. Mas, vejam vocês como eu estava enganada, percebi que a cada dia que passava, o amor aumentava!Ser mãe hoje significa pra mim muitas coisas. E em todas elas eu estou em segundo plano. Primeiro eu dou o papá, sou a última a me arrumar, a segunda a dormir, fico sempre segurando o xixi.

Descobri que na maternidade, a melhor coisa mesmo é não ganhar, mas chegar em segundo lugar!
 

Encontro satisfação nas coisas mais bobas e corriqueiras: um coco bem grande e mole, em um arroto bem dado, no final de uma papinha, ou numa típica baguncinha. 


Às vezes cansada e com sono às cinco da manhã, fico observando a mãozinha dela segurando a mamadeira "como é bom estar acordada nessa brincadeira". 


O dentinho que morde meu dedo e me machuca, as mil e umas gracinhas da minha filhuca!
Nem sei onde guardo mais meus lenços, minha manicure já esqueceu meu nome, maquiagem? Só quando a feiura me consome!

O que é ser mãe? Acho que nenhuma mulher sabe o que é isso, acho mesmo que a gente vai gerundiando pela vida, vamos sabendo à medida em que vamos vivendo... mas uma coisa é plenitude: o amor de mãe não tem finutude! 



Sobre a Ursula: "Sou mãe da Valentina, que nasceu em 12 de dezembro de 2010. Divido meu tempo entre esposa, mãe e professora, dou aulas no Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), no Curso Técnico em Produção de Moda. Embora seja carioca, vivi 10 anos em Florianópolis e estou há 3 em Araranguá. Sou mãe de primeira viagem, o que me garante sempre muitas aventuras..."

Um abraço,
Ursula

Filhos em 3 tempos

Boa tarde pessoal! 
Segue abaixo uma reportagem acerca da criação de filhos de diferentes idades e da superação das dificuldades de uma gravidez na adolescência. Mostra como esta receita, às vezes muito amarga, pode também ser coroada de êxito, amor e felicidade. 

Fernanda e Alexandre Barsotti, que se casaram grávidos na adolescência, contam como fazem para educar os filhos com idades muito diferentes. FILHOS EM TRÊS TEMPOS No grupo de amigas de Fernanda Barsotti, 34 anos, ela é uma das maiores conselheiras quando o assunto é filhos. Não por acaso. Mãe de Aline, 20, Alexandre Lucas, 12 e Gabriel, 3, Fernanda estreou na maternidade muito cedo {ela teve Aline aos 14} e passou a maior parte da sua vida entre papinhas, sucos e lancheiras. Portanto, tem vivência de sobra nesta área. E hoje curte com o marido, o publicitário Alexandre, 39, uma família com filhos de três gerações bem diferentes. "Às vezes é complicado juntar todo mundo em um programa, porque os desejos são muito diversos. Mas posso dizer que é uma delícia acompanhar as histórias e as fases de cada um." Diz Fernanda, protagonista de uma história admirável. 

Aos 11 anos, ela começou a namorar Alexandre, que fazia parte da mesma turma do bairro Ipiranga, na zona sul de São Paulo. "Foi amor à primeira vista", conta rindo. No começo meus pais não me deixavam sair, mas depois de uns meses ele conquistou a família toda." Três anos depois, decidiram terminar e o rapaz, que foi viajar com os pais para Santos, amargou um fim de semana de lágrimas no litoral. Na volta, subiu a serra chorando porque queria reatar com a namorada. Voltaram e, meses depois, Fernanda descobriu que estava grávida. "Fiquei tão perdida e confusa que não tive coragem de contar para minha mãe. Eu e o Alexandre conversamos com a minha sogra, que marcou um jantar com os meus pais na casa dela para contar tudo", relembra. Depois do revelador encontro, no qual Fernanda tremia de medo da reação dos pais, os jovens decidiram se casar. Em nenhum momento, conta, houve pressão da família, mas o casal estava apaixonado e queria ficar junto. A aposta de amigos e parentes, porém, era de que a união não iria durar muito tempo. "Eu entregava o convite do casamento e as pessoas diziam na minha cara que não iria dar certo. Depois da cerimônia, que foi muito emocionante, passamos a morar num quartinho no fundo da casa da minha sogra, porque nossa casa não estava pronta. Acabei não curtindo a gestação e os preparativos, porque era um período de muita ansiedade. Eu ia à escola com o barrigão e ouvia fofocas de colegas, professores e vizinhos." Fernanda freqüentou a escola até dar à luz, de parto normal, Aline, que nasceu de oito meses. "Nós éramos duas crianças aprendendo a cuidar de outra criança e crescendo juntos", diz Alexandre. 

