segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Infantilidades

Fonte da imagem: Google


Um tempo atrás passou um vídeo num programa de TV, nele aparecia um policial rodoviário dos EUA  abordando um casal que foi parado por excesso de velocidade.
Como os policiais tem no carro uma câmera, uma cena curiosa ficou registrada, do que aconteceu a seguir.
O casal saiu do carro e os três começaram a conversar. Logo em seguida o policial tirou o bloco de multas e quando começou a fazer a notificação, a mulher se jogou no chão, começou a bater os pés e as mãos, gritando e fazendo a maior birra. O homem que estava com ela tentava fazer com que ela parasse e se levantasse, mas não adiantava, ela continuava ali, chorando, esperneando e esbravejando.
O policial não acreditava no que estava presenciando, mas continuou firme, terminou de anotar e deu a multa pro homem, virou as costas e voltou pro carro rindo, pois a situação era cômica. Uma mulher daquele tamanho fazendo uma coisa daquelas.
Logo que ele entrou no carro, a mulher vendo que a "sua cena" não o tinha comovido, se levantou e se arrumou, como se nada tivesse acontecido.

Isso a gente vê acontecer com crianças, mas com adultos???
.
É...tem mais gente adulta se portando como crianças, do que imaginamos.
Nós mesmos, já não nos comportamos com nossos filhos infantilmente? Digo assim...discutir com eles como se tivéssemos a mesma idade?
Um exemplo: Nossa(o) filha(o) está teimando e quando percebemos estamos teimando com eles da mesma forma. 

E com o nosso conjugê? Será que muitas vezes também não estamos sendo infantis em muitas situações?
Uma conhecida tinha uma irmã casada que quando ela e o marido discutiam ficavam sem se falar. Nenhum queria dar o "braço a torcer" e acabavam ficando até 1 mês sem se dirigirem a palavra. Só com a intervenção da família eles voltavam a conversar. Isso resultou numa separação.

Queridas e queridos, quando casamos temos sonhos, planos de ter uma família feliz e de repente o lado infantil de cada um começa a dar o "ar da graça". Sim, pois acho difícil não ter alguém casado, que pelo menos no início não fez "bico" por algo, ou deu uma de vítima para conseguir o que queria, ou algo desse tipo.

Ter alegria, ser brincalhão, ser palhaça muitas vezes, não é o problema, como é bom ter bom humor em casa, mas o  problema está na falta de amadurecimento de muitos casais e isso acaba atingindo os filhos.
Quantas discussões poderiam ser evitadas, quantas separações...sim porque duas pessoas que se amam não se separam do dia pra noite, mas vem o desgaste por uma série de fatores e uma delas pode ser a falta de maturidade e isso está independendo da idade em muitos casos. Tem jovens mais maduros do que muitos adultos.

Deus quer o melhor pra nossa vida, pra nossa família e nós também desejamos isso, não é mesmo? Então precisamos escutar mais e falar menos. Sermos mais atentos as necessidades do outro.
Que começe por mim as mudanças que eu desejo na minha casa. Não devemos sempre esperar que o outro faça o que desejamos, mas façamos nós a diferença no nosso lar e com certeza o outro vai perceber e também vai desejar mudar.
Se você acha que não, faça um esforço, tente!

Peça a ajuda e a direção de Deus. Convide-o pra estar e ser o Centro do teu lar e verás a diferença que a presença do Senhor faz numa casa.


"Você pode fazer tudo da maneira correta como pai, mas se não começar com o amor a Deus, certamente falhará." Alvin Vander Griend


"Porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor." Josué 24:15

A todos uma feliz semana, com muita sabedoria e paz de Deus nos corações.
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Carinhosamente...Cida do *Compartilhando...
http://compartilhandobencao.blogspot.com/

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Culpa!!!!!

         Sempre que pensava em ter um filho tinha apenas imagens românticas sobre a maternidade.
         E depois te ter o meu pequeno nos braços, a imagem romântica se acentuou. Também apareceu a outra parte: culpa.
         A culpa vem de todo lado:

- Vou trabalhar o dia inteiro: CULPA CULPA CULPA.
- Parou de amamentar: CULPA CULPA CULPA.
- Não viu seu filho sentar sozinho pela primeira vez: CULPA CULPA CULPA.
- Ele fica doente: CULPA CULPA CULPA CULPA CULPA CULPA.
- Seu filho experimentou "jaca" e você não estava perto: CULPA CULPA CULPA.
- Você fica doente e não consegue tomar conta dele sozinho: CULPA CULPA CULPA.

