domingo, 20 de março de 2011

Pais e avós: a importância de limites nessa relação

Post escrito por Edjane, do blog Conversinha de Mãe


Na vida corrida que nós mães “modernas” temos, com quem deixar os filhos é um dilema. Isso é fato. Creche, hotelzinho, babá ou a vovó? Esse é um questionamento que todas nós temos e que começa a nos perturbar quando nossos rebentos ainda estão na barriga. No mundo de hoje, às vezes é tão dificil encontrar uma pessoa a quem confiar nosso bem mais precioso. Em outros casos, a questão é financeira mesmo e a pessoa não tem condições de deixar seu bebê ou criança seja com babá ou em creche.

Quem tem mãe (ou sogra) acaba recorrendo a ela para ajudar os pequenos. Este é o meu caso e de várias amigas. Eu nunca tive coragem (e confiança) de pensar em deixar minha Beatriz com uma pessoa estranha. Fico feliz quando alguma amiga tem uma pessoa que cuida direito de seus filhos, com carinho mesmo. Mas sou muito desconfiada. E como minha mãe sempre se dispôs a ficar com os netos (hoje são quatro, com os filhos dos meus irmãos), então ela foi ficando.

Quando Bia ainda não ia para a escola, mainha (sim, ainda chamo ela assim) ficava com ela em tempo integral, enquanto eu e Alex trabalhávamos. Agora, fica com ela durante as tardes, quando ela chega da escola. Alguns dias da semana ela fica com minha sogra, que dá uma mãozinha (ou melhor, uma mãozona) também. Graças a Deus, tenho uma relação tranquila com as duas, tipo cada um procurando respeitar o seu espaço. Mas a gente sabe que nem sempre é assim.
Por isso, o Conversinha de Mãe conversou com a psicóloga Edel Ferreira sobre essa relação pais e avós na criação dos filhos, sobre qual o papel de cada um. Trago pra vocês um pouquinho desse papo. Espero que o post possa ajudar alguma de vocês, queridas. A primeira coisa que ela deixa claro para que essa conviência seja harmoniosa é lembrar que os avós NÃO são responsáveis pela criação dos filhos dos seus filhos.

Nessa história, ela avalia que há dois lados: o dos avós que acham que os filhos não estão preparados para criar os seus próprios filhos e aí eles tentam “poupá-los do trabalho árduo” e da responsabilidade de criar as crianças e também o lado dos filhos, que sem experiência e maturidade para se assumirem como pais acabam delegando essa função para os avós.

Segundo Edel, no primeiro caso, percebe-se que há uma infantilização dos pais, como se os avós não reconhecessem neles o amadurecimento que, ao menos teoricamente, deveriam ter atingido. “Percebe-se, ainda, que há uma vontade dos avós em serem ‘pais’ novamente, com o propósito muitas vezes inconsciente de terem uma nova chance de ‘não errar’ ou corrigir algum erro que imaginam ter cometido ao criarem os próprios filhos; ou para ‘evitar’ que os filhos criem os seus netos de uma forma que não consideram correta; ou ainda numa tentativa de resgatarem em si mesmos a fase de juventude na época em que eram pais”, disse.

Já no segundo caso a psicóloga disse que se demonstra a falta de experiência e maturidade dos pais que, embora adultos o suficiente para decidirem procriar, não se sentem em condições, sejam físicas, emocionais, financeiras, temporais ou ambientais, de criarem os próprios filhos. “Há momentos em que se pode entrar em consenso e a ajuda mútua é bem-vinda. Mas não se pode obrigar os avós – nem mesmo quando eles insistem nisso! – a ficarem com os filhos do casal, pois os avós não têm mais a mesma energia que tinham na época em que procriaram”, afirmou Edel.


Ela observou que a idade, quanto mais avançada (mesmo que com grande qualidade de vida, como se tem hoje em dia), mais exige dos indivíduos. Além disso, ela ressalta que os avós, nessa fase da vida, precisam tomar conta de si mesmos, cuidar mais da saúde, se libertar das obrigações e passar a dar mais espaço ao lazer (que antes não era possível). A psicóloga disse que essa fase da vida deve ser de liberdade, o que não pode ser confundido com o sedentarismo. “Em nome de ‘não se tornar sedentário, muitas vezes os avós se impõem a tarefa de tomar conta dos netos, da casa dos filhos, dos filhos. E, se algo sai errado, o sofrimento emocional dos avós é imensamente maior, podendo ter sérias consequências emocionais, muitas vezes irremediáveis”, alertou.

