sábado, 6 de novembro de 2010

Porque amamentar até os 2 anos?


Queridas leitoras do Recanto, compartilho com vocês um artigo bem explicativo sobre amamentação prolongada. Quem conhece meu blog, sabe que sou mamífera assumida e sigo amamentando meu pequeno de 1 ano e 7 meses, sem data prevista para desmame. Como sei que,infelizmente, a maioria dos pediatras costuma dar orientações incorretas, creio que este texto será de grande valor.:o)

Marcia, mãe do mamífero Gustavinho

POR QUE É BOM AMAMENTAR DEPOIS DE 1 ANO DE IDADE

- Apesar de a criança já estar obtendo a maioria dos nutrientes de que precisa da comida, o leite materno ainda proporciona uma boa quantidade de calorias, vitaminas, enzimas e substâncias que elevam a imunidade. Estudos mostram que crianças de mais de 1 ano que mamam no peito ficam doentes com menos frequência que as que não são amamentadas.

- A amamentação oferece aconchego e segurança à criança. Em vez de ela ficar mais dependente de você, essa proximidade entre vocês dois a ajuda a conquistar uma maior independência, à medida que se sente mais segura de si, em termos emocionais.Desmamar a criança antes da hora pode torná-la mais apegada, justamente o contrário do que seria de imaginar.

- Quando a criança fica doente, o leite materno é muito mais digerível que qualquer outro alimento, e é uma ótima forma de evitar a desidratação em casos de vômitos e diarréia.E você ainda sente que está fazendo alguma coisa concreta para ajudá-la a melhorar. Uma das piores coisas de ver o filho doente é a sensação de impotência.

-Na hora de viajar ou de sair de casa, é bem mais fácil não ter de carregar o leite nem ter de se preocupar em comprá-lo quando chegar. E o aconchego de mamar no peito é excelente para ajudar seu filho a adaptar melhor a um ambiente estranho.

- Talvez você consiga passar mais tempo sem menstruar, livre de cólicas e da famigerada TPM. Mas não se esqueça de que não dá para confiar na amamentação como meio de evitar uma nova gravidez, principalmente quando a criança já tem mais de 6 meses, e já come outros alimentos. É melhor usar algum outro meio de contracepção, como o preservativo ou uma pílula adequada para o período da amamentação, se você não quer outro bebê agora.

- Desmamar seu filho no momento em que ele dá sinais de que está pronto é um processo mais natural, menos arbitrário. Dar de mamar no peito mesmo depois do primeiro aniversário era um hábito comum no mundo antes da invenção dos leites especiais e fórmulas infantis, e em algumas culturas continua sendo. Além disso, o Ministério da Saúde recomenda oficialmente que o aleitamento seja mantido até 2 anos de idade ou mais.

POR QUE PODE SER DIFÍCIL AMAMENTAR SEU FILHO DE MAIS DE 1 ANO


- Pessoas que consideram "estranho" dar de mamar a uma criança maiorzinha podem ser indiscretas e até fazer comentários grossos para você. Se você quiser evitar que isso aconteça, talvez tenha que acabar evitando amamentar em público. Não dá para evitar os olhares tortos quando seu filho levanta a sua blusa no meio do supermercado porque está com fome.

- Há pessoas que dizem que fica mais difícil desmamar a criança quando ela é mais velha. Crianças de 2 anos são bastante voluntariosas, portanto é difícil não levar em conta potenciais escândalos ou berreiros porque a mãe não quer dar o peito.

É claro que você vai conseguir desmamar seu filho quando quiser, mas, se for fazer isso, talvez tenha que apelar a truques como distraí-lo com outros lanchinhos ou com alguma atividade interessante na hora em que ele quiser mamar. O processo pode não ser tão simples, em especial quando a criança passa por alguma fase de estresse, como uma doença, o nascimento dos molares ou uma mudança na escola.

- Existe a possibilidade de a criança recorrer ao seio quando na verdade só está entediada, ou então quer chamar sua atenção. Você pode descobrir outras formas de interagir com seu filho. Nessa idade, as crianças estão loucas para explorar o mundo e precisam de muito estímulo para se desenvolver.

