sábado, 11 de dezembro de 2010

Infância Sustentável

Tirando aqueles que são filhos únicos ou sem primos, quem nunca usou a roupa de um irmão ou primo mais velho?

Lembro-me como se fosse hoje, eu usando um colan vermelho de ombro só com babados branco que era da minha prima. Ela usou, eu usei tudo que podia e aí ele passou a ser da minha irmã.

E sempre foi assim, ela usava, o que era possível (leia-se não estava surrado o bastante) passava para mim e assim para minha irmã, e quando ainda possível ia para alguém.

Na minha casa há um pequeno ciclo também. O João Pedro tem um priminho mais velho, e o ciclo já começou por aqui. São sapatos e mais sapatos, roupas e assim por diante, até meias. E depois, o que ainda é possível, eu doo para o netinho da minha ajudante, que é mais novo que o João Pedro.

Logicamente, em todos os casos (no meu e do meu filho), roupas novas também existem ou existiram, só que em menor quantidade.

Querendo ou não, intuitivamente já é o início de uma infância sustentável.

E o que mais pode-se fazer isso? Brinquedos também. Nunca tive brinquedos que foram de outras crianças, mas minha mãe ás vezes pegava algumas de nossas peças de roupas velhas e transformava em roupas de boneca. Teve uma vez que ela fez uma boneca de pano para nós usando. Não me esqueço que ela tinha um lenço na cabeça que era feito de um lençol.

Pode parecer bobeira, mas qualquer tipo de comportamento reutilizando o que é possível, já é o suficiente para diminuir nosso impacto no meio ambiente.

Ana Carolina @anacarolinaqui

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Intolerância...


Este é um dos grandes males da humanidade!
Muitas pessoas simplesmente não conseguem aceitar atitudes e opiniões diferentes da sua, não sabem respeitar o diferente.
A crítica quando pode acrescentar alguma coisa ou trazer transformação até pode ser bem vinda, mas o pior é quando vem acrescida muitas vezes de ofensas  pessoais, argumentações raivosas e/ou mentirosas. Muitas pessoas não sabem medir as palavras e parecem fazer questão de usá-las para ferir mesmo, acusar, machucar...
Depois que me tornei mãe, descobri verdadeiramente o quanto as mães são alvos dessa intolerância e isto desde o inicio da gravidez. Quem nunca ouviu as pérolas: “gravidez não é doença”, “cólica no bebê?foi algo que você comeu, heim”, “trabalha fora?tadinho do bêbe...” e por aí vai.
O que é pior:
Mães que amam seus filhos, tem todo zelo, cuidado e querem registrar todos os seus momentos e guardar como recordação ou o abandono, a falta de zelo...
Há uns dias atrás, enquanto fazia as unhas no salão, acabei ouvindo um papo entre duas mulheres:
- Ter filho foi a pior coisa que já aconteceu comigo, acabou com a minha vida!
E a outra concordando, enquanto fazia uma escova com formol no cabelo e vez ou outra pegava o bebê do carrinho para amamentar. (?) Meu Deus!
Talvez isto as pessoas achariam normal...
E daí se uma mãe ou qualquer outra pessoa quer mesmo um blog só para mostrar o filho para o mundo, não é também para isso que existe essa ferramenta? Cada um faz o que acha certo fazer.
Já não basta a tão falada “culpa materna”, ainda existem pessoas que insistem em piorá-la...
Mas é isto: ser mãe é também saber superar, vencer as palavras contrárias, levantar a cabeça e seguir em frente.
Na bíblia, no livro de Provérbios 18:21 diz:
“ A morte e a vida estão no poder da língua, o que bem a utiliza come do seu fruto.”
Que as pessoas aprendam a usar a boca/ou o teclado para o bem.
Ainda bem que neste ponto a blogosfera das mamães é bem unida. Por aqui temos amigas realmente bem especiais. Este selinho foi feito pela Carla TavaresEla deixou todas à vontade para pegá-lo.
Desejo paz a todas!
Um beijo,

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Os blogs de mães vão acabar

Voce mora aonde? eu moro no Brasil um país livreeeeeeeeeeeeeeee

cada um faz o quer quer, vai onde quer, diz o que quer.....

genteeeeeeeeeeeeeeeeeeee, vai cuidar da sua vida....

