quinta-feira, 31 de março de 2011

Mom Office

Post escrito por Beatriz Zogaib, do blog Vida da Mami


Há dois anos e alguns dias me dedico quase que exclusivamente à maternidade. Fiz essa opção porque não me vi em outro papel se não esse desde que saí da sala de parto. Quando meu bebê tinha quatro meses cheguei a voltar ao jornalismo, mas pelo computador de casa e por apenas três meses. Quando ele tinha 1 ano e 4 meses trabalhei desse mesmo jeito, por mais três meses. Fiz por vontade, para ganhar um dinheirinho extra e para me "manter" no mercado. Dava para conciliar a mãe com a proffissional e mesmo que isso tenha me levado à exaustão, eu ficava satisfeita, pois meu pequeno estava ali ao meu lado o tempo todo. Passou e eu voltei a ser a mãe em tempo integral.
Sou privilegiada, digo e repito. E não me arrependo de usufruir de tal privilégio, que é o de estar em casa sem me preocupar com emprego. Meu bebê, hoje com dois anos, me mostra que cada minuto com ele valeu a pena. Vale muito a pena. Eu vi e vejo tudo acontecer, acompanhei cada etapa de pertinho e sei como está meu filho sem ninguém precisar me contar, sem falar em tudo que posso ensiná-lo diariamente. Eu o conheço melhor que a mim mesma! Sou feliz. Ele é feliz.
É uma pena que nem todas as mães possam praticar a maternidade com essa intensidade... Umas tem que voltar ao batente antes mesmo de a licença acabar. Sinto muito por elas e pelos seus filhos. Mas cada uma tem sua vida, sua crença, seus sentimentos e, principalmente, suas necessidades. Para ajudar, o governo em nada ajuda para que a realidade seja diferente. Nenhum benefício para mamães a não ser míseros quatro ou seis meses longe do trabalho.
Paciência para quem faz parte dessa verdade, seja trabalhando com o coração partido em deixar o filhote, seja curtindo o filho e sentindo cobranças de quem não entende essa vontade mais forte que ego, dinheiro e sucesso profissional.
Diante desse  mundo onde não há meio termo, acredito que seja fácil entender o que às vezes acontece com mães que optam por ficar em casa. É que depois de tanto tempo cuidando de tarefas domésticas e de criança, faz falta um ar. O oxigênio respirado no mercado de trabalho. Pode parecer contraditório, mas, por mais satisfeita que a mamãe esteja, pensar em outra coisa que não seja só o filho e a casa dá saudade. Não a ponto de querer trocar de lugar com a mãe que trabalha fora (não mesmo!), mas o suficiente para refletir se não é possível trazer trabalho de fora para dentro. Ter uma tarefa profissional massageia a alma, muda a rotina, nos coloca como parte de um mundo que nos esquece quando estamos fora dele. No meu caso, por exemplo, não há desejo em sair de casa ainda, mas de estar aqui e abrir uma janelinha para o lado de fora, como já fiz antes. É inspirador.
Não é por acaso que vejo tantas mães mudando de ramo logo que o tempo de afastamento de seu antigo emprego termina e se dedicando a algo que possam fazer em casa para ganhar dinheiro. Umas fazem isso com o filhinho ainda bem neném, outras depois que acham que o pequeno está mais independente, mesmo que ele ainda fique só sob seus cuidados. Conheço histórias de mulheres que começaram grandes negócios assim... Pode ser a "síndrome da super mulher", mas dá certo para muitas. Dá trabalho, mas dá. E eu, que já tive a chance de experimentar esse "duo", acho maravilhosa a possibilidade. Se home office é tendência mundial para homens e mulheres solteiros ou casados, para mamães modernas, mom office pode ser uma idéia mais que genial. Seria, se não faltassem oportunidades para colocá-la em prática.
Não digo que o trabalho feito de casa resolveria todos os problemas e dilemas maternos, talvez só os aumentaria. Também não acho que seja a solução em todos os casos, afinal há profissões em que presença é fundamental. Mas, o reconhecimento do trabalho à distância nos daria mais opções, da mesma forma que já dão algumas empresas que criam espaços para os bebês ficarem pertinho das mamães enquanto elas "produzem". Mas, como escrevi, são só algumas empresas que fazem isso e o mom office ainda é quase um ideal. Por isso, só nos resta mesmo optar por qual janela fechar. E esperar até conseguirmos abrir uma porta.




