domingo, 16 de outubro de 2011

Dicas para se livrar da cólica menstrual.

Oi,amores!Hoje eu trouxe dicas de especialistas para amenizar a cólica menstrual e assim tornar "aqueles dias" menos desconfortáveis.Pra mim,antes da gravidez,eram os piores dias da minha vida,eu ñ saía de casa,eu ficava de cama, só levantava pra ir ao banheiro,chorava dia e noite de dor,faltava desmaiar!Remédio nenhuuum adiantava,muito menos compressa.Só aliviava quando eu dormia.Enfim,o jeito era aguentar a dor.E o fluxo era incrivelmente constante.Depois da minha gravidez,o fluxo continua o mesmo até hoje(meu filho fez 3 anos), mais que intenso.Já a cólica,diminuiu 70%.Hoje já consigo fazer algumas coisas do dia a dia,como andar normalmente pela casa,já consigo as vezes ir na rua e hoje quando tomo um remédio,funciona!..

Achei algumas dicas de especialistas pois sei que muitas mulheres também sofrem assim.

cólica
Eles comprovam que na maioria dos casos a velha compressa de água quente sobre a barriga funciona como um bom analgésico.

Que a cólica menstrual é um desconforto - e tanto - todo mundo sabe. Mas você a entende de fato? O ginecologista Rodrigo Castro ensina como deixar "aqueles dias" menos piores. Confira:

O que é?

A dor abdominal no período da menstruação pode ser primária, sem causa aparente, ou secundária, um sintoma de problemas como endometriose e mioma uterino.

Como prevenir?

Pratique atividades físicas. Por liberarem endorfina, que diminui as dores.

Tratamento

No caso de cólica secundária, é preciso acompanhamento médico específico. Já a primária é tratada com anti-inflamatório e pílula anticoncepcional. Para saber os medicamentos ideais para você, procure um ginecologista.

Alívio caseiro

A velha compressa de água quente sobre a barriga funciona como um bom analgésico.

sábado, 15 de outubro de 2011

Meu bebê está crescendo!

Vocês que já me conhecem sabem que meus filhos tem hoje respectivamente 26 e 20 anos, então faz muito tempo que não vou ao pediatra. Mas essa semana acompanhei uma amiga em sua visita mensal pediatra da filha Raphaela. 
Foi muito engraçado. Já nem me lembrava mais que tinha que tirar a roupinha para pesar, medir ou o quanto é difícil colocar aqueles palitinhos (que agora são coloridos e com desenhos de bichinhos) na boca da criança para examinar a garganta, enfim....aquela rotina toda que vocês mães recentes sabem muito bem como é.
A Raphaela ficou muito boazinha. Riu para o médico. Ela tem apenas dois meses de vida!
Na hora de colocar a fralda minha amiga pediu um lenço umedecido para limpar antes da fralda ...........uah.........como se abre essa embalagem linda! rsrsrsr
No fim da consulta o pediatra disse que a Raphaela está muito bem e crescendo saudável, aliás...........ela tem o peso e a altura acima da curva...........rsrsr o que isso significa???? 


imagens do googler


Ao chegar em casa fui pesquisar.
As mamães do recanto e nossas seguidoras já estão carecas de saber o que isso significa, mas se você é mãe de primeira viagem, prepare-se pois vai ouvir muito sobre essa CURVA.
Segue o resultado da minha breve pesquisa.
Beijocas
Cris Chabes



Estes gráficos são um indicador destinado a monitorizar a saúde do seu filho. Nos primeiros meses, o seu bebé vai crescer a uma ritmo espantoso. Depois, a partir dos 12 meses, este pico de crescimento começa a abrandar. O rácio entre a altura e o peso é um bom indicador para detectar eventuais problemas de crescimento. Não é necessário pesar e medir o seu bebé todos os dias – uma vez por mês e/ou sempre que for visto pelo médico é mais do que suficiente.
Se os bebés dos seus amigos lhe parecerem maiores ou mais pequenos do que o seu, não se preocupe – cada criança possui o seu próprio ritmo de desenvolvimento.
A curva azul- refere-se à evolução dos bebés do sexo masculino
A curva rosa- refere-se à evolução dos bebés do sexo feminino.
Do lado direito de cada gráfico encontram-se os percentis, que indicam se o bebé está abaixo, acima ou na média dos valores para bebés da sua idade e sexo.
Saiba mais em Nestlê você ainda pode baixar o gráfico em seu computador

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

È só um brinquedinho?!?!