Sera o fim dos blogs? Não posso acreditar que um pequeno e mesquinho grupo consiga acabar com o mundo das mamães blogueiras. Por que tanta inveja, por que tanto rancor? tanta maldade? estão distorcendo cada frase, cada palavra, conseguem distorcer sentimentos.......... eu nunca tinha visto nada assim.

Quantas de nós ja fomos "apedrejadas", julgadas, caluniadas, por termos falado a verdade? por ter falado o que vinha do coração, por ter falado o que sentia de verdade? Muitasssssssssssssssss

Muitas tambem ja privatizaram seus blogs, não permitindo mais que o mundo bloguistico continuasse a acompanhar seu mundo. Mas as outras assim como eu ainda estamos lutando, lutando pelos nossos direitos, lutando pelo nosso espaço. Mas a cada dia que passa isso fica mais dificil, o medo de ser mal interpretada, de ser julgada, nos faz calar a boca e guardar sentimentos preciosos para sempre dentro de nós mesmas...

Vamos regredir tanto, a ponto de voltar ao passado e nos tornar-mos mulheres solitarias, sem voz, sem poder, sem sentimento, mulheres escondidas atras de seus maridos? è isso que vc quer para vc? é esse o mundo que vc espera para seu filho? O mundo dos pudores, o mundo do distorcimento de palavras e sentimentos?

Agora uma mãe que quer guardar as recordações da sua gestação, esta expondo sua pessoa, pois quer aparecer na internet? uma foto do primeiro banho do seu filho estará expondo a intimidade dele? poupe-me, socorrooooooooooooooooooooooooooooooo

Que maldade, estou falando por mim e por muitas mães blogueiras que conheço, os blogs são a continuação da nossa casa, são mais que isso, pois nele podemos expressar nossos sentimentos, nele as pessoas nos conhecem realmente, fazemos amizades a km de distancia, trocamos experiencias reais, vividas por cada uma de nós.

Quantas de nós não tem mães, pai , tia, familia, por perto para nos ajudar a decidir o que fazer, quando a colica aperta mesmo? que chá posso usar? posso mesmo dar chá? ou não? qual a temperatura ideal do banho? o que faço com meu peito empedrado? qual a melhor papinha? como faço o desmame? como faço o desfralde?

Genteeeeeeeeeeeeee quantas duvidas, quantas novidades? Pra quem eu pergunto? Quem vai me ajudar?????????????????

Não somos idiotas para acreditar em tudoooooo, sabemos da maldade, sabemos das mentiras, dos riscos, mas isso vai de cada uma de nós, voce concorda com a cama compartilhada, ótimooo faça a cama compartilhada, vc acredita na amamentação prolongada, otimooooooooooo faça, mas vc que nao conseguiu amamentar, voce q colocou seu filho no berço, no quarto dele desde o primeiro dia ótimoooooooooooooooooooooooo, cada uma sabe onde "lhe aperta o sapato".

Pare de criticar, pare de distorcer, pare de inventar, pareeeeeeeeeeeeeeeeee de se achar melhor q as outras.... leia, reflita e absorva o que lhe convem, o que não é bom pra vc exclua, mas não se sinta no direito de xingar, de desvalorizar , de criticar.... cada uma escreve o que quiser....

Campanha, faça um comentario, mas um comentario feliz, não essas criticas ridiculas que só fazem bem ao seu ego, não trazem nada de bom a ninguem alem de vc..

Tudo esse texto para expressar a indignação das mães blogueieras, que estão sendo injustiçadas, caluniadas em seus blogs e ate mesmo no jornal, como foi o caso da nossa amiga http://gielucca.blogspot.com/ , que foi mais que injustiçada em um jornal http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/841006-maes-colocam-criancas-em-baby-brother-na-internet-especialistas-criticam.shtml , onde ofende e distorce o nosso dia a dia de mães blogueiras.