Consequências
No entanto, a psicóloga ressalta que essas consequências não atingem apenas os avós. Filhos e netos também acabam penalizados: os filhos, por perderem, de certo modo, a ascendência sobre seus próprios filhos (os netos); e os netos, por se apegarem demasiadamente aos avós, substituindo o afeto deles pelo dos pais, o que faz com que admirem e respeitem muito mais os avós e enfraqueçam os vínculos afetivos e de respeito aos pais.

Então, gente, o ideal é manter o relacionamento entre avós, pais e filhos no lugar certo. “Pais cuidam de seus filhos do mesmo modo que foram cuidados por seus pais! Os netos visitam os avós, estabelecendo com eles vínculos de amor, admiração e respeito, sem que isso signifique que são responsabilidade dos avós. Pais criam seus filhos, assumindo a responsabilidade à qual se destinaram ao decidirem ter filhos. E, eventualmente, quando for necessário, os pais recorrem à ajuda dos seus pais, reconhecendo o favor e agradecendo com compreensão, respeito e afeto”, Edel Ferreira dá a dica.

Atritos
E muitas vezes, quando os avós não dão muita atenção aos netos, acaba se criando um certo desconforto entre os pais. Às vezes alguns pais se queixam de avós que não são tão carinhosos ou que alguns deles (sejam paternos ou maternos) não se sintam tão à vontade para colaborar tanto nessa relação. Segundo a psicóloga, muitas vezes a relação dos avós com os netos reflete a relação dos pais com seus filhos. Ou seja: quando avós paternos não são carinhosos com os netos, provavelmente é porque há um conflito entre eles e a mãe das crianças – ou porque não admitiam que o filho casasse com ela, ou porque se acham “inferiorizados” e “traídos”, por terem sido “trocados” por uma mulher “estranha” que “tirou” o filho deles de casa. 

No entanto, ela ressalta que isso não é regra e pode, sim, acontecer com os avós maternos. O que acontece na maioria dos casos, destacou a psicóloga, é que a filha (mãe, portanto aquela que normalmente responde pelo cuidado com os filhos em uma sociedade machista), por ter uma relação muito mais intensa com a própria mãe (avó), prefere confiar seus filhos aos cuidados de sua mãe do que da sogra, que conheceu somente em uma fase mais recente de sua vida. “Essa relação de confiança se expande aos filhos (netos) durante a convivência, desde a mais tenra infância e é refletida pelos avós que, sentindo-se ‘deixados de lado’, acabam por lidarem com os netos do mesmo jeito”.

De qualquer forma, não custa lembrar que limites são importantes em qualquer situação. Na relação entre pais, filhos e netos, não podia ser diferente. É importante deixar claro quem tem autoridade e que tipo de autoridade cada um tem. “Sim, porque os avós devem ter autoridade dentro de sua própria casa, especialmente quando seus netos são deixados sob seus cuidados; mas os pais nunca devem delegar a sua autoridade aos avós, sob pena de perderem o respeito dos filhos”, disse Edel. 

O fato de terem avós mais permissivos, por exemplo, contribui muito para a revolta dos netos ao retornarem para casa e depararem com pais mais rígidos. Mas a psicóloga observou que isso não significa que os pais devam “amolecer” para conquistar os filhos, mas, sim, que o diálogo seja estabelecido e que se explique muito claramente à criança que espaços diferentes têm regras diferentes sem que isso signifique mais ou menos amor. Tudo o que a criança precisa é da orientação centrada e objetiva dos pais. Fazendo isso, os pais evitarão inúmeros conflitos!

Então, gostaram das dicas da psicóloga Edel Ferreira? Comentem sobre o que acharam e se tem alguma observaçao sobre alguma situação que tenha vivido a esse respeito. Eu mesmo já vou começar a amadurecer a ideia – e começar a buscar estratégias – de como tirar essa “carga” dos ombros da minha mãe e sogra. Não sei como ainda, mas... Ah, e se quiser sugerir algum tema para a gente abordar aqui no Conversinha de Mãe é só mandar para o email conversinhademae@gmail.com.

