sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Você quer ganhar um presente de Natal by Dani Garcia?

Oiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Nossaaaaaaaaaaaa muitas saudades, postar só um dia da uma saudade...rsrrs
essa semana foi bem triste, passamos todas por uma perda muito dolorida com o Theo.
Mas.... vamos la.
 
Entãoooooooooooooooooooooooo.......

Vou dar um presente bem legallllllll para uma pessoa bem especial aqui dos meus blogs...

Vamos as Regras:
1- Ser seguidor dos meus blogs :


2- Deixar recadinho nesse Post, dizendo:
Daniiiiiiiiiii quero que vc seja minha mamãe Noel

3- E o mais importante ( os outros ítens são importantes tb).
Não será sorteio ( a não ser que tenha impate), A pessoa que mais deixar comentarios nos meus posts nos 3 blogs. Será a vencedora e ganhará um presentão de Natal.

A contagem de comentarios sera no dia 1º de Dezembro .
Obs: Para cada post vc poderá comentar só 1 vez, ok?

Qualquer duvida entre em contato...

E comentemmmmmmmmmmm

beijosssssssssssss e um biggggggg feriadão... vou pra fronteira volto na terça....

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Criança irritada merece...




COMPREENSÃO!



Ok, eu não sou nenhuma especialista no assunto nem tenho essa pretensão, pelo contrário: sou mãe de primeira viagem e aprendendo sempre. Este é apenas o relato da minha experiência pessoal:

Meu filho hoje completa 1 ano e 3 meses e sempre foi uma criança carinhosa e tranqüila, porém com a personalidade forte. E isso nós temos procurado corrigir, o tipo de correção que aplicamos  de comum acordo(pai e mãe) é colocar de castigo explicando o motivo.
Mas de um tempo para cá meu filho se tornou nervoso, irritado, impaciente, fazia birra, puxava seus próprios cabelos e de tão intolerante não me deixava nem conversar com as pessoas. Como se não bastasse não dormia direito, não queria comer, nada estava bom para ele, tinha dia que só queria ficar no colo... Tudo indicava que era pura manha e birra!
E daí, como discernir se é coisa da própria personalidade, o que precisa ser corrigido, ou alguma coisa incomodando?
Simples não é, mas o mais importante antes de qualquer atitude mais radical é tentar entendê-la, procurar conhecer e interpretar os sinais que ela envia já que não sabe ainda dizer com palavras o que a está incomodando. E nessa situação também cabe o instinto materno/paterno.
Pesquisando na net percebi que algumas atitudes do meu filho poderiam ser por causa do nascimento dos dentes e conversando sobre isso com o pediatra, ele receitou um remédio a base de camomila. (a internet é uma ferramenta maravilhosa, mas não dá para trocar o Pediatra pelo Google heim...)
E tem dado certo até então: meu filho voltou a ser tranqüilo, dorme, brinca, come...
Sei que as crianças não são iguais, reagem de maneiras diferentes, tem personalidades diferentes. Sei também que cada pai e mãe têm sua maneira de corrigir, conhece seu próprio filho e ninguém gosta de alguém interferindo na educação que escolheu dar. Mas uma boa dose de compreensão é sempre bem vinda, melhor do que se arrepender depois por causa de algum excesso.
Este espaço é seu, fique a vontade para comentar!

Beijos, 
Lauri, do Blog Nosso Danielzinho

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

A perda de um ente querido...