Portanto vamos dar um bastaaaaaaaaaaaaaaaaa nessa censura, um basta, não vamos nos calar, vamos gritar e exigir nossos direitos, somos Mãesss e temos direitos.

http://omundodadanigarcia.blogspot.com/

Alê e eu trocamos o dia nessa semana, então sexta Alê irá postar no meu lugar,,ok?

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

sobre amigos e arvores

Estava observando as árvores aqui de casa (é, moramos em uma casa agora, coisa mais boa!), e vi que uma delas está tomada por uma trepadeira, que lhe cobriu a copa e os galhos e está a sufocando. Era uma árvore que dá umas flores bem bonitas, tentamos cortar um pouco dessa erva daninha mas ela se regenera, coisa doida, vai acabar matando a pobre árvore.
E eu fiquei pensando em quantas pessoas já conheci que se comportam da mesma forma que essa planta, se agarram a outros se dizendo incapazes de subir mais alto por conta própria. Eu já convivi com pessoas que me induziam a servir a elas, com a desculpa de que não sabiam fazer as coisas, mas quem disse que elas tentaram alguma vez? Ou mesmo aqueles anônimos que comentam em alguns blogs, sendo grosseiros e rudes gratuitamente, sem acrescentar, sem dar dicas, e sem se identificar para um debate ou até mesmo um direito de resposta? Ou aquelas pessoas que nos visitam com a desculpa de ver nossos filhos ou a nossa casa e falam de nós, ou mesmo olham com aquele olhar de cobiça, sabem?
Eu já convivi com pessoas que tem mil amigos, e que falam mal de cada um deles. Esse tipo de pessoa nunca ouvirá um segredo meu. Penso em como as amizades de hoje são voláteis, são mesquinhas, como é difícil encontrar amigos francos e sinceros, não? Eu sou do tipo que tem poucos e bons amigos, e mesmo esses poucos tem os "defeitos" que mencionei acima, e eu aceito da forma que me é conveniente: se me desagrado eu digo, e a convivência é muito mais saudável assim. Prefiro poucos amigos com os quais eu possa contar.
E vocês?

beijos!

Bia
www.buladabia.com.br

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Senhor, como isso pode acontecer?

Era uma sexta-feira a tarde, faltavam 7 dias pra minha filhinha completar 3 aninhos, eu estava terminando de arrumar a cozinha quando ela apareceu na porta e disse:

- Mamãe, eu amo muito Jesus.
- Que bom filha, Ele te ama muito também.
- Mamãe, Jesus me guarda.
- Sim filha, sempre!

Ela só disse isso e saiu dali, foi para o quarto. Eu senti no coração que deveria ir atrás dela, então sequei as mãos, mas me demorei ajuntando umas almofadas que estavam no chão da sala, nisso meu esposo entrou em casa. Foi quando escutamos um barulho forte e um grito vindo do quarto dela. Corremos até lá e a vimos no chão, com o rosto todo ensanguentado.

Fiquei em pânico, então meu esposo a pegou no colo e começamos a ver o que tinha acontecido. Percebemos que era a boca, estava toda inchada e um dos dentinhos da frente não estava ali.
Sangrava muito, tentamos acalmá-la, mas estava muito inchada a boquinha. Procuramos o dente pelo chão, mas não o encontramos e até pensamos que ela havia engolido.
Depois que ela estava mais calma consegui ver que o dentinho estava enterrado na gengiva, de lado, acima do outro dente.