Foram poucos os brinquedos que eu mesma comprei para o meu filho porque hoje, com a cultura de consumo desenfreado, as crianças ganham muita coisa. Ganham presente quando nascem , quando fazem aniversario, no dia das crianças, quando vão ao supermercado, quando vão à farmácia, quando vão à padaria, quando cortam o cabelo, quando vão ao Mac Donalds, quando vão ao Habib’s, quando vão ao Girafas, quando vão às festinhas de aniversário de outras crianças, quando cai o dente, quando nasce o dente, quando tomam vacina, quando ficam doentes, quando o irmão nasce, quando vão ao dentista… E por aí vai. Na Páscoa já não vale ganhar ovo de chocolate (e quem liga pra chocolate?) sem brinquedo dentro.  Tem muito brinquedo na minha casa, muito. Quando eu tiro alguns do quarto do meu filho para vender, doar ou trocar ele nem percebe.
A maior parte dos poucos brinquedos que sobraram pra eu comprar é do tipo que ninguém daria de presente a ele : uma mini vassoura e um mini rodo, um bebezinho, uma banheirinha, uma pia com louças para lavar e um forninho microondas com comidinhas para esquentar. Queria comprar muitos outros “brinquedos de menina” tais como fogãozinho com panelinhas e comidinhas, carrinho de bebê que ele adora empurrar e bercinho pra ele colocar o bebê que ele já tem pra dormir, mas realmente estou com pouco espaço em casa para tanto brinquedo e nem acho que criança precise mesmo de tanto brinquedo assim.
Cada um desses brinquedos tem uma história pra contar das fases pelas quais o meu filho foi passando. A vassourinha e o rodinho foram comprados quando ele já conseguia ficar de pé e segurar a vassoura de casa pra imitar os adultos limpando a casa. A pia foi quando ele aprendeu a colocar a cadeira na beira da bancada da cozinha pra subir e fazer bagunça com água. O microondas foi quando ele começou a pedir para abrir e fechar a porta  e apertar os botões do forno de verdade na hora do preparo da mamadeira. E o bebezinho foi quando engravidei pela segunda vez e queria que ele fosse se acostumando com a idéia de ter um irmão ou irmã.
Todos os “brinquedos de menina” foram comprados e entregues na maior naturalidade, com a mesma expectativa de que ele gostasse.  Foi com a boneca como foi com o laptop, com a caixa de ferramentas e com o molho de chaves de carro com alarme igualzinho ao da mamãe. A maior parte dos outros brinquedos que tem no quarto dele não conta história nenhuma. Tem uns que ele gosta mais, tem os que ele não brinca nunca. Tem os de todo dia, tem também os barulhentos com aquela musiquinha irritante e que não estimulam nada. Ele brinca bastante de bibi, embora não tenha sido incentivado a gostar mais de carrinho que de blocos de encaixar ou fantoches. Também gosta muito de bichos e trens. Meu filho adora o carrinho de supermercado cheio de comprinhas que pedi para o meu pai dar de presente no Natal, desse ele não enjoa nunca, é incrível… E também adora a cozinhinha que tem no quarto do fundo da casa da avó.
Acho que não preciso explicar quão horrorizadas as pessoas ficam ao verem o Rafael brincando com essas “coisas de menina”, o quanto pode ser difícil ter de responder serenamente a comentários absolutamente irrefletidos.  Algumas vezes é impossível ser tolerante tamanha a brutalidade dos julgamentos, veneno puro.  
“Não, não estou matando as saudades da tenra idade nem curando meus traumas de infância às custas da reputação do meu filho. Não, meu filho não está ficando maníaco por limpeza e gostando de vassoura e pia de tanto me ver limpar. Não, eu não acho que menino que brinca de boneca “vira” gay. Alias pra falar a verdade eu nem sei se gay “vira” ou é. Não, eu não tenho medo que meu filho “vire “ gay. Olha e daí, se meu filho for ou “virar” ou resolver ser gay? Isso não me incomoda, eu não me preocupo com isso, eu nem penso nisso. Isso é escolha dele.  Vamos mudar de assunto? Ah peloamordeDeus ! Meu filho tem dois anos e eu só quero que ele possa brincar do que quiser. Filho, pode brincar com a bola do jeito que você tiver vontade. Não, não precisa chutar. Não, você não é retardado porque não sai chutando uma bola quando a vê, afinal é muito mais lógico para um bebê tocar a bola com a mão. Querida, meu filho pode ser jogador de volley, basquete, handball, você nunca pensou que há muito mais esportes que se praticam com mão na bola do que com bola no pé???? Ah, você nunca tinha pensado nisso? Ah, você não pensa? Filho, vamos embora do parquinho? O sol está muito quente e todos essas pessoas que ficam à sua volta tentando te obrigar a chutar  bola não passam de papagaios a repetir as mesma coisas sempre e sempre. Sabe o que é dona Cocota? Adoro pensar que meu filho vai ser um homem e tanto. Do tipo que se optar por ter filhos vai ser um baita de um pai que vai levar o maior jeito com criança. Que não vai ter que aprender certas coisas como ninar um bebê na marra e de uma hora pra outra. Pode ser que ele resolva também ser o tio mais legal do mundo. Meu filho não vai ser o machão clássico que diz que mulher esquenta a barriga na pia e esfria no tanque, não vai não. E se ele resolver casar Dona Cocota, vai dividir as tarefas com a mulher, tenho certeza. Se resolver não casar, saberá cuidar de si mesmo ou saberá respeitar quem fizer o trabalho domestico, seja quem for. Sabe Cocota, é por isso que meu filho brinca de boneca, de fogão, de panelinha. Não é pra virar gay, é pra virar Homem.”
Já começo a achar graça quando o assunto surge e inverto a posição do palhaço da vez rindo do que ouço e respondendo com ares de quem realmente sabe o que está fazendo, porque realmente sei.
Impossível permanecer indiferente, isenta, calada a essas oportunidades diárias de mostrar no parque, no comércio, no elevador ou onde quer que seja o quanto a formação que se propicia a uma criança pode e deve ser refletida, pensada, construída, reinventada, inclusive nas pequenas e mais importantes coisas na vida de uma criança.

