quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Como viajar de carro com crianças

Só de pensar em viajar de carro com o Davi, ja sinto um frio na barriga...
ai ai aiiiiiiiiii
Tem que ter muitaaaaaaa paciencia, muita criatividade, escolher bem o horario,
planejar as paradas se for muito longa a viagem,
levar lanchinhos, fralda, lençinho, agua, e
muitossssssssssssss brinquedos..

 Minha cidade natal fica a 530 km da cidade onde moro atualmente.... mais ou menos de 6 a 7 horas de carro... pensaaaaaaaaaaaaa na situação.... Davi sentado, preso na cadeirinha por 7 horas.... oi????? quem o Davi?????
Gente tivemos que comprar um DVD portatil, aquisição do anoooooooooooo, do século.... foi uma tacada e tanto... e uma distração que dura no maximo 2 horas.... mas menos 2 horas ja é alguma coisa né...
Levo muitos DVDs e sempre que possivel compro um novo e coloco só na hora da viagem....
 Levo caderno, caneta, giz de cera... revistinhas e livrinhos....
Agora saimos as 6 horas da manha, assim ele dorme pelo menos ate as 9 horas da manha...
Mas ai acorda, e começa a maratona da mamãe aqui, é lanchinho, é agua, é bolachinha, é Dvd , e troco de DVD mil vezes, e escrevo e pinto, e canto, danço, brinco com todos os brinquedos, e mostro a paisagem, as vaquinhas, as flores...o ceu.... aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii e não chega nuncaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Gente do ceu, essa viagem me cansa muitooooooooooo chego la exausta.... sem falar das milhoes de vezes que ele quer sair da cadeirinha, e pego um pouquinho, e paramos um pouquinho......
Genteeeeeeeee não é facil viu.... tem que ter muitaaaaaaaaa vontade de viajar viu....
Massssssssssssssss, temos que levar tudo na brincadeira, manter a sanidade mental...e tentar curtir cada novidade, cada coisinha que essas crianças fazem e nos deixam babando por eles....rsrsrsr

E vcs que truques a mais usam?
gente ja me falaram em dar dramin pro Davi dormir, mas não tenho coragem... affff fico com medo de medir assim.... mas muitas mães que ja deram me falaram que curtiram e descançaram toda viagem.... kkkkk

beijossssssssssssss
Dani garcia
http://omundodadanigarcia.blogspot.com/
http://recriandocomdani.blogspot.com/

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Terrible Two.... Os terriveis dois anos

TERRIBLE TWO , OS TERRIVEIS DOIS ANOS

CHORO, BIRRA, TEIMOSIA; PORQUE AS CRIANÇAS FAZEM ISSO?

Todos já vimos a cena clássica em shoppings e supermercados: uma criança chorando, gritando e esperneando, se jogando no chão e pedindo algum brinquedo ou produto, e os pais, entre surpresos e desconcertados, não sabendo contornar a situação. Ou ignoram, e passam por negligentes que não sabem educar, ou tentam conter a criança, e as pessoas lhe dedicam olhares desaprovadores, por estarem sendo muito duros com o próprio filho. Quem tem filhos pequenos fica imaginando o que fará quando chegar a sua vez, ou torce para que nunca aconteça. A situação é constrangedora, e mais comum do que se imagina. Antes de pensarmos na melhor maneira de contorná-la ou eliminá-la de vez de nossa vida familiar, vamos tentar conhecer porque estas cenas ocorrem.

A pergunta que podemos fazer é o que aconteceu com nosso bebezinho risonho, dependente de colo e afeto para tudo? Porque as crianças fazem estas cenas? A boa notícia é que ele está crescendo, adquirindo cada vez mais independência e autonomia. A má notícia, é que por ser ainda uma criança pequena, ele não tem ainda maturidade para estas conquistas acontecerem sem crises emocionais ou de comportamento. Pode-se dizer que é uma prévia do que teremos de enfrentar na adolescência, daqui a alguns anos.