        Desisti a algum tempo de ser super mulher, super mãe.
        Hoje sou apenas mulher e mãe, e quando estou com o meu filho, sou a melhor que eu posso em cada segundo, faço valer a pena! E você?

Ana Carolina

Desafio Verão 2011...



UFA! Não foi fácil! Mas enfim, mandei embora quase 8 quilos que estavam me incomodando demais! Nem culpo a gravidez porque durante a amamentação perdi todo o peso que ganhei. O problema é que eu já engravidei um pouco acima do peso.
E com a correria do dia-dia de uma mãe em tempo integral,eu não tinha tempo pra fazer uma boa alimentação e atividade física.
Dois fatores me ajudaram a tomar uma decisão: o curso de aprimoramento profissional em estética que fiz no ano passado(descobri que para todos os defeitinhos existe tratamento e aprendi a forma correta de emagrecer). E o fato de o Gustavinho ter ido para a escolinha ajudou muito(voltei a ter tempo pra mim).
A primeira coisa que fiz foi mexer na minha alimentação. Eliminei quase todo o carboidrato. Acrescentei muita proteína e passei a comer a cada duas horas. Proteína faz uma diferença enorme na prevenção de flacidez pós emagrecimento.
Entrei na academia e passei a frequentá-la 5x na semana. No final de semana, eu me liberei pra comer tudo o que gostava(com moderação, claro). Essa "escapadinha" da dieta é importante para o cérebro, esse prazer ajuda a eliminar o cortisol e evita depressão (já viram quanta gente entra em depressão quando faz dieta?).
Além disso, dormir é fundamental!!!( Sei que não é tão simples quando se tem bebês em casa, mas nesse caso temos que contar com a sorte rs)
E após 3 meses seguindo firme em busca do meu corpo antigo, agora estou pesando menos do que quando casei.Valeu a pena!
O mais importante é ter atitude,amigas. Se tem alguma leitora aí lendo este post e também estiver insatisfeita com os quilinhos a mais, vá a luta,nada de lamentações! Com determinação sempre é possível conseguir o que se deseja.Se não tem tempo pra academia, faça exercicios em casa, na rua, no parque. E dieta é sacrificado, mas pense naquela calça jeans fechando sem apertar...Qual prazer vale mais?
Vamos lá mamães! Eu sou a prova viva de que é possível!

Seguem algumas dicas:

1-Não pule as refeições; existem vários testes como tomografias que provaram que quando ficamos com fome nosso cerebro tende a pedir alimentos caloricos ao invés dos menos caloricos. Coma a cada duas horas!
2-Escolha prato menores;
3-Conte calorias; para tudo que você ama comer existe uma versão menos calorica, as vezes fazemos escolhas saudáveis porém não pensamos que elas também possuem calorias.
4-Não culpe o metabolismo; quem nunca viu uma amiga dizer meu metabolismo é rápido ou lento. Com algumas excessões como problemas de tireoide e outros, a maioria das pessoas consegue acelerar o metabolismo com a prática de atividade física.
5- Proteína afasta a fome; nuricionistas provaram que refeições com 10% a mais de proteínas ajudam a manter a fome distante. Não corte totalmente os carboidratos, mas reduza e coloque em seu lugar mais proteínas.
6- Sopa sacia por mais tempo; teste feito em dois grupos que consumiram a mesma comida, um de maneira sólida em outro em sopa, e provou que o grupo que consumiu a sopa demorou mais tempo para sentir fome.Olha a sopinha do bebê aí bem a seu alcance!
7-Quanto mais opções, mais comemos; Quem nunca comeu mmmuuiiittooo em um self service? Com tanta variedade enchemos o prato e acabamos comendo demais. Então cuidado!.
8-Laticínios magros ajudam a eliminar gorduras.
9-Os exercícios queimam gorduras até dormindo; é provado que depois da malhação continuamos queimando gordura, uma quantidade até maior do a que queimamos durante o proprio exercício.
10- Mexa-se e perca peso; é não é só ir na academia, estou falando de descer e subir escadas, descer um ponto antes da sua casa e ir andando e sem falar das adoráveis atividades domésticas que mesmo sendo chatas queimam gordurinhas. Quem tem aí em casa um bebê ligado no 220? Corra com ele!