- Dar de mamar grávida é possível, mas para algumas mulheres pode ser física ou emocionalmente difícil.

COMO AMAMENTAR POR MAIS TEMPO SEM ESTRESSE

- Se os comentários maldosos ou olhares tortos a incomodarem, você pode tentar dar de mamar em casa, antes de ir ao parquinho ou ao supermercado. Para algumas mães, o que funciona melhor é determinar horários para as mamadas no peito: de manhã cedinho, antes da soneca de depois do almoço ou na hora de dormir. No resto do tempo, a criança pode beber líquidos em um copo.

- Se você não está nem aí para os outros, aproveite e devolva na lata as perguntas indiscretas que lhe fizerem. "Ela ainda mama no peito?" "Mama." E ponto final. Ou, se alguém perguntar: "Você não vai parar de dar o peito para ele?", responda, por exemplo: "Vou sim, daqui a dez minutos, quando ele estiver satisfeito".

- Você pode criar uma palavra-código, um apelido bonitinho para mamar no peito. Assim vocês não vão chamar tanto a atenção se ele gritar pedindo o "peitinho" ou a "teta" no meio do restaurante.

- Se você está grávida e quer continuar amamentando, prepare-se para enfrentar a redução na sua produção de leite, causada pelas mudanças hormonais do organismo. Mas há mulheres que conseguem dar de mamar tanto ao recém-nascido quanto ao irmão mais velho. Você vai precisar de mais tempo e paciência. E capriche na sua alimentação e no consumo de líquidos.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

“Você já orou por seu filho hoje?”


Essa foi a frase que li em um carro hoje pela manhã, e que me fez pensar muito. Todos os dias nós despertamos juntos, sorrimos juntos em prova da nossa cumplicidade e você me leva pela mão para dar nosso “bom dia” ao sol. Todos os dias, eu te encho de beijos antes de sair pro trabalho e deixo 50% do meu coração com você, os outros 50% eu levo comigo para que de segundo em segundo ele doa de saudades. Desde que recebi a dádiva de ser a sua mãe, filho, eu peço pra papai do céu para que ele nunca permita que nos separemos, peço a Deus que eu o tenha todos os dias da minha vida, pois eu sou assumidamente dependente de você. Veja só, filho, eu que já vivia bem antes de você vir ao mundo, hoje, só posso conceber a existência com você comigo. Certa vez, me disseram que ser mãe é se transformar em fortaleza. E eu acreditei. Achei que quando fosse mãe, seria um alguém imbatível, uma versão feminina do Homem de Aço. Lindo engano meu, lindo engano de quem me disse isso. Me tornei mãe e também o ser mais vulnerável que existe. Meu calcanhar de Aquiles é nada menos que aquele alguém que eu gerei dentro de mim, que tomou todos os melhores sentimentos que eu distribuía cuidadosamente ao mundo só pra si.
É amor que não cabe em linhas, em frases, ou textos. É imensurável, inigualável, é supremo. É simples assim, é o amor que uma mãe sente por um filho. É o amor que eu, sua mãe, sinto por você, meu filho.

Texto de Deni Brito*.


Deni é autora do Blog "Drama Gratuito".

Voce é uma mãe Francesa?

Oiiiiiiiii
passei a semana pensando sobre o que falar na minha maravilhosa sexta-feira no Recanto.... Separei alguns assuntos e resolvi escolher esse da revista Pais e Filhos de julho de 2010.
Leiam a materia, e conversamos no final...
Lições francesas
MÃES FRANCESAS NÃO VIVEM EM FUNÇÃO DOS FILHOS E CONSEGUEM MANTER SUA VIDA AMOROSA APÓS A MATERNIDADE. SIM, ELAS SABEM VIVER BEM
POR DEBRA OLLIVIER / TRADUÇÃO DE MARIANA SETUBAL, FILHA DE CIDINHA E PAULO
Há 16 anos conheci um francês em Los Angeles e acabei indo com ele para sua terrinha, onde me casei, tive dois filhos, ganhei dupla nacionalidade e imergi na cultura local.
Ser mãe na França tinha seus desafios. Quando nosso primeiro filho, Max, tinha apenas 3 anos, nós o matriculamos numa escola bilíngue. Seis meses depois, sua classe foi convidada para uma viagem à Inglaterra, o que era um evento anual. Quando me recusei a deixar Max participar, a diretora me disse: “Madame, segurar seu filho não é bom para seu espírito de independência. Você precisa deixá-lo ir para que ele possa aventurar-se pelo mundo”. E continuou: “Nós só temos esse problema com mães americanas”.