Esse post megaaaaaaaa mara foi escrito pela queridona Elba do blog

Eu ja havia escrito um post sobre esse preconceito com os brinquedos principalmente quando são para meninos... http://omundodadanigarcia.blogspot.com/2011/02/nao-e-brincadeira-de-menino.html

beijãoooooooo
Dani Garcia

Educando a nova geração


Vemos de tudo quando ligamos a TV em algum noticiário. Mas fico extremamente assustada com o alto índice de notícias relacionadas à violência contra crianças e de filhos contra os pais. Na minha época ( mais de 30 aninhos se passaram...rs), uma palmada resolvia parte dos problemas e o resto ficava por conta de um bom castigo. Na minha época... Hoje em dia as opiniões se dividem muito e não existe nenhum método que possamos concluir que seja o mais correto. Por exemplo, existem as mães/pais que são à favor da palmada e as que são totalmente contra... Existem as que acreditam que um  castigo resolve e outras que afirmam que o diálogo contínuo é a melhor saída... Para mim está claro que a  geração que está se formando não pode mais se educada e ensinada como “na minha época”. Para essa galerinha que vem  por ai, estamos “sem manual” específico, sem referência definida e para nós, mães e pais deste século fica o desafio de tentar fazer um bom trabalho como pais com o que dispomos de conhecimento, crenças e valores. E ainda assim, acho que com acertos e erros não existem garantias de sucesso... Existem probabilidades apenas... Difícil tarefa né gente?


Quero dividir com vocês uma matéria breve que li sobre o tema, bem interessante:


A criação dos filhos é uma grande responsabilidade, principalmente para as mães modernas. Como saber qual melhor educação para os filhos? Qual a hora de frear e de liberar as crianças e jovens para novas experiências? Essas e outras dúvidas são comuns quando o assunto é a tarefa de criação dos filhos.
As maiores dúvidas são de ordem prática.