OS TERRÍVEIS DOIS ANOS

Mais ou menos aos dois anos de idade, a criança percebe a si mesma como um ser de vontades e desejos, que passa a se interessar por coisas diferentes do que fazia até então. É também nesta fase que maioria das crianças consegue deixar as fraldas, um marco muito importante na conquista de sua independência. Ela domina os movimentos de seu corpo, sua linguagem está a cada da mais desenvolvida, suas relações sócio-afetivas estão se expandindo para fora de seu círculo familiar. Enfim, está pronta para conquistar o mundo. Não é mais um bebezinho, é uma criança grande, com vontades que se voltam para o mundo exterior. Ela quer muitas coisas, como fazer só o que tem vontade, na hora que quiser, quer deixar tudo espalhado pela casa, que todos os brinquedos que estão na loja, e todos os "não" que ouvir serão encarados como uma barreira às suas vontades e necessidade de autonomia. O que ela faz? Reage às sanções da forma que vem utilizando desde que nasceu, com o método que conhece e que vinha funcionando até agora: choro e gritos. Ou recorre aos tapas e puxões, respostas imaturas ao que lhe contraria. Bem vindos aos chamados "terríveis dois anos".

Claro que esta idade é um referencial, e varia dependendo da realidade de cada família, mas certamente este comportamento acontecerá até os três anos, com maior ou menor intensidade. É a fase da teimosia, das birras e quando as palavras que mais ouviremos de nossos filhos é "não" ou "não quero". O mais importante é saber que é uma fase normal, apesar de difícil, e indica que nossa criança está crescendo adequadamente. O papel dos pais neste momento é auxiliar a criança a se controlar, mostrando aos poucos as censuras sociais, as regras de convivência, e mostra a ela a dura realidade de que na vida não podemos fazer tudo o que queremos o tempo todo. Aos poucos, a criança vai internalizando estes conceitos, compreendendo que é necessário respeitar limites, as vontades das outras pessoas, e suas necessidades. Ela precisa entender que não temos somente direitos, mas também muitos deveres no mundo.

O QUE FAZER?

• Nesta etapa, o que podemos chamar de educação social, ou educação para a vida, se intensifica. A família não pode ficar sem tomar atitudes, assustada com as reações agressivas da criança, ou achando bonito ele ter "personalidade forte". É o momento de educar esta criança para a vida no mundo, e se não for feito agora, no futuro ela certamente terá muitas frustração, pois o mundo mostrará que ela está errada;

• Firmeza e consistência nas decisões: "não" é "não". Claro que o que for possível, deve ser negociado, pois é este conceito que tentamos desenvolver com a criança, e não somente o não pelo não. E os adultos devem estar de acordo entre si, para não confundir a criança, ou passe a manipular os adultos, recorrendo ao pai quando a mãe diz Não, e vice versa.

• Para o momento da birra e teimosia, ou da crise séria, com direito a choro, gritos e a criança rolando pelo chão, existem algumas técnicas. As mais comuns, e que funcionam bastante:

- segurar a criança no colo, e retira-la do local, sem maiores conversas. No auge da crise, a criança está descontrolada e não vai negociar. Quando estiver fora do local, explicar, olhando para a criança e calmamente, que este comportamento não pode ser aceito em nenhum lugar, e que terá uma conseqüência, como não voltar mais ali. Se a promessa for cumprida, o fato não se repetirá;

- distrair a criança: na hora da teimosia, ou quando a situação está evoluindo para uma crise, tentar mostrar algo interessante, um brinquedo, um objeto, ou qualquer coisa próxima. Geralmente, o choro passa.

- se a criança não estiver descontrolada, e conseguir escutar, basta ficar em sua altura, e lhe dizer com firmeza que aquele não é o momento de fazer o que ela quer, ou que naquela hora, o adulto não pode atendê-la, e seguir o que estão fazendo, chamando sua atenção para coisas que ela pode fazer, como colocar as compras no carrinho, escolher produtos que pode levar, etc.

- sempre que possível, oferecer alternativas: "agora, aqui, o que você pode fazer (levar, escolher...) é isso ou aquilo. Com a criança tendo menos opções, e podendo participar, a crise é facilmente controlada.