E lá foram as crianças: as francesas para a Inglaterra; as americanas, para casa com suas mamães. As mães francesas curtiram três dias adoráveis sozinhas com seus maridos em Paris. Elas beberam vinho e namoraram bastante antes de os pequenos voltarem. Enquanto isso, as mães americanas iam para o parque, sentavam no chão, se divertiam e voltavam para casa exaustas.
Quando me mudei para Paris, fiquei admirada com as francesas: como elas conseguiam empurrar um carrinho andando de salto alto sobre paralelepípedos? Como sua libido funcionava com todas as demandas da maternidade? Como elas conseguiam e eu não?
Depois de ficar grávida do Max, fui para os Estados Unidos e voltei carregada de livros de ajuda a mães de primeira viagem, brinquedos educativos e um monte de ideias bem intencionadas sobre como resguardar o filho de qualquer contratempo que ele possa ter na vida. Assim, quando nosso bebê começou a engatinhar, protegi o apartamento inteiro com protetores de quina, cadeados nas gavetas e protetores nas tomadas.
A sala estava amontoada com brinquedos gigantes e fluorescentes. Minha vizinha francesa deu uma espiada e disse: “Seu apartamento parece um hospício”.
A casa dela era diferente. Seus filhos, de 5 e 7 anos, tinham regras e limites, e a única proteção com que ela se preocupou foi uma grade na escada. A sala era um lugar da família, espaço que as crianças aprenderam a respeitar.
Na casa dela, as crianças estavam na cama antes das 20h, de forma que a mamãe e o papai podiam ficar juntos. Esse tempo de privacidade é sagrado. E os dois não fingem que vão para a cama ler um livro: “Uma noite, quando eu estava colocando minha filha de 7 anos na cama, ela perguntou: ‘Você e o papai estão indo para o quarto se beijar?’. E eu respondi: ‘Claro. Mães e pais se beijam à noite, porque eles se amam'. 'Boa noite’”, disse ela.

NA FRANÇA, A MAIORIA DAS CRIANÇAS TEM DE SE ADAPTAR AO MUNDO ADULTO, NÃO O CONTRÁRIO. LIMITES SÃO ADOTADOS NÃO APENAS PORQUE SÃO CONSIDERADOS BONS PARA AS CRIANÇAS, MAS PORQUE ELES PROTEGEM A SAGRADA PRIVACIDADE DO CASAL. APRENDI QUE OS FRANCESES SÃO EXPERTS EM MANTER O AMOR VIVO DEPOIS DOS FILHOS.
Comecei a entender que, enquanto as mães francesas impõem limites severos aos filhos, elas também procuram deixar o caminho livre, dando um passo para trás para que eles possam se “aventurar pelo mundo”, como tinha me dito a diretora da escola.
Aos poucos, comecei a me tornar uma mãe à francesa. Quando minha filha nasceu, o nosso estoque de utensílios de proteção de bebês já estava empoeirado no porão. E quando, três anos depois, a mesma diretora me perguntou sobre a viagem anual à Inglaterra, eu sorri e disse “Oui”.
Então meninas, voces se identificaram por ai?
Ser uma mãe Francesa é um mal negócio?
O que as mães Francesas tem a nos ensinar?
As mães Francesas estão erradas?
Qual a diferença entre as mães Francesas e as Mães "Brasileiras"?
* Na verdade bem que eu queria ter um pouco de mãe Francesa, ter um tempo pra mim, um tempo com o maridão...hummm seria ótimo
Quem tem alguem da familia por perto, uma baba, escolinha, ja relaxa mais um pouco, mas quem é mãe 24 horas sem direito a descanço, sabe bem do que estou falando.
E mesmo sendo mãe 24 horas, se fico longe do davi pra ir ao medico, ja me sinto culpada, com remorço, morrendo de preocupação ( eu sei, eu sei, preciso me tratar), mas ja estou fazendo isso (em Off ta)kkkkkkkkkkkk.
Vou comprar o Livro “Os segredos das mulheres Francesas”, depois venho contar pra vcs... Mas deve ter dicas bem valiosas....
Esse tempo me fez repensar em como temos vivido, mas como tudo na vida o melhor seria um meio termo, né????
Beijossssssssssssss espero q tenham gostado.
Obs: Fiz esse post as 2 da madrugada, de tanta ansiedade para escrever, acreditam???????? Vai dormir daniiiii
http://omundodadanigarcia.blogspot.com/
http://recriandocomdani.blogspot.com/