Olho pelo retrovisor e ainda os vejo .... E no futuro eles farão o mesmo com seus filhos!

Nossa quanto presente você ganhou! Está na hora de retirarmos alguns para doação, certo!!

Todo ano é assim, aniversário ou natal, os filhos ganham presentes do pais, avós, padrinhos, tios, amigos da família ou amigos do colégio.

O armário fica abarrotado de jogos, carrinhos, roupas. Mas em casa desde pequenos meus filhos se acostumaram a doar brinquedos e roupas que não são mais usados com tanta freqüência.

No inicio de cada ano (período de férias) faço aquela arrumação nos armários e retiro aquelas peças de roupa que não servem ou não foram usadas (nada de roupa rasgada ou desbotada, isso vira pano de limpeza), retiro brinquedos e objetos que foram encostados (teclado de computador, telefone que foi trocado, toalhas de banho, lençol, bolsas, tênis ou sapatos, enfim é hora de renovar energias (para mim tudo que um dia vai ser útil, mas que não estou usando há mais de um ano, deve ser doado). E meus filhos aprenderam isso.
Nem sempre foi fácil se desfazer daquele carrinho que há muito tempo estava no fundo do cesto e que eles nem lembravam mais que existia, mas o hábito levou ao desapego.

Lembro-me uma vez, que enchi duas sacolas com brinquedos (que embrulhei cuidadosamente em pequenos saquinhos amarrados com fitinhas coloridas) e saímos pela rua passando por todos os faróis em que haviam crianças. Olhava pelo retrovisor quando o carro partia e meus filhos dentro do carro ficavam observando seus brinquedos divertindo outras crianças que até se esqueciam o que estavam fazendo nas ruas de São Paulo.


Hoje, quando chega essa época, meus filhos (25 e 20) já sabem que está na hora de desocupar o armário e já começam a dizer: “mãe, vou deixar algumas roupas aqui na cama para você doar, ou mãe vê se alguém quer esse tênis que não uso mais” .
Não tenho dúvidas , eles levarão consigo, pela vida, essa prática. E talvez um dia eles também olhem pelo retrovisor e possam se lembrar de seus brinquedos nas mãos de outras crianças, mas agora com os brinquedos de seus filhos.
Beijocas
Cris Chabes

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Isso não é brincadeira de MENINO

Voce ja ouviu essa frase?
Isso não é brincadeira de menino...
Afãooooooooooooo viu....

Meninas devem gostar mais de bonecas e meninos, de carrinhos. Embora seja mais comum que isso aconteça, não existe uma regra. Mas por que ainda incomoda, para muitos pais, ver seu menino brincando de boneca?


De acordo com Teresa Helena Schoen-Ferreira, psicopedagoga responsável pelo setor de Psicopedagogia do Centro de Atendimento e Apoio ao Adolescente (CAAA) da Unifesp, a partir dos dois anos de idade da criança a sociedade já começa a dizer do que ou com o que o menino e a menina devem brincar. “Até esta faixa etária os brinquedos estão ligados ao desenvolvimento da criança. O que muda é a cor deles, como um chocalho rosa para menina e um azul para menino. Depois disso, você não costuma ver pai dando panelinha para o filho ou carrinho para a filha”, diz a especialista. E os meninos que por acaso gostam de bonecas ou de brincar de cozinhar com panelinhas? Eles acabam sendo os mais prejudicados.

“Nós estamos numa sociedade que sempre enfatiza o heterossexual, mas a mulher tem muito mais liberdade neste quesito do que o homem. Não tem problema se ela trabalha e é dona de casa, se ela usa ou não maquiagem, se ela escolhe estudar Engenharia ou Medicina. Mas não aceitam muito bem homens estudando Pedagogia ou Letras, por exemplo”, explica Teresa.

O problema dos brinquedos começa no medo que os pais – na maioria das vezes, principalmente o pai – têm do filho crescer e se descobrir homossexual. Mas os brinquedos de uma criança não irão influenciar na sexualidade dela. E, embora racionalmente muitos pais entendam isso, poucos se sentem confortáveis ao ver o filho brincando de boneca, preferindo constrangê-los – ou mesmo proibi-los.

