sábado, 24 de setembro de 2011

Dormir a noite toda!!!!

Antes do Marcelo nascer, eu dormia feito um passarinho. Grávida então, dormia mais ainda , de dia e de noite!
Mas assim que ele nasceu, as noites não eram mais as mesmas para mim.



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Além de ter que dar de mama, ainda tinha o choro das fraldas sujas, dor de barriga e aquele sorrisinho maroto de quem não está com sono, mas com vontade de brincar DE MADRUGADA??????
Eu fiz de tudo, deixava ele acordado de dia (quando conseguia), fazia chá para ele ter soninho, dava banho nele mais tarde para ajudar a ficar mais relaxado, mas nada adiantava. Ele realmente adorava as madrugadas.
Eu aos poucos fui me transformando em zumbi rsrsrs já não dormia de noite e nem conseguia ficar em pé de dia.



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Achei que passasse logo. Todo mundo dizia isso. Mas..............................só depois de um ano foi que ele dormiu uma noite inteira. E eu.....................fiquei acordada ao lado do berço tendo a certeza de que ele não estava doente ou coisa parecida, afinal aquilo era um milagre.





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Hoje, quando penso nestes momentos, parece que foi fácil, mas vejo minha amigas morrendo de sono pois seus filhos não as deixam dormir a noite.

E vocês, como foi essa fase...........ou como está sendo ???
Compartilhe com as mamães e papais blogueiros.
Beijocas
Cris Chabes

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

A fase dos Por Ques?


Por que você é flamengo
E meu pai botafogo?
O que significa
"impávido colosso"?

Por que os ossos doem
Enquanto a gente dorme?
Por que que os dentes caem?
Por onde os filhos saem?

Por que os dedos murcham
Quando estou no banho?
Por que as ruas enchem
Quando está chovendo?

Quanto é mil trilhões
Vezes infinito?
Quem é jesus cristo?
Onde estão meus primos?

Well, well, well
Gabriel...(bis)

Por que o fogo queima?
Por que a lua é branca?
Por que a terra roda?
Por que deitar agora?

Por que as cobras matam?
Por que o vidro embaça?
Por que você se pinta?
Por que o tempo passa?

Por que que a gente espirra?
Por que as unhas crescem?
Por que o sangue corre?
Por que que a gente morre?

Do que é feita a nuvem ?
Do que é feita a neve?
Como é que se escreve
Reveillòn? well, well, well, gabriel...(bis)

Adriana Partimpim - Letras

Aqui em casa agora é assim....
Por q? por q? Por q?
Dia e noite por ques? a toda hora? Por q???
É fantastico ver o quanto o Davi cresceu, o quanto ja sabe das coisas, o quanto quer saber tudoooo
Ele é muito curioso...
e não aceita um Por q simmmmmmmmmmm
Tudo tem que ser bem explicadinho...igual a essa musica da Partimpim ai em cima...
Eu amooooooooooooooooo
Mas cansa viu..tem horas q ja não tenho mais respostas... mas ele ainda tem muitas perguntas...rsrs

Beijossssssssssssssssssssss
Dani Garcia


Novidade na Blogosfera:




Um Clube para mães e pais blogueiros!

O Clube das mães e pais blogueiros é uma rede social voltada para os genitores presentes na Internet.
Você tem um blog, twitter, facebook? Então entra lá!

O Clube não substitui nenhuma outra Rede Social, sua intenção é, através da interação entre pais, proporcionar o crescimento dos blogs individuais.

Como?Participando de grupos:
  • Blogs: vamos nos seguir,
  • Facebook: vira meu fa e eu viro seu.
  • Me siga no Twitter.

Entre muitos outros, além de você pode criar seu próprio grupo!

O Clube também proporciona a agenda on-line “Anota ai”, que mostra os eventos que acontecem mundo afora na área da maternidade, Internet e empreendedorismo. 
Você quer anunciar seu sorteio? Saber o que andam sorteando na blogosfera materna? Participe do “Sorteio? To dentro”.

Quer gente avaliando seu blog? Dando dicas de como você pode melhorá-lo? Participar do TOP 10 da blogosfera materna? Saber como fazer do seu blog, um blog profissional? Temos estudado e buscado as melhores informações para trazer no Blog do Clube.