*Beatriz é jornalista, mãe 24hs por opção do Leo, de 2 anos.

Assim como a Beatriz, você também pode participar deste cantinho como colaboradora, envie seu email para recantodasmamaes@yahoo.com.br

Equipe do Recanto

quarta-feira, 30 de março de 2011

Dia mundial do autismo



E sobre o dia Mundial do Autismo?
Acho que devemos olhar com cuidado os “rótulos” que impomos aos nossos filhos. Eu mesmo só uso o termo “Síndrome de Asperger” quando vejo que é necessário para esclarecimento de uma pessoa, fora isso eu deixo a natureza correr seu curso normal. O Nicolas precisa achar o seu lugar no mundo mesmo com toda a sua dificuldade. Eu intervenho quando sinto que é necessário e a cada dia ele amadurece mais e mais por isso!
Mas ainda sim eu acredito que é preciso ajudar a conscientizar a sociedade sobre o autismo. A realidade do meu filho é muito mais “branda” do que a maioria dos autistas no mundo! Muitos sofrem preconceitos, são trancafiados em seus quartos pelas suas próprias famílias, são vítimas de bullying diariamente e não podemos nos calar frente a isso! Por isso eu apoio a campanha do “Dia Mundial do Autismo“.

No dia 2 de abril usarei uma roupa azul como forma de conscientização, divulgação e protesto. E você, o que fará nesse dia?!

http://www.revistaautismo.com.br/
http://www.eutenhoumfilhoespecial.com/campanha/dia-mundial-do-autismo/

segunda-feira, 28 de março de 2011

Mamãe, vou orar por eles.


"E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho." João 14:13.
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Foi assim que a minha filha finalizou uma conversa comigo, fazendo uma oração por dois amiguinhos da sala dela.
Ela tem se alegrado muito na escola, esse é o seu primeiro ano escolar, mas nesse mundo todo novo tem surgido alguns desafios.

Esses dias uma das meninas da sua sala começou a mostrar-lhe a língua. A primeira vez ela ficou chateada, até falou para a professora. Em casa eu conversei com ela e disse que não era para ela dar importância, pra deixar pra lá. A menina voltou a mostrar a língua no outro dia, e então ela fez que não viu, que nem era com ela. No mesmo dia um amiguinho a empurrou da cadeira. Ela levantou e pediu pra ele não fazer mais isso, mas ele repetiu, derrubando-a novamente. A professora chamou a atenção dele, só então ele parou.

Depois que ela me contou essas coisas, sem que eu falasse algo, ela decidiu: "Vou orar por eles mamãe, pra minha colega não mostrar mais a língua, pois é feio e pro meu amigo não empurrar mais ninguém e nem fazer mais bagunça na sala, pois ele é muito bagunceiro."
Então, ela fechou os olhos e orou. Do seu jeitinho pediu pro Papai do Céu ajudar, abençoar e mostrar pros amigos que o que estavam fazendo era muito feio.

Passaram alguns dias e vieram os resultados. A menina já se tornou amiga dela, não mostra mais a língua e a convidou para brincar. O menino está  mais comportado, a professora não precisou mais ficar chamando tanto a atenção dele.

Agora é outro o seu pedido de oração, é por outra coleguinha que tem o hábito de chamar as amiguinhas de feia....rsrsrs.
Tadinha, nem bem se livra de um problema e lá vem outro. Ela me disse assim: "Mamãe, eu não liguei quando ela ficou me chamando de feia, mas eu sei que outras meninas ficam tristes com isso, então vou orar pra ela parar de chamar as pessoas de feia."
Ela é pequena, mas já está aprendendo a levar a Deus os seus problemas e confiar que Ele vai ouvir sua oração.
Também ora pelos amiguinhos que são mais chegados a ela e é claro, as professoras.