Até quando a criança deve usar chupeta? E fralda? Quando pode andar de ônibus? E sair sozinha? É como se as pessoas tivessem perdido as referências quanto a serem pais e mães, como se esperassem por uma resposta pronta, tipo manual do usuário para os filhos", explicou o psicólogo Miguel Gomes, do Centro de Pesquisa em Psicanálise e Linguagem, CPPL (PE).
O profissional explica que nas décadas de 70 e 80 os pais enfrentaram a autoridade paterna, mas a atual geração vive a experiência de criar os filhos sem uma referência marcante. "Vivemos um tempo em que os pais estão aprendendo a serem pais e mães em uma sociedade plural e democrática, na qual os laços de autoridade e respeito não estão construídos dentro de relações de hierarquia pré-estabelecida", disse.
Para o psicólogo, os maiores desafios de ser pai e mãe nos dias de hoje tem relação com a educação dos filhos sem medo de ser rígido quando houver necessidade. "Há temor pelos pais de que os filhos se coloquem contra eles em uma separação ou conflito, e eles tentam evitar isso com comportamentos excessivamente permissivos", afirmou.
Alguns pais desenvolvem o medo de que os filhos se desenvolvam sozinhos. "Devido à violência, muitos pais de classe média e alta protegem excessivamente os jovens, que não entram em contato com as durezas da rua e da relação com os outros adultos ou jovens", apontou o especialista.
Essa nova geração de filhos está totalmente ligada às tecnologias e aponta para a internet, que pode ser usada como ferramenta para a construção de novas relações democráticas e plurais. "As novas tecnologias têm a capacidade de aprimorar a comunicação entre as pessoas e de difundir a informação, o que permite aos jovens conhecer o mundo muito melhor do que a gente em nossa época", avalia o profissional.

Mas é preciso cautela para que o mundo virtual não se sobreponha à realidade. E esta realidade é fundamental para o amadurecimento dos jovens. "A internet é um elemento cultural muito importante e cabe aos pais aprender a lidar com ela em casa. Cada família encontrar seu jeito de lidar com ela, assim como aprenderam a lidar com os avanços culturais de outras épocas, como a imprensa, o carro, o telefone", concluiu Miguel Gomes.
Por Catharina Apolinário


Super Beijos!


quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Benefícios da natação para os bebês

Texto da Syduane, do blog Testes da Mamãe




Os pais ao matricularem seus filhos na natação têm geralmente em mente ensinar o filho a nadar, para terem a proteção do filho nas águas. O que muitos não sabem é que as vantagens são inúmeras. Estas vantagens ocorrem porque a criança, principalmente em seus primeiros anos de vida, passa por um processo intenso de desenvolvimento e maturação. Todos esses desenvolvimentos podem ser auxiliados e estimulados com a natação.
Coloquei Vinicius na natação com 7 meses, achei no inicio que ele não ia gostar, mais me surpreendi com o resultado... ele adora, as aulas são dois dias na semana (terça e quinta) e tenho certeza ao afirmar que é um momento de prazer e descobertas para ele, e um fator principal: a piscina é aquecida (muito importante principalmente no inverno). Eu entro com ele, junto com uma professora de natação e outros bebês. 
Desta forma, sei que ele têm condições de aprender com segurança, confiança, transformando o medo do desconhecido em um ambiente alegre e prazeroso. 

Algumas fotos de Vinicius na aula de natação junto com a professora:




A principio foi eu que sempre quis colocar ele na natação, pois sabia dos benefícios que a natação oferece, depois contei à pediatra e ela amou a idéia, me recomendou que continuasse com as aulas.
 
Alguns Benefícios: 
1-  Melhora a adaptação na água, aprimorando a coordenação motora, noções de espaço e tempo, prepara o psicológico e neurológico para o auto-salvamento, aumento da resistência cárdio-respiratória e muscular. 
2- Ajuda também a tranqüilizar o sono, estimular o apetite, melhorar a memória, além de prevenir algumas doenças respiratórias

3- Estimula o equilíbrio emocional, uma vez que se relaciona com outras crianças e outros adultos, favorece a sociabilização, a conquistar determinados objetivos, favorecendo a auto-estima. 
4-  Colabora como método preventivo de doenças do aparelho respiratório, na medida emque  aumenta a resistência, com a inalação de ar num ambiente úmido e quente como o da piscina, torna possível que o ar atinja as vias aéreas inferiores em melhor temperatura, umidade e limpeza, prevenindo, com isso, uma série de transtornos para os pulmões
5- Melhora problemas posturais, 
6- Ajuda a corrigir deficiências do sistema circulatório, 
7- Melhora as funções psicomotoras, como nos casos de crianças com asma ou bronquite

8- O bebê aprende brincando, a associa atividade física com prazer, fortalecendo sua auto-estima e autoconfiança