É proibido proibir

Segundo Birgit Mobus, psicopedagoga da Escola Suíço-Brasileira, em São Paulo, muitos pais acreditam que incentivar ou simplesmente deixar os filhos brincarem com brinquedos dirigidos ao sexo oposto é como influenciá-los a serem homossexuais no futuro. No máximo, acontece o contrário: a criança já tem uma tendência à homossexualidade – o que poderá fazer com que ela se identifique mais com o sexo oposto e, consequentemente, prefira os brinquedos e atividades direcionados a tal. Qualquer que seja o caso, proibir não é nada saudável.

“Não podemos ensinar que o que é prazeroso é proibido. Pode ser que uma menina seja boa em jogar futebol, se sobressai nesta habilidade, e a mãe vai puni-la por isso?”, questiona Birgit. Segundo ela, esse veto pode afetar a formação da identidade da criança. Maria Cristina Capobianco, psicóloga especialista em comportamento infantil e adolescente, explica que o importante não é o brinquedo que é utilizado, mas a relação que seu filho ou filha terá com ele. Por isso, os pais precisam estar preparados para conversar com as crianças sobre o tipo de brinquedo que elas pedem: é importante saber porque elas querem aquele brinquedo e o que será feito com ele.

“É importante que as crianças possam explorar todo tipo de brinquedos e se imaginar nas mais variadas situações possíveis”, afirma Maria Cristina. Segundo ela, a atividade lúdica permite criar, pensar e sentir também aquilo que é vivido pelos outros e, assim, trabalhar os sentimentos conflitantes que são naturais no desenvolvimento. “A criança, quando brinca, cria situações imaginárias em que se comporta como se estivesse agindo no mundo adulto. Desta forma, seu conhecimento sobre o mundo vai se ampliando”, completa.

Hoje vou de carrinho, amanhã de cozinha


Para isso, os pais podem sim proporcionar um repertório amplo de brinquedos, independentemente do gênero ao qual eles são direcionados. É o que faz a psicóloga Larissa Carpintéro, de 33 anos. Mãe de Elis e João, ela conta que, quando a filha de seis anos era mais nova, costumava pedir que dessem a ela carrinhos e brinquedos que fogem do estereótipo feminino. “Eu queria que ela tivesse acesso a coisas diferente de bonecas, panelinhas e vassourinhas”. A iniciativa da mãe encontrava eco na menina: segundo Larissa, Elis vira e mexe se interessava por brinquedos designados aos meninos quando estava na escola ou quando ia visitar algum amiguinho.

O mesmo aconteceu com João, hoje com dois anos. Ele já se interessou pelo esmalte da irmã. E a mãe deixa que ele passe, sem problema algum: “Ele fica livre para brincar com o que tiver, seja de menino ou menina, e eu só vejo coisas positivas nisso”. Com João agora também brincando de boneca assim como brinca de carrinho, Larissa comenta ver na atividade uma maneira de ele exercitar um lado mais carinhoso e sensível, assim como Elis irá exercitar um lado mais objetivo ao se divertir com brinquedos tidos como masculinos.

Para Teresa, essa desmistificação dos brinquedos vai além. Com o passar dos anos, os papéis sociais do homem e da mulher apresentaram algumas mudanças. Atualmente, mulher também trabalha fora de casa e homem também ajuda nos afazeres domésticos. Como, então, proibir um menino de brincar de boneca se é algo que, no futuro, poderá colaborar para o sucesso dele com os próprios filhos? Vetar as possibilidades da criança crescer com diferentes brincadeiras é um péssimo começo para uma época em que se luta pela igualdade de gêneros em diversos países. “Você tem que educar para a igualdade, então precisa existir a possibilidade de conhecer outros lados”, acredita a psicopedagoga.

Enaltecendo as diferenças

A bibliotecária Ana Marchesini tem o exemplo desta mudança dentro de casa. Ela e o marido se ajudam na cozinha e nos cuidados com o filho Guilherme, entre outras atividades. Portanto, ela não vê problema se o menino, hoje com seis anos, brinca de carrinho com o pai e, ao mesmo tempo, brinca de cozinha com panelas e fogãozinho. Mas ainda há quem veja: “Nunca me incomodei com isso, mas um amigo de meu marido nos visitou uma vez e, quando viu a cozinha de brinquedo do meu filho, disse que menino não brinca com isso”.