Beijos

@conversinhadmae

*Edjane Oliveira, mãe de Beatriz. Jornalista formada há sete anos, atualmente repórter do Jornal da Cidade e da Agência Alese de Notícias.

Assim como a Edjane, você também pode participar deste cantinho como colaboradora, envie seu email para recantodasmamaes@yahoo.com.br

Equipe do Recanto

sábado, 19 de março de 2011

Viajar com bebê.....Quanta bagagem....Vamos nos mudar?


Desde que os meninos eram pequenos nós sempre que podíamos viajamos com eles. É claro que não é fácil viajar com crianças pequenas, devido à quantidade de itens importantes que não podemos esquecer: remédios, fraldas, roupas para frio e calor em quantidade mais que suficiente, brinquedos, bonés, protetores e repelentes no caso de uma viagem á praia, kit alimentação básica (leite em pó, sucos, sopinhas, bolachinhas, frutas, etc..) ….isso tudo somente para o bebê e ….tenho certeza de que estou esquecendo alguma coisa….toda viagem eu esqueço!
O porta malas ia mais do que lotado. Meu marido sempre dizia: “estamos saindo de mudança ou de férias?” Até hoje ele fala na hora de arrumarmos as malas, acho que ficou traumatizado rsrsrs.
Lembro-me de uma viagem que fizemos para Monte Sião, uma cidade no interior de São Paulo. Fomos a um hotel fazenda. O Marcelinho tinha 6 anos e o Rafinha apenas alguns meses. Tinha de tudo um pouco naquele porta malas Até bicicleta para um e uma “banheira” para o outro eu levei.
A viagem que deveria levar 4 horas durou 7 horas, pois nos perdemos no caminho. Daí imagina….eu tinha me programado para 4 horas com um bebê dentro do carro e leva quase o dobro….já cheguei lá cansada.
Ainda assim, foram dias maravilhosos, pois como meu marido estava disponível aproveitei para curtir o Marcelinho que andava meio carente com ciúmes do bebê.
Lembro-me de um momento em que meu filho falou: “Mãe porque você está se balançando assim?” ……..Eu estava tão habituada a balançar criança no colo, que me pegava sozinha movendo o corpo de um lado para o outro mesmo quando ele estava no carrinho.

Viajar com bebê não é fácil, mas vale à pena curtir o momento, pois como sempre digo, eles crescem e o que fica é muitas saudades daqueles dias.

sexta-feira, 18 de março de 2011

O que seu filho anda assistindo na TV?



Todo mundo já passou pela fase de ficar horas e horas em frente à televisão, se divertindo com desenhos animados. Para cada geração, novos desenhos surgem, com mais heróis, mais cores, mais ação e aventura.
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Mas, o que a maioria dos pais não sabe, é que os ingênuos desenhos podem influenciar em muito no desenvolvimento dos filhos.


Assistir a desenhos animados possibilita e motiva a criação e a construção do imaginário infantil acerca do mundo que as crianças fazem parte. "Possibilita novas formas de criar e imaginar o mundo, oferecendo ferramentas para construí-lo e favorecem a problematização e resolução visual de temáticas que, no espaço ‘real’, a criança tem dificuldades de compreender, como nascimento, morte, família e relacionamentos", explica a pedagoga Patrícia Ignácio, mestre em educação em estudos culturais.

Ela afirma que os desenhos têm o poder de influenciar o comportamento das crianças já que, assistindo-os, elas tendem a imitar seus personagens favoritos. "As narrativas, o desfecho dos episódios e as temáticas colocadas em evidência compõem importante espaço pedagógico que, de forma prazerosa, lúdica e envolvente, organizam e difundem uma gama importante de significados, que balizam as formas de ser, estar e se relacionar em sociedade". É como quando a criança aprende a falar. O modelo que ela segue são os pais e, imitando a fala deles, ela desenvolve a própria habilidade.

Patrícia diz que não há uma idade certa para que as crianças possam ser expostas à influência da programação televisiva, visto que, tanto elas quanto os adultos buscam personagens das telinhas para se espelharem na vida real. O problema maior são os tipos de conteúdo aos quais os pequeninos são submetidos. "Desde pequeninos as crianças estão vulneráveis às informações colocadas em evidência pela televisão. Quanto mais jovem a criança for, menores serão os juízos de valor construídos, para contestar comportamentos e atitudes", afirma a profissional, que é especialista em supervisão escolar na educação básica.