• Lembre-se de que tudo acontece nesta fase porque a criança tem necessidade de ser e fazer, participar do mundo e suas ofertas. Possibilite situações em que ela possa fazer isso, sentindo-se importante e autônoma. Auxilie, e tente não tolher seu crescimento. Ela não é mais um bebezinho. E sim, é triste, mas faz parte da vida: começamos nesta hora a educar nossos filhos para o mundo, e não somente para nós.

• Não deixe que a opinião de pessoas desconhecidas lhe afete. Ignore os olhares de reprovação, ou aqueles que dizem: "ah, se fosse me filho...". Você conhece sua criança, e deve buscar o que é melhor para ela. Leia, busque informações sobre esta etapa, converse com quem tem filhos nesta idade, procure quem possa ajudar, crie sua técnica, e adote um mantra: "é normal e vai passar, é só manter a calma."

• Cuidado: por mais difícil e irritante que esta fase seja, saiba que ela passa, e que a criança precisa de compreensão, portanto evite sempre os castigos físicos, os tapas, beliscões e afins. Queremos que a criança entenda que a violência não é um comportamento aceitável, portanto, não podemos resolver a situação da mesma forma que ela. Explique e negocie sempre. Se você estiver perdendo o controle, respire fundo e afaste-se. Quando sentir-se melhor, chame a criança e converse. Mas nunca deixe uma crise sem resposta, ou a criança vai se acostumar a não ter conseqüências para seus atos.

Siga as dicas e torne seu filho e sua família mais felizes! Boa Sorte!

In:

 http://omundodadanigarcia.blogspot.com/Oi guriassss
esse post ja andava rondando meus pensamento ha algum tempo.... Então os terriveis 2 anos se aproximam e a coisa aqui em casa ta ficando cada vez pior.....afffffffffff
Se voce pensa que isso não vai acontecer com seu bebezinho bonzinho e comportado...engana-se.... Mas se isso realmente não acontecer, ajoelhe-se e agradeça a Deus.... rsrsrsrsr
Davi nunca foi um bebe bem bonzinho e calminho...mas.......... essa fase dos terrible two, ta fazendo meu cabelo cair...rsrsrs.... gente ele ta muito genioso, muito sem paciencia, diz não pra tudo, quer tudo na hora que ele quer, o que ele amava ontem hoje ele ja odeiaaaa... como assim? esse menino é bipolar (kkkkkkkkkkk), nãoooooooo são os terriveis 2 anos...
Pelo menos acharam isso né... assim agente não se culpa tanto por não saber mais como fazer essa criança mudar de comportamento...

aqui ja começamos com o castigo, levo ele para o quarto e fico la com ele, sentado na cama, sem poder descer, ele vira um tigreeeeeeee de bravo, mas fico la, e aviso que só vai sair do quarto quando parar de chorar.... aiiiiiiii ele para , e nós saimos do quarto, mas quando chegamos no corredor ele ja voltou a chorar , então voltoooooooooooo pro quarto e assim vamos ate ele parar...

pensou que era facil??????? nãooooooooo

Mas da uma dica ai, como voce faz? o que deu certo? o que deu errado? rsrsr
Mas ele tem me tirado do serio mesmo, principalmente quando faz escandalo na frente das pessoas, me sinto a pior mãe do mundoooooooooo. Esses dias ate chorei, pois me sinto impotente as vezes, mas ai corro pra net e leio mais coisas sobre os terriveis dois anos e vejo que não estou sozinha e sacudo a poeira e dou a volta por cima....

Oremos que essa fase passa logo e que consigamos ter cabelos ate o fim da bendita fase...kkkkkkkk
beijosssssssss
Dani garcia




Mas dani vc não posta na sexta????? simmm mas estou de freelancer hoje...kkkkkkk
Mas na sexta to de volta....

Ahhhhhhhhh voce gostaria muito de ter um texto seu publicado no Recanto? manda um link pra nós, ou o texto mesmo... nosso e-mail é
beijossssssssssssssssssssssssss
recantodasmamaes@yahoo.com.br
http://recriandocomdani.blogspot.com/
http://www.guiainfantil.com.br/artigos/artigo2.asp

BABY BLUES...

Olá queridas!