Olá pessoal...
Eu sei que meu dia por aqui é sempre às quartas e eu tenho o propósito de trazer sempre algo legal, alegre, enfim...
Mas hoje não consegui preparar nada muito alegre... Ainda estou muito impactada com a notícia sobre o Théo...
A perda de alguém querido é algo realmente difícil de lidar. Eu tenho um pouco de experiência nisso, pois ainda adolescente perdi minha irmã mais velha vítima de um problema cardíaco e apenas dois anos depois perdi meu irmão mais velho repentinamente numa mesa de cirurgia para um problema no intestino. Eu, particularmente, nunca lidei bem com a morte... Nunca! Quando Pietro, meu filho, ficou doentinho pela primeira vez foi nítido que eu tinha um desespero desproporcional à gravidade da simples "virose". Mas eu não conseguia evitar... O ambiente hospitalar me encomoda, me deixa aflita... Sempre que estou em algum hospital, vejo flashes dos momentos vividos com meus falecidos irmãos...Acho que meu psiciológico ficou com algumas marcas sim... Eu sofri muito nos dois casos, mas com meu irmão, que foi repentino acho que foi pior... MINHA MÃE que perdeu 2 filhos, imaginem como ficou? Não quero nem lembrar... Vários anos se passaram e hoje consigo falar sobre isso numa boa, não sem saudades, não sem ficar um pouco triste, mas já sem chorar e se lamentar... acho que aceitei...
Eu acho meio injusto pedir à uma mãe que perde um filho para simplesmente tocar a sua vida. UM filho é algo precioso, nos ensina, muda tudo em nossa vida... As marcas e impressões o tempo vai tratando... Para alguns de forma rápida, para outros de maneira mais lenta, cada pessoa vive isso de um jeito... Mas realmente É PRECISO prosseguir, pelos que ficam, pelos que também amamos e permanecem ao nosso lado e principalmente para viver o aprendizado que a experiência vai trazer. A morte faz parte da vida... Contraditório isso né?
EU ACHO QUE REAGIR À MORTE ESCOLHENDO VIVER é uma alternativa à se considerar. Respeito e entendo que atitudes assim não arrancam a dor, o vázio, o pesar que fica... Mas certamente, fazer aquilo que acreditamos que aquele que partiu gostaria que fizéssemos, alivia um pouquinho.
A Aline, enquanto mãe, foi inabalável na sua fé. Foi uma mãe dedicada, zelosa, incansável, guerreira, especial... NADA deixou à desejar no seu papel de mãe de primeira viagem...
E sem desejar discutir religiões, acredito apenas que existem propósitos vindos do céu dos quais não temos capacidade de compreender sempre. Mas creio que existe razão para cada um deles, Deus está sempre no controle de tudo...
Vamos continuar intercedendo pela vida dessa família! Ore, reze, peça, faça da forma que acredita, mas faça...
Acho que a Aline preferiu não abrir comentários públicos à postagem que informa sobre a partida do Théo. Vamos respeitar.
Se preferir, deixe sua percepção sobre como lida com isso... Talvez você sempre tenha tido desejo de falar e nunca o fez...
Um beijo!

Alê

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Agradecer

Passei a noite em claro. Pensando no que aconteceu com a Aline, e pensando em como sou fútil, em como me atenho a coisas pequenas e sem fundamento e me esqueço do simples, e de quanto devo agradecer.
Não sou do tipo que vai a igreja, na verdade sequer tenho religião, mas creio em um Deus sem rosto, de pura energia, que é o mesmo para todos, independente de que tipo de templo frequentam.  E é a esse Deus que eu agradeço.


Agradeço por ter um marido que é um companheiro e pai maravilhoso, um filho querido e saudável, uma família pequena e unida, uma casa, um trabalho, e mais de uma profissão.
Agradeço por ter acordado hoje de manhã e ter recebido um sorriso carinhoso do meu filho. Agradeço por poder amamentá-lo, dar colo a qualquer hora do dia, poder levá-lo junto ao meu trabalho, morar em uma cidade pequena e segura, onde podemos sair juntos sem nos preocuparmos com a violência, onde não existem enchentes, tornados, violência.
Agradeço por ter amigas queridas e uma família maravilhosa.
Agradeço por me deixar ver exemplos como o da Aline, que foi guerreira e manteve sua fé inabalável do início ao fim, e me permitiu parar e pensar no quanto tenho aqui, no quanto eu preciso agradecer.

Me falta isso, momentos de agradecimento pelo que tenho aqui. Sou grata mesmo, sou feliz, realizada, e meu maior pecado é não aproveitar isso tudo ainda mais. É por isso que eu não economizo a frase eu te amo, digo a todos, pois só quem já perdeu alguém sabe como é a sensação de não ter dito tudo, de não ter abraçado o suficiente.


E você, já agradeceu pelo que tem aí?

Um abraço, e um pouco do meu amor a cada uma de vocês.
Bia

A mídia e a nossa vida


Olá meninas, meu nome é Giovana do blog http://www.amoresquesaoeternos.blogspt.com/ e hoje vamos conversar sobre as mídias, especialmente sobre a internet.