Por isso, o melhor mesmo, recomenda a profissional, são aqueles desenhos considerados educativos, que apresentam como tema central valores importantes a serem desenvolvidos, como ética, solidariedade, preservação do meio ambiente e diálogo. São esses temas que ajudarão a ensinar às crianças como viver em sociedade.

Patrícia também adverte: "Independente da idade da criança, alguns desenhos podem estimular a violência. Alguns, ainda enaltecem a imagem, a moda e a beleza e podem estimular o ‘policiamento’ infantil com relação aos seus corpos. Programas que colocam em evidência o consumo, enquanto identificador social, podem estimular o consumo desenfreado. Portanto, evitá-los na programação das crianças seria uma ótima dica".
Embora os desenhos animados ocupem uma grande parte do psicológico das crianças, eles não são os únicos. "Estudos mostram que a influência da televisão no comportamento das crianças é relativa. Família, escola, grupos sociais são variáveis que afetam e interferem na forma como as crianças assimilam o conteúdo expresso nas narrativas das programações", explica a pedagoga, que também coordena os cursos de pedagogia e Pós-Gradução do Instituto Superior de Economia e Administração, em Recife, Pernambuco
Patrícia aconselha que, para um desenvolvimento saudável, os pequeninos devem aprender a dividir o seu tempo com diversas atividades. "O ideal e saudável é estabelecer uma rotina diária onde as crianças possam desenvolver atividades físicas, lúdicas, horário de estudos - para os que já estão na escola - e que as mesmas tenham um horário para dormir por volta das 20h. Desta forma, o tempo dedicado à programação televisiva ficará restrito e o contato diário com o desenho animado não será excessivo".

Adorei a materia e vim compartilhar com vcs...
Davi amaaaaaaaaaaa o Discovery kids
E pra mim ainda é o melhor canal para crianças pequenas, pois não tem violencia.

E nessa semana estreiou o
DINO DAN

O garoto Dan, 10 anos, tem a vida de uma criança comum. Mora com sua mãe, o irmão mais novo e seu cachorro de estimação Doug. Vai à escola, brinca com os amigos e com os dinossauros que o acompanham em todas as atividades. Não, você não leu errado!

Dan vê os animais por todas as partes e se considera um especialista nos períodos Triássico, Jurássico e Cretácio, por isso, sonha em ser paleontólogo quando crescer. Daí surgiu o apelido do menino, Dino Dan. E o que ele mais quer é convencer os amigos e os professores da escola a encararem essas aventuras jurássicas junto com ele.
o Davi amouuuuuuuuuuuuuuuuuuuu, só que a propaganda fica repetindo 200 vezes por dia, e ele quer q comece o programa toda vez que ele ve a propaganda, ai fica brabo e choraaaaaa...rsrsrs

Tambem aqui em casa amamosssssssssss o MEU AMIGÃOZÃO



HI-FIVE é muitooooooooooo bom, ensina muitas coisas, conta historias, as musicas são ótimas



LazyTown-   Aaaaaaaaaaaa Sportacus ja é o heroi do Davi, ele quer fazer tudooooooooooo que o sportacus faz, ate abertura( sim , aquela que vai abrindo as pernas ate o chão) o davi ja faz igual ao sportacus... Alem dos pulos, e exercicios que o Davi amaaaaaaaaaaaaaa


Davi é bem ecletico rsrsrrsrs.... ele ama patati patata, pooh, a casa do mickey, galinha pintadinha ele ja cansou um pouco, miss spider é muitooooooooooooo fofo, alem de marta fala....

Eu não sou contra a tv, é só ter cautela, ainda mais que moramos em apto....
E quais desenhos seus filhos gostam?

bjussssssssssssss

quinta-feira, 17 de março de 2011

Mãe/Mulher...


Não, não... O assunto de hoje não são os nossos filhos... 
O assunto é você: mulher.
No post de hoje quero falar de um lado nosso que algumas vezes fica tão esquecido... encoberto pela maternidade: O nosso lado mulher.

Quer ver só: Quem já saiu para fazer compras para si e voltou com a sacola cheia de coisinhas para o filho levanta a mão o/
(Eu também)

Com o inicio da maternidade muitas coisas mudam, nossa cabeça, alguns interesses, e tantas vezes os nossos próprios interesses também vão ficando para trás.