Já fiz essa postagem no meu próprio blog há muito, muito tempo... Mas hoje, ao começar à escrever, lembre-me dela... Ultimamente meus sentidos estão tão aguçados... Semana passada derrepente tive um click e  ao ler aquela mensagem sobre a Casa Queimada eu senti desejo imediato de compartilha-lo pelo Recanto... E hoje a mesma coisa... Talvez hajam mamães á fim de saber mais sobre o que é o Baby Blues...

Pessoal, primeiro vou colocar algumas informações sobre o assunto que extrai de um site. Achei que esta é uma boa descrição e posteriormente vou contar como foi a minha experiência.
 
Baby Blues: Melancolia pós parto
A forma mais branda da depressão pós-parto é conhecida como baby blues, ou melancolia do pós-parto. Surge, na maioria das vezes, até o quarto dia do nascimento do bebê e dura até no máximo uma semana, tendo sintomas parecidos com os da depressão pós-parto.
Mais de 80% das mulheres têm o baby blues que, diferente da depressão pós-parto, não é uma doença. A depressão pós-parto pode aparecer a partir da segunda ou terceira semana, mas na maioria das vezes, surge na sexta semana. Um baby blues muito intenso e longo demais pode ocasionar adiante uma depressão pós-parto mais grave.
Por isso é importante acompanhar todas as mulheres na primeira semana depois do nascimento do filho.
Casos mais drásticos são conhecidos como psicose puerperal (pós-parto). Os sintomas são mais radicais: a mãe sofre confusão mental, delírios, tem idéias esquizofrênicas.
Existem casos de mães que matam filhos depois do parto, mas as psicoses puerperais são muito raras - acontecem dois casos a cada mil nascimentos.
Há diferenças enormes entre psicose puerperal e a depressão.
Quando a mãe tem psicose puerperal, há grandes chances, cerca de 50%, de repetir o estado na gravidez seguinte. Enquanto nas depressões pós-parto, não há relação entre uma gestação e outra.
Apesar de não existir prevenção, é possível tratá-la com remédios, dependendo do caso. Não há um remédio específico para depressão pós-parto, mas há casos em que torna-se preciso usar antidepressivos tradicionais para tirar a mãe desse estado.
No entanto, se a mulher estiver amamentando, não é aconselhável que ela tome esses medicamentos.
Segundo dr. Bernard Goose, professor de Psiquiatra da Criança e do Adolescente na Universidade Sorbonne, na França, a comunidade pode dar uma ajuda fundamental. Independente do atendimento psiquiátrico, cada país deveria criar suas próprias redes de convivência.
No passado, havia convivência entre mulheres de gerações diferentes. Isso desapareceu da organização atual da sociedade. As jovens mães devem ouvir a experiência de mulheres mais experientes.
O depoimento de outras mães é fundamental para que ela se identifique: realmente não é tão fácil assim ter um bebê e a futura mamãe não precisa sentir-se culpada por ter dificuldades com a maternidade, outras mães, antes dela, já rejeitaram seus filhos quando nasceram. O papel da família é crucial.
Quando o quadro depressivo diminuir, não há tratamento melhor que o contato da mãe e filho.
Desde que não seja imposto, restabelecer o vínculo entre a mãe e o filho é o melhor antidepressivo.



Legal... Entendi tudo lendo o texto, mas confesso que sentir na pele essa emoção é PUNK!!!