Venha participar com a gente, crescer com a gente! 

http://maesepaisblogueiros.com
Carolina Szabadkai & Daniela Correa


E você, ainda não participa? Corra e faça seu registro para participar também!
Beijos,
Equipe Recanto

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Maternismo, ou como quiser chamar


Escrito por Beatriz Zogaib, do blog Vida da Mami



Maternismo é uma palavra que não existe. Acabo de inventar. Porque acho perfeita para expressar o que vejo acontecer atualmente, assunto de algumas mães e revistas nos últimos meses. Um movimento meio invisível, mas forte como quem o promove quase sem intenção, as mulheres. O maternismo, uma continuação ou desdobramento do feminismo, assim como seu embrião, luta pelo direito da figura feminina, mas mais precisamente pelo da figura materna. E que direito é esse agora? O de escolher! Se queremos trabalhar fora o dia todo, ficar em casa curtindo a cria e cuidando da casa, ter um mom office, virar empresária, ou mudar a cabeça do chefe e conseguir flexibilidade nos horários. Só que tudo acontece discretamente, sem muito alarde, queima de objeto simbólico em lugar público ou união da "classe", de maneira que nem as envolvidas percebem.
Há tempos quero abordar o tema e depois de falar sobre a minha opção no texto anterior, achei que era a hora. Não é segredo para ninguém que sou um tanto quanto feminista (se isso significar defender mulheres com bom senso e não ser militante a favor de qualquer coisa que nos favoreça), mas apesar de ter certeza de que o feminismo foi positivo para a mulher atual, tenho a convicção de que naquela época deveríamos ter deixado bem claro que lutávamos pelos mesmos direitos que os homens incluindo o de ter autonomia para escolhermos a vida que mais nos agrada e o de merecermos respeito por ela. Acho que não fizemos muito bem isso, o que fez com que muitas de nós colocassem para si e para os outros que tinham de desempenhar todos os papéis desempenhados pela figura masculina, saindo cedo de casa e voltando tarde da noite depois de um dia exaustivo no emprego, mesmo não conseguindo se livrar de seu papel antigo e tendo muita coisa para fazer  ao voltar para casa.
Nós passamos a ter duas opções, ser uma cuidadora da família e do lar não valorizada e até chamada de madame, ou profissional competente que se desdobra em mil para jogar na cara de qualquer um que é tão capaz quanto o colega do sexo masculino. A sociedade passou a cobrar mais a segunda opção de nós e nós dela, sem deixar brecha para um meio termo, como ser dona de casa e mãe realizada e admirada por isso ou tornar-se uma profissional com cargos e horários alternativos mas não menos merecedora de boas recompensas.
O resultado foi uma sobrecarga em cima de quem é multitarefa mesmo, mas que não é de ferro. Sexo forte, mas frágil o suficiente para não aguentar a estagnação do papel masculino, que só agora (desculpem mas é verdade) começa a mudar de fato. Enquanto a esposa chega da rua como um furacão, arrumando bagunça de criança, lavando louça, colocando roupa para lavar, resolvendo um problema ao telefone ao mesmo tempo em que liga o ferro de passar na tomada e permanece atenta ao barulho da panela de pressão, o maridão geralmente liga a televisão atento aos gols da última rodada. Salvo excessões, e conheço muitas, é ou não é o que ainda acontece com várias de nossas conhecidas?
Há reclamações recorrentes, mas graças a Deus e a deusas, por outro lado há a grande parcela dos maridões que já acordaram e mostram seu lado cooperativo com louvor, mesmo que alguns ainda o façam com espírito de favor. Dar banho no neném, trocar fralda ou cozinhar é um "plus" para eles, já para nós, experimente não fazer tudo isso e ainda deixar a carreira de lado para ver o que acontece! No mínimo, será reconhecida como a mulher de alguém e não uma mulher com qualidades e interesses além do profissional.
Voltando à carreira, no último post comentei sobre a tendência mundial chamada work at home moms. Trabalhar em casa, não na casa. E isso acontece, como o nome já diz, quando temos filhos. Se é mãe, mesmo não tendo largado a profissão, sabe que nossas prioridades mudam, o foco de tudo se transforma e é por esse motivo que muitas de nós se voltam para o lar. E é aí que se encontra o ponto em que nasce o maternismo, quando escolhemos por maternar, priorizar nosso lado materno.
Engana-se porém quem pensa que o maternismo só existe quando deixamos a carreira. Não! Uma grande parcela inventa uma nova ocupação, descobrindo um talento que traz realização, sustento e a possibilidade de estar perto dos filhotes, working at home. Muitas devem ter passado a licença-maternidade matutando sobre o que fariam quando os quatro ou seis meses acabassem, outras optaram por deixar tudo de lado logo e se surpreenderam encontrando um interesse transformado em trabalho. Aí entra um outro movimento comentado e vivido por mães blogueiras, o das mães empreendedoras  ou mompreneurs. Quem disse que maternidade não é criativa? E olha que não tem nada de ócio...
Para quem não quer deixar de trabalhar, o leque de opções para continuar e manter o bem-estar ao lado de quem realmente importa é grande. Encontramos mães freelancers, pequenas empresárias que fazem do quintal sua empresa, donas de negócios virtuais, blogueiras profissionais e por que não contratadas? Sim, li em mais de uma reportagem que pequenas e grandes corporações começam a demonstrar preocupação com a fuga das mulheres do mercado convencional e já procuram segurá-las através de benefícios sedutores e muito bem vindos.
Deixados de lado motivos como salários ainda menores que os dos homens ou falta da tão desejada promoção, as profissionais femininas, motivadas pela própria qualidade de vida quando não tem filhos ou pela maior convivência familiar quando planejam ou já tem filhos, saem correndo de empresas quadradas e empregadores autoritários. Nem preciso reforçar que quando mães queremos mesmo esquecer que horas extras existem, escapar do trânsito ou cancelar congressos e reuniões de fins de semana... Não é por acaso que creches no próprio local de trabalho, flexibilidade na agenda, opção de trabalhar meio-período, trabalhar em casa um dia da semana ou em home office todos os dias, embora privilégios de poucas, sejam cada vez mais comuns indicando que podem vir a ser alternativas normais para todas.
Isso tudo é o maternismo! Um feminismo pós-moderno e materno, pré e pós-parto, pré e pós-maternidade, ou como preferirem chamar, mas certamente um chega para lá das mulheres, não necessariamente mães mas sempre motivadas pela possibilidade e planejamento de concretizarem uma maternidade tranquila. Mães e futuras mamães que andam se impondo diante dos olhos de todos para viverem a maior e melhor experiência de suas vidas como bem entenderem.
Para isso acontecer, nossos homens estão ajudando, seja os que já descobriram como deixar de ser das cavernas e nos apoiar de todas as formas ou os que ainda não econtraram o caminho do homem moderno e forçam as parceiras a brigar pelo que desejam. Hoje podemos dizer que estamos silenciosamente lutando e quase conseguindo conquistar o que queríamos lá atrás... Escolher o que é melhor para nós, dentro e fora de casa, como mulheres e mães, sem ninguém nos impor papel nenhum!