No inicio do Recanto, nós falávamos bastante sobre o nosso lado mulher, lembra? 

Mas a maternidade sempre fala mais alto!
Eu também adoro falar sobre maternidade, filhos... Mas o que eu venho sugerir com este post é que as  mamães possam dar também uma atençãozinha especial a si mesmas, equilibrar os lados mãe e mulher.
Tenha um tempo para você mesma...

Cuide do seu corpo:
Exames de rotina, exercícios físicos, alimentação...
Cuide do seu espírito:
Deus
Cuide da sua mente:
Um bom livro, revista, cursos...

E NÃO!
Tirar um tempo  para você mesma não é egoísmo. Você estará preservando e cuidando de um bem que os filhos amam muito: você mesma!

Vamos lá meninas, inspirem-se e aproveitem o final de semana,  que vem chegando...

*Este post era para ter saído na semana do dia das mulheres, mas não tive tempo... Não tem problema, todo dia é um ótimo dia para ser mulher!

Beijinhos,
Lauri, do blog Nosso Danielzinho

quarta-feira, 16 de março de 2011

A BUNDA DURA ( rs rs )

Olááá...

Saudades imensas daqui...

Estive ausente durante um tempo, pelos motivos que contei aqui, mas hoje estou retornando para compartilhar mais um texto engraçadíssimo de Arnaldo Jabor.

Um beijo enorme no coração de cada uma !





A BUNDA DURA


Tenho horror à mulher perfeitinha.
Sabe aquele tipo que faz escova toda manhã, tá sempre na moda e é tão sorridente que parece garota-propaganda de processo de clareamento dentário?
E, só pra piorar, tem a bunda dura !!!
Pois então, mulheres assim são um porre... Pior: são brochantes.
Sou louco?
Então tá, mas posso provar a minha tese. Quer ver?

 
a) Escova toda manhã:
A fulana acorda às seis da matina pra deixar o cabelo parecido com o da Patrícia de Sabrit.
Perde momentos imprescindíveis de namoro, pra encaixar-se no padrão 'Alisabel', que é legal...
Burra.

 
b) Na moda:
Estilo pessoal, pra ela, é o que aparece nos anúncios da Elle do mês..
Você vê-la de shortinho, camiseta surrada e cabelo preso?
JAMAIS!
O que indica uma coisa: ela não vai querer ficar desarrumada nem em momentos especiais à dois.

 
c) Sorriso incessante:
Ela mora na vila dos Smurfs?
Tá fazendo treinamento pra Hebe?
Sou antipático com orgulho, só sorrio para quem provoca meu sorriso...
Não gostou?
Problema seu. Isso se chama autenticidade, meu caro.
Coisa que, pra perfeitinha, não existe.
Aliás, ela nem sabe o que a palavra significa...
Coitada.


d) Bunda dura:
As muito gostosas são muito chatas.
Pra manter aquele corpão, comem alface e tomam isotônico, portanto não vão acompanhá-lo nos
pasteizinhos nem na porção de bolinho de arroz do sabadão.
Bebida dá barriga e ela tem H-O-R-R-O-R a qualquer carninha  saindo da calça de cintura tão baixa que o cós acaba onde começa a pornografia:
Nada de tomar um bom vinho com você. Cerveja?
Esquece!


Portanto:
É melhor vc ter uma mulher engraçada do que linda, que sempre te acompanha nas festas, adora uma cerveja,
Gosta de futebol, prefere andar de chinelo e vestidinho,  ou então calça jeans e camiseta básica , faz academia quando dá, come carne, é simpática, não liga pra grana, só quer uma vida tranqüila e saudável, é desencanada e adora dar risada;
Do que ter uma mulher perfeitinha, que não curte nada, se veste feito um manequim de vitrine,  só sabe contar até quinze, que é até onde chega a seqüência de bíceps e tríceps.
Legal mesmo é mulher de verdade... E daí se ela tem celulite?
O senso de humor compensa. Pode ter uns quilinhos a mais, mas é uma ótima companheira.
Pode até ser meio mal educada quando você larga a cueca no meio da sala, mas e daí?
Porque celulite, gordurinhas e desorganização têm solução.
Mas ainda não criaram um remédio pra FUTILIDADE!!




Arnaldo Jabor

Alê Marques


terça-feira, 15 de março de 2011

Alê querida...