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Sobre o que você quer ler?



Acabamos de completar 100 posts com este abaixo escrito pela Aninhaque diga-se de passagem é muito esclarecedor! 
Em quase 3 meses de existência e mais de quatro mil visitas, o Recanto das Mamães Blogueiras é  um cantinho maravilhoso pelo qual todas nós colaboradoras temos muito carinho. E o nosso desejo é que você: amiga/seguidora/visitante/leitora/mamãe blogueira também se sinta a vontade: “ entre, puxe você também, uma cadeira” porque este cantinho é todo seu, é todo nosso!
Idealizado com muito carinho pela nossa amiga Nádia  e feito com toda dedicação por um time de mamães p/ lá de especiais. Temos o grande desejo de ser a cada dia o ponto de encontro das mamães, por isso...
Queremos saber a sua opinião: o que tem achado dos posts? O que mais você gostaria de ler por aqui? Deixe sua sugestão, dúvida, dicas, desabafos... solte o verbo!
Um beijo,
Lauri do blog Nosso Danielzinho 

Resfriado, gripe e os mitos


Semana passada não deu para postar pois eu e meu menino passamos por um resfriado muito forte, agora estamos bem mas foi difícil.

Na gravidez li bastante e consegui aprender sobre as verdades e os mitos que cercam as gripes e os resfriados.
E o mais importante que aprendi foi que beber gelado não causa gripe, andar descalço, tomar banho de chuva, tomar sorvete e chupar gelo também não!

Aqui aprendi que a melhor forma de se evitar esses dois vilões é lavar as mãos.
Sim, lavar as mãos toda a vez que chegar em casa, muito simples e poderoso. Digo com toda a certeza pois a partir do momento que comecei a tomar tal atitude só adoecemos uma vez ao ano, mesmo no frio mais rigoroso.

Não adianta vestir o menino da cabeca aos pés, se quando chegar em casa passar as mãos no seu rostinho e elas estiverem sujas.
Gripe e resfriado são causados por vírus, e locais fechados são os principais focos de contágio.
Por isso as pessoas acham que o frio causa a doença, quando na verdade o clima com temperaturas baixas e dias chuvosos obrigam o comércio, os meios de transporte e até nossas casas a ficarem fechados e com pouca circulação de ar.
Aqui não  são consideradas como doenças perigosas.
O cuidado que tenho é de tomar bastante líquido e ficar atenta para febre e outros sintomas, pois as complicações sim é que devem ter toda a atenção.
O menino apresentou febre, monitorei, dei um paracetamol e pronto, muita água e muito peito para se recuperar.

E sobrevivemos a mais um resfriado, que é diferente de uma gripe, e sinceramente não estamos prontos pra outra. O que fez falta mesmo foi a sopinha poderosa da minha Mãe.

Clique Aqui para mais informações sobre essas doencas e como tentar evitá-las.

Beijocas e um ótimo fim de semana para todas,
Aninha.
Blog: O Viajante de Fraldinhas
Twitter: @oviajantejorge

E olhem que legal: a 100ª postagem do Recanto das Mamães Blogueiras foi minha.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Penteados dos anos 70 estão com tudo. Aprenda a fazer!