Mas tem muito que ser trabalhado ainda, pois quando fui buscá-la na escola sexta-feira, ela estava chorando. Perguntei o que havia acontecido e ela me falou que tinha sido a última na fila quando subiram do pátio para a sala. Essa foi a segunda vez que aconteceu isso, dela chorar por não ser uma das primeiras e eu já havia explicado que nem sempre dá pra ser o primeiro, que tem que dar a vez pros outros também.

Percebendo que era o mesmo problema, deixei para conversar mais tarde sobre esse assunto. Chegamos em casa, ela foi pro banho, lanchamos e só depois, quando ela estava já feliz, toquei no assunto. Expliquei novamente que nem sempre ela será a primeira na fila, nem nas outras coisas, que tem os outros amigos que também querem ser, etc, etc...e então eu resolvi dizer que na Bíblia está escrito que "os últimos serão os primeiros" (Mateus 20:16).

Eu não entrei em detalhes do texto bíblico, não contei a parábola, pois é um outro contexto, apenas disse isso porque os meus argumentos anteriores não tinham surtido tanto efeito. Ela ficou muito surpresa com essa descoberta, "como pode ser isso mamãe? Como um que está lá no final da fila poderia ser o primeiro?"
Confesso que fiquei pensando que não deveria ter dito isso, pois seria difícil para eu explicar, mas para minha surpresa, ela mesmo começou a responder a sua própria pergunta, do jeito que ela entendeu, antes mesmo que eu falasse alguma coisa.

"Ah, já sei, é na imaginação né mãe? Se eu não conseguir ser uma das primeiras na fila e ficar lá no final, tudo bem, não vou mais me importar em ficar lá atrás e não vou mais chorar. Nem sempre a gente vai ser o primeiro em tudo né mamãe? Tem que dar também a vez pros outros amigos. Tudo bem então, pode deixar, não vou mesmo ligar mais se outro chegar antes de mim na fila. Só uma coisa que eu não gosto é que furem a fila depois que eu já estou lá, isso eu acho muito feio." (Tive que rir, pois ninguém gosta mesmo que furem a fila).
Agora é esperar pra ver se realmente ela vai se conformar em não ser sempre uma das primeiras. Isso é uma das coisas que terei que continuar trabalhando com ela, mas espero que devido a essa conversa ela melhore, pois percebi como ela saber que estava escrito isso na Bíblia lhe chamou a atenção.

Bom, mas a conclusão a que eu cheguei com tudo isso foi que ela está aprendendo já nesses poucos anos de vida, que devemos confiar em Deus, que todos esses probleminhas e dificuldades devem ser levados a Jesus, pois Ele está pronto para ouvir a nossa oração. Eu sei que ela está apenas dando os primeiros passos e enfrentando as primeiras "adversidades", digamos assim, mas com uma cabecinha já voltada a olhar pro outro com um coração que está pronto a perdoar e a amar.


Queridas mamães e papais, invistam mesmo em estar sempre conversando com seus filhos, instruindo eles com relação as coisas e ensinando também através do exemplo a confiarem em Deus, pois eles aprendem mais rápido do que podemos imaginar.

Um grande abraço a todos que passam por aqui e uma semana de paz!

Cida do *Compartilhando...
http://compartilhandobencao.blogspot.com/

domingo, 27 de março de 2011

Escola Particular X Pública e Cuidadora de Criança!