Tenho certeza que vivi um baby blues intenso. Vou resumir para vocês...
Na volta da maternidade, optei por passar a primeira quinzena na casa de minha mãe que tirou férias exclusivamente para ficar comigo e o bebe nesse período. Ao colocar os pés na casa dela, tive uma inexplicável crise de choro. Era uma tristeza profunda, que vinha de dentro de mim, mas que não tinha nenhuma razão de ser! Meu parto foi perfeito, meu bebe era perfeito e saudável, nada estava nos faltando, TODOS estavam felizes e eu estava sendo acolhida da mesma forma que o bebe.
Os dias que se guiram foram terríveis. O fato de não conseguir amamentar era um agravante aos sintomas que eu estava apresentando. Eu sentia uma carência estranha em relação ao marido e à minha mãe. Uma sensação de insegurança, medo, dependência, incapacidade... Eu sentia medo de cuidar do bebe, não me sentia preparada para desempenhar aquele papel... E chorava, chorava, chorava, chorava...
Era um choro angustiado e desesperado. Eu não queria que as pessoas me questionassem sobre as razões de tantas lágrimas... Eu não sabia responder, mas queria apenas que entendessem que eu sentia a necessidade de colocar para fora aquele sentimento... Algumas pessoas não entendiam e chamavam de "frescura", outras já tinham passado pela experiência e se mostraram muito solidárias.
O baby blues dura um período relativamente curto, mas enquanto vc está vivenciando parece que não terá fim. O meu durou cerca de duas ou três semanas, mas para mim foi uma enternidade.
Depois de 15 dias eu voltei para minha casa, mas já me sentia melhor. Na verdade me senti completamente livre de todas as sensações de insegurança somente depois de uns 3 meses, mas a melancolia passou sim. Família, amigos, compreensão, tudo isso é parte essencial da superação dessa fase.
Existe também uma questão hormonal que explica essa súbita tristeza. Enquanto grávida os hormônios estão bombando e ocorre uma queda brusca quando nasce o bebe. Gente é um período ruim, mas eu queria que vcs se apegassem na certeza de que se for um baby blues VAI PASSAR. Pode parecer que não, mas vai passar! Procurem ser fortes e enfrentar o período com esta certeza: VAI PASSAR...
 
UM BEIJO ENORME!

 

http://www.sermaequeviagem.blogspot.com/

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Entregou o que tinha de mais precioso



Imagine que é uma típica tarde de sexta-feira e você está dirigindo em direção à sua casa. Você sintoniza o rádio. O noticiário está falando de coisas de pouca importância.
Mas de repente você ouve que numa cidadezinha distante morreram 3 pessoas de uma gripe, até então totalmente desconhecida. Na segunda-feira, quando acorda, escuta que já não são 3, mas 30.000, as pessoas mortas pela tal gripe, nas colinas remotas da Índia e também nos EUA .
Começa o pânico na Europa. As informações dizem que, quando você contrai o vírus, é questão de uma semana de vida. As pessoas têm 4 dias de sintomas horríveis e morrem.

De repente, vem a notícia esperada: conseguiram decifrar o código de DNA do vírus. É possível fabricar o antídoto! É preciso, para isso, conseguir sangue de alguém que não tenha sido infectado pelo vírus.

Corre por todo o mundo, a notícia de que as pessoas devem ir aos hospitais fazer análise de seu sangue e doar para a fabricação do antídoto.

Você vai de voluntário com toda sua família, juntamente com alguns vizinhos, perguntando-se, o que acontecerá. Será este o final do mundo? De repente, o médico sai gritando um nome que leu em seu caderno. O menor dos seus filhos está ao seu lado, se agarra na sua jaqueta, e lhe diz:

Pai? Esse é meu nome!
E antes que você possa raciocinar, estão levando seu filho, e você grita:
"Esperem!"

E eles respondem:
"Tudo está bem! O sangue dele está limpo, e é sangue puro.
Achamos que ele tem o sangue que precisamos para o antídoto."

Depois de 5 longos minutos, saem os médicos chorando e rindo ao mesmo tempo.
E é a primeira vez que você vê alguém rindo em uma semana.-"Posso falar-lhes um momento? Não sabíamos que o doador seria uma criança e precisamos que o senhor assine uma autorização para usarmos o sangue de seu filho."

Quando você está lendo, percebe que não colocaram a quantidade de sangue que vão usar, e pergunta:
"Mas, qual a quantidade de sangue que vão usar?"

O sorriso do médico desaparece e ele responde:
-"Não pensávamos que fosse uma criança. Não estávamos preparados...Precisamos de todo o sangue de seu filho..." Você não pode acreditar no que ouve e trata de contestar: "Mas...mas..."

O médico insiste:
-"O senhor não compreende? Estamos falando da cura para o mundo inteiro! Por favor, assine! Nós precisamos de todo o sangue!"

Você, então, pergunta:-"Mas vocês não podem fazer-lhe uma transfusão?" E vem a resposta: "Se tivéssemos sangue puro, poderíamos. Assine! Por favor, assine!” Em silêncio, e sem ao menos poder sentir a caneta na mão, você assina.