Segundo ela, proibir o filho de brincar do que gosta é criar problema onde não tem. O que a incomoda, no entanto, é a maneira como os outros vão ver a criança. “De vez em quando ele também brinca de Barbie com a prima e, por ser Barbie, me incomoda um pouco. Mas mais pelo preconceito que ele pode sofrer do que por qualquer outra coisa”, explica a mãe. E com razão. Fora de casa, a criança pode sofrer preconceito não só de outros adultos, mas principalmente de crianças da mesma idade. Se um menino que tem entre 10 e 12 anos não gosta de futebol, ele pode acabar sendo zombado pelos colegas da escola.

Para Teresa, a melhor forma de diminuir o preconceito em relação aos brinquedos é apresentar aos filhos todos os tipos de atividades – independentemente do gênero ao qual elas são direcionadas. Oferecer opções, sejam elas rosas ou azuis, não é condenável – muito pelo contrário. “É preciso enaltecer as diferenças”, afirma. Informações do IG.

http://www.divicity.com/portal/index.php/mulher/4725-de-menino-de-menina.html



Davi amaaaaaaaa brincar de panelinha e fogão.... e o que isso influencia na sexualidade dele???????????
Ele ve o pai cozinhar, por que ele não pode ter um fogão??????

Não pode por que não existem fogões sem cores rosas, e florzinhas...Afffffffffffffffffff

Achei esses modelos na net, mas não tem preço, nem lugar onde comprar...que beleza heimmmm

O povinho preconceituoso.............

Quando comprei uma vassourinha pro Davi , o povo caiu em cima de mim....
Gente meu filho não é gay, por que sabe varrer uma casa, ou por q gosta de brincar de fazer comidinha para a mamae...

Pelo contrarioooooooooooooo, estou criando um menino, que quando for adulto saberá cuidar de uma casa e poder alimentar-se sem precisar de uma mulher.... sem falar que tem muitos homens que cozinham bem melhor q muitas mulheres né......

Meu marido cozinha, varre, e lava louça e nem por isso é gay..... e o exemplo que ele ta passando pro davi eu admiro muitoooooooooooooo..

Então...deixem as crianças brincar como que quererm.... isso não influencia na opção sexual dele ok??????

beijosssssssssssssssssssssssssssssssss
http://omundodadanigarcia.blogspot.com/
http://recriandocomdani.blogspot.com/

Rotina é tudo nessa vida

                                                                                                       Imagem: Google

Quando se tem um bebê a rotina pode ser útil para ambos.

Eu sempre fui muito organizada com tudo, e gosto de realizar minhas tarefas em ordem, onde uma favorece a outra e ambas de completam.
No meu momento dona de casa (sim, porque não sou dona de casa, apenas estou) gosto de ter dias específicos para todas as atividades que envolvam um bom funcionamento do lar.
Tenho dias certos para passar roupas, arrumar a casa e etc.

Isso me deixa bem tranquila, com tudo sempre limpo e ordenado, descansada e de bem com a vida pois não gosto de bagunça.
Já fui chamada de doente e de chata por marido e irmão mas nem dei ouvidos pois os dois são bagunceiros e gente assim comigo não tira onda.

A minha rotina não serviria de nada se meu filho também não tivesse uma, por isso desde os seus 6 meses de vida comecei a introduzir horários e rituais para ele.
Com um bebê que tem horários para dormir e comer eu consigo ter o tempo certo para cada atividade sem problemas.
No começo é difícil introduzir certos horários para um pequeno, mas com muita paciência e determinação o resultado é positivo e animador.

A rotina do Jorginho está uma coisa linda, e notei que assim ele fica mais calmo e não dá pitis quando chega o horário de dormir pois ele já espera o momento e não é pego de surpresa.
Uma casa com horários pré-determinados definitivamente funciona, ao menos no nosso caso está dando super certo e eu consigo fazer tudo o que quero sem problemas.

Claro que nada é perfeito e de vez em quando tudo sai dos eixos, bebês são imprevisiveis e a vida também.

E eu recomeço a introduzir tudo de novo até que a calmaria se instale novamente em meu lar.

Este texto foi publicado no meu blog pessoal em agosto de 2010.

Um ótimo fim de semana para todas as Mamães blogueiras.

Aninha
Blog: O Viajante de Fraldinhas
Twitter: @oviajantejorge

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

ROSÉOLA

Olá amadas!!!