* Beatriz Zogaib é jornalista, blogueira e mamãe do Léo de dois aninhos.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Último mês de gestação

Decisões para o último mês de gestação.



A partir de agora as consultas médicas deverão ficar mais freqüentes, à medida em que se aproxima o momento do parto.
1º - Descansar muito. Esta é o lema do momento. 
2º - Comer algo leve antes de dormir, em pequena quantidade, como um copo de leite e uma bolacha. Assim, evita-se acordar com fome no meio da noite. 
3º - Usar roupas largas e confortáveis. Procurando dormir oito horas por noite. Faz bem à saúde. E, depois que o bebê nascer, vai ser mais difícil descansar. O ideal é dormir de lado. Prefira o esquerdo, porque nessa posição você não comprime a veia cava e não prejudica a circulação. Três travesseiros fazem toda a diferença. Coloque um sob a cabeça, um abaixo da barriga e outro, mais fino, entre as pernas.
4º - Escolher um pediatra e marcar uma entrevista nesse mês para conhecê-lo e ter mais intimidade na primeira vez que levar o bebê lá. Ele é o primeiro profissional que vai ajudá-la com o bebê. 
Como chegar a ele? Na maioria das vezes, por indicação. Amigos, familiares ou o seu obstetra são as pessoas que dão informações confiáveis sobre ele. Reserve o último trimestre da gestação para procurá-lo. Conversar com vários, mesmo que pelo telefone, ajuda a fazer comparações, perceber o estilo de cada um: se é disponível, simpático, prático, se faz o estilo paizão. Se é moderno ou conservador. Há até aqueles que visitam em casa. Escolher o médico antes não é garantia de sucesso - pode ser que depois de algumas consultas, já com o bebê, você descubra que gostaria de outro perfil. Mas a tranqüilidade de já ter para quem ligar no primeiro dia do bebê em casa não tem preço.

