quinta-feira, 7 de julho de 2011

O testemunho de um pai de muita fé...

Olá amigos do Recanto, tudo bem? Que a paz do Senhor Jesus esteja com todos vocês.

Gostaria neste momento compartilhar com vocês um pouco da minha história. Na verdade é um testemunho. Sou pai de primeira viagem e confesso que está sendo uma grande experiência de vida.

Feliz é o Homem que Persevera na Provação


"Feliz é o homem que persevera na provação, porque depois de aprovado receberá a coroa da vida, que Deus prometeu aos que o amam." (Tiago 1:12 - NVI)


Sou um homem casado, cristão e tenho uma filhinha que completou dia 14/05/11, 1 ano de vida.
 Pois bem. Minha esposa e eu casamos no dia 07/12/2008, após 6 meses de namoro. Isto mesmo, casamos após 6 meses de namoro. Para nós foi uma benção, apesar de alguns problemas familiares. Mesmo assim permanecermos firmes. Eu sempre achei que a melhor fase do casamento seria o início; o começo de tudo, porém eu me enganei. Não é tão fácil, mas, todas as dificuldades iniciais do casamento foi superada pela presença de Deus em nossa vida e pela paciência de minha linda esposa Carla. Aprendi muitas coisas com ela. Coisas que nem eu imaginada que um dia iria aprender como por exemplo: cuidar das finanças. Sempre tive dificuldades com isto.

E os meses foram passando. Após 9 meses de casados, minha esposa me deu uma notícia supreendente. Ela estava grávida!!! Esta notícia me deixou muito feliz, pois iríamos ter um bebê em nosso meio. Com a notícia, confesso que fiquei um tanto chocado, pois pensei comigo mesmo: "Eu, Vagner vou ter um bebê!!!". Fiquei pensando como seria ter um filho(a).

Passando-se os dias, a barriga da minha esposa começou a crescer. Havia uma sementinha plantada ali. Um "serzinho" que estava se desenvolvendo no ventre de minha esposa. Descobrimos que nosso bebê seria uma menina que, no entanto já haviamos decidido o nome no ínício do casamento. Mas o inesperado aconteceu!!! Minha esposa começou a ter dores, além de todos os sintomas normais de uma gravidez. Estas dores começaram a partir do 3º mês de gravidez. Não entendíamos o que estava acontecendo. Não tinhamos convênio médico e minha esposa estava sendo acompanhada por médicos da Unidade Básica de Saúde (UBS) com acompanhamento complementar no Hospital de Base de nossa cidade. Com o passar dos meses descobriu-se que minha esposa estava com Polidrâmnio (excesso de líquido amniótico).

Eu havia acabado de apresentar um trabalho científico na faculdade sobre Polidrâmnio e Oligoidrâmnio. Conhecia as causas desta patologia. Umas das causas seria a diabetes gestacional, porém, exames foram realizados e o resultado foi negativo. O problema seria então por causas genéticas que nem os médicos entendiam a razão.

Minha esposa continuou seu acompanhamento médico periodicamente e a gestação foi evoluíndo bem apesar das fortes dores. Até que chegou o momento do parto. As dores já estavam quase que insuportáveis quando foi levada pelo seu tio ao hospital. Eu estava trabalhando quando fiquei sabendo que já era o momento de ver nossa princesinha.

Fui até o hospital e a acompanhei praticamente em tudo. Ela passou por vários exames antes do parto. Os médicos disseram que nosso bebê estava sofrendo dentro do útero.

No centro cirurgico acompanhei todo o procedimento. O parto foi o cezariano, devido ao sofrimento fetal e da minha esposa. Foi um momento muito difícil pra minha esposa, pra mim e para a Rebequinha (este foi o nome que demos a nossa princesa). Durante o processo do parto, minha esposa começou a sentir dores e sua pressão começou a subir muito. Quiseram reverter a anestesia de Raquidiana para Geral, mas não puderam devido ao aumento da pressão. Os médicos tiveram muita dificuldade em retirar a Rebequinha do útero, pois sua cabecinha já estava passando pelo colo. Tiveram que reverter a descida dela para então conseguir retirá-la de lá. Ela foi retirada de dentro da minha esposa quase sem vida. Não estava respirando.

Tive que sair do centro cirúrgico e aguardar na sala de espera. Após algumas horas, o pediatra conversou comigo e disse que a Rebequinha nasceu com uma síndrome chamada "Pierre Robin", resultado de 3 mal-formações que são caracterizadas pelo queixo retraído e pequeno; língua retraída que impedia a passagem de ar para a traquéia; e uma fenda no céu da boca, comunicando a boca com as vias nasais. Estas características denomina-se Síndrome de Pierre Robin.

Fiquei bem desesperado com esta notícias e pude entender o por que das dores na gestação e o por que do excesso de líquido amniótico. A Rebequinha lutou a gestação toda com dificuldades para respirar e ainda não conseguia engolir o líquido amniótico. Esta foi a razão do acúmulo do líquido. Todo bebê engole o líquido amniótico. É um ciclo e, minha filha não conseguia isto.

Muito bem, resumindo, minha filha nasceu em 14/05/2010, às 03:20 horas. Teve que ficar alguns dias na UTI Neonatal, entubada para poder respirar. Sua língua a impedia de respirar. No 4º dia de nascimento ela passou por um procedimento cirurgico para a instalação de uma traqueostomia; que é um caninho colocado na garganta para ajudar na respiração. Ao mesmo tempo foi colocado uma sondinha pelo seu nariz ligando o estômago para passar sua alimentação. Ela não consegue deglutir por causa da língua e a fenda no céu da boca. Além de ser portadora de alergia grave a lactose do leite. O leite que ela usa chama-se Neocate (R$ 570,00 a lata). Ela consome em média 10 latas por mês, o qual é fornecido pelo governo, graças a Deus. Não pagamo por isto.

Nossa filha teve alta no dia 03/08/10, com a condição de adquirirmos equipamentos e materiais para suprirmos suas necessidades em casa. Tinhamos que passar seu "leitinho" por sonda através de um equipo de soro e frasco para dietas enterais de três em três horas, além de aspirarmos a secreção que acumula dentro da traqueostomia com um aspirador a vácuo várias vezes ao dia.

Após um mês de alta hospitalar, seu tratamento teve início quando tivemos que levá-la para a cidade de Bauru/SP em um hospital especializado nestes casos. Chama-se Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC) da USP, conhecido simplesmente como Centrinho. Lá, a Rebequinha passou por diversos exames para avaliar o seu caso, além de realizar uma cirurgia para corrigir seu problema de refluxo e instalar uma gastrostomia na sua barriguinha. Trata-se de uma sondinha instalada diretamente no estômago para a alimentarmos.

Desde então, a Rebequinha continua seu tratamento periódico no Centrinho - Bauru/SP. Ora está conosco em casa, ora minha esposa tem que ficar com ela em Bauru.

Atualmente minha filha ainda usa traqueostomia e gastrostomia. O leite utilizado começou a ser substituído pelo leite de vaca, aos poucos.  Quanto ás papas, permanece com preparo de alimentos sólidos batidos no liquidificador e coado com uma peneira fina. Tudo colocado através da gastrostomia. Não podemos passar alimentos sólidos por sua boca, devido a fenda palatina e falta de prática na ingestão de alimentos. Este mês a fonoaudióloga começou com os exercícios para a deglutição de alimentos pela boca, e já está conseguindo; não o suficiente para substituir a gastrostomia, mas já é um grande começo. Estamos animados!

Por ficar alguns meses internada, teve um atraso motor. Está fazendo fisioterapia respiratória e motora.

A Rebeca é uma gerreira. Já passou por muitas coisas no hospital. Já teve 5 pneumonias e hoje é uma menininha sorridente, brincalhona, esperta e inteligente. É ela quem nos ajuda a buscarmos forças em Deus para passarmos por esta prova até o fim. Ela é muito especial e muito linda também.

Meus amigos e irmãos, minha esposa e eu estamos bem cansados fisicamente, psicologicamente e espiritualmente, mas, mesmo assim estamos lutando e buscando forças em Deus para suportarmos esta fase. Oramos para ver o fim de tudo isto. Precisamos muito de orações. Por favor queridos, orem por nós.

Precisamos de muita força e sabedoria para lidar com tudo isto. Sei que vamos vencer esta batalha. Aliás, creio que o pior já passou. Temos fé no poder do Senhor e ver nossa Rebequinha sem traqueostomia, sem gastrostomia, respirando pelo seu narizinho e se alimentando pela boquinha. Queremos vê-la em breve correndo pela casa, cantando, gritando, conversando com a gente, etc.Conto com suas orações e, quando tudo isto acabar, volto aqui para testemunhar as maravilhas que nosso Senhor Deus nos proporcionou.

Se você está passando por provações e sente que está ficando difícil, NÃO DESISTA jamais!!! Isto significa que Deus está lapidando sua vida, purificando seu coração para torná-lo  uma pessoa melhor, a fim de prepará-lo para ser usado como jóia preciosa na terra que Jesus está preparando para ti. Somos especiais para Deus e Ele nos ama. Jesus disse que no mundo passaríamos por aflições. Mas orientou: "Tende bom ânimo, Eu vencí o mundo".

Por isso queridos, permaneçam firmes até o fim, pois Jesus está prestes a voltar e, todo o sofrimento terá o seu fim, juntamente com o autor de todo o mal deste mundo. Jesus te ama muito e tem grandes planos em sua vida. Orem por nós.
Que a paz de nosso Senhor Jesus esteja com todos vocês.

Fiquem com Deus.

http://nossosatos.blogspot.com/

Grande abraço.
Vagner Martines

Depois de recebermos esse e-mail emocionante não pude deixar de posta-lo.
Beijãooooooo
Dani Garcia
Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos."

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Palavras tem poder...

Google Images

 “Ah, moleque danado!”

Quando engravidei, uma amiga nossa recomendou muito um livro:
A auto-estima do seu filho, de Dorothy Corkille 
Ela estava tendo alguns problemas com o filho mais velho, na época com cinco anos, tendo inclusive que levá-lo ao psicólogo por causa desses problemas de comportamento. Ela leu este livro em meio a lágrimas e dor, reconhecendo o quanto havia falhado na criação do filho. Graças a Deus a tempo, hoje em dia ele é um garoto feliz e completamente transformado.
É um livro muito bom, mas não vou falar sobre ele hoje. 
O assunto de hoje é algo que muitas vezes pode trazer problemas futuros aos pais: as palavras usadas na correção dos filhos.

“A morte e a vida estão no poder da língua, o que bem a utiliza come do seu fruto” (Provérbios 18: 21)

Sei que não é fácil se dominar quando se está nervoso ou com raiva, mas é preciso buscar equilíbrio e domínio próprio quando corrigimos nossos filhos. Conheço pais que não se dominam e acabam amaldiçoando os próprios filhos através de suas palavras. 
Como pais, nós estamos ajudando na formação da auto-estima de nossos filhos, por isto nosso papel é importantíssimo e precisamos nos atentar à forma como corrigimos as crianças.
No lugar de criticar a criança, com frases como:
“seu burro”, “ficou surdo?”, “seu desobediente”, “você não tem jeito”, “seu preguiçoso”...
Devemos criticar apenas a atitude da criança quando fizer algo errado:
“foi muito errado o que você fez”...
Criticar a criança em vez de criticar sua atitude pode tornar a situação pior e muitas vezes fazer com que ela cresça sentindo-se realmente burra, preguiçosa, incapaz, uma pessoa sem solução... 
Há uns anos atrás eu fui líder de jovens na minha igreja e alguns adolescentes sentiam-se exatamente assim, devido às palavras que ouviram a infância toda.
Temos que ter muito cuidado com os rótulos que colocamos nos nossos filhos, usar mais palavras de estímulos:
“você vai conseguir”
“eu acredito em você”
Uma baixa auto-estima pode desenvolver nas crianças, sentimentos como a angústia, o desânimo, a preguiça, a vergonha, e outros sentimentos ruins, podendo inclusive causar depressão. Uma criança com boa auto-estima torna-se um adulto seguro e realizado.
Dicas para fortalecer a auto-estima do seu filho:
Teste para avaliar a auto-estima do seu filho que já for grandinho:

Beijinhos,
Lauri, do blog Nosso Danielzinho


terça-feira, 5 de julho de 2011

Como é grande o meu amor por você...


Post da Teca, do blog Doce Espera...