Nessa época, ele trabalhava o dia todo e estudava à noite, enquanto Fernanda cuidava da filha e da casa. Nenhum dos dois queria pensar em ter mais filhos. Essa vontade só chegou quando a vida começava a se estabilizar; "Aprendemos a ter uma casa e sustentar uma filha. Quando eu estava perto de 20 anos, nossa situação financeira melhorou e comecei a pensar em ser mãe novamente". Fernanda sonhava com um garoto. Alexandre, também. Em seguida, eles engravidaram e... era um menino! Dessa vez, ela comprou todo o enxoval e curtiu cada momento da gravidez. "Pude experimentar sensações deliciosas ao ver a barriga crescer e sentir o Alexandre Lucas se mexer. Com a Aline, que amei desde o primeiro instante em que vi, foi diferente. A gravidez precoce não me permitia viver essas emoções tão intensamente." O menino nasceu enorme {quase 4 quilos!}, também de parto normal, e trouxe nova rotina à história do casal. Para driblar o ciúme natural de Aline, a mãe fazia questão de incluí-la em todos os cuidados com o bebê, desde a preparação do quarto até a hora de fazer a papinha. "Quando comprava algo para o Lucas, trazia também para a Aline. Aliás, faço isso até hoje." 

Com o tempo e a casa bem estruturada para acolher os dois filhos, a vida incluía pequenas viagens românticas, estratégias que reciclavam a relação e davam um up no dia a dia. Formada em instrumentação cirúrgica e com outra faculdade a caminho, Fernanda fazia planos de ingressar no mercado trabalho, enquanto lidava com as necessidade da filha, já adolescente, e de Alexandre Lucas, com 8 anos. Não pensava mais em ter filhos até que... se descobriu grávida! "Eu estava tomando pílula e comecei a passar mal, por isso decidi parar. Um mês depois, engravidei." A surpresa encheu a família de alegria. "Estávamos mais maduros, havíamos alcançado a estabilidade, foi uma época bacana. Essa terceira gravidez foi também muito comemorada, embora tenha sido completamente inesperada", diz Alexandre. "A gestação foi muito calma, mas tive, pela primeira vez, que ficar em repouso absoluto no final. Eu queira arrumar as coisas, cozinhar, que eu adoro, mas ninguém deixava. Até o Alexandre Lucas, pequenininho, queria me ajudar", relembra Fernanda. Gabriel hoje está com 3 anos e é a curtição não só dos pais, como dos irmãos. "Como cada filho tem seu quarto, e o apartamento é grande, não há invasão de privacidade", diz Fernanda. Mas é o caçula quem hoje dá o tom na sala, que volta a ter brinquedos espalhados. "Nossa casa é à vontade e a prioridade sempre foi a criançada", confessa a mãe, que só agora decidiu contratar uma babá. Preocupada em atender as necessidades de cada filho, ela busca a integração da família o tempo todo. Se viajam, por exemplo, todos têm que ir. E, por isso, o destino é escolhido para agradar a diferentes idades. "Como não tinha babá, sempre adaptei a família a conviver em grupo da melhor maneira. Fazemos um círculo que inclui todos". 

Alexandre considera a experiência com a paternidade em três tempos distintos muito enriquecedora. "Aprendemos muito com eles, cada um em sua fase, com as descobertas próprias da idade." Com Aline, a sintonia é tanta que ela escolheu a mesma profissão do pai. Independente, a jovem trabalha em uma agência de propaganda e fez a mesma faculdade de Alexandre. "O fato de não termos muita diferença de idade só nos aproxima. Saímos juntos, vamos em baladas e nos divertimos em família". Com o Alexandre Lucas, os programas incluem futebol, surf {que o pai ama} e outras atividades 'de menino'. E o bebê é o foco do pai quando chega do trabalho. "É o momento de brincar com ele antes de dormir." Para o casal, a família formada precocemente e o casamento de 20 anos ajudaram a deixá-los ainda mais próximos, cúmplices e parceiros. "O segredo é que respeitamos o espaço do outro e valorizamos as conquistas de cada um", confidencia Alexandre. Fernanda, que lembra que o marido foi seu 'primeiro e único amor' _ "Primeiro beijo, primeira transa, primeiro amor"_ conta que é uma alegria quando as três gerações de filhos estão juntas, porque sua história fica completa: "Sou muito feliz e grata por essa vida cheia de acontecimentos tão bacanas."
Marcelo Vieira 
 Fonte: revista crescer edição200pg36