Visualize ess rotina:
Você entra na net, no seu blog, atualiza ou não, olha os blogs que costuma seguir. Abre o twitter (para quem usa, claro) olha as (inúmeras) mensagens, algo interessante te chama atenção, você clica, vê o que é..raramente lê até o final. Volta no twitter, liga o MSN, acha aquela amiga que não fala a algum tempo, começam conversar. Derrepente, on line aquele contato que você tinha que perguntar não sei oque, você chama, enquanto isso bate-papo com a amiga, twitter continua aberto, vai atualizando, abre um janela e clica num jornal que costuma acompanhar, dá uma olhada, vai tirando as tais dúvidas ou seilá o que com o tal contato, fala com a tal amiga, posta uma observação twitter, lembra de algo para colocar no blog, abre seus arquivos, sua tabela de compromissos na semana....e vai. Liga a TV, hora daquele programa interessante, notícias, mais um min. Propaganda de oferta do mercado onde você compra. Liga o rádio, notícias locais, música predileta e vai...
Contabilizou?
Quanto tempo faz que você está na internet? E na televisão, e o rádio, quanto tempo está ligado e você não está nem ouvindo mais?

Na internet, claro que variam as páginas consultadas, estou apenas dando um exemplo e nem estamos questionando se o conteúdo é útil, inútil, necessário ou desnecessário, mas verdade seja dita: por exemplo a internet morde isso e tempo do nosso dia!
Pensando nisso, comecei avaliar com outros olhos todas as notícias e informações recebidas diariamente em jornais, twitters, blogs, televisão, rádio e afins e observar isso como mulher e mãe que está criando dois cidadãos para o mundo.

Observei o comportamento de um modo geral e vim aqui dividir com vocês minhas observações.

A mídia têm força sobre a nossa identidade na sociedade e isso é real, você tem sua personalidade claro, mas diariamente está exposto à propagandas e programas que vão ditando de modo consciente e inconsciente a maneira e o estilo como vivemos.
Para as mães, as propagandas bombardeiam imagens de brinquedos, roupas, e tantos outros acessórios que a gente vai achando utilidade ou precisão neles.
Claro que tem o lado bom disso tudo, como postei semana passada os blogs de mães abriram espaço para um novo mundo, mães antenadas e de mente aberta para aprender e trocar experiências, mudar e melhorar.

Podemos escolher criar e recriar a medida que nossas opções se expandem ou se contraem.

Mas por sermos mães, exatamente por isso mesmo devemos estar atentas à isso.
Particularmente me policio, porque se bobear perco mais tempo na net por exemplo do que fazendo algo realmente útil. Até pelo curso que faço (jornalismo), sou tentada a ver tudo, estar por dentro de tudo e ainda participar. Mas não dá. Tenho dois filhos pequenos, uma casa, marido e faculdade para dar conta. Se eu me dispersar, por pouco tempo que seja minha rotina vai desandar e quem vai pagar o pato são meus filhos.

Minha vida é toda programadinha, tem que ser. Escrevo esse post que atualizo às terças, deixo ele prontinho. Meu blog, normalmente são textos curtos, quando não são é porque to contando sobre algo bem cotidiano e nada complexo, coisa rápida. Domingo a noite já planejo a semana, o dia, o mês. Cumpro? Posso dizer que a maior parte. Priorizo a hora do almoço do mais velho, o banho do mais novo, a casa limpa, e roupas em ordem. Como ainda amamento, e isso não tem hora para acontecer, tenho que fazer o possível para estar disponível o máximo de tempo possível para o bebê. O resto vou encaixando onde dá. Ainda assim de quando em vez, estou fazendo trabalhos da faculdade de madrugada.

Estou prestando atenção cada vez mais como uso meu tempo, para que ele não se disperse em coisas que talvez não vão me acrescentar nada naquele momento. Dou um tempo, quando estou mais light volto lá, vejo com calma.

A mídia através da internet que é meu foco hoje, deve ser bem usada para não virar um tiro no pé e acabar atrapalhando muita coisa dentro de casa ou fora dela.
Bom meninas, isto é um pouco da minha rotina. E a sua? Como você concilia as intervenções da mídia (TV, internet, rádio, revistas, jornais, até panfleto de supermercado..) na sua vida? O que elas acrescentam para você? No que ela te atrapalha? Como e o que você pode fazer para essa relação ser legal e produtiva?