Oi,amores!
Recebi por e mail essa dica e trouxe p/ vcs!Ameei!
Prepare suas roupas, maquiagens e penteados dos anos 70, o rock retrô está de volta e é tendência!
pant701 Penteados dos anos 70 estão com tudo. Aprenda a fazer!
Vendo vários ensaios recentes de moda, percebi que os cabelões ondulados e glamorosos dos anos 70 iriam continuar também no verão.
Tudo o que você precisa é de uma escova redonda decente, secador, spray fixador ou mousse, secador e vários prendedores de cabelo.
Dica: Quem tem cabelo curto pode colocar as extensões, mas esse penteado é para qualquer tamanho de cabelo.

Passo-a-passo:

pant702 Penteados dos anos 70 estão com tudo. Aprenda a fazer!
1. Aplique spray térmico ou mousse no cabelo. Isso facilitará na hora de fazer as ondas, de dar volume e de fixa-las por mais tempo;
2. Prenda o cabelo em vários gominhos pequenos, para trabalhar cada ondulação por vez;
3. Usando o secador de cabelo e a escova, puxe os fios da raiz para as pontas pela parte interna do cabelo. Enrolando a escova para fora. Repita isso mecha por mecha e em todo cabelo;
4. Deixe a franja por último. Passe spray fixador nos fios e escove arrebitando as pontas do cabelo. Termine o penteado com muito spray fixador de jato normal para segurar e não deixar o cabelo duro;
Dica: Se preferir, use o babyliss no lugar da escova com o secador, o efeito ficará mais bonito.
É isso, sei que tem muita gente craque na escova e consegue fazer esse efeito rapidinho. Eu sou uma negação, não consigo escovar meu cabelo sozinha e quando tem diquinhas assim, com fotos e passo-a-passo, acabo em empolgado e no final o resultado fica até usável rss. Se alguém tiver mais dicas para conseguir o cabelo de ondas, comenta.
Bjokas!




Reflita...





Michele Alves
Twitter: michele_saj
Quer um layout personalizado?

A blogosfera e as diferenças

Eu sempre li muito. Comecei a acessar blogs em 2004. Lembro que desde sempre o que mais me encantou na blogosfera foi o fato de parecer um grande livro que vai sendo escrito dia a dia, a várias mãos, com várias histórias diferentes, que vão do drama ao cômico e que sempre me ensinam muito. Assim como os livros, ora eu concordo, ora discordo, ora a narrativa se torna cansativa e não chego ao final do texto, ora parece que aquele post foi escrito para mim.
Ainda leio de tudo, mas desde que comecei a pensar em ser mãe acabei me voltando mais ao universo materno dos blogs, e só aí comecei a perceber como somos similares. Como pode né? Eu moro aqui, no interior do Rio Grande do Sul, e as minhas angústias são as mesmas daquela mãe que mora lá em Massachusetts... E quem diria que me tornaria amiga de alguém de lá?
E tem todo o tipo de mãe, não é? Tem as naturebas, as carolas, as exageradas, as despreendidas, as emancipadas, as despreocupadas, as exageradas, as doutrinadas por livros...
E como em toda grande família temos as discussões! É aquela que briga com quem não fez parto normal, é a outra que se enfurece com quem deu a papinha antes, uma coisa :)
Eu mesma confesso que já me peguei teorizando demais, sou a favor do aleitamento materno a livre demanda, contra alguns livros de auto ajuda, a favor do colo, contra deixar bebês assistirem tv, contra alimentos industriais e a favor da alimentação complementar só a partir do sexto mês. Mas hoje sei que esses são os meus conceitos. Claro que na parte da alimentação me dói um pouco mais, pois sou nutri e tenho certeza do que falo, mas em relação aos outros assuntos eu sou tão leiga quanto qualquer outra mãe, e que direito eu tenho de dizer que do meu jeito é melhor?
O que eu acho mais legal nisso tudo é a grande rede de trocas de experiências, é poder conviver (mesmo virtualmente) com tantas pessoas diferentes e me sentir pertencente a tantas famílias legais. É acordar de madrugada pensando em contar isso para vocês. É ver as coisas sobre outro prisma, ler cada comentário com gostinho de quero mais. É fazer parte!

beijos!
Bia



fonte imagem