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Top Five do Desfralde



Simmmmmmmmm nada mais merecido que um TOP FIVE para o
DESFRALDE
Toda mãe sabe o que é isso, e quem ainda não passou, vai passar....
Tenho tantosssss post's bons sobre desfralde que poderia fazer uns 10 Tops Five, só sobre desfralde...
Então vou citar 5 e se vc tiver um post sobre desfralde, deixe  seu link nos comentarios...
Quanto mais podermos ler sobre o assunto, melhor qualificada ficaremos no assunto né...
No meu blog tb tem

Então chegaaaa de fraldaaaaaaaaaaaaaa


Quinto Lugar
Blog gravidissima


Quarto Lugar
Uma mãe e muita coisa


Terceiro Lugar
Educar com carinho


Segundo Lugar
Mãe: uma profissão maravilhosa


Primeiro Lugar
Coisa de mãe



É hora de dar tchauuuuu

Tchau para todas essas fraldassssss...


Beijossssssssssss
Dani Garcia

Mamãe, estou triste...



"[...] O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem ao amanhecer." Salmos 30:5

Esses dias minha filha chegou da escola muito triste, pois disse que havia se desentendido com uma amiguinha. Ela relatou que as duas discordaram numa brincadeira e a menina falou que não queria mais ser sua amiga. Ela pediu desculpas, mas a colega não aceitou, por isso sua tristeza. Conversei com ela, a consolei e oramos juntas sobre isso. No outro dia ela já chegou radiante, pois já estava tudo bem e as duas eram novamente amigas. Nada como ser criança!!!

Fiquei pensando nesse episódio e em outros que ela chegou abatida por alguma coisa, ou nas vezes que fica doente, como isso mexe comigo. Nós mães e pais desejamos na maior parte das vezes  passar a dor por eles, desejamos poupá-los de tristezas e sofrimentos.

Ver um filho sofrer é muito difícil pros pais, mas faz parte do crescimento. Nós também sofremos um dia por muitas coisas e por mais que nossos pais tentassem nos proteger, foi inevitável isso em muitos momentos.

Outro dia uma amiga estava me contando que o filho dela está passando por uma fase difícil na universidade. Ele tem se queixado em casa, tem andado abatido pois muitos colegas fazem pouco  caso dele. A mãe do rapaz se entristece ao ver o sofrimento do filho, então ora muito por ele e o anima do jeito que pode, para que ele se mantenha firme e não desista dos estudos devido aos problemas.

Deus quando nos vê tristes, abatidos, sente por nós. Ele deseja que fiquemos bem, consolados, animados e perseverantes. Por isso deixou na Sua Palavra inúmeras Promessas, para que os que O amam, possam estar fortalecidos em meio a lutas, provas e tentações.

Se hoje você se encontra desanimado e triste, deposite tudo isso aos pés do Senhor Jesus e deixe que Ele console o teu coração. Ore, chore na Sua presença e busque na Bíblia o consolo que precisas, pois as Suas promessas se cumprem na nossa vida, basta termos fé, crermos de coração e assim veremos o impossível se tornar possível. O nosso Deus um dia enxugará todas as lágrimas dos nossos olhos.

Um beijo carinhoso e uma semana de alegrias no Senhor.
Cida do *Compartilhando...
.

NÃO PERCAM, HOJE TEM TOP FIVE!!!!!!!!

TODOS OS TEXTOS ESCOLHIDOS ESSA SEMANA SÃO SOBRE UM ASSUNTO QUE AS MAMÃES COM CERTEZA IRÃO GOSTAR.

ELE VAI ENTRAR ÀS 16:00HS - ESPERAMOS VOCÊS!!!