Era véspera de feriadão de carnaval, o nosso dentista era o meu cunhado que mora em outra cidade. Aqui não conhecíamos ainda nenhuma odontopediatra, ou dentista, mas conseguimos atendimento urgente numa clínica e uma dentista a atendeu. A pequena abriu a boca pra doutora ver, mas a moça, sem o mínimo tato, pegou com tudo na gengiva e tentou arrancar a força o dentinho.
A menina gritou desesperada, nesse momento tivemos vontade de sair correndo do consultório, mas o trauma já estava feito. Não conseguimos tirar o rx pra ver se havia atingido a raiz do dente permanente, ou algo assim, pois ela se recusava a abrir a boca novamente.

Chegamos em casa desolados. Já estava anoitecendo e ir para outra cidade naquela hora não achamos que seria uma boa idéia. Nesse momento eu desabei, comecei a chorar e chorar, não podia olhar pro rostinho lindo dela e ver aquela boquinha linda toda inchada. Como esse anjo iria comer, como iria dormir com tanta dor?

Nesse momento, meu toquinho de gente se aproximou de mim e falou assim:
- Mamãe, não chora, eu estou bem. Não chora mamãe!

Eu então me acalmei e procurei não demonstrar mais a minha tristeza na frente dela.
Fiz uma sopinha, amassei bem e dei pra ela comer. Pra minha surpresa ela comeu tudo.
Oramos com ela e a colocamos pra dormir.

Naquela noite, depois que ela já estava dormindo, me ajoelhei e comecei a questionar ao Senhor, do porquê Ele haver permitido que isso acontecesse com ela.

Eu falei: - Senhor, não posso entender, o anjinho tinha acabado de falar que te amava e que Tu a guardavas e logo em seguida acontece uma coisa dessas? Senhor, como isso pode acontecer? Não entendo, não entendo. Ela vai sentir que é guardada por Ti como? Como? Senhor, por favor...

Nesse momento senti fortemente o Senhor falando ao meu coração:
- Eu a guardei sim, ela foi livrada de algo muito pior. Eu a amo e estou sempre com ela.

Me calei diante dessa revelação.

Pelo sangue conseguimos perceber que ela havia escorregado e batido com a boca na quina da cama de solteiro que tem no quarto dela, é feita de uma madeira maciça. Podia ter realmente sido muito pior, confirmamos isso dias depois, falando com o meu cunhado e com a odontopediatra.

Quase não dormimos aquela noite, tamanha era a tristeza minha e do meu esposo.

Na manhã seguinte ela acordou toda feliz. A primeira coisa que nos contou, quando perguntei se estava doendo a boquinha, foi: - Não está doendo nada, Jesus a noite veio e me curou, Ele mexeu na minha boca.

Gente, eu não consegui me conter, chorei ao ouvir essas palavras saindo da boca dela, que bondade imensa a de Deus.
Ela, em todo o tempo que ficou com a boca inchada, comeu mais do que sempre comia quando estava boa. Brincou e riu como sempre, nunca se queixava de NADA!

O aniversário dela ocorreu normalmente, pois já estava tudo encomendado. Ela mesmo com a boquinha inchada se divertiu e comeu de tudo. Depois de 20 dias a odontopediatra (uma ótima que consegui) extraiu o dentinho, pois tive que ir durante vários dias no consultório pra ela somente brincar e perder o trauma causado pela primeira dentista, só depois dessa adaptação que foi mexido na boca dela novamente. Claro que tivemos que a segurar para poder dar a anestesia, mas foi extraído super rápido o dentinho.
A doutora ficou muito surpresa dela não ter reclamado de dor ou desconforto nenhum dia, pois do jeito que o dentinho ficou, era bem desconfortável, então pude testemunhar do amor e cuidado de Deus.



"O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem, e os livra".  Salmos 34:7

Queridas e queridos, eu aprendi uma grande lição com isso. Não importa o que aconteça, DEUS sempre está no controle de TUDO. Mesmo que nós não entendamos muitas coisas que acontecem agora, um dia poderemos perguntar face a face a Ele. Quando me encontro numa situação difícil, sempre lembro disso e apenas aquieto o meu coração diante da Sua presença.
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Beijos pras mamães e amigas e um abraço pros papais que passam por aqui.
Uma semana de paz a todos!