Post escrito por Juliana Lacerda, do blog *Quero ser como criança*



Desde que mudei de escola precisei tirar o Felipe da creche que frequentava desde dos 4 meses e tive que emergencialmente colocá-lo numa escola particular. No começo tive um pouco de dificuldade para encontrar um lugar bom e não tão caro como as escolas particulares são. E, sabendo que nem sempre preço alto significa boa qualidade, me apeguei dentro das minhas condições a conversa com a diretora, a facilidade em acessar a escola, pois existem escolas particulares que precisamos agendar como pais para visitar as escolas, o número de crianças e meu coração também contribuiu. Assim, com 2 anos ele foi para a escola particular e ficou o ano passado todo.
Gostei muito da escola, nunca tive problemas, as professoras, funcionários e diretora são pessoas muito bons, fácil acesso e diálogo. Porém o custo de uma escola particular é bem alto, tudo se paga, uniformes, alimentação, material, tudo!
Fiz a inscrição dele, então, na prefeitura, aguardando uma vaga. No final do ano a tal vaga surgiu e fiz a matrícula dele, porém a vaga não foi na escola que eu leciono o que impossibilitou dele começar.Pedi transferência dele para a minha, e estou aguardando a vaga agora. Porém algumas dúvidas estão permeando minha decisão de retirá-lo da escola particular, e a mais marcante está  onde deixá-lo depois do período que acaba as aulas e eu preciso ficar em reuniões. Daí apareceu para mim um termo novo e muito comum no bairro: as cuidadoras de crianças...
Não se trata de babás, mas de mulheres que dispõem de suas casas e tempo e cuidam de diversas crianças, buscando nas escolas e levando-as também, sendo uma alternativa para pais que não têm condições de pagar uma escola particular. No bairro que leciono existem muitas delas, e foi uma alternativa que surgiu para deixá-lo caso eu o matricule na minha escola. Porém está muito díficil para mim decidir, vale a pena deixá-lo com alguém desconhecido, vale a pena começar de novo a adaptação, a correria, a dúvida em ter que pensar onde deixá-lo quando precisar, por outro lado, estará pertinho de mim novamente, mas fico pensando a escola particular nesta idade é um investimento nos estudos dele? Embora minha escola possui uma metodologia muito boa.... Enfim não consigo achar uma resposta, não consigo tirar esse aperto do meu coração e ainda não sei o que farei.....

* Juliana é mamãe do Filipe 24hs

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Beijos,
Equipe do Recanto

sábado, 26 de março de 2011

Aquela festa de aniversário foi inesquecível!


Quando o Rafael era pequeno adorava festinha de aniversário, mas na hora do parabéns sempre chorava. Vou contar
Não fiz festa de 1 aninho para meus meninos. Na época dos dois, as festas de aniversário não eram como as de hoje, com parques de diversão, jogos, brincadeiras, vídeo games, etc., era mais uma reunião de familiares e amigos na sala de casa mesmo.
Nem sempre tínhamos dinheiro suficiente para realizar uma destas reuniões e em certas ocasiões nós cantávamos “Parabéns” somente com os coleguinhas do prédio, no meio da tarde mesmo.
O Rafael sempre foi festeiro, mas na hora do parabéns ele chorava muito.
Quando ele fez 6 anos resolvemos juntar os amiguinhos todos do prédio, os amigos e os familiares e fizemos um bolinho no salão do prédio.
Até hoje quando vemos as fotos eles falam deste dia, pois dei carta branca para que os dois convidassem todos os coleguinhas….mas eu morava em um condomínio com 11 prédios…e o Rafael nasceu neste lugar….na hora da festinha eu só via criança chegando….criança que eu nunca tinha visto….criança de todas as idades….Em um determinado momento perguntei para eles: “Vocês realmente conhecem todas essas crianças? É claro, mãe é a turma do futebol, do parquinho, do prédio, da escola!”
Deixa eu explicar: Quando o Marcelo tinha 5 anos um coleguinha do prédio fez uma festinha no salão e na ocasião eu e a mãe do menino não nos falávamos muito, por conta disso, meu filho ficou de fora da festa. Ele chorava muito sem entender direito e eu não podia falar nada, pois os dois (as crianças) eram amigos. Assim, sempre que fazia uma festinha deixava eles convidarem todos os amigos mesmo que eu não conhecesse a família pois nem sempre criança entende os “problemas” dos adultos.
Enfim, a festa “bombou” e os meus filhos curtiram até o final.