Cuidados necessários: 
1- Está com o programa de vacinas do bebê atualizado, 
2- Ter atenção às condições de higiene, segurança e conforto das piscinas, tal como a temperatura e o pH da água devendo estar, respectivamente, entre os 28ºC a 32 ºC e os 7,2 a 7,8, e deve ser tratada preferencialmente por ionização através de raios ultra-violeta e/ou eletrólise de sal para permitir um baixo teor de cloro, deve ter uma renovação de ar adequada para eliminação de cheiros e ar viciados (cloroaminas), 
3- Deve haver número suficiente de objetos com diferentes cores, tamanhos e formatos, o horário da aula não deve coincidir com os horários do sono e da alimentação da criança
4- Um dos principais exercícios realizados durante as aulas devem ser aqueles destinados à segurança dos bebês, tais como agarres e busca pelo apoio, incentivando ao auto-salvamento, sem falar nos exercícios tradicionais como flutuação, respiração frontal e nado cachorrinho
5- A música é um elemento importante na aula de natação: ela estimula a memória e aumenta o vocabulário do bebê. A musicalidade traz melhorias na coordenação motora, noções de ritmo e aprendizagem dos fundamentos: mergulho, flutuação, batimentos de pernas e braços

A Natação para bebês pode contribuir muito para a educação da criança, tornando-a mais participativa e independente. Pode proporcionar situações que aumentem e melhorem suas possibilidades motoras, afetivas e sociais, ajudando, desta forma no crescimento e desenvolvimento do bebê. 

Proporcione essa alegria a seu filho, coloque-o na aula de natação!!!

*A Syduane é mamãe blogueira do Vinicius, de 1 aninho.
@Testesdamamae

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Feliz dia das crianças!


Que tal fazer do dia de hoje um dia bem especial para os seus pequenos?  A dica é fazer algo simples, mas que faça com que a criança se sinta super feliz, valorizada, amada...
Um dia de qualidade junto ao seu pequeno, um dia de muita confraternização com a família!

  1. Que tal um piquenique em família? Veja como é simples aqui e aqui
  2. Uma culinária infantil especial ... eles adoram! Veja aqui
  3. Jogos e brincadeiras? Veja algumas aqui
  4. Atividades manuais : Pinturas , colagens, origamis... Veja algumas aqui e aqui 
  5. Que tal um cinema em casa com as crianças? Dicas aqui
  6. Passeios e diversão com a família...


Enfim, invente, crie... tenham um ótimo dia!

FELIZ DIA DAS CRIANÇAS!
Equipe Recanto

9 motivos para seu filho aprender a dançar


Por mamãe Genis


Quais os principais benefícios da dança para o desenvolvimento das crianças e adolescentes

Foto: dreamstime
Foto: Aprender a dançar ajuda na disciplina, coordenação e bem estar da criança
Aprender a dançar ajuda na disciplina, coordenação e bem estar da criança
O homem usa o próprio corpo de modo a ocupar o espaço e interagir com o outro desde que o mundo é mundo. No início, seguiu o instinto; aos poucos, descobriu o prazer; e há séculos aproveita técnicas e estilos especialmente desenvolvidos pela dança para explorar a riqueza de possibilidades inerente ao corpo humano. Porque dançar é muito mais do que movimentar braços e pernas sob o estímulo de um ritmo. "A dança permite conhecer o próprio corpo e, com isso, ampliar a capacidade de se expressar e de se comunicar do indivíduo, criando a autoestima que vai servir de base por toda a sua vida", realça Carmen Orofino, professora de dança no Atelier-Escola Viva, de São Paulo.

O simples ato de andar já é poderoso o suficiente para servir de alimento ao cérebro e, de tabela, contribuir para a nossa saúde. A dança? "Seus movimentos são mais refinados, o que determina a qualidade de alimentação que proporciona ao nosso corpo", garante o coreógrafo Ivaldo Bertazzo, há mais de 35 anos trabalhando com dança. A conclusão é uma só: quanto mais cedo uma criança aprende a dançar, mais possibilidades ela tem de tornar seu corpo "inteligente".

Dançar também ajuda a desenvolver emocionalmente quem tem pouca idade, combatendo inseguranças e estimulando a partilhar experiências com o grupo a que pertence. Crianças podem se exercitar em Dança desde os primeiros anos da Educação Infantil - e assim aprimorar habilidades motoras fundamentais para a evolução. Com a ajuda dos especialistas Carmen Orofino e Ivaldo Bertazzo, destacamos os principais benefícios da atividade. Conheça a seguir:
















A paz à todos e um forte abraço, mamãe Genis


Tô aqui também: