terça-feira, 31 de maio de 2011

Que brinquedos comprar para nossos filhos?


JM ganhou muuuuuuuuuuuitos brinquedos no aniversário de 1 aninho. Muitos deles estão guardados ainda, pois não estão de acordo com a faixa etária em que ele se encontra. Tem brinquedos recomendados pra crianças acima dos 4 anos!! Esses ficarão um bom tempinho guardados...
Eu observo como ele gosta de brinquedos coloridos e principalmente bolas. Ele tem 5 bolas diferentes e quando tem que escolher um brinquedo pra levar pra escolinha no Dia do brinquedo, tenta agarrar todas elas de uma vez pra poder levar. Dá uma dó...rsrs
Eu sempre me preocupo com o aprendizado do JM e se os brinquedos que ele tem estão favorecendo seu desenvolvimento. Acho que isso é uma preocupação geral das mamães e dos papais e  por isso achei bem legal esse artigo publicado na Educação em Foco.
 
 

Todos os  pais deveriam saber que os brinquedos não foram feitos só para entreter, principalmente nas primeiras fases da infância. Quando a criança brinca, ela estabelece uma série de construções mentais e aprende muito.
Por isso é importante saber escolher os brinquedos adequados para cada idade, pois só assim a criança terá os estímulos e aprendizados adequados a sua faixa etária.

Podemos separar a infância em três ciclos entre 0 e 6 anos. Pois a partir dessa idade a criança já elaborou mentalmente uma série de construções e que os estímulos específicos não são mais tão necessários.

No primeiro ciclo (0 a 2 anos), a criança prioriza o instinto. No segundo ciclo (2 a 4 anos) ela já começa a unir esse impulso com os pensamentos, e no terceiro ciclo (4 a 6 anos) a criança já é 100% estratégia, entende, portanto, como agir com base na razão. E os brinquedos devem acompanhar essa lógica.
A qualidade do brinquedo é preferível é melhor ter poucos brinquedos de ótima qualidade do que muitos, mas ruins. O ideal é dar preferência por brinquedos que não corram o risco de soltar tinta ou quebrarem com facilidade - afinal, se quebrarem em pedaços pequenos, o risco de acidentes é grande.
Vejamos agora quais os brinquedos mais recomendados para cada um dos ciclos e por que investir neles:

 De 0 a 2 anos

Nesse período da infância a criança está passando por sua fase de expressão oral, ou seja, de interação com o mundo. A pedagoga afirma que nessa fase a criança deve ganhar brinquedos que agucem essa interação.

Os brinquedos devem proporcionar associações, processo chamado de conflitos cognitivos, que nada mais são do que o reconhecimento de uma ação. É simples. Por exemplo, a criança começa a jogar uma bola no chão e percebe que a bola volta para ela.

Dessa forma, a criança reconhece que toda vez que jogar a bola no chão, ela volta. A partir desse conflito cognitivo acontece a intencionalidade, ou seja, a criança cria a intenção de praticar o ato. No caso da bola, ela começará a jogar a bola no chão com a intenção que a bola volte para ela.
O que é importante priorizar na escolha do brinquedo: objetos grandes, leves, arredondados, que despertem a atenção de alguma forma (fazendo barulho, com cores diversas, que tenham um formato diferente).


De 2 a 4 anos

Nessa fase a criança já consegue se separar do adulto e perceber que é um ser único, portanto, seu repertório cognitivo é ampliado.
E os pais devem acompanhar esse desenvolvimento, oferecendo ao filho um repertório igualmente variado. Os pais já podem oferecer brinquedos que explorem o intelectual da criança, como quebra-cabeças ou brinquedos de encaixar.
É importante também inserir nas brincadeiras da criança o mundo ao qual ela está acostumada. Um bom exemplo são brinquedos com figuras ou uma temática que ela conheça. Dessa forma, você atribui um contexto ao brinquedo para que a criança possa fazer associações.

 De 4 a 6 anos


Aos quatro anos é como se o mundo da criança se descortinasse pra vida. Ela começa a ter autonomia para tomar decisões e fazer escolhas. 

Diferente da oralidade inicial, onde a criança parecia colocar tudo "para dentro", nessa fase ela expõe tudo o que pensa. Os brinquedos dessa fase da infância devem explorar isso. Nada pode ser óbvio para a criança, que deve encarar grandes desafios.
Os brinquedos de montar, por exemplo, já podem ter peças menores e em maior quantidade, entre 50 e 100. E os jogos de memória podem ser mais complexos.
Os jogos devem despertar a mente da criança, que terá de pensar para interagir com a brincadeira invista em jogos de tabuleiro, adivinhas, caça ao tesouro e tudo o que explore a criatividade e o intelectual da criança, que a faça pensar.
O que é importante priorizar na escolha do brinquedo: a fantasia. Quando a criança representa um papel, ela constrói a identidade dela como pessoa.
Nessa fase, bons brinquedos são objetos da casa em geral, como calculadoras, óculos, bolsas, embalagens de alimentos, entre outros. Tudo o que possibilite a criança brincar de gente grande.

Referencia: Revista Minha vida
Regina Gregório

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Quantos filhos quero ou devo ter?

Fonte da imagem: Google

Uma coisa que eu acho de suma importância, é na época do namoro, o futuro casal conversar sobre a quantidade de filhos que desejam ter. É muito frustrante quando não definem essa questão e se casam, daí um quer ter 2 ou 3 filhos e o outro nenhum, ou 1 apenas.
Mesmo que se amem, isso pesa, pois um sempre vai ficar insatisfeito.
As pessoas tem que ter essa consciência, filhos não são bonecos, objetos descartáveis. Filhos são pra toda vida e vai depender de nós a formação desse novo ser.

Quando eu e o meu marido estávamos começando a namorar, deixei claro que eu tinha problemas no útero e talvez nunca pudesse ter filhos. Eu orava sempre a Deus que Ele me desse um esposo que não fizesse questão de ser pai, devido a esse problema. Meu marido veio sob encomenda, pois não tinha problema isso pra ele.

Depois de muitos anos de casamento eu engravidei e foi uma grande surpresa, uma festa. Nossa filha foi um presente de Deus! O médico disse que era incrível eu ter engravidado e agora podia quem sabe ter outro filho se desejasse.

Confesso a vocês que se eu não tivesse esse problema e tivéssemos sido pais mais cedo, teríamos pelo menos mais um filho, porém como engravidei mais tarde, optamos em ficar só com ela. A idade pesou, pois se fosse pra ter outro, teria que ser logo em seguida e não estávamos com tanto pique pra tentar ter outro filho num curto espaço de tempo.

Quando as pessoas me perguntam: "Quando vocês vão dar um irmãozinho pra sua filha?"
Eu já nem tenho mais ânimo pra responder, visto que já respondi isso milhões de vezes!!! rsrsrs.

Fico super feliz quando tenho notícias de amigas que engravidaram do segundo, terceiro, ou mais filhos.
Mas acho que esse é um assunto muito particular do casal, cada um sabe das suas condições.
Condições que eu digo não são só as financeiras, mas de saúde, de ter tempo pra se dedicar a esses filhos, ter disposição pra educá-los, paciência, enfim, condições gerais do casal.
Se vocês me perguntarem: A sua filha pede um irmão?
Respondo: Pedia, mas agora não fala mais sobre isso, pois ela conheceu na escola vários amigos que são filhos únicos e viu que não é só ela que está nessa condição.  

Quando eu nasci, meus dois irmãos já eram adolescentes, eu fui a temporã, como muitos dizem, então era como se eu não tivesse irmãos (no bom sentido), pois nunca brincava com eles. A diferença de idade era muito grande. Lembro muito da minha amiga chamada Débora, ela se criou comigo, como irmã. Ela era um ano mais nova do que eu e vivíamos juntas.

Eu vou ser bem sincera pra vocês, sou uma mãe muito feliz, mesmo tendo apenas uma filha. Se eu tivesse tido ela antes do que tive, acredito que teria outros filhos, gosto muito de crianças, mas não foi possível, então não fico pensando: "Ai que pena...a minha filha vai ser sozinha sempre, sem irmãos..."

Não penso isso mesmo, pois cada um tem a sua história e desde que ela nasceu eu oro para que o Senhor coloque amizades segundo o coração dEle no seu caminho. Que ela tenha amiga(o)s mais chegada(o)s que um irmão, como a Bíblia diz.
"...., mas há amigo mais chegado do que um irmão." Provérbios 18:24.

E vocês, já se questionaram sobre isso? Já resolveram entre vocês quantos filhos querem ou devem ter?
Sim, porque o casal pode almejar ter 3 filhos, mas a situação financeira, ou outros motivos, só permite ter 2. Nem sempre querer é poder não é mesmo?
O meu desejo é que cheguem a uma conclusão que seja boa tanto pro casal, quanto pros filhos, pois isso é o que importa!
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Me inspirei pra escrever esse texto por 2 motivos e um deles foi um post que eu li aqui no Blog Bebezo Andrea.

A todos que nos acompanham, eu desejo uma feliz semana e que Deus esteja com cada um, cada família, fazendo grandes obras em seus lares.

Carinhosamente...Cida do *Compartilhando...



sábado, 28 de maio de 2011

Parto Normal ou Cesárea

Meus filhos, Marcelo e Rafael, nasceram de parto cesariana. O primeiro não estava na posição correta para o nascimento normal e o segundo, como seria o último, eu optei pela cesariana pois faria uma laqueadura. Mas em ambos os partos eu senti contrações e dores que nem gosto de lembrar. Ser mãe superava tudo.

Uma super amiga está quase na hora de receber em seus braços a Raphaela e seu médico optou pela cesariana, devido a algumas situações que ele quer evitar.



Então fiquei pensando quais os riscos e benefícios entre o parto normal e a cesariana? Pesquisei e encontrei um site muito bom segue o texto e o link

O momento do parto é um dos mais delicados para a mãe e o bebê, mas os avanços tecnológicos e o acompanhamento médico durante a gestação permitem à mulher opções diferentes, de partos confortáveis e seguros.

As imagens ou cenas antigas que retratam o momento do parto mostram, na maioria das vezes, a mulher sofrendo, entre contrações e dores, até ter nos braços seu bebezinho chorando. Hoje em dia, principalmente nos grandes centros do país, essa cena pode ser completamente transformada e, de acordo com a saúde da mulher, é possível que ela escolha como quer viver essa experiência. “Os avanços, tanto para os partos normais como para as cesarianas, são muitos nos dias atuais”, afirma Adriana B. Campaner, ginecologista e obstetra da Santa Casa de São Paulo. “Existem situações em que a cesariana é necessária, como nos casos de descolamento prematuro de placenta ou de placenta prévia – quando a mesma está localizada na frente do colo do útero. A cirurgia também é indicada quando a gestante apresenta problemas de dilatação, tem hipertensão arterial, já passou por duas ou mais cesarianas – quando há risco de rompimento do útero –, entre outros”, explica ela.

A ginecologista ressalta que a gestante precisa conhecer as diferenças entre esses dois tipos de parto. Ela deve estar informada e orientada por um médico para escolher a melhor maneira de dar à luz. “O parto normal apresenta recuperação muito mais rápida. Já a cesárea, possibilita que a família programe a hora da chegada do bebê, mas há o risco de infecção cirúrgica, por exemplo. “A maioria das mães com poder aquisitivo mais alto querem programar a data de nascimento do bebê e driblar a dores do parto normal”, afirma Adriana.
O parto normal é reconhecido por médicos como o mais natural e menos invasivo, pois acontece na hora exata em que mãe e filho estão preparados e, atualmente, as inconvenientes dores podem ser amenizadas por meio de anestesia. “Hoje, aplica-se uma anestesia especial que não impede as contrações.
Entre as vantagens da cirurgia cesariana, está o controle maior de todo o processo de parto, o que permite intervenções médicas mais rápidas. O incômodo está no pós-parto, já que o período de recuperação e cicatrização pode durar de uma semana a dez dias. A anestesia usada ultimamente retarda as dores pós-operatórias por até dois dias.

A escolha entre cesariana e parto normal pode ser complicada, mas os médicos garantem que o mais importante nesse momento é haver interação e confiança entre a gestante e o médico. “O diálogo aberto é a atitude mais apropriada para ambos, já que o médico precisa conhecer completamente o estado da gestante, e esta precisa confiar na indicação do profissional ou ser orientada para realizar a melhor escolha”, conclui o pediatra.
Beijocas
Cris Chabes

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Recanto na mídia

Oiii gente, tive o imenso prazer de ser entrevistada no dia das mães pela TV Unisinos...






genteeeeeeee descobri q minha voz é bem feia e rouca...kkkkk

bjusssssssssssssss
http://omundodadanigarcia.blogspot.com/
http://recriandocomdani.blogspot.com/

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Pesquisa sobre Fraldas e Assaduras.

A Clínica Dr. José Bento está realizando esta pesquisa para entender melhor os principais métodos utilizados para a prevenção e o tratamento de assaduras. Sua participação contribuirá para orientar os estudos de novos métodos preventivos, para o bem-estar do seu filho – e a tranquilidade dos pais. O questionário é simples, leva menos de 5 minutos para ser respondido.


Segue o link para quem quiser participar.


http://www.semassaduras.com.br/

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Super bebê contra o hemangioma

Texto de Katrine, do blog Meu pequeno Téo

Já senti na pele o que é temer pela vida de um filho. Não aquele medo abstrato que a gente sente de perder quem a gente ama. Senti de perto, de um jeito tão palpável como preferia nunca ter sentido. Téo nasceu com um tipo raro e perigoso de hemangioma. Esse nome serve para muitas coisas, desde manchinhas avermelhadas inofensivas até tumores que podem causar seqüelas e, em casos extremos, risco de morte.

Você deve estar pensando “meu filho tem um hemangioma!”. Muuuuitos bebês nascem com marquinhas avermelhadas na pele que somem logo. Outros nascem com uma mancha cor de vinho. Você também deve estar lembrando de um conhecido ou alguém que viu na rua com uma mancha no rosto. Tudo isso é chamado de hemangioma. A cada cem crianças, três a cinco nascem com hemangiomas. É três vezes mais comum em meninas. A maioria não traz grandes perigos, a não ser estéticos. Mas Téo, um menino, nasceu com um. O tipo mais agressivo. Ficava no lábio superior e foi crescendo. Quando ele estava com um mês, estava do tamanho de uma azeitona e apareceu uma ferida no local.
Ninguém nunca nos alertou sobre a chance daquela manchinha ser algo perigoso. Nenhum dos médicos que o viu nesse primeiro mês de vida. Quando a ferida apareceu, meu pai ligou para um primo de Minas que é pediatra, e ele nos disse que poderia ser grave. Era sábado. Na segunda, tentamos levá-lo na nossa pediatra, mas não tinha horário. Ela nos indicou um médico que tratava hemangiomas no Hospital Materno-Infantil, um hospital público aqui de Brasília. Fomos até lá na terça. Ele nos atendeu nos corredores, como um encaixe, já que estávamos muito preocupados.
Téo estava no bebê conforto, vestido com um macacãozinho azul escuro que a tia Ju deu para ele, lindo, dormindo. O doutor olhou para ele e fez uma careta. Meus olhos encheram de lágrimas e meu coração disparou. Caiu a ficha de que poderia ser grave mesmo. Segundo ele, era preciso deter o crescimento do hemangioma o quanto antes, caso contrário ele bloquearia as vias aéreas ou a boca, impedindo o bebê de respirar e comer, ou, na melhor das hipóteses, Téo teria uma deformação na face.
O doutor pediu que esperássemos, que ele ia chamar uma colega que estava na sala de cirurgia para ver. Demorou uma eternidade. Ela veio, olhou. Cara de consternação. O veredicto: “Vocês devem levá-lo para São Paulo. Não podemos fazer nada.”. Quando ouvi isso, o chão sumiu. “Alguém pode me acordar desse pesadelo?”
Saímos do hospital com o nome da médica de São Paulo: Dra. Heloisa Campos. Na terça de noite, demos um “Google” no nome dela e achamos contatos e uma página com mais informações. Na quarta, falamos com ela por telefone. Ela pediu que enviássemos uma foto do Téo para ela avaliar a necessidade de tratamento em São Paulo. Na quinta, ela respondeu bem direta: “a situação é alarmante, pois o hemangioma está crescendo muito rápido, numa região perigosa e com uma lesão. Venham para SP o quanto antes”.
Na sexta de manhãzinha, estávamos com o Téo dentro do avião. Fomos eu, Yuri e Camila, minha irmã e madrinha dele. Foi a primeira viagem de avião do pequeno. Ele adorou! Era o “carro” mais rápido que ele já tinha visto! Dormiu quando as turbinas ligaram e acordou quando o trem de pouso bateu no chão.
Dra. Heloisa é muito simpática. Nos recebeu com muita gentileza, explicando tudo tim tim por tim tim. E, graças a Deus, nos deu a melhor notícia que já recebemos na vida, depois do anúncio da gravidez: Téo iria melhorar. Muito. O tratamento adequado faria o hemangioma regredir bastante e descartaria a possibilidade de agravamento da situação.
Téo tomou corticóide por três meses. Ficou com o cartão de vacinas todo atrasado. E toma propanolol, um remédio para pressão que descobriram por acaso que diminui hemangiomas, desde o primeiro mês até hoje, duas vezes por dia. De vez em quando, a gente vai a São Paulo fazer o acompanhamento com a dra. Heloisa. E temos uma oncologista pediátrica muito boa aqui em Brasília para fazer as consultas de rotina, dra. Paula.
Ele melhorou. Está ótimo. Às vezes, eu me pego pensando “nossa, Téo nunca ficou muito doente, que bom”! A única coisa que eu faço questão de lembrar sempre é que pouca gente sabe o risco que um hemangioma pode trazer. Não só de vida, mas de seqüelas graves para a criança. Porque esse tumor cresce, cresce e depois regride. Mas deixa um “buraco” no lugar, deformando o rosto. Antigamente, não se sabia como tratar. O comum era deixar crescer e deixar diminuir. Aí depois, se tivesse como, se fazia uma cirurgia reparadora. Mas, hoje, o melhor tratamento é tratar! Pouca gente sabe disso porque o problema é raro. Em Brasília, não há especialista em hemangioma. Imaginem no interior do Brasil a fora! Além disso, muitas pessoas abandonam o tratamento quando vêem que o filho melhorou. Aí o hemangioma volta a crescer, ainda mais forte.
Por isso, não perco uma chance de falar do hemangioma do Téo. Até no avião, em uma das vezes que o levei a SP, comentei com uma conhecida o que estava indo fazer lá e uma passageira do lado veio falar comigo que a filha tinha hemangioma e o médico tinha dito para não fazer nada... Quando alguém pergunta “o que é essa machinha”, eu vou logo contando tudo. Se eu conseguir ajudar uma só pessoa, já terá sido bom. É o mínimo que posso fazer para retribuir ao universo a sorte que tive com o Téo.

*Katrine é jornalista, professora e mãe do Téo.

Twitter: @katrinetb

Assunto super importante!
Obrigada por colaborar, Katrine.

Beijinhos,
Equipe do Recanto

Quando Eu Chorar ...

Oi,amores!
Tem momentos na nossa vida que não entendemos o sentidos das coisas nem o rumo que elas tomam.Tô passando por uma fase bem difícil no meu espiritual e sentimental.Apesar da distância que tenho sentido do Senhor, tô tentando não deixá-lo..não largar Sua mão..
Apesar de saber que não estou certa, com o sentimento que deveria estar, pensamentos, o Senhor sabe do meu coração e tem cuidado de mim..em silêncio mas tem.E a melhor oração é quando não sabemos mais o que dizer pra Ele, mas só com as nossas lágrimas ele nos entende..e nos consola!
Esse hino tem marcado essa fase da minha vida, mas ao mesmo tempo também tem me consolado..
Como é bom saber que o Senhor nos ama mesmo assim...




Deus, meu Deus
Tudo está tão difícil pra mim
Deus, meu Deus
Muitos me perguntam: Onde tu estás?
Dentro de mim
Minha alma se abateu
Mas Tua mão contudo me respondeu
Em Tua presença, oh Deus


Quando eu chorar, vou me lembrar
Que até aqui, Tua mão me sustentou
Digo a minha alma espera em Deus
Pois ainda O louvarei, eu O louvarei


Eu te louvarei, em meio a provação, em meio as lutas.
Eu te louvarei, eu te louvarei, venha o que vier.
Eu te louvarei, eu te louvarei
Louvarei, teu nome Senhor.
Quando Eu Chorar Bruna Karla





Michele Alves
michele-saj.blogspot.com
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