Acho que o mais importante é a criança se divertir. Não importa se o salgadinho é bolinho de bacalhau ou coxinha, se tem refrigereco ou refrigerante, as crianças querem é festejar com os amigos….e isso eles fizeram!

quinta-feira, 24 de março de 2011

Quando encomendar um irmãozinho?

"Os psicólogos dizem que a partir dos cinco anos de idade, as crianças já estão mais preparadas para suportar a chegada de um bebê..."
                                                               


Planejar o segundo filho costuma ser uma decisão difícil para os pais, talvez seja até mais difícil que o primeiro. Evidentemente é uma decisão que deve ser discutida a dois.

É claro que cada casal pode estar vivendo um momento diferente da vida, portanto existem vantagens e desvantagens que se deve avaliar:
A idade da mãe.
O momento profissional que ela está vivendo.
A situação econômica familiar.
Como está a relação do casal.
Hoje em dia existem duas tendências:
Encomendar logo o segundo.
Esperar mais tempo possível.

Para as duas opções existem os prós e contras:
Cuidar de crianças pequenas é cansativo e eles terão que dividir os pais, o que com certeza , causará ciúmes em ambos.
Se vocês esperam muito tempo para encomendar o segundo, como por exemplo até que o primeiro já esteja no colégio e não precise de tantos cuidados, não compartirão as mesmas brincadeiras, mas a rivalidade será menor.
Os psicólogos dizem que a partir dos cinco anos de idade, as crianças já estão mais preparadas para suportar a chegada de um bebê. Quando o intervalo entre dois filhos é de mais de sete anos, a grande vantagem é que poderão contar com a ajuda do primeiro para criar ao segundo. Mas é evidente que os interesses deles serão diferentes. Muitos pais dizem que “é como criar dois filhos únicos”.

Com respeito à opinião dos médicos, a Organização Mundial da Saúde recomenda que se espere no mínimo dois anos entre uma gravidez e a outra para que o corpo da mulher se recupere totalmente. Não se pode deixar de citar que os bebês de menos de 18 meses precisam de muita atenção, o que exige muito esforço para uma grávida.
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/gestantes/segundo-filho.php

Oiii gurias como estão?
Pois é, essa questão começou a ser analisada aqui em casa... e quem me conhece sabe que eu dizia nuncaaaaaa mais engravidar...kkkkk
Tenho lido bastante sobre o assunto, e realmente tomar essa decisão ta sendo mais dificil do que ter o primeiro filho. Mas a possibilidade de tirar toda a pressão de ser filho unico de cima do Davi me entusiasma um pouco.
Sempre ouvimos falar que filhos unicos são mais chorões, briguentos, não sabem compartilhar e se sentem donos dos pais... Mas tb ja sabemos que essa regra não serve para todos os filhos unicos.
Mas acho que criamos muitas espectativas em cima do filho unico até "massacrando" o coitadinho com tantos cuidados, atenção, e falta de limites muitas vezes.
Ainda não sei se é a hora certa, mas............ estamos em negociações.....rsrrsrs
Sabe quele ditado "caso, ou compro uma bicicleta"? o meu ditado esta sendo  "engravido ou volto pra faculdade"? affffffffff
Para muitas mães é mais facil, elas conseguem se desprender, conseguem cortar o cordão umbilical( mesmo sem perder o seu poder e obrigações de mãe), voltam a trabalhar por opção ou por obrigação mesmo, continuam estudando, fazendo cursos, viajando e etc.....
Mas para quem para tudo ( e sei quantas dessas q pararam tudo tem por aqui), agora que nossos filhos ja estão com 2 anos ou mais, começamos a ver a luz no fim do tunel....rsrs... uma possibilidade de coloca-los na escolinha, uma possibilidade de voltar a estudar ou trabalhar.... ai ai ai ai

Realmente temos que pensar no assunto e ver quais são nossas prioridades no momento.... rsrs

Antigamente era mais facil né, era só ser dona de casa e cuidar dos filhos, poderiamos ter quantos filhos quizessemos , sem ter que nos importarmos com faculdade, cursos, e voltar  trabalhar e deixar os filhos com baba ou escola....