Se responder aqui, vou ficar hiper feliz, mas se quiser responder só para si mesmo aposto que vai ser uma mão na roda da sua rotina.

Beijos e até a próxima.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

LUTO


 Duas semanas seguidas sem Top Five, mas não tenho cabeça pra fazer isso agora, me perdoem. Uma mãe blogueira perdeu seu filho hoje. Nada podia ser mais difícil de postar aqui do que isso. Tô triste, isso é uma coisa difícil de aceitar. Nem sei mais o que escrever. Acessem o blog e dêem forças pra essa mamãe.

 http://vivoesinto.blogspot.com/

Theo, quando Jesus voltar você vai ver sua mamãe de novo, tá? E todas nós vamos conhecê-lo pessoalmente. 

Nádia.

Começando bem a semana!

     Olá Meninas!
     Mais uma semana se inicia e segunda-feira é dia de voltar a rotina, trabalho, compromissos e corre-corre. Pensando nisso, tenho uma super missão nas segundas-feiras, não é mesmo?
     Preciso levantar a moral das minhas amigas mamães blogueiras...rsrsrs...para entrarem na semana com o pé direito...rsrsrs...tarefa que pretendo cumprir da melhor forma, porém ainda não achei uma "boa fórmula" para isso, mas com o tempo chego lá tá amadas?!

 Hoje vou postar uma pequena homenagem as vovós que merecem muito carinho.



O QUE É UMA AVÓ?

     "Uma avó é uma mulher velhinha que não tem filhos. Ela gosta dos filhos dos outros.
     Um avô é um homem-avô. Ele leva os meninos para passear e conversa com eles sobre pescaria e outros assuntos parecidos.
     As avós não fazem nada e por isso podem ficar mais tempo com a gente. Como elas são velhinhas, não conseguem rolar pelo chão ou correr. Mas não faz mal, porque nos levam ao shopping e compram tudo o que nossos pais não querem comprar. Na casa delas tem sempre um vidro de balas e uma lata cheia de suspiros. Contam histórias de nosso pai ou nossa mãe quando eram pequenos, histórias da Bíblia, histórias de uns livros bem velhos com umas figuras lindas. Passeiam conosco mostrando as flores, ensinando seus nomes, nos fazendo sentir o perfume. Avós nunca dizem "Apresse-se", "Arrume seu quarto", "Coma com modos".
     Normalmente as avós são gordinhas, mas, mesmo assim, elas nos ajudam a amarrar os sapatos. Quase todas usam óculos e eu já vi uma tirando os dentes e as gengivas.
     Quando a gente faz uma pergunta, a avó não diz: "Menino, não vê que estou ocupada?!" Ela pára, pensa e responde de um jeito que a gente entende. As avós sabem um bocado de coisas.
     As avós não falam com a gente como se nós fôssemos umas criancinhas idiotas, nem apertam o nosso queixo dizendo "Que gracinha", como fazem algumas visitas chatas. Quando lêem para nós, não pulam pedaços das histórias nem se importam de ler a mesma história várias vezes. O colo das avós é quente e fofinho, bom de a gente sentar quando está triste. A minha avó sabe fazer uma festinha bem de leve nas minhas costas que adoro.
     Todo mundo deveria tentar ter uma avó, porque são os únicos adultos que têm tempo pra nós."

Carta de um aluno de terceira série - autor desconhecido.

     Eu gostei muito dessa "cartinha", lembrei muito da minha vovó querida, que tanto cuidou de mim e contou inúmeras histórias para mim. Ela, apezar de nunca ter frequentado uma escola, nos surpreendia de tanta sabedoria que transmitia.
     Quando olho minha sogra brincando com minha filha, vejo tanto dessa vó da história nela. Quando as duas estão juntas, nada mais importa e não tem serviço de casa ou compromissos que a fazem ter pressa ou impaciência, ela dedica-se totalmente aquele momento.

Que benção ter uma avó! Que benção um dia poder ser uma avó!

Compartilhe conosco alguma lembrança da sua avó, ou nos conte algo da avó do(s) seu(s) filho(s).

Beijos carinhosos e uma semana de paz pra todas!