Perguntam-lhe: -"Quer ver seu filho agora?"
Ele caminha na direção da sala de emergência onde se encontra seu filho, que está sentado na cama, e ele diz: -"Papai!? Mamãe!? O que está acontecendo?"

O pai segura na mão dele e fala: -"Filho, sua mãe e eu lhe amamos muito e jamais permitiríamos que lhe acontecesse algo que não fosse necessário, você entende?” O médico regressa e diz:-"Sinto muito senhor, precisamos começar, gente do mundo inteiro está morrendo, o senhor pode sair?"

Nisso, seu filho pergunta: -"Papai? Mamãe? Por que vocês estão me abandonando?"

E na semana seguinte, quando fazem uma cerimônia para honrar o seu filho, algumas pessoas ficam em casa dormindo, e outras não vêm, porque preferem fazer um passeio ou assistir um jogo de futebol na TV.
E outras comparecem, mas como se realmente não estivessem se importando. Aí você tem vontade de parar e gritar:

- MEU FILHO MORREU POR VOCÊS!!! NÃO SE IMPORTAM COM ISSO?

E isso é o que DEUS nos quer dizer:

-MEU FILHO MORREU POR VOCÊS!!! NÃO SABEM O QUANTO EU OS AMO?

É curioso como é simples para algumas pessoas debocharem de Deus, e dizer que não entendem como o mundo caminha de mal para pior. É curioso como acreditamos em tudo aquilo que lemos nos jornais, mas questionamos as palavras de Deus. É curioso como todos querem ir para o Céu, mas nada fazem para merecê-lo. É curioso como as pessoas dizem: "Eu creio em Deus!", mas com suas ações, mostram totalmente o contrário.

É curioso como você consegue enviar centenas de piadas através de um correio eletrônico, mas quando recebe uma mensagem a respeito de Deus, pensas duas vezes antes de compartilhá-la com os outros.

É curioso como a luxúria, crua, vulgar e obscena, passa livremente através do espaço, mas a discussão pública de DEUS é suprimida nas escolas e locais de trabalho. CURIOSO, NÃO É?

É curioso como me preocupo com o que as pessoas pensam de mim, mas não me preocupo com aquilo que DEUS possa pensar de mim.
 
Desconheço o autor.
Recebi essa mensagem por e-mail e desejei compartilhá-la com vocês.

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigenito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." João 3:16
 
Abraços a todos, uma semana de paz e que possamos refletir sobre o grande amor de Deus por nós.

Cida do *Comparitlhando...

sábado, 15 de janeiro de 2011

Aprendendo a respeitar as diferenças

      No segundo colégio que lecionei tíve um aluno "especial", "diferente". Ele tinha síndrome de Down. No começo, eu recém formada achei que não ia saber lidar com algo "diferente" em sala de aula.
      Bobeira minha. Bobeira de todos nós.
      Ele sempre foi um aluno 10. E não por que eu facilitava, mas por que ele era assim. Quando íamos para o laboratório e algumas atividades que ele não conseguia fazer, sempre tinha um colega para ajudar ou ele dava um jeito. Logicamente, como qualquer aluno, ele tinha manias e gostava de fazer as coisas do jeito dele. Copiar lição da lousa era um suplício, pois ele sempre ficava prestando atenção na conversa alheia e ficava atrasado. Um dia ele chorou tanto quando apaguei a lousa que fiquei sem reação e quase chorei junto e mandei uma cópia da lição para ele fazer em casa e me mostrar no outro dia.
      No outro dia, a mãe dele me mandou um bilhete escrito assim (nunca vou esquecer): "Professora, o fulano é igual qualquer outra criança, não caia nas lágrimas dele, beijos. Mamãe". E a partir deste dia, se fosse preciso apagar eu apagava e se fosse preciso dar bronca eu dava e assim por diante.
     Depois deste aluno, tive outros alunos com diferentes tipos de deficiências, síndromes, déficit de atenção e assim por diante e sempre procurei tratá-los como qualquer outro aluno, para assim que eles pudessem demonstrar até onde podem ir, e logicamente até onde eu posso ir com eles.
      Existem milhares de formas das síndromes se manifestarem,outras milhares de síndromes e logicamente deficiências, alterações metabólicas e assim por diante. E cada um delas deve ser tratada de forma sútil, leve.