...muitas felicidades, muitos anos de vida!!!



Alê!
Você e seu sorriso contagiante...és uma mamãe blogueira muito querida e muito estimada por todas.
Hoje é o dia do seu aniversário e gostaríamos de desejar que Deus continue te abençoando e te guardando a cada dia.

Para meditares: "Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios."
Salmos 90:12.

Você é muito especial!



Beijos querida e muitas felicidades hoje e sempre!!!

São os sinceros votos de toda a Equipe do Recanto das Mamães Blogueiras.

segunda-feira, 14 de março de 2011

TOP 5

Por Genis

Creation Day 5 Number Clip Art

Sofia não pode ir ao baile da escolinha porque estava com febre, mas sua mamãe, daquelas super mães, improvisou um bailinho em casa mesmo!
Quanto aos confetes espalhados por toda a sala.... ah.... isso não foi nada diante da alegria da pequena Sofia...

Confira a postagem e principalmente as fotos desse 'grande' baile aqui.


Creation Day 4 Number Clip Art

(...) Passar uma tarde deitada no chão brincando de "acho" é muito mais desestressante que uma cervejinha. A galinha pintadinha pode ser muito mais animadora do que qualquer show do momento. Dançar ao som do Patati Patatá pode ser muito mais regenerante do que desfilar com a Beija-Flor! O tempo voa... na velocidade da luz, e quando vc perceber já passou o tempo que se filho só quer e precisa só de vc...

Sem palavras amigas... eu me identifiquei demais com essa postagem, e você? 
Continue lendo aqui.


Creation Day 3 Number Clip Art

Muitas pessoas foram contra a postagem da Camila sobre adesivos de carro, mas eu fui totalmente a favor. Leia aqui.
Dê uma olhada na postagem e deixe a sua opinião!

Valeu Camila, cuidado nunca é demais!!


Creation Day 2 Number Clip Art

(...) Hoje eu chorei, não me debrulhei em lágrimas e também não solucei de chorar. Foram apenas duas lágrimas, mas elas pesaram, elas foram sofridas, foram sentidas. Foram realmente sentidas. Falar isso em voz alta para minha filha me fez parar tudo e refletir. "um tempo"? Eu não sei o que é isso...

Sim, eu achei que ela foi sincera demais... talvez um pouco fria... será?

O que segundo lugar do Top 5 vai pra você, Elisa. Parabéns por sua coragem de dizer o que muitas sentem, mas guardam pra si.

Leia o desabafo dessa mãe que chorou pela primeira vez, aqui.



Creation Days Numbers Clip Art


Eu tive muita dúvida na hora de selecionar os posts... Cada mãe à sua maneira abordou temas variados e que mexeram fundo comigo, mas é necessário escolher....

E o primeiro lugar vai para:

Michele do blog O diário de Marin Jones, com a postagem super verdadeira Só não muda quem morreu. 


Meninas, parabéns pelas belas postagens.... 
Mais do que estar na nossa lista é postar com o coração e mostrar ao mundo que somos mães presentes, batalhadoras, cuidadosas e tecnológicas.
Vocês são muito especiais pra nós, cada uma com seu jeitinho particular de escrever. 
Amamos os filhos de vocês e torcemos pra que toda a saúde do mundo esteja na vida deles.
Um mega beijo e muita paz!


Agora, mudando um pouco de assunto....

Deve ser difícil ser um pai blogueiro nesse universo de mães blogueiras! 
Que o diga o João Paulo, pai da linda Maria Alice que encanta no Blog do Papai Vegueiro.
O coitado do papai foi dizer em um dos seus posts que sua filhota não se comunicava verbalmente que logo a mamãe coruja de plantão já puxou a orelha dele!! Papai correu lá e foi logo contando o 'vasto' vocabulário da sua pequena...rsrs
Tá perdoado papai, afinal de contas, agora sim você nos contou as pérolas de Maria Alice. E olha, ela tá se expressando muito bem, falta só um pouquinho de interpretação da sua parte! 
Seja bem vindo ao nosso universo, que não é só nosso, mas você sabe como é, as mulheres dominam mesmo!!
E fique sabendo papai Vergueiro, nós somos assim mesmo... qualquer mínima coisa que nossos bebês fazem já achamos que é um grande progresso!


Equipe Recanto.