Cida do *Compartilhando...

sábado, 4 de dezembro de 2010

Eu não tenho tempo para namorar!

Depois de ler o artigo da Genislene, pensei: acontece com mais gente! EU TAMBÉM QUERO ATENÇÃO! EU NÃO TENHO TEMPO PARA NAMORAR!

Ás vezes penso que sou diferente de todo mundo, que não penso na necessidade de ninguém, enfim, sou egoísta para caramba!

Mas na verdade, eu sou como qualquer pessoa: sou como você. Tenho vontade de dar uma volta no shopping sozinha, escolher uma roupa sem pensar se vai ser a ideal para sair com um bebê, tenho necessidade de falar um palavrão com lugar cheio de crianças, tenho muita vontade de escolher a cor do meu esmalte e não ter que pensar que ao chegar em casa vou trocar uma fralda e um pedaço ser arrancado e tenho vontade sim de namorar!

Olha só, eu sou mulher, não sou um ser assexuado só porque tive um bebê. Posso sinceramente, não ter o mesmo tempo que tinha antes para namorar, mas a vontade é a mesma.

Muitas vezes, já me culpei por ter deixado meu marido assistido o parto, por ter me visto amamentar, isso pode ter tirado o tesão dele, e agora ele só me veja como a mãe do filho dele e não como a esposa/namorada que eu sempre fui.

Uma criança requer cuidados o tempo todo, e infelizmente se não tivermos um tempo separado para o namoro, ele não acontecerá.

Pode parecer meio fora da realidade, mas li estes dias que uma dessas supermodelos marca um ou dois horários por semana para namorar/transar com o marido. No começo achei até meio estranho, mas depois refletindo melhor, achei a ideia o máximo e estou pensando em implantar aqui em casa.

Ah, outra coisa, eu amo tomar conta do meu filho, não quero passar essa responsabilidade para ninguém!


Ana Carolina - @anacarolinaqui

Não atire o pau no gato-to


A hora do banho aqui em casa é uma alegria, momento recheado de cantigas e brincadeiras. Desde que o Gustavinho nasceu, tenho o hábito de cantar as mais variadas canções infantis e eis que me surpreendo com meu pequenino cantando junto comigo! Geralmente ele segue cantando a mesma música que eu. E ontem, estava eu no meio da "Borboletinha tá na cozinha", quando o Gustavinho dispara "Gato-to-to", "eu-eu-eu".Certamente ouviu na escola...rs
Eu, como amante incondicional dos animais desde a mais tenra infância sempre estive certa de que ensinarei meus filhos a amar e respeitar os animais assim como eu sempre fiz. Fui criada no meio de cachorros e gatos e sinto um amor especial por eles. Eu já havia me convencido de que não iria ensinar a ele a versão original do "atirei o pau no gato" e sim aquela mais bonitinha:
"Não atire o pau no gato-to, porque isso-so não se faz, faz, faz; o gatinho-nho-nho é nosso amigo-go-go; não devemos maltratar os animais, MIAU!"
Então, no meio do banho segui cantando esta versão. E o Gustavinho me olhando com uma cara de interrogação, como quem diz " Vixi, minha mãe não sabe a letra..."rs.
Fiquei então pensando sobre este tema. Devo ensinar a ele as duas versões e explicar cada uma delas? Porque certamente ele ouvirá a versão original muitas vezes por aí. Ou será que devo somente ensinar a outra, mais correta?
Algumas canções infantis possuem letras cheias de tragédias, já repararam? "Atirei o pau no gato", "O amor que tu me tinhas era pouco e se acabou", "pega esse menino que tem medo de careta", etc.
Mas,fico aqui pensando, eu mesma fui criada ouvindo e cantando essas músicas e nunca me abalei por isso. Inclusive nunca tive a idéia de atirar pau eu gato algum, muito pelo contrário.
Certamente, essa é uma questão ainda bem polêmica pra mim. Manter as tradições ou melhorar o conteúdo? E vocês leitoras, o que pensam sobre isso?