Massssssssssssss acordaaa vc esta em 2011...kkkkkkkkkkkkkk

bjussssssssssssssssss
http://omundodadanigarcia.blogspot.com/
http://recriandocomdani.blogspot.com/

Obrigada Senhor!

Oi,amores!
Hoje vim aqui agradecer ao meu Senhor..não simplesmente pela bênção que ele me deu,mas porque eu não tenho merecido nem a Sua misericórdia,e além dela,ele tem me guardado,livrado a mim e minha família.As mamães do recanto,já sabem mais ou menos da minha situação.
Em novembro do ano passado,minha amiga Giu,(minha ex cunhada)arrumou um emprego p mim onde ela trabalha,numa empresa de Imobiliária Basimóvel,fiquei radiante,fui na entrevista,passei,amei tudo lá,as pessoas,o ambiente,os negócios..enfim,era p/ começar na semana seguinte,qnd eu já estava arrumada liguei p/ Gerente p/ confirmar minha ida,ele falou q ñ ia ter tempo p/ me treinar por causa das festas de fim de ano,e q ele me ligaria na primeira semana de janeiro.(tô esperando até agora!)Fiquei muito chateada ,eu estava realmente precisando!Mas eu ñ murmurei,entreguei tudo nas mãos de Deus,Ele sabe de todas as coisas!
Quando foi sábado (22/01/11),a Giu me ligou d novo,falando q uma outra gerente queria fazer uma entrevista comigo!!Gente,fiquei radiante, fui correndo!E do jeito q foi a entrevista (24/01),essa seria muuuito melhor do q a outra se eu tivesse ficado!Ela disse q gostou d mim,já me ensinou algumas coisas q vou fazer,ela falou q ainda tinha uma entrevista p/ fazer hoje,mas q me ligaria hoje ainda p/ me confirmar!Não me ligou!
Fiquei me perguntando com o Senhor,qual era o propósito dele com essas coisas,pois da tentação que tô fugindo,lá fico cara-a-cara com ela,q tb não sei qual é o propósito nesse sentido tb,mas efim,abafa!
Fiquei novamente triste,porém mais uma vez entreguei nas mãos de Deus.
Quando foi nessa última terça-feira,a gerente da segunda entrevista,Simone Brasil,me ligou,me chamando pra trabalhar..gente,eu perguntei pro Senhor o q estava acontecendo,pq eu não estava entendendo nada.Ele falou ao meu coração:"E quem disse que é pra você entender?!" 
Agradeci muito e fui.Hoje foi meu primeiro dia. Tô entrando na empresa(não mais a da primeira entrevista,apenas com a mesma gerente) como secretária mas sempre quiz fazer o curso de TTI pra me formar Corretora de Imóveis.Eu estava triste,pq além de não conseguir o emprego,eu pensava que o curso era R$500,00 por mês,mas descobri q esse é o preço do curso todo,fiquei muito feliz!
Meu pimpolho vai ficar com minha mãe de manhã a partir das 8h,e chego as 5h.Já fiquei morrendo de saudades dele hoje!rs..Obrigada,Senhor!
E ainda que eu não mereça,permaneces assim..Fiel,Senhor meu Deus,Fiel á mim... 
 Deus nos surpreende,quando o homem pensa que acabou,Ele diz:"Apenas começou!" insondáveis são seus pensamentos pra nós.Ele nos surpreende,faz menino ensinar doutor.Prisioneiro faz governador.Todo dia,24h...Ele nos surpreende! 



Michele Alves
Twitter: michele_saj
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