Lembram do febrão que Pietro teve e eu contei aqui? Era Roséola...

A febre foi e veio sem nenhuma explicação... Me deixou maluquinha... Dias depois a pele dele passou á ter uma espécie de brotoeja mais forte...rsrsrs ficou mais vermelha... eu tirei algumas fotos quando já estava melhorando, mas acho que dá pra ver... Ficou beeeeeeem vermelhão, começou nas costas, foi para o pescoço, veio para a barriguinha e um pouco nos braços...

Dias depois foi melhorando... Sem nenhuma explicação tbém... Afetou além da pele o apetite... e acho que o calorão que estava fazendo ajudou no desconforto... Mas agora já está tudo bem!




Fui atrás de informações e achei uma explicação bem completa extraída do site :http://brasil.babycenter.com/baby/saude/roseola/

Meu filho estava com febre, e agora a pele ficou manchada. Será roséola?

Pode ser. A roséola é uma daquelas doenças inofensivas da infância mas que deixam os pais malucos de preocupação. Ela começa com uma febre bem alta, sem explicação, e atinge principalmente crianças entre 6 meses e 6 anos, predominando nas menores de 2 anos.

A roséola é causada por um vírus, o vírus do herpes humano tipo 6 (HVH-6) e 7 (HVH-7), e é transmitida pela saliva (pense em todos aqueles brinquedos que são mordidos por todas as crianças da escolinha). É difícil identificar onde ocorreu o contágio, porque a roséola é transmitida quando a erupção de pele ainda não apareceu (e portanto ela ainda não foi diagnosticada), e o período de incubação vai de 5 a 15 dias.

Quais são os sintomas?

A roséola tem um padrão bem característico, de acordo com o esquema a seguir:

febre alta, repentina e contínua, que fica entre 38,3 e 42,2 graus, durante três ou quatro dias, e que desaparece tão rápido como veio
• além da febre, sintomas como nariz escorrendo, tosse, uma leve diarréia, falta de apetite e de energia
• quando a febre vai embora, a pele começa a ficar manchada. A erupção costuma começar no tronco, e depois vai se espalhando na direção do pescoço e das extremidades, e desaparece em algumas horas ou em até três dias.

Preciso procurar o médico?

Como precaução, é melhor conversar com o pediatra. A maioria dos médicos prefere ser avisada de uma febre tão alta em uma criança de menos de 2 anos. O médico deve orientá-la a observar a criança e prestar atenção para ver se a erupção aparece depois de alguns dias. Se a febre persistir por mais de três dias ou a erupção for diferente da descrita, é melhor levar a criança de volta ao médico.

Qual é o tratamento?

Assim como nas outras infecções por vírus, não há tratamento contra a causa da doença, apenas para aliviar os sintomas.

Na fase da febre, mantenha seu filho confortável, dando bastante líquido para evitar a desidratação. Administre antitérmicos se a febre estiver muito alta e a criança estiver claramente incomodada. Depois que a febre vai embora, a criança ainda pode ficar irritada e manhosa por alguns dias, portanto arme-se de paciência. Logo ela estará novinha em folha.

Pode haver alguma complicação da roséola?

A febre alta provocada pela roséola às vezes pode causar uma convulsão febril, que pode ser assustadora, embora na maioria dos casos não traga nenhuma consequência à saúde da criança. Em situações muito raras, o estágio febril da doença pode levar à meningite ou, mais raramente ainda, à encefalite (inflamação do cérebro).

Mas, durante a fase febril, ainda não dá para saber se se trata de roséola, porque a erupção só surge depois. Isso quer dizer que seu filho estará sob observação por causa da febre alta, e qualquer sintoma preocupante (letargia, confusão mental ou qualquer coisa que assuste você) deve ser comunicado ao médico.

Adultos pegam roséola?

A maioria das pessoas tem anticorpos para a roséola já aos 4 anos de idade, mesmo sem nunca ter tido a doença. Em certos casos, um adulto com o sistema imunológico comprometido, como uma pessoa submetida à quimioterapia, pode sofrer uma infecção devido à reativação do vírus, numa espécie de herpes zóster.

Estou grávida e fui exposta ao vírus. Há perigo?

Como praticamente todos os adultos são imunes à doença, em princípio não há nenhum risco. Não existem registros científicos de consequências negativas da roséola
 
 
Bjos!!!
 
 
Alê