               Uma vez uma amiga, que é musicista, Maria do Carmo, me disse que há um estudo sobre a mãe cantar para o bebê ainda em seu ventre. Um gesto carinhoso que tem efeitos satisfatórios no desenvolvimento do bebê e que o ajudaria em seu aprendizado. Que a música, além de fortalecer o vínculo entre mãe e filho, transmite ao bebê segurança e tranqüilidade. A ‘clássica’ em especial, ajuda no desenvolvimento do cérebro do bebê e assim por diante.
            Como trabalho diretamente com música clássica, na maioria dos trabalhos da orquestra sinfônica, quando precisava estar junto dela, em ensaios ou concertos, lá estava Manuela ao som das notas refinadas, nos corredores onde ficam as salas de aula, foram meses ouvindo cordas, madeiras, sopros e metais. A música fez parte da rotina diária da pequena ao longo de toda a gestação.
            Também gosto muito de música, fico cantarolando o tempo todo e segundo minha amiga Márcia, são músicas que têm o poder de atormentar a cabeça alheia...rs, como é o caso das do tipo Sidney Magal, Jane e Herondy, Biafra, músicas do 'arco da velha', para atormentar mesmo...rs, mas confesso que gosto do tipo ‘brega’, entre elas algumas do Roberto Carlos.
            Nesse exercício que me comprometi a fazer, Manuela já tinha o privilégio de ser agraciada ao som de muita música clássica, então resolvi selecionar a música ‘Como é grande o meu amor por você’ para eu cantar a ela. Não sei ao certo se foi a mais acertada, mas na letra a mais sincera declaração de amor que poderia dizer ao meu tão esperado ‘anjo’.
            A todo instante lá estava eu, acariciando minha barriga, dizendo que ela tivesse a certeza de como era grande o amor que sentia por ela. E que não se esquecesse nem um segundo que esse amor era o maior do mundo.
            Um dia após o parto, ainda no hospital, andando no corredor, tentando driblar a insegurança de ser mãe de primeira viagem, me arrisquei a cantarolar a nossa canção, e a constatação foi certeira, acreditem se quiser, os olhos dela fitaram os meus (mesmo os estudos dizendo que só enxergam após os seis meses...rs). Ao longo dos meses era impressionante a expressão em seu rostinho ao ouvir a doce melodia. Aos poucos ela começava a interagir com sorrisos e barulhinhos, era nítida a sensação de aconchego e de bem estar. Todo mundo ao nosso redor, em especial o meu pai, pedia repetidamente que cantasse e cantasse, inclusive aos seus clientes e depois todo mundo passou a cantar junto comigo. Em casa a canção mudou para ‘como é grande o ‘nosso’ amor por você’.
            Hoje é a pequena Manuela que canta junto comigo. É ela que muitas vezes dá a entonação na música. Algumas vezes chega a cantarolar também quando juntas estamos realizando alguma tarefa, e para isso conta ainda com o apoio da avó paterna, já que essa é movida à música.
            Ainda não sei ao certo se a música no ventre ou em seu cotidiano servirá para colhermos bons frutos futuramente, mas o que realmente importa é que afinados ou não, com repertório clássico ou brega, ouvir agora aquela voz tão doce se juntar a nossa numa canção é uma experiência no mínimo mágica.


*A Teca é mãe da pequena Manoela... além de ser arteira: ela faz lindas peças artesanais e as dispõe para venda em seu blog.


Equipe do Recanto

Apenas 100 dias...



Teoricamente faltando 100 dias para a chegada do Davi, eu e Meiryele nos deparamos com um monte de dúvidas e receios típicos de pais de primeira viagem. 

Dia 31 de janeiro de 2011 quando confirmamos a gravidez, vimos a gestação como uma descoberta, uma surpresa. Várias vezes me peguei pensando e me indagando: "Como será daqui pra frente?" 

Esta resposta ainda não temos, mas já sentimos o quão bacana será descobrir e viver este sentimento no dia a dia. Ou melhor, no noite a noite. Poxa vida, já não aguento mais nos falarem que nunca mais dormiremos na vida. Que temos que dormir ao máximo agora. Porque depois... Essas e outras pérolas a gente escuta sempre. Mas, invariavelmente, junto desta pérola, vem o sonoro e verdadeiro dizer: "Mas vale muito a pena. Ver o sorriso, o carinho, o apertar dos dedos... não tem preço!"

Voltando aos nossos receios, eles são facilmente justificáveis. O mundo em que vivemos, cada vez mais assustador, intolerante e perigoso é o ponto crucial da nossa preocupação. Como educar um filho para um mundo tão "deseducado". Como ensinar o que é certo e o que é errado, se muitas vezes nem nós mesmos sabemos. Esses questionamentos dão um nó na cabeça da gente e nos fazem refletir sobre a real responsabilidade de colocar um filho no mundo. 

Esta é a palavra: responsabilidade. Meu filho, é minha responsabilidade e carece de que eu a propague na minha casa, na minha rua e na minha vida. A educação e a tolerância como princípios fundamentais para suportar o que a vida se encarregará de mostrar no futuro. 

Acredito que trocar fraldas, dar banho, ficar sem dormir, zelando pelo sono infantil e ingênuo, creio que isso vai ser fichinha perto do que será o maior desafio: educar e preparar seu filho para o mundo. 

É preciso coragem. 
Nos lançamos ao desafio e nossa bandeira será cumpri-lo. Isto feito, é porque conseguimos cumprir nossa missão.

Do fundo da alma, acho que vivemos mesmo é para isto. 

Abraços Paternos!


Fonte Imagem: www.google.images.com

segunda-feira, 4 de julho de 2011

O meu papai sabe o quanto eu posso carregar...