Com a aproximação do parto, chega o momento de decidir os últimos detalhes no 3º trimestre da gestação, chega enfim o grande momento, ápice da gravidez: o nascimento. Nós vivemos muitas sensações ao longo destes nove meses. Foram descobertas, medos, planos e sonhos. Tudo vivenciado com plenitude. Agora é hora de se deliciar com uma nova vida: A vida de Davi!

Abraços Paternos!
Marcelo Vieira
Fonte: revistacrescer.globo.com / google.images.com

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Ainda Estou com Fome

Fonte da imagem: Google

"Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber;" Mateus 25:42

Olá Querida(o)s!
Na sexta-feira eu li um poema onde senti Deus falando ao meu coração profundamente.
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Temos vivido dias com medo de nos aproximar das pessoas, pois é tanta violência, tanto assalto, que já nem sabemos se ajudamos a quem nos pede, ou se saímos correndo.
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Estou falando sobre isso porque li esse poema citado na sexta a noite, no sábado pela manhã eu fui pra igreja sozinha e ao estacionar o carro próximo a igreja, um catador de lixo estava vindo na minha direção. Ele estava sujo e carregava 2 sacos com lixos recicláveis. Meu coração doeu naquele momento, pois pra ganhar R$1,00 eles tem que catar muita coisa, então comecei a conversar um pouquinho com ele.
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Ele não estava pedindo, mas senti de ajudá-lo um pouco, foi uma quantia pequena, mas nesse instante aquele homem deu um sorriso tão lindo, mas tão lindo, que o seu rosto se iluminou.
Ele agradeceu muito e  me contou que estava muito feliz, pois sua esposa tinha tido naqueles dias uma menina, que havia corrido tudo bem no parto e que deram o nome de Tifany pra filhinha. Me falou que tinha que trabalhar agora o dobro pra conseguir dar o básico pra princesinha deles.
Nos despedimos e cada um de nós seguiu o seu caminho.
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Depois fiquei pensando que se eu não tivesse lido esse poema na noite anterior, é provável que eu saísse do carro rapidamente e me dirigisse a igreja, sem falar com ele, com medo que fosse alguém perigoso.
Claro que precisamos ter cuidado, mas naquele momento e naquele local, haviam pessoas transitando, outras nos portões, nada pra que eu ficasse com medo de me aproximar dele, mas nesses tempos a gente sempre fica com um pé atrás.
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Bom, nem preciso dizer que ganhei o meu dia com o sorriso dele, e por saber que Deus me conduziu pra ajudar um pai de família que provavelmente precisasse muito daquele pequeno valor. Se a esposa deu a luz recentemente, estava precisando se alimentar adequadamente, nem que fosse naquele dia. Sei que isso não é o suficiente, mas foi o que estava ao meu alcance pra fazer naquele momento.
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Ilustrei esse texto com uma foto da Madre Tereza de Calcutá porque ela  foi uma mulher que se doou em favor dos necessitados. Ela é um grande exemplo pra mim.
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Abaixo o poema que falou ao meu coração. Espero que ele faça você refletir também:

"Ainda Estou com Fome"

 

 Eu estava com fome e você formou um clube para discutir a minha necessidade.
   Eu estava preso e você se dirigiu silenciosamente à sua igreja e orou por minha liberdade.
   Eu estava nu e você questionou em sua mente a moralidade da minha aparência.
   Eu estava doente e você se ajoelhou e agradeceu a Deus por sua saúde.
   Eu estava desabrigado e você pregou para mim sobre o abrigo espiritual do amor de Deus.
   Eu estava solitário e você me deixou sozinho para orar por mim.
   Você parece tão perto de Deus; mas eu continuo com fome, solitário e com frio.
Anônimo.