Ana Carolina - @anacarolinaqui

Blog: http://anacarolinaqui.blogspot.com/

Meu blog,meu filho...


Ter um blog é como ter um filho...

. Na hora de fazer é muito fácil, depois que está pronto é que dá mais trabalho.
. Exige dedicação constante.
. Escolher o nome dele é uma novela: você pensa, pensa, pensa, faz listas, e não fica satisfeita enquanto não encontra um que adora.
. Você sempre acha o seu mais bonito e inteligente que os dos outros.
. Você tem orgulho da sua criação e, se alguém puxar o assunto, é capaz de falar horas sobre sobre ele.
. Por causa dele você passa a conhecer um monte de gente legal, que você nem sabia que existia antes. (Aliás, depois que você faz o seu, descobre que o mundo se divide entre os que têm e os que não têm).
. Você pensa nele várias vezes por dia (e geralmente tem um leve sorriso nos lábios quando está fazendo isso).
. Algumas vezes você acha que, se não fosse pela grana, ia ser uma delícia poder ficar só cuidando dele, ao invés de trabalhar.
. Por essas e outras, os chefes preferem que seus funcionários não tenham um.
. Você acredita que está sempre fazendo o melhor por ele.
. Você vive na ilusão de que, no futuro, ele ainda vai ser o seu sustento.
. Você adora quando as pessoas o elogiam.
. Você tende a relativizar os defeitos dele. (Se é que consegue ver algum).
. Leituras maçantes sobre o mundo deles passam a interessar você.
. Você acha que tem menos tempo para ele do que deveria, e às vezes se sente culpada por não se dedicar tanto quanto gostaria.
. Volta e meia você se assusta com o quanto ele está crescendo rápido.
. Quem o vê pouco acha que ele está crescendo mais rápido ainda.
. Quem o vê muito tem mais facilidade para entender o que ele diz.
. Você aprende muito com ele.
. Seu marido reclama quando você dá atenção demais a ele à noite.
. Você acha que ele fez a sua vida mudar para melhor.
. Se alguém que você mal conhece comenta que também tem um, logo vocês estão conversando animadamente sobre eles.
. Volta e meia você pensa em ter outro.

Ele nasceu, como cuidar?


Ser mãe de primeira viagem não é fácil
Quando meu primeiro filho nasceu, eu não tinha experiência alguma com crianças. Não tinha sobrinhos pequenos, não trabalhava fora, meus vizinhos eram adultos, e mesmo tendo apenas 21 anos, há muito não cuidava de uma criança.
Tinha medo de tudo. De dar banho, de trocar, de dar mamadeira e ele engasgar, de expor o menino a sol demais, de sair sem touca, do barulho enquanto ele dormia,…..nossa que neurose!
Minha mãe e minha sogra ensinavam a mesma coisa de formas diferentes. As amigas da minha mãe davam aquelas receitinhas básicas, que elas receberam de suas mães e suas mães com as mães delas. Gerações de conselhos que me deixavam confusa e com muito medo de errar.
Quando visitava o pediatra, era outro tormento, pois ainda não era hora do suco, da papinha, agora só isso ou aquilo. Meu Deus!
Então, um dia uma amiga, que não tinha filhos, veio me visitar e perguntou: “Porque você não faz do seu jeito, mesmo se não der certo! Ai você muda o jeito e tenta de novo! O que pode acontecer?”
E foi o que fiz, juntei um pouco do que cada um falava e criei o meu jeito de cuidar do meu bebê!
Com o tempo, vi muitas vezes essa história se repetir com outras amigas, vizinhas e familiares que ficavam grávidas, e hoje sei que mesmo acertando ou errando, cuidar de um bebê não é tarefa fácil, mas a melhor receita de todas esta dentro de cada mãe: “O AMOR” que ela tem por seu filho.
Com carinho, paciência e muito AMOR os pais superam todos os desafios de ter um filho, e acredite, são muitos.
Beijocas
Cris Chabes