Fonte da imagem: Google

"Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo." Filipenses 1:6

"Um homem foi fazer compras em um supermercado. Seu filho pequeno, seguia-o um pouco atrás, levando uma cesta grande na mão. Seu pai ia colocando, uma a uma, coisas na cesta que o filho carregava.
Uma mulher, que também fazia compras no mercado, ficou incomodada com aquilo e disse: "Não é uma carga muito pesada para um menino pequeno como você?"
O menino, voltando-se para a mulher, respondeu: 'Oh, não se preocupe. Meu papai sabe quanto eu posso levar.'

Da mesma maneira, Deus conhece nossas limitações e não nos dá fardo algum que não possamos levar. Muitas vezes nos queixamos dos problemas que enfrentamos e lamentamos que Deus nos deixe entregues a fardos excessivamente pesados. Chegamos até a dizer que o Senhor não se importa com nossas aflições e que não nos ajuda a vencer as tribulações que tanto nos angustiam. Mas será isso verdade? Está realmente Deus nos sobrecarregando? Está Ele ignorando nossas lutas?
A resposta é, com certeza, não! Ele nos ama e deseja o melhor para nós. Ele permite que passemos por provações para que sejamos fortes e mais do que vitoriosos."

Desconheço o autor.

Sou uma prova disso, de que DEUS não permite que os problemas, que um fardo, seja pesado ao ponto de não conseguirmos carregar. No momento que não temos mais condições de suportá-lo, Ele vem com Sua poderosa mão e retira. Durante o tempo que passamos por um problema, temos a oportunidade de nos fortalecer, de buscarmos Sua presença de tal forma que vivemos experiências maravilhosas, que nos ajudarão e muito no futuro. Como o texto diz, o Senhor nos ama e deseja que sejamos mais que vitoriosos. Ele não vai permitir algo que não possamos aguentar. Na hora certa Ele dá o alívio que precisamos.

Querida(o), se você está passando por uma situação assim, em que o fardo está pesado demais, não desanime, pois o Senhor está vendo e Ele sabe o que é melhor pra você. No momento certo Ele te dará o livramento, então não murmure, mas agradeça, pois sairás dessa provação fortalecida(o).

Abraços carinhosos e que o Senhor nos abençoe e nos guarde a cada dia!

Cida do *Compartilhando...

sábado, 2 de julho de 2011

Preocupação de mãe cresce com os filhos!!

     
     O pessoal aqui no Recanto já conhece meus filhos, mas para quem visita esse blog pela primeira vez, meus "bebês" Marcelo e Rafael, tem respectivamente 25 e 20 anos. Eles já cresceram e inevitavelmente bateram asas.
     O Marcelo já morou um ano fora do país, terminou a faculdade e atualmente mora com mais dois amigos, numa opção por independência e por ficar mais perto do trabalho. O Rafael está no 3o. ano de Economia e também conquistando seu espaço no mercado profissional.
     Mas uma coisa nunca muda para as mães, eles crescem, mas no fundo continuam "filhinhos".
     Sou igual a todas as mães e vou contar um segredo (que todas as mães fazem rsrssrsr) também mando eles levarem blusa porque vai esfriar, pergunto se querem comer alguma coisa, faço os pratos prediletos, compro roupinhas (que eles acabam trocando porque tem seus próprios gostos agora) e dou bronca se for preciso.
     Quando eles são pequenos as preocupações são com a saúde (febre alta, rinite, asma, viroses, e outras mais graves), escola e amigos, etc. , mas conforme eles crescem nossas preocupações também crescem. 
     Há coisas que deixam as mães de "filhinhos" adultos muito preocupadas, como por exemplo: chegar tarde em casa (depois da  meia noite), baladas e barzinhos com amigos (bebidas e brigas), viagens (pegar estrada) e todos os horrores que assistimos na televisão (assalto, sequestro, violência gratuita).


    Quando era adolescente, minha mãe escutava um programa no rádio narrado pelo apresentador "Gil Gomes". O cara contava todas as notícias ruins e reais que aconteciam, mas fazia um drama na narrativa que deixava minha mãe louca. Eu insistia que ela parasse de ouvir aquela estação, mas não adiantava.
     Hoje entendo minha mãe perfeitamente e com certeza rezo tanto quanto ela fazia, mas não deixo de dar as recomendações quando eles viajam ou saem.
    Assim, aproveitem cada fase da vida de seus filhos, todas são maravilhosas, mas na fase adulta deles, espero que vocês encontrem a sabedoria e o equilíbrio necessários para deixá-los "bater asas" enquanto pegam a blusão para o caso de fazer frio!!

Beijocas
Cris Chabes