Me despeço desejando a todos uma semana abençoada e de muita reflexão na presença do Senhor.
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Carinhosamente... Cida do *Compartilhando...



domingo, 18 de setembro de 2011

Super Nanny e suas 10 regras de ouro!

Cris Poli, a Super Nanny, revela as 10 regras essenciais para educar as crianças que toda mãe precisa saber!



1. Os pais são a autoridade da casa

Quem manda na sua casa? A resposta certa, segundo Cris Poli, a Super Nanny, deve ser: "os pais". E você precisa assumir a autoridade da educaçãoo dos seus filhos. Deve saber o que é melhor para ele e impor isso. Não deixe que os pequenos lhe domine.



2. Não tenha medo dos seus filhos

As crianças podem gritar, chorar, espernear, atirar objetos. Mas você não deve se assustar diante dessas atitudes e recuar. Se tomou uma decisão, continue firme nela. A cada passo que você recua, ele ganha um ponto na autoridade. Se não fizer isto, quando perceber, vai ser seu filho quem mandará na casa

 



3. Pais são responsáveis pela educação dos filhos

Não é a escola ou a babá ou a igreja que vai cuidar da formação dos seus filhos. Hoje os pais, por trabalharem fora, acham que podem terceirizar essa obrigação. Mas estão errados! Ninguém, além de você, tem a obrigação e o poder de formar o caráter do seu filho. Se ele andou aprontando, não adianta mudar de escola. Você é que tem de ensinar a ele o que e certo e errado.

 


4. Fale não para os filhos

Vivemos em uma sociedade com limites. E se você não ensinar isso para o seu filho desde pequeno, ele com certeza terá problemas para conviver com os amigos, professores e até familiares. Diga "não" a ele, por mais que ele chore, insista ou tente lhe chantagear. Afinal, ele vai ouvir muito "não" na vida e é bom já crescer acostumado.



5. Crie uma rotina para os filhos

Defina os horários das atividades das crianças. Assim, elas terão tempo para fazer tudo. Determine a hora de dormir, de brincar, ver TV e estudar. Não é para ser maníaco com horários, mas apenas organizar o dia para que seus filhos não deixem de fazer aquilo que você considera importante para a formação deles.



6. Brinque com seus filhos

Invista uma parte do seu tempo para brincar com as crianças. Brincar não é perder tempo, mas sim um momento precioso para conhecer e educar seus filhos. Perder, dividir, esperar são algumas das coisas que você vai poder ensinar a eles enquanto conquista sua confiança e amizade.

 


7. Escute o que os filhos têm a dizer

Seus filhos são de uma nova geração e muita coisa mudou. Por isso é bom escutar o que eles têm a dizer. Ouça os argumentos das crianças e tente ser flexível, entender o lado delas. Isso ajuda a criar o diálogo e construir uma relação de confiança entre pais e filhos. Mas saiba sempre que a posição final é sua e se discorda do ponto de vista dos filhos, pode e deve impor sua palavra.



8. Use apenas a força da voz

Nada de bater nos filhos! Isso não educa - assusta! Aprenda a falar com força para se impor aos seus filhos. Você pode colocá-los de castigo, sim, mas não pode machucar. Mandar para o quarto, tirar algo que ele gosta de fazer, tudo bem! Punir não é errado mas, agredir, sim. 



9. Não sobrecarregue as crianças

Tudo bem que os pequenos devem começar a se preparar desde cedo para o mercado de trabalho. Mas eles não precisam ficar estressados ainda na infância. Não exagere na quantidade de cursos e atividades em que matricula seus filhos, lembre-se que brincar é também muito importante para o desenvolvimento deles.



10. Dê pequenas responsabilidades aos filhos

Par ver seu filho feliz, você não precisa poupá-lo de todos os esforços e dar tudo o que ele quiser. Ensine-o a ter um pouco de autonomia e responsabilidade desde pequeno, para entender que precisa batalhar para conquistar algo. Faça com que ele guarde os brinquedos e as roupas. E a partir dos 6 anos, dê uma pequena mesada. Assim, ele vai aprender a dar valor para as coisas.

Beijos!



Michele Alves
contato: michele-saj@hotmail.com
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